terça-feira, 31 de março de 2009

Interpretação brilhante de Mário Quintana

 
 
Reflexão de Lavoisier ao descobrir que lhe haviam roubado a carteira: nada se perde, tudo muda de dono.
 
 

Cristo e os cristãos: um paralelo assombroso

Jesus black and white photo


X
young pretty woman

Enquanto Jesus disse que não aceitava a glória dos homens, nós cantamos, pregamos, pastoreamos e até limpamos o chão da igreja com a intenção exclusiva de receber elogios, aplausos e reconhecimentos por nossas obras.

Enquanto Jesus lavou os pés dos discípulos colocando-se na posição serviçal de escravo, nós queremos ser tratados como senhores e nos consideramos ultrajados quando nos pedem para ajudar a arrastar um simples banco de igreja.

Enquanto Jesus andava na companhia dos pobres e marginalizados, nós buscamos estar ao lado de pessoas célebres que possam nos oferecer algum tipo de vantagem.

Enquanto Jesus disse que devemos amar e abençoar os nossos inimigos, nós entregamos nossos desafetos nas mãos de Deus, na esperança de que alguma desgraça venha a lhes acontecer.

Enquanto Jesus chorava pelos que se perdiam, nós utilizamos o púlpito da igreja para louvar alegremente e engrandecer ao Senhor por Ele ter matado de câncer alguém que nos maltratou.

Enquanto Jesus aceitou, no Getsêmane, o cálice de sofrimento que Deus tinha lhe preparado, nós não aceitamos nenhuma situação de tribulação em nossas vidas, pelo fato de dizerem, por aí, que a vida do crente é só de vitória.

Enquanto Jesus chorou abundamente pelos pecados de Jerusalém e pela morte de Lázaro, nós choramos somente quando assistimos a cenas românticas de novela, manifestando total indiferença para com as desgraças alheias e as misérias que assolam este mundo pecaminoso.

Enquanto Jesus dizia que o reino dele não era deste mundo, nós sonhamos em construir impérios neste planeta, esquecendo que a nossa pátria é celestial.

Enquanto Jesus ensinou que os últimos serão os primeiros e que o maior deverá ser o menor, nós sonhamos sempre com as primeiras posições, estando dispostos a passar por cima de todo aquele que se coloque à nossa frente.

Enquanto Jesus disse para perdoarmos setenta vezes sete, nós achamos que a única coisa que o nosso ofensor merece é a vingança.

Enquanto Jesus perdoou a Pedro, dando-lhe uma nova chance, embora o tenha negado três vezes, nós costumamos ser duros e inflexíveis com aqueles que erram conosco.

Enquanto Jesus corajosamente perguntou aos seus discípulos se eles queriam também seguir as pessoas que se retiravam, escandalizadas com a sua dura palavra, nós procuramos agradar a multidão com o doce e suave evangelho do comodismo.

Enquanto Jesus chamava de bem-aventurados os que choram e sofrem perseguições, nós reputamos como amaldiçoados de Deus qualquer um que esteja passando por tribulações.

Otto Borchert em seu livro "O Jesus Histórico" expressou muito bem essa profunda oposição entre o Jesus descrito no Novo Testamento e os cristãos de hoje:

"A oposição da época em que vivemos tem mais significado do que qualquer coisa que observamos até agora. Porque nós, filhos do século XX, estamos acostumados à história de Jesus, e fomos criados segundo a Sua maneira de pensar. O Cristianismo tornou a religião comum e, tendo sido alterada em muitos aspectos, ela se ajustou a nós, de várias maneiras, como um paletó velho e confortável que agora vestimos sem mesmo pensar. E não obstante, o Fundador do Cristianismo não continua em conflito com as nossas idéias? Como Ele nos é estranho e diferente? Em comparação com a maneira de agir dos homens terrenos, os Seus modos de agir parecem ter sido trazidos de longa distância - do céu."

E você, quem é?

