sexta-feira, 31 de outubro de 2008

10 curiosidades

Aí vão 10 fatos curiosos que você podem mudar sua vida :-))))
 
1. Comer uma porção de frituras por semana é equivalente a beber cinco litros de óleo de cozinha ao ano, às vezes mais.

2. A Europa tem um país cuja religião oficial é o budismo: República de Calmúquia.

3. As balas não podem penetrar mais de 2 metros na água [com impulso suficiente para causar algum dano, claro].

4. Mais de 90% dos acidentes aéreos têm sobreviventes.

5. Para beijar, o dobro de pessoas inclina sua cabeça para a direita em vez da esquerda. (Está inclinando a cabeça porque?)

6. O combustível usado por um dirigível em uma semana é equivalente ao usado por um Boeing 767 levantar vôo.

7. Os pais tendem a determinar genéticamente a altura dos filhos; as mães, o peso.

8. Existem aproximadamente 200 milhões de blogs abandonados na Internet, que já não são mais atualizados.

9. O disfarce do Leão no filme "O mágico de Oz" era feito com pelos de uma juba autêntica.

10. O nariz humano, pressionado contra o chão como o de um cão, é bastante sensível para seguir um rastro em terreno aberto ainda que a sensibilidade seja 10 vezes menor que a de um cão.
 

O erro de tentar

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Publicado aqui sob a autorização do autor, Ward Vaughn (JUST ED).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).

Tradução por Mural na Net.

Onde está Deus quando chega a dor?

Desde o começo ele esteve presente, planejando um sistema de dor que, mesmo em um mundo decaído e rebelde, leva a marca do seu gênio e equipa-nos para a vida neste planeta.
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Ele tem observado o reflexo de sua imagem em nós enquanto entalhamos grandes obras de arte, empreendemos aventuras grandiosas, sobrevivemos num misto de dor e prazer quando ambos se entrelaçam tão intimamente que se tornam quase indistinguíveis.
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Ele tem usado a dor, até mesmo nas suas formas mais cruas, para ensinar-nos, pedindo-nos que nos voltemos para ele. Ele tem-se humilhado a fim de conquistar-nos. Ele tem observado este planeta em que vivemos, permitindo misericordiosamente que o empreendimento humano siga o seu próprio caminho.
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Ele tem permitido que clamemos aos céus e imitemos Jó com estridentes e ruidosos acessos de raiva, culpando a Deus por um mundo que nós estragamos.
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Ele tem-se unido ao pobre e ao sofredor, estabelecendo um reino celestial que lhes é favorável, do qual os ricos e poderosos freqüentemente se esquivam.
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Ele tem prometido força sobrenatural para nutrir nosso espírito, ainda que o nosso sofrimento físico não seja aliviado.
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Ele tem-se unido a nós. Tem sofrido, sangrado e clamado conosco. Ele tem honrado eternamente aqueles que sofrem compartilhando da sua dor.
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Ele está conosco agora, ministrando-nos através do seu Espírito e por meio dos membros do seu corpo, comissionados a auxiliar-nos e a aliviar-nos os sofrimentos por amor de Cristo, a cabeça.
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Ele está esperando e reunindo os exércitos do bem. Um dia, ele desencadeá-los-á. O mundo verá uma última explosão de dor antes da vitória final. E, então, ele criará para nós um incrível mundo novo, e a dor não mais existirá.
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Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.
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Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1 Coríntios 15:51-55).
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Philip Yancey - Deus sabe que sofremos

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Carina em palavras!!!

Carina compartilhou conosco um pouco dos seus pensamentos , seus projetos e sonhos , além de falar sobre Igreja, juventude, arte e um pouco de tudo. Num bate papo incrível!!! Com vocês Carina em palavras...

Quem é Carina?

Carina é uma pessoa que reflete, muito observadora, detalhista... que luta pelos ideais de que é convicta e busca estar diante do propósito original de Deus para a sua vida. Pode ser séria ou extrovertida, depende da ocasião.


Como você traçaria o perfil do jovem cristão de hoje?

Acho que hoje vivemos uma geração que quer ver a Deus da maneira como Ele é; cansamos de historinhas sobre Deus: o queremos como Ele é.

Muitos são um tanto "revoltados" com a igreja por isso; Nós cansamos do discursso legalista... Temos sede de viver Deus e não apenas de ouvir. Queremos ações, queremos produzir: estamos com um perfil de jovens de um grande senso crítico, e isso é bom... porque nos faz não viver bitolados as concepções dos outros, mas sim achar DEUS por uma experiência pessoal e profunda.


É possível ser jovem e servir a Deus?

Com toda certeza.


Porque os jovens cristãos parecem tão oprimidos, em contraste com o que Cristo falou que seriamos?

Bom, se eu te falo sobre como “fulana” é, você terá uma idéia sobre ela... mas isso não quer dizer que a conhece bem. As pessoas ouvem de Cristo, mas não entram em todos os níveis que podem para conhece-lo. Muitos estão vivendo anos nos bancos da igreja apenas com o ouvido aberto e não com o coração. As opressões permanecem por isso; pela passividade. Precisamos ter a coragem de romper e de orar por experiências. Mesmo que sua igreja não seja a melhor, DEUS ESTÁ DISPONÍVEL DE UMA MANEIRA PESSOAL PARA VOCÊ. Busque-o e não ponha a culpa de definhar espiritualmente nas mãos de ninguém. Estar livre das opressões é estar dentro da palavra, e viver a palavra na sua vida só quem pode fazer é você.


Estamos no mundo mas parecemos de Marte, como você vê a apatia da igreja em relação aos problemas sociais?

Acho que já ouvi várias pessoas falando esta mesma frase: "Como alguém pode estar sensível aos outros se não é sensível a si mesmo?"(Tenho aprendido sobre isto!) A igreja precisa ser sarada em muitas áreas sobre o que se entende de “amor cristão.” Precisamos editar interiormente nossos significados e exteriormente os pré-conceitos.


E quanto a arte, Deus é um artista por excelência, porque então o meio evangélico brasileiro é tão pobre de arte?

Sim, Deus é criativo! A questão é justamente sobre esse aspecto: Não estamos sendo criativos, estamos copiando as coisas. O artista, o vocabulário do pregador, e o estilo musical é sempre vindo de influências do exterior...

Primeiro, acho que falta estudo,leitura e aprofundamento.Para produzirmos algo, temos que ter matéria prima. Não estamos buscando a matéria prima...estamos usando pedaços de outras culturas..Como diria o pastor Genésio “-Vai estudar pra fazer direito irmão!”. Iremos fazer coisas de qualidade (com nossos traços de Brasil) quando pararmos para ouvir e ver o que temos no Brasil: quando tirarmos os olhos das culturas de fora.


Você escuta musica secular? Qual sua opinião sobre isto?

Seria bom não deixar nossos crentes ler literatura na escola ou faculdade, porque os autores não são crentes! A diferença para ser uma música, é que não tem melodia, apenas letra. É claro que existe muita música secular, principalmente brasileira, que não precisa nem ser da igreja para repudiar! (créu & Cia, axé, forró e derivados...) Essas eu acho que absolutamente ninguém deveria ouvir! São um nojo! Não ouvi-las é uma questão de amor à mente e aos ouvidos! Por outro lado (não todas), mas algumas músicas que não levam o rótulo de Cristã, são audíveis sim... e ainda digo mais: acrescentam tanto quanto um louvor. O problema é que estamos acostumados a entender louvor como ALGO que use a todo custo o nome de DEUS. Quando na verdade, LOUVOR é ADORAR A Deus, independente da música tocar no nome DELE... LOUVOR É MINHA INTENÇÃO E ELEVAÇÃO A ELE COM O QUE CANTO E ESCUTO. Eu posso louvá-lo com uma música que fale apenas da natureza... posso O louvar com uma música clássica (pela beleza das sinfonias)... Posso ouvir Laura Pausini e estar ressignificando emoções! Não vejo grandes problemas! Tudo depende da intenção. EU entendo assim... Eu o louvo com minha intenção...

Ah!Não vão extremar minhas palavras hein!!? Não disse que tudo é liberado! Vamos refletir sobre o que ouvimos! rs


Quais os desafios da juventude cristã hoje?

PERMANECER Nele, olhando para ele, não desanimando... não parando, não desistindo. Este é um desafio diário para mim e para você!

SER uma geração ativa; Buscar níveis mais profundos, sair do comodismo; viver o amor.

Qual o papel da igreja no mundo de hoje?

É melhor perguntar qual seria... Porque o papel que estamos vendo na prática de hoje está deixando a desejar. O papel seria o de ACOLHER, RECEBER FERIDOS, promover um lugar de encontro com Deus, de cura, de harmonia e vida. Nós (salvos casos) recebemos mal, machucamos mais ainda, e nos falta contato de qualidade uns com os outros!