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 
ASBO de Jesus 019 

segunda-feira, 30 de março de 2009

Hora do Planeta

Mundo votou pela resolução da crise climática global, agora só falta agir Brasil participou ativamente da Hora do Planeta 2009.» Leia mais

Sons da floresta anunciam a preocupação com as mudanças climáticas do Amazonas Amazonas teve suas luzes desligadas e um show musical inspirado na natureza passou a mensagem de alerta: é preciso combater as causas do aquecimento global. » Leia mais

Brasília apaga ícones em apoio à Hora do Planeta Às 20h30, representantes do Congresso Nacional, do Governo do Distrito Federal e ambientalistas “acionaram” simbolicamente o interruptor que deu início à sequência de desligamento das luzes da Esplanada dos Ministérios e de seus monumentos. Do centro das principais decisões políticas do país, centenas de pessoas aguardavam na cerimônia no Museu Nacional, do Conjunto Cultural da República, a entrada de Brasília no maior movimento mundial contra o aquecimento global. » Leia mais

Evento em praça de São Paulo marca a Hora do Planeta A chuva fina que caiu a tarde toda em São Paulo por pouco não atrapalhou o encontro com o público na praça Victor Civita para celebrar a Hora do Planeta. Mas como São Paulo é mesmo imprevisível, no último momento a chuva parou e os paulistanos puderam participar do ato símbolo que tomou conta do mundo nesse 28 de março. E foi em meio a um clima ameno de começo de noite, de céu nublado, mas sem chuva, que a cidade de São Paulo apagou as luzes na Hora do Planeta. » Leia mais

Europa e África conferem ainda mais peso à Hora do Planeta Os dois continentes apagaram suas luzes e secretário-geral da ONU manifestou apoio ao movimento global contra as mudanças climáticas » Leia mais

Rio de Janeiro mostra compromisso com o Planeta Com o Cristo Redentor, a orla de Copacabana e o Pão de Açúcar apagados, o Rio de Janeiro dá seu voto pelo planeta» Leia mais

Confira as fotos da Hora do Planeta no Brasil:

http://www.flickr.com/photos/wwfbrasil/show/

Veja imagens da Hora do Planeta pelo mundo:

http://www.flickr.com/photos/earthhour_global/sets/72157615780247025/show/

Fonte: http://www.wwf.org.br/

‘Vou orar por você’

O subtítulo dessa matéria da Michele Cushatt* lá no Cristianismo Hoje é ‘Como dizer isto – e realmente orar – da forma como você gostaria’. Aí, bem, acho que já resume muito bem o tema do texto. Leia para aprender, refletir e repassar.
 
A group of teen girls gathered for prayer. photo

Sentei-me à mesa, de frente para minha amiga Susan, olhando no fundo de seus olhos repletos de profunda tristeza e fiquei pensando em como eu poderia ajudá-la. Sua situação era algo fora do meu alcance: ela havia sofrido inesperadas críticas por parte de antigos amigos que freqüentavam a congregação que seu marido pastoreava. Eu não tinha palavras para consertar os erros dos outros e nem para diminuir a dor no coração dela. “Sinto muito”, tentei dizer simplesmente. Susan me olhou e pediu que eu orasse por ela. Sem poder oferecer nada mais, prometi me unir a ela no seu projeto de tornar as segundas-feiras o dia de jejum e oração por ela e sua igreja. Mas, após sair do nosso encontro e voltar à minha rotina maluca, será que eu realmente poderia manter minha promessa?

Entrando no interior… - Muitas vezes, quando encontro alguém com uma necessidade iminente, ofereço a rápida frase “Você está nas minhas orações” sem mesmo pensar se vou manter minha palavra. Orar realmente consistiria em falar com Deus sobre a situação durante o meu dia ocupado, sem que seja apenas cumprir mais um item de minha lista de tarefas. Mas a responsabilidade de orar por outras pessoas merece séria atenção, como indicam os inúmeros exemplos bíblicos.

Moisés falava com Deus regularmente da parte dos israelitas, por causa de seu pecado (Números 21:7). Ester pediu que seu povo jejuasse três dias antes que ela enfrentasse o rei (Ester 4:15-16). Paulo pediu aos membros da igreja primitiva que orassem por seu ministério (Efésios 6:19-20). E Jesus passou a maior parte de seu longo tempo de oração intercedendo apaixonadamente por nós (João 17).

Intercessão vem das palavras latinas inter (entre) e cedere (ir) – ou seja, uma intervenção ou mediação entre duas partes com o objetivo de reconciliar as diferenças. A chave para a intervenção espiritual é a oração. No livro Tudo para ele, Oswald Chambers chama a oração intercessória de “o ministério do interior” e “o real trabalho de sua vida como alma que já foi salva”. Portanto, precisamos ir além de nossas boas intenções e fazer com que a intercessão seja parte vital de nossa vida na comunidade cristã.

Levantando-se na brecha - Deus nos convida a participar de seu cuidado com seus filhos, mas temos de nos aproximar dele por parte dos outros. Durante a vida do profeta Ezequiel, Deus ansiava por mostrar misericórdia a seu povo através de um intercessor: “Procurei entre eles um homem que erguesse um muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse...” (Ezequiel 22:30). Minha amiga descreve este tipo de oração na brecha como “estender a mão acolhedora para um amigo machucado enquanto seguro minha outra mão na mão firme de Deus. Você faz uma conexão vital”.

Apesar de minhas orações alcançarem Deus, sem levar em conta seu tamanho ou eloqüência (Mateus 7:7-12; Apocalipse 5:8), elas precisam ir além de simples conversas ou discursos de minha parte, para que sejam conexões a tantos que precisam.

Há algumas semanas, uma amiga perdeu a mãe. Uma mulher grávida que freqüenta meu grupo de estudo bíblico foi abandonada pelo marido. E na semana passada, o marido de outra amiga apontou uma arma para ela. Para estas necessidades, minhas orações parecem ser apenas comparáveis a uma situação onde a casa de meus vizinhos está em chamas e chego com uma garrafa de água para ajudar. Não dou o devido valor à necessidade por não responder ao real significado do problema.

Deus criou a intercessão primeiramente para que pudéssemos responder ao grande problema com uma solução suficiente. Por reconhecer que as chamas de nossa natureza pecadora nos consumiam, ele enviou Jesus, Deus encarnado. Cristo nos ofereceu uma conexão vital: uma de suas mãos estendida a nós e a outra segurando firmemente nossa salvação. Ele não nos deu uma garrafa de água: ele abriu os portais de rios de água viva. E sua intercessão por nós continua: “… Cristo Jesus que morreu, e mais; que ressuscitou e está a direita de Deus, e também intercede por nós” (Romanos 8:34).

Posicionados com um objetivo - Sei que as orações intercessórias de Cristo são eficientes, mas me questiono se as minhas farão alguma diferença. A Bíblia está repleta de exemplos de situações assim e de orações intercessórias transformadoras. Os amigos de Jó obtiveram perdão de Deus depois que Jó orou por eles (Jó 42:8-10). Lázaro ressuscitou da morte quando Jesus pediu aos céus (João 11:41-42). E as portas da prisão se abriram depois que Paulo e Silas louvaram e oraram (Atos 16:25-26).

Ainda assim, todos nós já sentimos muitas vezes que nossas orações foram em vão. Nosso ente querido faleceu, o conflito nunca foi resolvido, a enfermidade permaneceu. Clamei a Deus repetidamente para restaurar a saúde de minha amiga Kate que vive com câncer no pâncreas há quatro anos. Apesar de ter se sentido quase “normal” nos últimos meses, esta semana me telefonou para dizer que os médicos lhe contaram que seu oásis de saúde está secando. Enquanto chorava com ela, muitas questões internas surgiram: Será que preciso orar com mais força? Será que Deus está ouvindo? Qual o objetivo das minhas orações?