Como se deu a sua conversão?

Bom, aos 9 anos eu recebi Jesus em meu coração aqui na igreja do Farol... Mas, aprendi a andar na palavra com minhas próprias pernas e entender o que significava verdadeiro de uma vida com Deus, no início da minha adolescência.


Se Jesus viesse a sua casa hoje o que você diria a ele?

Acho que o olharia em silêncio, com os olhos surpresos por pode o ver. Não sei se iria falar, acho que ia preferir o ouvir.


Conte qual seu maior defeito.

Imediatista. Mas estou aprendendo a ser paciente... afinal, a pressa é inimiga da perfeição.


Qual é sua principal virtude?

Eu gosto de estar bem informada... ler, aprender... Estou aberta ao conhecimento; Não sou do tipo “careta”... eu falo com pessoas diferentes na boa, discuto na boa, leio os temas mais variados na boa! Não sou Caxias... Apenas tenho o cuidado de analisar o que ouço e leio antes de guardar o conceito que estas informações estão me trazendo. Não engulo tudo! Reflito! Parece demagogia, mas gosto do meu senso crítico! rs


Um filme pra ver sempre?

Para ver sempre eu indicaria “O presente”, mas um outro que amo, e acho perfeito é “A casa do lago”.


Qual o último bom livro que leu?

O que estou terminando de ler agora é “Amores que nos fazem mal” da Patrícia Delahaie.


Ser cristão é fácil ou é difícil?

Difícil... Porque o caminhar requer espera, renúncia ,quebrantamento, obediência, e estas coisas são atitudes de “levar a sua cruz e negar-se a si mesmo”. Ser cristão verdadeiro é passar pelo fogo e ter refinado o caráter. É lagar o conforto e prazeres do “eu”. Mas são processos que valem a pena; você abre os olhos e entende o que realmente é a vida. Eu não trocaria o que já vivi com Deus por uma vida de regalias no mundo. Ser cristão é Difícil e Bom!


Você esta cursando psicologia, qual o papel desta ciência na igreja atual?

Nossa! muito importante! Esta área nos ajuda a compreender tantos aspectos da vida! Para alguns, a psicologia é anti-Deus, mas isso é porque quem gosta de criticar, não procurar ler antes!Acho que o papel fundamental desta ciência junto à igreja é o de reabilitar pessoas massacradas mentalmente pelas garras do legalismo e do fanatismo. Existem muitos meios e psicoterapias que podem auxiliar numa melhor qualidade de vida tanto física, quanto psicológica, e obviamente trazer resultados na vida espiritual. A psicologia é um caminho pelo qual tenho certeza que Deus vai usar nas igrejas para regenerar os vales de ossos secos que estão pairando nas mentes e coração do povo.


Deixe um recado para a galera do mural.

“Vocês estão numa guerra... vençam os obstáculos e mostrem Deus através do trabalho de vocês independente das críticas dos soldados fariseus do quartel. A única coisa que jamais vocês devem perder é o sentido de fazer isso para DEUS E COM BASE NA PALAVRA Dele.”

Qual a importância da amizade para a sua vida?

Acho que a amizade é um sustento; um tesouro que nos faz escavar forças quando não temos. Tenho alguns amigos, apesar de saber que amigos verdadeiros, aqueles que você olha no fundo nos olhos e conversa, são raros.


Em qual verdade bíblica você se apóia?

“Nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu Nele, antes da fundação do mundo.” (Efésios 1.3). Este versículo me fala claramente as verdades básicas: Existe um mundo espiritual;Deus me formou porque me desejou trazer a vida; tenho a chance através de Cristo de romper o pecado e alcançar os lugares espirituais que Ele tem para mim, nesta terra e na eternidade.


Defina pra nós Família, Deus e igreja?

Família era para ser alicerce. Deus é vida, e igreja seria lugar de partilhar.


Um sonho ou um pedido para Jesus? (Não vale pedir paz no mundo, tem que ser algo pra você)

Pregar o evangelho com uma equipe que rode o mundo... tipo mover ministrações com esta equipe através da música e da palavra.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Entrevista! Auderlei Silva

Leia aqui a entrevista com Auderlei Silva. Auderlei é um jovem que tem amor ao povo e através da política expressa as idéias e o movimento para um sociedade mais justa! Ele é membro do diretório estadual do PSOL em Alagoas, e nos concedeu esta entrevista onde fala sobre si e sobre o PSOL!


1-Fale um pouco sobre você...

Nasci no sertão de Alagoas em uma família humilde. Quando tinha 2 anos de idade meus pais decidiram tentar a vida no recém criado estado do Tocantins em decorrência da difícil situação econômica que passávamos no sertão alagoano. Foram 9 anos morando em Palmas, até decidirmos retornar a São José da Tapera, lugar onde tive a oportunidade de aprender e vivenciar tantas coisas boas que marcaram profundamente a minha vida. Lá cursei o magistério e pouco tempo depois lecionei no ensino fundamental; nesse mesmo período chaguei a fazer faculdade de Geografia. Hoje sou estudante de Psicologia e ocupo a presidência do Psol de São José da Tapera, partido que atualmente ajudo a construir.


2- A quanto tempo você está envolvido com a política?

Sempre me interessei por política. Na minha infância acompanhava meu pai nas reuniões da associação de moradores do bairro em que morávamos na capital tocantinense. Acho que desde os meus 7 anos de idade.


3- O que representa a política na sua vida?

Eu gosto de questionar, criticar, apontar soluções, debater com amigos, colegas de curso, desconhecidos... o importante é convencer ou ser convencido quando o argumento é consistente. Isso é muito significante pra mim.


4-Quem é o povo brasileiro?

Historicamente, um povo roubado e penalizado, infelizmente!


5-Qual o maior erro da política hoje?

A política é a arte de dominar o espaço. Conseguimos observar essa relação de poder na própria dinâmica familiar ou nos grupinhos formados por adolescentes nas escolas. O erro está nas pessoas que utilizam o poder para penalizar os outros.


6-O que é o Psol? Quais são os objetivos?

O importante é ajudar a construir o Psol, principalmente aqui em Alagoas, pois sabemos que o nosso estado tem a maior concentração de renda do país. Imagine, eu sou da cidade que foi considerada o pior lugar pra se viver no Brasil em 98 e, hoje está entre os 5 piores municípios de Alagoas, por isso o importante é lutar. Mas confesso que contribuo juntamente com outros companheiros na realização das tarefas dentro do Psol.


7-O que você mais gosta de fazer nas horas livres?

Ler, conversar com os amigos, ficar em casa, assistir entrevistas e falar bobagens com minha irmãzinha. rsrsrs.


8-O que mais te aborrece?

Injustiça e desonestidade.


9-Que medidas você tomaria para possibilitar um Brasil bem desenvolvido?

Nacionalizaria as empresas brasileiras que estão nas mãos dos estrangeiros, investiria pesado em educação, saúde e esporte, além de aumentar o salário mínimo, baixar a taxa de juros e parar de pagar a dívida.


10- Você cursa psicologia, qual a relação desta ciência com a política?

O homem é um animal político e a psicologia estuda o comportamento, além de tenta entender e explicar o funcionamento da estrutura psíquica, ou seja, as duas se complementam.


11-O que você diria aos políticos brasileiros hoje?

Chingaria muitos, com certeza!


12-Quais as verdades em que você se apoia para a vida; qual sua filosofia de vida?

O que existe são princípios. Ser honesto, humilde, responsável, aprendi isso com meus pais. Sempre me interessei por política. Na minha infância acompanhava meu pai nas reuniões da associação de moradores do bairro em que morávamos na capital tocantinense. Acho que desde os meus 7 anos de idade.

Nova Razão

O Som do Mural traz até vocês a banda Nova Razão.
nova razão nova razão 2

Nova Razão ou Grupo Nova Razão é uma banda de Belo Horizonte (MG) criada em 1996. Neste mesmo ano eles foram premiados por alcançar o primeiro lugar: a gravação de uma matriz de CD, intitulado "Uma Chance" (música vencedora do festival Festisêmani, da Igreja Batista Getsêmani).

A banda possui uma prosposta evangelística regada a mensagens atuais e contextualizadas. Seu estilo é irreverente e variado. O grupo ficou conhecido no mercado fonográfico por suas músicas ritmadas que incluem desde o pop, rock até o progressivo.