A tortuosa jornada da enfermidade era familiar para C.S. Lewis, já que sua esposa Joy sofreu com um câncer, conforme relatado no filme Terra das sombras, baseado na relação do casal. Em resposta a este casamento de alegria e dor, a personagem de Lewis comenta: “Oro porque não posso evitar: a necessidade flui em mim. Não muda Deus, mas me transforma.”

Talvez o objetivo da oração seja mais um posicionamento do que uma petição. A oração me move, deixo de ser o centro para que Deus e os outros sejam o centro. Tenho orado diariamente por Kate, e passei a enxergar minhas prioridades e meus conflitos relacionais através das lentes de seu câncer. Agora sou grata por estar fisicamente capacitada a ter uma agenda de compromissos em vez de me sentir sufocada com o estresse diário. Procuro refletir a Graça de Deus aos desconhecidos e sua paciência em relação a meus amados. A intercessão me libertou de ficar absorvida em mim mesma (Gálatas 6:2; Mateus 5:44-45), e me libertou de minha tristeza para que eu pudesse me engajar no ministério.

Faça parte desta experiência - Seguir o exemplo do ministério de Jesus tem um preço. A intercessão que ele fez em nosso favor, posicionando-se entre nós e nossas necessidades, foi algo que consumiu sua própria vida. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá sua vida pelos seus amigos”, proclamou Jesus (João 15:13). E, apesar de nossa oração intercessória não ser comparada à oração dele, ela requer sacrifício, que neguemos a nós mesmos, que mudemos nossos hábitos e doemos nosso tempo para levar diante de Deus as necessidades dos outros.
Quando optei por separar as segundas-feiras para orar e jejuar pelas questões de Susan e por sua igreja, não tinha idéia do que estava por vir. Gosto de fazer pelo menos três refeições ao dia. Mas, quando saí de minha zona de conforto, mudei meus compromissos das segundas-feiras e aceitei o desconforto da fome ao me ajoelhar diante de Deus em oração, me descobri inserida no meio da crise de Susan, chorando suas perdas, vivendo sua sensação de impotência, sentindo a dor de suas feridas profundas de decepção e traição.

No entanto, este envolvimento com a vida de Susan através da intercessão, apesar de sacrificial, trouxe também um bônus: tornei-me intimamente conectada com Deus. Enquanto estendia uma de minhas mãos para Susan, estendia a outra mão para que Deus nos fortalecesse. E testemunhei a atuação de Deus no meio da crise: vi sua preocupação, senti sua presença e acreditei em seus propósitos.

Também descobri a motivação para a questão sacrificial, arriscada e muitas vezes exaustiva da intercessão: o amor de Deus (Romanos 8:34, 9:1). Philip Yancey, em seu livro Oração: ela faz alguma diferença?, explica o efeito do amor: “Quando oro por outra pessoa, estou orando para que Deus abra meus olhos para que eu veja aquela pessoa como Deus a vê e então entrar no canal amoroso que Deus já direciona para aquela pessoa. Algo acontece quando oro por outros desta maneira. Levá-los à presença de Deus transforma minhas atitudes em relação a eles e afeta profundamente nosso relacionamento.”

Aprender a amar uns aos outros da maneira que Deus nos ama nos leva a fazer coisas que nunca havíamos considerado. Quando não temos habilidade, nosso coração se enche de bondade. Somos cheios de compaixão quando gostaríamos de ficar omissos. Somos libertos de nossas agendas lotadas quando percebemos que um amigo, ou até um inimigo, precisa de nossa intercessão. E se tememos não ter amor suficiente para esta tarefa, podemos clamar ao Autor do amor para derramar sobre nós amor direto de seu coração para o nosso, conforme nos abrimos para este apaixonante ministério de nos levantarmos em oração na brecha.

* é professora bíblica, escritora e conferencista. Mora com sua família no Colorado, Estados Unidos.

domingo, 29 de março de 2009

Z32, uma crítica a Israel

Z32 é um filme do cineasta israelense Avi Mograbi, uma crítica às práticas do exército israelense, uma mostra do que é ser soldado.
 
 
Mograbi discute o que é ser soldado
 
z32 mograbi Considerado um mestre do documentário político, o israelense Avi Mograbi já foi homenageado em São Paulo com retrospectiva do seu trabalho no Instituto Goethe, mas ele volta agora - dia 30 - como principal convidado internacional do 14º É Tudo Verdade, trazendo um novo (e polêmico) filme. Prepare-se para um choque assistindo a Z32. O filme situa-se na confluência do documentário e da pesquisa de linguagem, mais exatamente de animação, com recurso a números musicais. O espectador que já viu Valsa com Bashir , de outro israelense Ari Folman, na Mostra Internacional de Cinema ou acompanhou o filme na caminhada do Oscar - que não recebeu -, será imediatamente tentado a fazer uma ponte entre os dois. Ambos tratam da atuação do Exército de Israel no combate aos palestinos. Ambos recorrem à animação, mas são diversos.

"O filme de Ari exorciza um trauma de consciência do próprio diretor. Meu filme trata de outra coisa, de responsabilidade civil face às ações dos militares. A animação é um procedimento estético, por parte de Ari. No meu caso, é uma solução prática", informa o cineasta, numa entrevista por telefone, de Tel-Aviv. Há tempos que Avi Mograbi investiga com sua câmera as atividades do Exército israelense. Basta pesquisar seu nome na internet que você encontrará uma série de vídeos que Israel não quer que você veja e que se referem justamente a atividades militares em áreas ocupadas. O ponto de partida de Z32 é muito interessante. "Há quatro anos trabalho voluntariamente para um grupo de antigos soldados chamado Shovrim Shtika. Minha atividade consiste basicamente em ouvir e registrar os testemunhos de soldados que serviram nos territórios ocupados. Um deles tinha esse número de código Z32. Era tão forte que eu imediatamente pensei que era preciso fazer um filme sobre ele, mas não achava que fosse um projeto para mim, pois meu cinema não se baseia no princípio da entrevista."

Na época em que começou a trabalhar com o grupo Shtika, Avi Mograbi estava terminando um documentário intitulado Por Apenas Um dos Meus Olhos, que incluía um choque do diretor com soldados israelenses, numa barragem - você pode garimpar essas imagens na rede. "Por essa época, meu filho decidiu que não prestaria serviço militar, que é obrigatório em Israel. Foi uma coisa que repercutiu muito em mim, porque sei que ele adotou essa decisão por causa do que viu no meu filme, porque não queria virar esse soldado que se recusa a dar passagem a uma criança palestina doente. Isso me levou a encarar o desafio de fazer Z32." O testemunho do soldado foi de que ele matou, mas não foi isso que tornou seu caso especial, aos olhos do diretor. Afinal, como diz Mograbi, os soldados matam. "O interesse específico foi que ele matou durante uma operação de represália. Um soldado foi enviado a uma missão durante a qual, intencionalmente, foi decidido que inocentes seriam mortos a sangue frio. Isso parece mais coisa da Máfia, acertos de contas entre criminosos, do que uma ação de um Estado de direito. Z32 ainda admitia que teve prazer em matar e, mesmo assim, buscava uma redenção pelo seu ato. Tudo isso me impressionou muito."

Mograbi procurou o soldado já pensando na possibilidade de um filme. Ele conhecia o trabalho do diretor e isso facilitou enormemente a aproximação. Como conta Mograbi, o soldado sofre de uma síndrome pós-traumática, que o leva a querer contar e recontar sua história, mas sem expor sua identidade. A questão era justamente essa - como manter o anonimato de Z32? "A gente vê todo dia no cinema e na TV entrevistas com pessoas que preservam suas imagens por meio de máscaras, pixels, os recursos são variados. Isso pode funcionar para uma entrevista curta, mas não para um filme longo. E havia outro problema - eu queria mostrar a expressão nos olhos de Z32, queria que o público visse que ele não é um monstro, um assassino por natureza (natural born killer). Para mim, era importante que as pessoas o vissem como um filho, um irmão, um namorado. A máscara poderia transformá-lo num criminoso, ou desviar a atenção dos espectadores."