O terceiro CD do grupo, Amor Incondicional, tem como marca mensagens evangelísticas. Foi produzido pela NR Produções (sua própria gravadora), com direção de Samuel Frade, e tem como objetivo divulgar o trabalho do grupo por onde passar, fazendo valer o ministério de Deus na vida de seus integrantes. As composições de ''Amor Incondicional'' são de Samuel Frade, Braúlio Menegasse, Fabiano Andrade e algumas músicas de Daniel Xavier.

''O nosso compromisso é promover uma música genuinamente evangélica, alcançando os corações para Jesus Cristo. Se Deus tem um propósito para as nossas vidas, então queremos cumpri-lo'' diz o vocalista.

''Nova Razão é o que queremos levar. É o que todos devem ter em seus corações''.

A banda possui páginas no myspace e no Palco mp3. Em ambos os sites é possível ouvir suas músicas on line. No myspace não dá pra perceber direito, mas lá no Palco mp3 sei que você pode baixar as canções do grupo de graça. É isso mesmo! De graça! As letras das músicas também estão disponíveis.

Abaixo estão clipes das músicas Amor Maior e Uma Chance. Esta última infelizmente não está disponível pra download no Palco mp3.

O texto sobre a banda é uma condensação do que se pode encontrar em suas páginas citadas acima.

Já fui "espiritual" - uma confissão

Texto de Victor, um dos mantenedores do blog Celebrai!, que nos faz refletir sobre a famigerada religiosidade:

monk or maybe sorcerer in black clothing with hoodTenho aprendido a cada dia em Deus que Evangelho sem autenticidade de vida não é o  Evangelho de Jesus Cristo. Depois que comecei a viver segundo esta premissa, tenho experimentado o mover da Graça de Deus me conduzindo, a cada dia, e me transformando mais e mais, de fé em fé, na imagem Daquele que reconciliou nossas vidas com Ele mesmo.

Hoje não consigo ser outra coisa a não ser eu mesmo. Aonde quer que eu vá, pela Graça de Deus, consigo ser eu, tanto diante Dele como diante dos homens. E hoje, já não estou mais disposto em dedicar cada minuto da minha existência com qualquer outra coisa que não seja o Evangelho de Jesus: que é a autenticidade de espírito. Não quero viver mais preocupado, com neuroses, com esquizofrenias, ou seja lá o que for, achando que irei para o castigo eterno, que perderei minha salvação, ou coisa do tipo, em nome de uma espiritualidade pagã do início ao fim.

Já fui “espiritual” o suficiente para viver segundo o: não toque, não prove, não manuseies.

Já fui “espiritual” a ponto de negar minha humanidade para viver uma realidade que tenho certeza: qualquer fariseu não agüentaria mais que um minuto com tal fardo.

Já fui “espiritual” o suficiente para viver uma neurose louca, em nome de uma santidade que quase me tirou a vida.

Já fui “espiritual” de modo que quem não fazia o que eu fazia estava condenado ao inferno.

Já fui “espiritual” o suficiente para julgar mais da metade da minha igreja e grupo de jovens e dizer que eles eram parceiros do Inimigo.

Já fui “espiritual” o suficiente para colocar o mundo todo no mesmo saco e entrega-los a Satanás, pois pensava que todos já estavam mortos mesmos, visto que não queriam ser “evangélicos”.

Já fui “espiritual” a ponto de estar junto dos meus amigos e nem sequer rir, ou me divertir, pois tinha medo de me parecer um “mundano”.

Já fui “espiritual” o suficiente para ouvir piadas e me segurar para não dar gargalhas, porém o meu interior queria mesmo era entrar na dança.

Já fui “espiritual” o suficiente para me orgulhar de minhas obras, ouvindo pessoas dizer que para ser igual a muitos crentes era melhor nem ser (claro que estes falavam dos piores exemplos de vida dos evangélicos).

Mas, também, Já fui “espiritual” o suficiente para ouvir um amigo meu, e que Deus me perdoe, dizer que para ser aquele crente em que eu me transformara, ele também não desejava ser; ou seja: (e isto escrevo com pesar no coração) Já fui “espiritual” para perder amigos pensando que estava amando a Deus, quando na verdade estava amando apenas a Igreja e aos cargos e funções que nela tenho, e a minha reputação.

Mas Graças a Deus que, em Cristo, me deu a vitória e me libertou dessas alienações que a religião ministra no coração de todo aquele que não conhece a Verdade, e vive como se ainda estivesse morto em seus pecados.

Mas agora, tenho uma Boa Nova a todos: quem deseja sair desse estado alienante, digo-vos que o que vos espera são vida e paz no espírito do Evangelho; porque em todo aquele em que a Luz se manifesta, produz verdade e autenticidade de vida, pois lembre-se: somente a Verdade Liberta.

Então, meu amigo, viva e viva muito bem!!!

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

O jovem está na igreja. E daí?

O Instituto Datafolha divulgou semana passada uma pesquisa sobre os jovens brasileiros com idade entre 16 e 25 anos. Um dado chama a atenção: 39% dos entrevistados declararam participar de movimentos ligados a alguma igreja. Além do mais, oito em cada dez jovens consideram a religião como importante ou muito importante. Ou seja, a fé é um dos principais pilares éticos da juventude no Brasil de hoje.

O que temos feito para que tantos rapazes e moças estejam se lembrando de seu Criador nos dias da sua mocidade? A resposta é simples: Deus está em alta. Somente 1% se assume como ateu. Nota-se também um completo desinteresse da moçada por outras organizações, como partidos políticos, sindicatos ou entidades estudantis.

É preocupante, no entanto, que se esteja perdendo o fervor de se fazer alguma coisa em prol da transformação social. Afinal, trabalhos voluntários ou comunitários interessam a apenas 24% dos jovens entrevistados, assim como organizações não-governamentais (ONG’s), que correspondem a apenas 6% da preferência de quem opinou.

O fato de o jovem estar na igreja deveria significar um novo tempo em prol de uma sociedade mais justa. Foi assim com Jesus. Aos doze anos, ele estava no templo, crescendo “em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens”. (Lc 2,52) Mas sua vida mudou quando ele leu o seguinte versículo do profeta Isaías: “O Espírito Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor.” (Lc 4,18-19) O jovem Jesus, daí em diante, iniciou seu ministério entre pobres, cativos, cegos e oprimidos, levando-lhes esperança.

Bom seria se todo jovem pudesse dizer como Jesus que o Espírito do Senhor está sobre ele para fazer tudo o que o Mestre fez. Imaginem se as igrejas estivessem repletas de adolescentes e jovens querendo sair por aí para mudar o mundo, não como jovens que “se cansam e se fatigam”, mas como “os que esperam no Senhor”, que “renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam”. (Is 40,30-31)

É difícil sonhar olhando para trás!

Fonte: Felipe Fanuel (agosto de 2008) via Pavablog [o grifo é nosso]

Diário de jocumeiro 5 - Caros amigos...

Um tempo ímpar, momentos que ficarão gravados para sempre em nossos corações, amigos que aprendi amar e a desfrutar de sua companhia...

Alex: O que dizer desse menino, um pouco calado, mas que quando ele fala é mistério na terra? É o famoso EU CREIO!!!

Ana Rita: Sempre um pouco reservada; mas nem por isso foi a menos atuante na turma. Aprendi muito com o seu testemunho.

Claudinete: A famosa Clau. Todos os professores esqueciam seu nome. Essa menina me surpreendeu com seus dons e talentos e sua disposição de querer mais de Deus.

Erica: Não esqueci de você, a mais tímida da turma. Você mandou ver no evangelismo. E, galera, tomem muito cuidado, não passe por ela de Bike; ela pode te atropelar.

Eliane: A professora sempre com muita sabedoria. Cativou a todos com seu jeitinho especial e meigo de mãe. Ahhh. E quando é pra descer e subir na olaria de Deus, ela tá junto.

Edmilson, o Branco: Foi o preparador físico da equipe de teatro. Deus ministrou muito no meu coração pelo seu esforço e determinação para chegar até o fim da escola.

Jéferson: Eita menino pra gostar de celular. Nunca vi receber tanta ligação na aula. E tem mais: você ficou muito legal vestido de Kiko em Teotônio.

Jardel: Você ficou marcado no meu coração por uma frase “Deus, dá-me sabedoria porque se o Senhor me der força, eu dou um murro nele".

Julia: Essa surpreendeu a todos (A patricinha). Além de pastora ordenada por nós da 18ª ENVIA, ela é poetisa.

Junior (Misericredo e Barbaricordia): O que posso dizer do pastor de jovens? É o homem da bagunça santa, porém o homem mais organizado que eu conheço.

Leonardo ou melhor, Leo: Esse ai é o cara! Sempre calmo, mas nos fez rir muito com seus comentários hilários. Tipo “– Ele tava na janela porque tava com calor”.

Audileia (A leia): Menina doce, meiga e muito companheira. Essa é do fogo. Leia cadê o Ciço?

Manoel: O homem que mete medo, o grande pregador de voz de locutor, e quando prega, meu irmão, é só reteté e siririri.

Michele: A caçulinha da turma, mas muito comprometida com a obra de Deus.

Shelldon (O Clark Kent): Cara, já tô com saudades. Pra falar de você, fiquei sem palavras. Você é bom em tudo que faz. Mas também é o Superman!

Tia Adja: A você quero agradecer muito, por suas orações e conselhos.

Eric: Um grande evangelista. Obrigado por tudo.

Neia: Tu és a prova viva de que Deus é fiel para conosco. Aprendi muito com você.

Titia Rose: Não esqueci de ti! Você é a pequena notável, uma grande mulher de Deus. Sei que você ultrapassou muitas barreiras para dar o melhor para nossa turma, e, por isso, nós te admiramos muito. Deus é contigo. Ahh. Quero ver você imitando o coelhinho!!!
Valeu, ENVIA Tabuleiro!!


Por: José


P.s. O texto é do meu mano José, mas gostaria de acrescentar uma coisinha para ficar completo. Queria falar sobre ele o José.

José: O que dizer desse gigante? Mano, você é aquele tipo de pessoa que a gente bota o olho pela primeira vez e já se apaixona, gosta sem saber nem por que; mas aí, então, quando a gente conhece você, só resta agradecer a papai do céu por ter colocado você no nosso caminho. Você é divertido, misericordioso, topa qualquer parada e, principalmente, é apaixonado pelo reino. Tenho maior orgulho de chamá-lo de irmão.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Estranho camaleão

strange
 
Ricardo Tokumoto em Ryot IRAS

Entendo a atual conjuntura econômica mundial

Chaos around globe Andava pela net procurando um texto não enfadonho e não muito técnico que explicasse a atual crise econômica mundial pra postar aqui no Mural. Aí achei algumas coisas - coisas veiculadas na net ainda por volta do fim de setembro último.
 
Por serem notícias de setembro, nem sei se ainda são atuais. Não sei se a crise atual é tão atual assim. Sei que semanas atrás comecei a ouvir que tava rolando um problema lá nos Êua (EUA, pra quem não entendeu de prima) com hipotecas (seja lá o que isso venha a ser), e lembro-me que depois comecei a ouvir falar que uns bancos estadunidenses (bancos dos EUA) tavam pra quebrar. As duas coisas tão relacionadas? Me perdoe a pergunta. É que não sou acompanhante assíduo de jornais.
 
Bem, mas o seguinte é esse: achei uma matéria interessante lá no Freakonomics estruturada no esquema "pergunta e resposta". Apesar do Freakonomics em geral conseguir debulhar pra nós coisas complexas, ainda achei o texto meio compréquissu. Contudo, porém, todavia, no entanto, achei um post no blog Molotov com um texto bem legal que vai direto ao ponto; parece até uma parábola. O Mural o reproduz abaixo com uma pequenina alteração numa palavra.
 
 
Entendendo a crise econômica desde a ótica do bar do seu Biu

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia se deu mal.

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Poesia

ADÃO

Muita confusão se fez em mim
Quando a luz interna se apagou
Vi com desespero o começo do meu fim
Não senti o chão debaixo de mim…
Num silêncio surdo a nuvem negra me envolveu
Algo dentro em mim se espatifou
Ensimesmado e mudo vi meu mundo desabar
Movido por uma vergonha imensa me escondi…
Provei pela primeira vez
O gosto de sal de uma lágrima
Meu corpo se estremeceu
Ao ouvir a voz que me chamava no jardim…
Adão onde estás?

Pr. Luiz C. Leite em Poesia Evangélica

 
ALGUM DIA

Um dia, quando as lições da vida já foram aprendidas,
E o sol e estrelas se recolheram para sempre,
As coisas que os nossos fracos julgamentos aqui desprezaram,
As coisas sobre as quais nós nos afligimos com açoites,
Irão se iluminar à nossa frente, saindo da noite escura da nossa vida,
Como as estrelas brilham em tons mais profundos de azul;
E veremos como todos os planos de Deus são corretos,
E o que parecia reprovável era o amor mais verdadeiro.
Então esteja contente pobre coração;
Os planos de Deus, como lírios, puros e brancos, desabrocham;
Não devemos abrir à força as folhas ainda fechadas.
- O tempo revelará os cálices de ouro.
E se, através do trabalho perseverante, alcançarmos a terra
Onde pés cansados, com as sandálias desamarradas, poderão descansar,
Quando veremos e compreenderemos claramente,
Acho que iremos dizer: "Deus sabia o que era o melhor!"

May Riley em Poesia Evangélica

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Diário de Jocumeiro 4 - Formatura ENVIA

Uma seleção de fotos com alguns dos melhores momentos da formatura das turmas da ENVIA Tabuleiro e Prado.


Andando sobre um líquido

Jesus andou sobre as águas, e nós, os que crêem pela fé, não duvidamos disso. Mas e se eu dissesse que o homem pode fazer quase isso?! O que você me diria? Heresia?! Não! Respondo eu. Basta trocar a água por um fluido não-newtoniano.
 
Tá duvidando que isso seja verdade? Vê esse vídeo aí abaixo, então. É fantástico! Tchan! (Imitanto a Globo).
 
 
Ahhh, quer saber o que é um fluido não-newtoniano? O conceito científico você pode ver na Wikipedia, mas esse post do BLOG.MACMAGAZINE simplifica pra gente dizendo que essa coisa aí é "uma substância que apresenta comportamento de sólido e líquido ao mesmo tempo, com sua viscosidade sendo alterada quando uma força é aplicada. Quando comprimido, o líquido oferece resistência, solidificando-se. Sem pressão, retorna ao estado líquido".
 
Ainda de acordo com o mesmo blog citado acima, esse fluido do vídeo é uma mistura de maisena com água!

Dúvidas... quem pode responder? (4)

Aí vão mais algumas da safra de questões dos posts ca FÉ com LEI te/?ergunte ao ?astor do Verticontes:
 
98. Adão tinha umbigo?
99. Por que os seguidores do Cravocruz brigaram com os seguidores do Rosacruz?
100. Os religiosos que vivem com uma funda na mão são denominados fundamentalistas. Falso ou
        Verdadeiro?
101. Miquéias foi um profeta menor que pregou na Disneylândia. Falso ou Verdadeiro?
102. Se houver cisão na igreja Projeto Raízes e parte dos membros se juntarem a outros
        dissidentes da igreja quadrangular, nascerá a igreja Raiz Quadrada?
103. Os sapos que freqüentam a igreja da lagoinha lavam os pés uns dos outros?
104. Um seminarista só diz meias verdades?
105. A algazarra que fazem na igreja e com a igreja é devido a uma má interpretação do que
        Jesus quis dizer com: “ser como uma criança”?
106. O que leva uma pessoa, que se diz cristã, a perder seu precioso tempo formulando questões
         tão irrespondíveis quanto insignificantes?

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Quando a graça desce, o mundo fica em silêncio.

O filme-documentário de Bill Moyers a respeito do hino Amazing Grace inclui uma cena filmada no Estádio de Wembley, em Londres. Diversos grupos musicais, principalmente bandas de rock, estavam reunidos celebrando as mudanças na África do Sul e, por algum motivo, os responsáveis pelo evento selecionaram uma cantora de ópera, Jessye Norman, para o número final.

O filme pula para trás e para frente entre as cenas da multidão indisciplinada no estádio e Jessye Norman sendo entrevistada. Durante doze horas grupos de rock como Guns'n 'Roses estiveram atordoando a multidão com palavras de ordem, irritando os fãs já alterados com álcool e drogas. A multidão grita pedindo mais apresentações no palco e os grupos de rock atendem.

Enquanto isso, Jessye Norman está sentada em seu camarim discutindo Amazing Grace com Moyers.

O hino fora escrito, como se sabe, por John Newton, um mercador de escravos vulgar e cruel. Pela primeira vez ele clamou a Deus no meio de uma tempestade que quase o jogou para fora do navio. Newton viu a luz gradualmente, continuando a exercer o comércio mesmo depois de sua conversão. Ele escreveu o hino "How Sweet the Name of Jesus Sounds" [Como é doce o nome de Jesus] enquanto esperava em um porto africano um carregamento de escravos. Mais tarde, entretanto, renunciou à atividade profissional, tornou-se ministro e juntou-se a William Wilberforce na luta contra a escravidão. John Newton nunca perdeu de vista as profundezas das quais foi tirado. Ele nunca perdeu de vista a graça. Quando escreveu "... que salvou um miserável como eu", queria dizer isso mesmo de todo o seu coração.