Depois de muito pensar, Mograbi chegou à solução da animação. Ela consiste basicamente em colar ao rosto de Z32 o de outra pessoa - no caso, um amigo de seu filho, mas de tal maneira que a expressão facial fica preservada. Apesar da máscara, os olhos e a crispação dos lábios, quando Z32 fala, são do personagem. E não apenas dele - sua namorada é muito importante no processo de expiação de Z32 e, claro, foi preciso criar outra máscara para ela. "Foi uma coisa complicada de fazer, e cara. Trabalhamos cerca de oito meses somente nos efeitos especiais, criando em 3-D as máscaras que se adaptam às caras dos dois." Para complicar ainda mais as coisas - "Minha atividade anterior como documentarista consistiu sempre em olhar, observar; nunca havia trabalhado em colaboração com o objeto de minha pesquisa" -, Mograbi decidiu que voltar com Z32 aos lugares onde os palestinos foram mortos daria mais força ao filme. Mal comparando, é como o retorno às imagens ?reais? no fecho da animação de Valsa com Bashir.

Para reforçar o conteúdo crítico, Mograbi recorre a um recurso brechtiano - as canções que comentam o que o cineasta define como ?o desespero da situação israelense?. Para o diretor, Z32 é sobre o que significa ser soldado em Israel. O filme fala sobre o Oriente Médio, que ele conhece, mas Mograbi reconhece que também está falando dos norte-americanos no Iraque, dos franceses na Argélia, dos russos na Chechênia. Formado em filosofia, ele leciona, além de fazer, cinema. Muitas vezes desespera-se, porque reconhece a impotência do cinema para mudar o mundo, ou interferir na realidade. Mas segue fazendo, porque assim expressa sua cidadania e responsabilidade. Z32, com a presença do autor, será uma das sensações do 14º É Tudo Verdade.

Fonte: Estadão; imagem tirada da própria matéria lá no Estadão.
 

sábado, 28 de março de 2009

Gridlock

Gridlock é mais um joguinho de raciocínio que o Mural vem sugerir.

Gridlock



O objetivo de Gridlock é botar o bloco azul, que você vê no tabuleiro acima, pra fora desobstruindo a passagem que tá circulada de vermelho.
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Você pode mexer os blocos horizontais somente na horizontal e os blocos verticais somente na vertical.
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Ao “libertar” o bloco azul de cada Level (fase do jogo), você passa para o seguinte. É interessante pensar também no número de movimentos que vai fazer para liberar a passagem, pois o campo Moves (movimento) conta isso. O botão Reset zera tudo que você fez na fase colcoando todos os blocos nos lugares originais.
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Se você quiser aumentar a dificuldade do jogo, pode clicar no botão Options e lá selecionar a opção Expert mode a qual fará com que o tabuleiro gire constantemente. Gridlock memoriza a última fase que você jogou, o que quer dizer que, se você fechar o navegador e voltar noutro dia pra jogar, vai recomeçar da fase onde parou, mas creio que isso depende de você não apagar os cookies do seu navegador. Para resetar o jogo e recomeçar do zero, vá em Options e clique no botão Reset.

Dize-me com quem andas

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
mutum_01
 

sexta-feira, 27 de março de 2009

Cristo nas favelas urbanas

Servos_site Servos Entre os Pobres - Cristo nas favelas urbanas
 
Livro de Viv Grigg sugerido e também à venda no site da Editora Ultimato.
 
Servos Entre os Pobres relembra um velho dilema para os cristãos: como atender as necessidades espirituais — evangelização — e, ao mesmo tempo, promover a transformação social de comunidades empobrecidas? A boa notícia é que o autor nos dá a resposta.
 