No filme, Jessye Norman conta a Bill Moyers que Newton talvez tomasse emprestada uma antiga melodia cantada pelos próprios escravos, redimindo a canção, exatamente como ele fora redimido.

Finalmente, chega a hora de ela cantar. Um simples círculo de luz acompanha Norman, uma majestosa mulher afro-americana usando um esvoaçante dashiki africano, enquanto atravessa o palco. Sem nenhum acompanhamento, sem instrumentos musicais, apenas Jessye. A multidão se agita, nervosa. Poucos reconhecem a diva da ópera. Uma voz grita pedindo Guns'n'Roses. Outros se juntam ao grito. A cena começa a ficar pesada.

Sozinha, a capela, Jessye Norman começa a cantar, muito lentamente, os primeiros versos do hino.

Uma coisa espantosa aconteceu no Estádio de Wembley naquela noite. Setenta mil fãs roucos ficaram em silêncio diante da ária da graça.

Quando Norman chegou à segunda estrofe: "Tal graça me levou a temer assim que em Deus eu cri...", a soprano já tinha a multidão em suas mãos.

Ao chegar à terceira estrofe: "Por provas duras passarei... mas pela graça irei morar na eternal mansão..." diversas centenas de fãs estavam cantando junto, cavando profundamente em lembranças já esquecidas em busca das palavras que haviam ouvido há muito tempo.

Jessye Norman mais tarde confessou que não tinha idéia do poder que desceu sobre o Estádio Wembley naquela noite. Acho que sei o que era. O mundo tem sede de graça. Quando a graça desce, o mundo fica em silêncio diante dela.

Philip Yancey - Maravilhosa Graça

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O que Deus fez ... 2ª Versão

Se você gostou da primeira versão do "O que Deus fez..." então você não pode deixar de ver este vídeo com a galera pagando mico em plena prainha...kkkkkkkkkkkk Foi muito bom amo vocês pessoas!!!!

Diário de jocumeiro 3

Formatura da ENVIA Prado e Tabuleiro- Nação Nordestina!


Olá pessoas, pense num fim de semana arretado , é isso mesmo foi um fim de semana abençoadíssimo! Tivemos a formatura de duas turmas da ENVIA, a galera do Tabuleiro e a do Prado concluíram o curso com com um Culto de gratidão e um café regional, regado com muito forro ,alegria e celebração ao Deus de todas as tribos e claro do nosso Nordeste querido.
O tema da formatura que a galera escolheu foi Nação Nordestina, lembrando que o sertanejo também tem sido atingindo pelas ondas de jovens da JOCUM.


Imagine agora 30 jovens preparados e motivados para trabalhar no Reino, encorajados a aplicar as verdades de Deus aprendidas durante a ENVIA à sua vida diária.


Valeu turminha vocês são pedras preciosas para o nosso Pai e um presente de Deus para as nossas vidas!!!! Amo todos vocês!!!!! Parabens!!!!!!
E lembrem-se: Luz é igual a responsabilidade!


ENVIA Tabuleiro( Da esquerda para a direita): Manoel, Shelldon( Clark Kent), Jeferson, José,Edmilson, Adja, Julia, Audileia,Michele, Eliane, Ana Rita,Erica, Alex, Erique, Junior, Claudinete, Nea, Rose e Jardel


ENVIA Prado( Da esquerda para a direita): Marcos, Gonzaga,Clebson,Paulo Alephe, Eneas, Carina,Jesica, Michele, Manuela, Carla,Daise, Joelice,Lavinha,Arley, Aline,Andre, Luciana e Lau

Sal da Terra parte 2

Olá pessoas como prometemos para vocês aqui vai as 3 últimas partes do documentário do Sal da Terra no Som do Mural. Oxé ta esperando o que pra assistir!!!!


Sal da terra parte 4



Sal da Terra parte 5



Sal da terra parte final

Decifra-me ou te devoro

O fim de semana ainda não chegou, mas que tal uma brincadeirinha, um post pra categoria Diversão do blog, hein? Então responde essa advinha aí abaixo!
 
São sete irmãs, e cada uma tem um irmão.
 
Quantas crianças são?
 
 
Oito!! É Claro!
 
Achado na seção Rir é o melhor remédio das Seleções do Reader's Digest.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Uma Trindade de Vozes


Pense no plano de Deus como sendo uma série de Vozes. A primeira Voz, tremendamente alta, teve algumas vantagens. Quando a Voz falava da fumegante montanha no Sinai, ou quando o fogo lambeu o altar no Monte Carmelo, ninguém podia negá-lo.Porém, surpreendentemente, mesmo aqueles que ouviram a Voz e temeram-na — por exemplo, os israelitas no Sinai e no Carmelo — logo aprenderam a ignorá-la. Até o barulho da Voz criava confusão. Poucos deles foram à procura daquela Voz; um número ainda menor perseverou quando a Voz se calou.


A Voz modulou com Jesus, o Verbo feito carne. Por umas poucas décadas a Voz de Deus assumiu o timbre e volu¬me e sotaque caipira de um judeu interiorano da Palestina. Era uma voz humana comum, e, embora ela falasse com auto¬ridade, não levou as pessoas a fugirem e a esconderem o ros¬to. A voz de Jesus era suficientemente suave para alguém po¬der discutir com ele, suficientemente suave para poder matá-lo

Depois da partida de Jesus, a Voz assumiu novas formas. No dia de Pentecostes, línguas — línguas — de fogo caíram sobre os fiéis, e a igreja, o corpo de Deus, começou a tomar forma. A última Voz é tão próxima quanto um sopro, tão sua¬ve quanto um cochicho. É a mais vulnerável de todas as Vozes, e a mais fácil de se ignorar.

A Bíblia diz que se pode "apagar" ou "entristecer" o Espírito. (Tente apagar a sarça ardente que falou a Moisés ou as rochas derretidas no Sinai!) Entretanto, o Espírito também é a Voz mais íntima e pessoal. Em nossos momentos de fraqueza, quando não sabemos o que devemos orar, o Espírito que vive dentro de nós intercede em nosso favor com gemidos que palavras são incapazes de expressar.
O Espírito não irá retirar toda frustração que sentimos para com Deus. Os próprios títulos dados ao Espírito — Intercessor, Ajudado, Conselheiro, Consolador — presumem que existirão problemas. Mas o Espírito também é um "penhor", uma garantia do que ainda vem, disse Paulo, utilizando uma metáfora terrena emprestada do mundo financeiro. Ele nos lembra que tais desapontamentos são temporários, um prelúdio para uma vida eterna com Deus. Deus julgou necessário restaurar o elo espiritual antes de recriar céus e terra.

Em dois lugares o Novo Testamento compara o ser cheio do Espírito Santo com o estado de embriaguez comum. Am¬bas as situações alteram a maneira como você encara as tribulações da vida, mas há uma profunda diferença entre elas. Muitas pessoas voltam-se para a bebida, por exemplo, para afogar a tristeza do desemprego, enfermidade e tragédia pessoal. É inevitável, contudo, que o bêbado tenha de acordar do mundo de fantasia que é a embriaguez e voltar para a realida¬de inalterada. Mas o Espírito segreda-nos acerca de uma nova realidade, uma fantasia que é realmente verdade, uma verdade na qual despertaremos por toda eternidade.

Philip Yancey- Decepcionado com Deus

Com vocês... Artpella

Vídeo postado lá na fonte com os seguintes comentários:
 
"Para aqueles que ainda acreditam - e batem o pé - de que a música "sacra" só foi feita para dentro dos templos...

(Tão legal quanto a música, são os comentários dos jurados ao final)"
 
 
Tabém postado lá na fonte logo após o vídeo:
 
"Lição 1: Precisamos sair do gueto.
Lição 2: Precisamos ampliar nosso repertório!"
 
Fonte: DoxaBrasil via Pavablog

Conforto

Foto da usuária Patty Milano, em seu álbum INDIA ORISSA, no Webshots, publicada com o seguinte comentário feito pelos editores do site:
 
"Uma criança solitária encontra repouso e lembra-nos que confortar-se é um estado mental".
 
khonda5

domingo, 19 de outubro de 2008

Player de rádio melhorado

Chegooou!!!
 
Agora já contamos com o prometido player de rádio que permite selecionar uma de várias fontes de áudio.
 
Por enquanto, o que você pode selecionar é a qualidade do som da K-LOVE (5 kbits/seg ou 20 kbits/seg). Caso tenham sugestão de mais alguma rádio, passem-nos o link de streaming dela ou digam-nos o site pra gente tentar achar o link de streaming.
 
\o/ \o/ \o/

sábado, 18 de outubro de 2008

Cerque o gato

E o joguinho para o post de Diversão deste fim de semana chegou! O jogo chama-se Chat Noir (significa gato preto em francês). Veja a sua tela abaixo.

Chat noir

Seu objetivo no jogo é cercar o gato preto clicando nas bolas verde claro transformando-as em verde escuro. O gato não pisa nestas últimas; ele só pula de uma bola verde claro pra outra igual. Cerque o gato e não o deixe fugir do tabuleiro!

Jogue on line aqui.

Boa diversão!

"Meia Amazônia Não"

Mais um filme super criativo do Greenpeace contra o desmatamento da Amazônia. Direção de arte e execução: Caio Lazzuri.

Greenpeace - Meia Amazônia Não!

Tramita na Câmara um projeto de lei que, se aprovado, permitirá que até 50% da vegetação nativa de floresta amazônica presentes em propriedades particulares possam ser derrubadas; legaliza também a maior parte dos desmatamentos realizados em 40 anos, equivalente um território de três estados de São Paulo; além de livrar os responsáveis pelo desmatamento a reflorestarem na área derrubada. Além de ser um recurso estratégico contra o aquecimento global, a Amazônia é importante por possuir a maior biodiversidade do mundo, e por regular o clima de muitas regiões, favorecendo a produtividade da agricultura brasileira.

É gigantesca a importância econômica, social, energética e ambiental que tem a Floresta Amazônica para os brasileiros e para a população mundial. Para assinar uma petição do Greenpeace Meia Amazônia Não que tenta impedir a aprovação desta lei, é só entrar no site, informar nome, RG e e-mail.

Confira a campanha do Greenpeace contra o desmatamento da Amazônia. As peças são impressas e mostram a imagem de uma arara, um índio e um macaco feitos através de folhas e de galhos, uma excelente direção de arte valorizando bem as peças e transmitindo a idéia de forma clara. A campanha também conta com um hot site que explica detalhes sobre o projeto de lei que visa acelerar a destruição da Amazônia. A criação foi da agência AlmapBBDO.

Amazônia.vc

A Globo.Com junto com o Fantástico criaram um aplicativo no Orkut que permite que VOCÊ vigie os desmatamentos na Amazônia e que proteste contra eles. Já são mais de 140 mil participantes e mais de 5,7 milhões de protestos que não são registros formais mas que servem para pressionar o Governo a tomar medidas para solucionar esse problema tão antigo no país. Clique aqui para saber como adicionar o aplicativo no Orkut e obter mais informações. Até hoje a Amazônia já foi desmatada a uma área equivalente a 17 estados do Rio de Janeiro.

À medida que você vai dando zoom no mapa, dá mais tristeza ainda. Sabe aquela frase: O que os olhos não vêem, o coração não sente? É exatamente isso. Todo mundo sabe que a Amazônia está sendo desmatada cada vez mais. Só que é diferente quando você vê essas imagens e leva um choque da quantidade de desmatamentos e incêndios que existem frequentemente em vários pontos da Floresta Amazônica.

Aparentemente, você acha que seus protestos não vão dar em nada. Mas com certeza, daqui a algumas semanas, alguns meses talvez, com a proporção que esta Campanha está tomando, os brasileiros vão realmente se conscientizar que são eles que tem que defender a Amazônia com as próprias mãos. E então, a gente espera que esses Protestos saiam no mundo virtual para o mundo real. Pressionar nossos governantes não é errado, é um dever que nós temos por amor ao nosso país!

Não deixe de participar. Contribua de alguma forma. O importante é não ficar parado! A AMAZÔNIA É NOSSA!

Fonte: GloboAmazonia.com

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Querido diário...

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Publicado aqui sob a autorização do autor, Jeff Larson (The Back Pew).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
.
Tradução por Mural na Net.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A última palavra perfeita


Como escritor, eu jogo com as palavras o dia inteiro, brinco com elas, ouço os seus meios-tons, parto-as pelo meio e tento encaixar nelas os meus pensamentos. Descobri que as palavras têm uma tendência de se estragarem com o passar do tempo, como carne deteriorada.

Quando os tradutores da versão King James contemplaram a forma mais elevada de amor, escolheram a palavra "caridade" para expressá-la. Porém, nos dias de hoje ouvimos o protesto de desdém: "Não quero a sua caridade!".

Talvez eu continue rondando a palavra graça porque é uma grande palavra teológica que não foi estragada. Eu a chamo de "a última palavra perfeita" porque todos os usos dela em inglês que eu consigo encontrar retêm um pouco da glória original.

Como um vasto lençol aqüífero, a palavra sustenta nossa civilização orgulhosa, lembrando-nos que as coisas boas não vêm de nossos próprios esforços, e sim pela graça de Deus. Mesmo agora, apesar de nossa guinada secular, as raízes-mestras ainda vão estender-se para a graça. Veja como utilizamos a palavra.

Muitas pessoas "dão graças" antes das refeições, reconhecendo diariamente o pão como um presente de Deus. Somos gratos pela bondade de alguém, sentimo-nos gratificados com boas notícias, congratulados quando temos sucesso, graciosos hospedando amigos. Quando uma pessoa nos serve bem, deixamos uma gratificação. Em cada um desses usos ouço a exclamação infantil de prazer dos que não merecem.

Um compositor acrescenta appogiaturas às notas reais. Embora não sejam essenciais à melodia — são gratuitas — elas acrescentam floreios cuja ausência seria sentida. Quando tento pela primeira vez tocar uma sonata de Beethoven ou Schubert no piano, toco-a toda, algumas vezes, sem as appogiaturas. A sonata flui, mas que diferença faz quando sou capaz de acrescentar as notas graciosas que temperam a partitura como gostosas especiarias!

Na Inglaterra, alguns usos dão uma evidência explícita da fonte teológica da palavra. Os súditos britânicos dirigem-se à realeza utilizando a expressão "Sua Graça". Os estudantes de Oxford e de Cambridge podem "receber uma graça" que os isenta de certas exigências acadêmicas. O Parlamento declara um "ato de graça" para perdoar um criminoso.

Os editores de Nova York também sugerem um significado teológico com a sua política de agraciar. Se eu assino doze exemplares de uma revista, posso receber alguns exemplares extras mesmo depois que minha assinatura expirar. São "exemplares de graça", enviados para me incentivar a renovar a assinatura. Os cartões de crédito, as agências de aluguel de carros e as imobiliárias igualmente estendem aos clientes um "período de graça" não merecido.

Eu também aprendo a respeito de uma palavra com o seu antônimo. Os jornais dizem que o comunismo "caiu em desgraça", uma frase igualmente aplicada a Jimmy Swaggart, Richard Nixon e O. J. Simpson. Insultamos uma pessoa apontando a carência da graça: "Seu ingrato". Ou, pior ainda, dizemos: "Você é uma desgraça!". Uma pessoa realmente desprezível não tem "graça salvadora". Meu uso predileto da raiz graça aparece na melíflua expressão persona non grata: uma pessoa que ofende o governo com algum ato de traição é proclamada uma "pessoa sem graça".

Os muitos usos da palavra me convencem de que a graça é realmente surpreendente: é a nossa última palavra perfeita. Ela contém uma essência do evangelho como uma gota de água pode conter a imagem do sol. O mundo tem sede de graça em situações que nem reconhece; não nos causa admiração que o hino "Maravilhosa Graça" (Amazing Grace) continue sendo tão repetido duzentos anos depois de sua composição. Para uma sociedade que parece estar à deriva, sem amarras, não sei de lugar melhor para lançar uma âncora de fé.

Philip Yancey - " Maravilhosa Graça"

E os ministros...

se deram mal!! Verdade! Vê esses sacerdotes aí...
 
 
Casamento com batismo?
 
 
 
Entrada triunfal do pastor. Já pensou se essa onda pega aqui no Brasil?
 

MÉDICOS & PACIENTES

O psiquiatra incentiva o paciente
- Pode me contar desde o princípio...
- Pois bem, doutor! No princípio, eu criei o céu e a terra...

Após a cirurgia
- Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco.
Mas por que essa luz tão forte?
- Meu filho, eu sou São Pedro.

No consultório psiquiátrico
Paciente:
- Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo!
O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:
- E desde quando o senhor acha que é um galo?
Paciente:
- Ah, desde que eu era um pintinho.

Paciente chega ao médico e se queixa
- Doutor, estou com dor aqui do lado direito da barriga e
meus olhos ficaram amarelados!
O médico responde:
- Muito bem, e o sr. bebe?
- Obrigado! Eu aceito uma dosezinha!

No psiquiatra
- Doutor, tenho complexo de feia.
- Que complexo que nada.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Conseguindo vida

As pessoas mais cheias de vida são as que abrem mão da vida.