Leia o resto da sinopse, o sumário e parte do livro (até o primeiro capítulo, em pdf, on line) e conheça um pouquinho sobre o autor nesta página aqui da Editora Ultimato.

Uma observação: todos os livros da Editora Ultimato estão em promoção porque este é o mês do livro lá (veja a lista nesta página aqui).

Maldita Religiosidade


As grandes batalhas encontradas na Bíblia não estão registradas nos livros das Crônicas dos Reis de Israel - tão pouco no Antigo Testamento, os grandes entraves nas Escrituras são mencionados nos evangelhos onde de um lado se vê um Deus humano e gente contra homens "deuses" de si mesmo; sim, pode lhe parecer estranho, mas as maiores guerras não são as que contêm mortes através da espada, as maiores batalhas encontradas na Bíblia com toda certeza são aquelas onde as personagens são o próprio Deus contra os religiosos judeus.

Talvez você pergunte por quê; digo-lhe ser isso muito evidente: A missão de Cristo foi, sobretudo, a libertação do homem de tentar ser Deus e admitir quão bom é ser gente dependente de Deus.

Eu sempre sofri com a frase de Karl Marx: "A religião é o ópio do povo". Minha angústia para com essa idéia não está no conceito marxista de que a principal função da religião é anestesiar o homem de sua realidade – o cristianismo revelado nas Escrituras contradiz Marx, mas penso sim, e a cada dia me convenço de que infelizmente a religião é ópio do povo enquanto serve pra infantilizá-lo, enquanto serve pra aliená-lo.

No último sábado dois queridos amigos se casaram (diga-se de passagem, foi um dos melhores casamentos que já participei). Já havia decidido que o casamento deles seria um divisor de águas na minha vida: eu iria dar o primeiro passo para romper com todos os fragmentos alienantes que a religião propunha sobre mim. O momento que mais ansiei foi a hora da valsa seguida pela liberação da pista de dança; instantes antes me pus a pensar como seria – cheguei até a titubear, mas logo fui envolvido pelo aviso do DJ quanto ao inicio da valsa. Em acabando a valsa, voltei ao meu devido lugar, tão logo a música começou, a pista foi liberada, relutei, confesso, tive medo de não ser mais o mesmo, tive medo de magoar e escandalizar muitos dos que ali estavam, porém algo dentro de mim dizia: herói ou covarde? Jesus ou Pedro? Aceitar a religiosidade ou pular os seus muros? Enfim, dancei, e dancei por mais de três horas seguidas, não sei se o fiz bem, até porque fazia tempo que não chacoalhava o esqueleto, mas fiz. Enquanto dançava um sentimento de liberdade tomou conta de mim, ouvia aplausos no meu consciente, me sentia a cada hora que passava ali dançando um herói.

Quando o ímpeto acabou voltei ao meu lugar por definitivo, logo percebi nos olhos de muitos, uma repulsa imensurável, vi revolta e senti desaprovação, mas tudo isso não me abalou, eu estava satisfeito. (Daria tudo pra estar em Caná da Galiléia, dançando com o mestre, cantando e batendo palmas assim como ainda fazem os judeus.) Contudo, algo me abalaria naquela noite. Ao abraçar uma das pessoas que ali estavam recebi uma recomendação: irmão William! Acho melhor você não tomar Ceia amanhã depois desse pecado que você cometeu. Eu estava com o pensamento tão longe que não consegui discernir serem aquelas palavras uma condenação ou uma ironia, só sei que aquela frase me roubou algumas horas da madrugada do domingo. Não tive tragados alguns minutos de minha noite pelo fato de ser aquela pessoa que me disse isso e sim pelo que ela disse.

Sendo ironia ou não, o fato é que muitos pensaram como ela, alguns externaram outros estão até agora explodindo por dentro. Agora eu sei como se sentiram os religiosos quando viram Jesus sentado à mesa com prostituas e publicanos e como se sentiu o mestre, o sentimento é o mesmo, cheguei à conclusão de que a religião "lavou" de tal forma a capacidade sensitiva e raciocinaria das pessoas, de modo que elas colocam no inferno uma pessoa pelo fato dela ter insistido em ser gente e estar com gente.