“A glória de Deus é uma pessoa totalmente viva”, disse o teólogo Irineu, que viveu no século 2. É triste, mas essa descrição não se encaixa na idéia que muitos têm sobre os cristãos modernos. Tenham razão ou não, eles nos enxergam como limitados, nervosos e reprimidos – mais dispostos a apontar o dedo para desaprovar do que a celebrar a vitalidade.

Um amigo de Friedrich Nietzsche certa vez lhe perguntou: “Por que você tem uma visão tão negativa do cristianismo?” Ele respondeu: “Nunca vi os membros da igreja de meu pai se divertirem”. Onde os cristãos adquiriram a reputação de destruidores da vida, em lugar de promotores de vida? O próprio Jesus prometeu: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente”. O que nos impede de termos essa vida plena?

Alguns crentes com experiências anteriores negativas na família ou na igreja podem acabar sufocados. Uma organização que trabalha com famílias que sofrem com o alcoolismo – Filhos Adultos de Alcoólatras – identifica três mecanismos de defesa que as crianças aprendem para sobreviver em ambiente disfuncional: Não Fale, Não Confie, Não Sinta. Conselheiros cristãos me disseram que cristãos problemáticos tendem a seguir as mesmas regras com relação a Deus. Como resultado de criação rígida, ou sentindo-se desiludidos por algum aspecto da vida cristã, acabam com a paixão e caem em uma fé cautelosa e defensiva. Cheios de medo, encontram refúgio com os outros que pensam como eles, em um ambiente “seguro”, afastado do mundo.
Claro, a Igreja inclui também uma longa tradição de monges e místicos que viram o mundo e seus prazeres com suspeita declarada. João da Cruz aconselhou os crentes a mortificarem toda alegria e esperança, para buscarem “não o que mais agrada, mas o que causa aversão”, e para “desprezar a si mesmo, e desejar que os outros também o desprezem”. São Bernardo cobria os olhos para não enxergar a beleza dos lagos suíços. Madame Guyon insistia com os fiéis para mortificarem o ego e avançarem para um estado de passividade completa. Busque o “nada”, aconselhava ela; adquira “indiferença completa a si mesmo”. Dificilmente esse conselho se encaixa com a vida plena.

Depois de escrever mais de 20 livros sobre assuntos variados, o escritor Frederick Buechner decidiu dedicar sua habilidade literária para estudar a vida dos santos. Os três primeiros que escolheu – Brendan, Godric e o Jacó da Bíblia – o surpreenderam porque, quanto mais pesquisava sobre eles, mais fatos negativos encontrava. “O que tornou esse trio duvidoso santo?” Perguntava ele a si mesmo. Por fim, ele se satisfez com a expressão “entrega da vida”. Com paixão e coragem, correndo riscos, cada um deles fez, com aqueles que os cercavam, que se sentissem não apenas com vida, mas cheios de vida.

Quando ouvi Buechner definir santidade dessa forma, pensei imediatamente em meu amigo Bob. Os pais dele se preocupavam com a vida espiritual de Bob, porque ele dedicava muito pouco tempo “à Palavra” e à igreja. Todavia, nunca conheci ninguém mais cheio de vida do que ele. Adotava animais que encontrava na rua, realizava trabalhos de carpintaria para os amigos, escalava montanhas, praticava pára-quedismo, aprendeu a cozinhar, construiu sua casa. Embora raramente usasse palavras religiosas, reparei que todos os que conviviam com ele, inclusive eu, sentiam-se mais cheios de vida depois de encontrá-lo. Bob irradiava o tipo de prazer pelo mundo material que Deus deve sentir. Pelo menos segundo a definição de Buechner, Bob era um santo.
Conheci outros cristãos que davam vida. Um presbiteriano devoto, chamado Jack McConnell inventou o teste Tine para tuberculose, ajudou a desenvolver o Tylenol e a ressonância magnética. Dedicou seu tempo de aposentadoria a reunir médicos aposentados para darem assistência gratuita aos pobres. Em outros países, encontrei missionários que consertam seus carros, falam várias línguas, estudam a flora e a fauna locais e dão injeções quando não há médico por perto. Em geral esses doadores de vida têm dificuldade para se encaixar no conforto das igrejas americanas.

Paradoxalmente, os doadores de vida que conheço parecem ser os que têm mais abundância de vida neles mesmos. Buechner reafirma o paradoxo que Jesus declarou pela primeira vez, que as pessoas mais cheias de vida demonstram isso abrindo mão dessa vida.

Os selos da inspeção dos automóveis traziam impresso no verso: “Dirija com cuidado – a vida que você salva pode ser a sua”. Essa é a sabedoria humana resumida. Por outro lado, Deus diz: “A vida que você salva é a vida que você perde”. Em outras palavras: a vida à qual você se agarra, poupa, vigia e deixa segura é, no fim das contas, uma vida que não serve para ninguém, inclusive para você mesmo. E apenas a vida entregue por amor vale a pena ser vivida. Para deixar isso bem claro, Deus mostra um homem que entregou a vida a ponto de morrer como desgraça nacional, sem um centavo sequer no banco nem um amigo a seu lado. Em termos humanos, um tolo perfeito, e quem pensa que pode segui-lo sem cometer o mesmo tipo de tolice está caminhando não sob uma cruz, mas sim sob um engano.

Philip Yancey

Fonte: http://cristianismohoje.digiweb.com.br/

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A caneta que cura

Conheci Philip Yancey quando ambos tínhamos 22 anos. éramos ambos editores recém-formados na revista Campus Life, de Youth for Christ [Mocidade para Cristo]. Ele era de altura mediana, sem nenhuma gordura em seu corpo e tinha um cabelo enrolado numa espécie de loiro afro. Magro, embora não atlético, possuía toda a energia necessária. Ele chegou ali vindo de uma criação fundamentalista na Georgia, através do Columbia Bible College e do mestrado no Wheaton College. Sua mãe o criou como mãe solteira enquanto ensinava turmas de escola bíblica; Yancey cresceu pobre, em um trailer, junto com o irmão. Ambos foram criados para tocar piano e apreciar música clássica, de que, aliás, Yancey gosta até hoje. Eles aprenderam a trabalhar duro e a respeitar autoridades – e, mais ainda, aprenderam o Cristianismo fundamentalista. Nada importava muito, comparado a isso. Muitos se esquecem da infância fundamentalista, mas Yancey não foi um destes. Ele absorveu o caminho estreito, sua mentalidade rígida e sua forte e brava abordagem da verdade. E depois a rejeitou. Quando o conheci, ele havia escapado deliberadamente do fundamentalismo, mas isso já seria outra história...

Philip Yancey havia deixado aquele mundo, mas não penso que saiu ileso. A força do fundamentalismo é sua pressão e pureza. Fundamentalistas sabem no que acreditam e são firmes em promover sua crença. Geralmente, eles podem dizer o que você pensa também; muitas vezes, são melhores em definir e criticar as posições dos outros do que em ouvir sobre como os outros os entendem. O que parece permanecer com os ex-fundamentalistas são os princípios, a vontade de lutar pela verdade e também uma forte reação à sabedoria rígida da mente dos fundamentalistas. Pelo menos é o que vejo em Yancey: um poderoso senso de honestidade e idealismo, e resistência sobre fazer julgamentos. Em Wheaton, aquele que logo seria um dos mais celebrados escritores cristãos trabalhou para reconstruir seu mundo, procurando limpar-se das características fundamentalistas enquanto preservava (e descobria) a fé genuína e honesta.

A bem da verdade, Yancey havia chegado ao Wheaton College a fim de preparar-se para o campo missionário, em parte porque seu pai, falecido em decorrência de pólio quando os filhos eram crianças, havia planejado ser missionário. Quem conhece Philip Yancey sabe que o que ele planeja fazer, faz. Campus Life, no entanto, foi um acidente, e não algo planejado. Ele precisava de um emprego enquanto freqüentava a escola e a revista lhe ofereceu esta oportunidade. A publicação era praticamente toda escrita pela equipe. O trabalho de um editor era, mais do que qualquer coisa, escrever. Tornou-se óbvio imediatamente para Harold Myra, nosso chefe e mentor, que Yancey era um talentoso e ativo escritor. Foi um achado para a revista – da mesma forma, um achado para ele.

Esclarecido, cheio de vitalidade e criativo, Yancey teria sido bem-sucedido em qualquer coisa. Seria, sem dúvida, um ótimo missionário. Mas o ato de escrever deu a ele a oportunidade de colocar sua energia e sua inventividade em prol de seus ideais e princípios. Durante os anos em que trabalhei na Campus Life, nunca o vi esquecer um só detalhe. Ele era perfeccionista e determinado; tinha uma personalidade controlada e dirigida, que o levava a mergulhar sem reservas em tudo o que fazia. Mas era muito mais compreensivo do que a maioria dos perfeccionistas. Acho que o levei à loucura com os meus esquecimentos, mas raramente ele se mostrou impaciente. Suspeito que isso se deva ao seu passado fundamentalista. Simplesmente, ele não queria julgar os outros e machucá-los como os outros o haviam ferido. Seus escritos melhoraram de forma incrível ao longo dos anos. Não me lembro de nenhum sinal, nos primeiros anos que trabalhamos juntos, de que ele seria um artista com as palavras, um escritor capaz de nos encantar.

Philip Yancey é autodidata. Todos os seus melhores escritos são marcados por uma observação precisa e pelo cuidado ao chegar a conclusões. Com humildade, convida seus leitores a acompanhá-lo numa jornada de aprendizado, também trilhada por ele. Sim, Yancey continua sendo um missionário em seu coração. Ele quer mudar vidas. Desde que o conheço, ele está voltado a pessoas sofredoras. Compartilha suas experiências através de cartas e conversas. De alguma forma, as pessoas reconhecem esta sensibilidade nele – tanto que começou a receber uma quantidade enorme de confissões, mesmo antes de ser um autor conhecido. As pessoas o procuram para falar sobre sua dor. Alguém disse um dia que escrever começa com uma dor de cabeça. No caso de Yancey, começou com uma dor no coração. Alguns de seus títulos dão bem a idéia disto: Onde está Deus quando chega a dor? e Decepcionado com Deus. Por outro lado, sua visão mais concreta e positiva da fé pode ser vislumbrada em obras como Maravilhosa graça, O Jesus que eu nunca conheci e Aliviando a bagagem, entre tantos outros.

Dois lugares foram de grande importância na vida de Yancey. No fim dos anos 1970, ele e sua mulher, Janet, mudaram-se para Chicago. O trabalho dela no centro de idosos da LaSalle Street Church envolveu o casal em uma igreja histórica. LaSalle era uma congregação que acreditava no Evangelho e aceitava pessoas problemáticas da forma que chegavam. A comunidade mostrava preocupação tanto com o corpo quanto com a alma. E lá, o escritor podia ser ele mesmo; até dava aulas na escola dominical. Como ex-fundamentalista, Yancey estava ressabiado com a Igreja, mas LaSalle o trouxe de volta. Ele descobriu que poderia ser parte do Corpo de Cristo – seus dons seriam bem-vindos e honrados.

Acontece que Chicago era muito mais do que aquela igreja. Os Yancey mergulharam na complicada cultura das grandes cidades, com todas as suas coisas boas e ruins – a magnífica Sinfônica local, por exemplo, ou o beisebol apaixonante do Chicago Cubs. Havia também aglomerações, violência urbana e grandes restaurantes. Tudo muito diferente do que havia na sua Geórgia, mas ele se adaptou àquele ambiente cosmopolita. Ainda assim, uma grande parte de Philip Yancey estava radicalmente insatisfeita em Chicago. é que ele precisa da natureza, assim como o violino precisa de um arco. Portanto, nos últimos 15 anos, o casal vive no Colorado, em uma situação oposta à de Chicago – sem grandes concertos ou estádios de beisebol, mas também sem mendigos ou crimes. Há poucos restaurantes, mas eles têm as montanhas. E, em 2007, Yancey alcançou um objetivo importante para ele (e objetivos sempre são importantes para Philip Yancey): escalou o último dos 54 picos mais elevados do Colorado. O alpinismo é para ele apenas recreação, mas superar os obstáculos da subida o ajuda a avaliar tanto a beleza das montanhas quanto a capacidade de sua força de vontade.

A mesma tenacidade ele carrega para as letras. Escrever é sua vocação, e ele a exerce com muita seriedade. Eu confesso que apenas gosto de escrever. Poderia escrever sobre quase tudo; minha paixão é escrever da forma mais artística e articulada possível. Se eu disser ao leitor algo que ele não sabia, então considero meu trabalho feito. Mas, Philip Yancey, não. Ele escreve para curar. Por vezes, retoma a semente de seu passado fundamentalista – as Boas Novas para os que sofrem e estão perdidos – e está determinado a transmitir essa mensagem. Apto, como qualquer perfeccionista, a se auto-condenar, ele carrega uma alarmante mensagem que ainda sente dificuldade em aceitar: a de que Deus nos ama! O dom especial de Philip Yancey é o de comunicar a graça aos que sentem dor, e o faz aproximando-se deles gentilmente, e não empurrando palavras com força. é claro – todos experimentaram a dor. Portanto, de alguma forma sua mensagem é universal. Ainda assim, a resposta visceral vem dos cristãos machucados pela vida, feridos pelas falhas das igrejas. Gente que questiona se Deus pode cuidar deles enquanto permite que sofram desta maneira. Philip Yancey entende a dor. E trabalha duro, tremendamente duro, para, através de sua caneta, transmitir uma mensagem simples: a do amor de Deus.

(Tradução de Karen Bomilcar)
www.cristianismohoje.com.br

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Philip Yancey - O profeta da Graça

E a seção grandes escritores está de volta, e em grande estilo. Com vocês Philip Yancey. Yancey é um dos grandes autores reflexivos de nossa época. Ele realmente mexe com a nossa comodidade e raciocínios. Um autor pé no chão, teologicamente falando, e que fala de graça provinda do alto de forma que nos faz entender que os céus estão abertos pra gente, apesar da gente senão não seria graça. Um verdadeiro profeta dos nossos dias.


Philip Yancey, (1949), é escritor e jornalista cristão americano.

Seus livros venderam mais de 14 milhões de cópias, desde a sua estréia em 1977 e são lidos em 25 idiomas pelo mundo todo, fazendo dele um dos mais vendidos autores cristãos. Premiado duas vezes com o "Melhor livro do ano" pela ECPA, além de outros prêmios, Yancey colabora com a revista Christianity Today, como editor associado.

Órfão de pai com apenas 1 ano de idade, Philip Yancey viveu toda a infância e início da adolescência em Atlanta, onde frequentou uma igreja fundamentalista e conheceu de perto o ambiente permeado de racismo, comum do sul dos Estados Unidos na década de 60, experiência detalhada em seu livro "Alma sobrevivente - Sou Cristão apesar da igreja".

Ele formou-se com louvor no Columbia Bible College e obteve dois diplomas de mestrado: um em Comunicação na Escola de Pós-graduação Wheaton College e outro em Língua Inglesa na Universidade de Chicago, para onde mudou-se em 1971. Ali também trabalhou colaborando com diversas publicações.

Desde 1992, vive com sua esposa nas montanhas do Colorado, onde continua a escrever. Em 2007 sofreu um grave acidente automobilístico, recuperando-se, porém, completamente, a ponto de conseguir completar em agosto do mesmo ano de 2007 seu objetivo pessoal de longa data: escalar todos os 54 picos com mais de 14 mil pés (4250m) do Colorado.

Em Chicago, para onde mudou-se em 1971, Philip Yancey juntou-se à equipe de Campus Life, uma publicação cristã voltada para o público universitário. Também escreveu artigos para Reader's Digest, The Saturday Evening Post, Publishers Weekly, Chicago Tribune Magazine, Eternity, Moody Monthly, e National Wildlife.

Ao longo de sua carreira, Yancey escreveu mais de uma dúzia de livros, cuja temática invariavelmente recai sobre assuntos desafiadores para a fé cristã; entre eles encontram-se títulos como "Oração: ela faz alguma diferença?", "Deus sabe que sofremos", "Maravilhosa Graça", "O Jesus que eu nunca conheci", "A Bíblia que Jesus lia", "O Deus (in)visível", publicados pela Editora Vida, "Decepcionado com Deus", "A Dádiva da Dor", "Alma sobrevivente - Sou cristão apesar da igreja", "Desventuras da vida cristã" (Editora Mundo Cristão), "Igreja: por que se importar" (Editora Sepal) e "Perguntas que precisam de respostas" (Editora Textus).

Sobre sua postura como escritor, declara: "Eu escrevo livros para mim mesmo", escrevo livros para resolver questões que me incomodam, coisas para as quais não tenho resposta. Meus livros são um processo de exploração e investigação. Então, eu tento resolver diferentes problemas relacionados a fé, coisas relativas a mim, que quero aprender ou que me preocupam".

Apesar do sucesso editorial, a aceitação de Yancey não é unânime devido a suas opiniões diante de certas questões éticas contemporâneas. Recentemente uma entrevista dada por ele a uma publicação voltada para o público GLBT, foi recebida como uma endosso à prática homossexual.

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