São inúmeras as provas e incontáveis os fatos que provam o quanto a religião pode alienar o ser humano, constam nos anais da história da humanidade tristes casos em que pessoas se mataram acreditando pegar "carona" em cometas, Galileu foi obrigado pela religiosidade a contradizer-se, as cruzadas talvez seja o maior exemplo do quanto a religião é poderosa em alienar o ser humano, jihad's aconteceram e acontecem a todo instante, tanto no Oriente como em qualquer lugar onde mata-se pela causa de Deus. Quantos homens e mulheres têm suas almas e seus sentimentos assassinados nas igrejas evangélicas brasileiras – tudo em nome dos bons costumes; quão incontáveis foram os escravos assassinados pelos colonizadores com o apoio da Igreja de Roma e em alguns casos sob o lema da predestinação.

O que os evangélicos (reformados, pentecostais, pseudos e afins) não sabem ou se sabem fingem não saber, é que Lutero e todos os "grandes" da fé Cristã não lutaram apenas contra a idolatria da igreja Romana – isso foi o de menos, o que eles mais buscaram foi anunciar que o homem através da graça da Deus e mediante a Fé no Filho de Deus deveria insistir e acreditar na humanidade, e esta ainda que decaída, poderia ser restaurada pelo sacrifício de Cristo sem deixar de ser gente e de gostar de gente.

Decidi me tornar num forte opositor da religiosidade (embora já seja com reservas), desacreditando que ela possa assumir e efetuar os sonhos de Deus para com o homem; acredito ser uma espiritualidade genuína o sonho de Deus para sua imagem e semelhança. Vou dar a cara para bater, vou colocar minhas duas mãos no fogo pelo reino de Deus, que não infantiliza; que não adestra e que não aliena; reino que liberta o homem do velho homem e dá a ele a alegria de ser gente; que livra o homem no corpo da morte, reino que forja no ser decaído a imagem do Filho de Deus.

Por fim, concluo o quão pobre são os religiosos, querem deixar de ser homem achando o ser Deus algo mais nobre - ledo engano, e a maior prova disso é que o próprio Deus insistiu em ser homem provando a todos que é possível "ser humano" sem deixar de ser divino.

Em Cristo, que dançou e bebeu muito no casamento em Caná de Galiléia,

Will

Fonte: http://celebraii.blogspot.com

Novidades da Hora do Planeta‏


São Paulo se junta à Hora do Planeta

A maior cidade da América Latina confirmou sua participação na Hora do Planeta 2009. No dia 28 de março, entre 20h30 e 21h30, serão apagadas as luzes da Ponte Estaiada, Monumento às Bandeiras, Viaduto do Chá, Teatro Municipal, estádio do Pacaembu, Obelisco e Parque do Ibirapuera durante ato simbólico contra o aquecimento global. Além dos monumentos públicos, instituições da cidade como o Edifício Copan, o Instituto Butantan, o estádio do Morumbi e o Museu de Arte Moderna também aderiram e irão apagar as suas luzes externas no próximo dia 28 de março, bem como prédios comerciais como World Trade Center, o Sheraton Hotel e a sede da Vivo.

Mais duas capitais amazônicas confirmam adesão

Além de São Paulo, Rio Branco e Belém também se juntaram à Hora do Planeta. No dia 28 de março, importantes pontos das duas cidades amazônicas terão suas luzes apagadas das 20h30 às 21h30 (hora local). Assim, a Hora do Planeta no Brasil vai abarcar dois fusos horários. Leia mais

Grupo de shoppings reforça a mobilização

Primeiro foi o Conjunto Nacional, em Brasília (DF), agora outros dez shoppings centers da mesma rede, a Ancar Ivanhoé, uma das maiores administradoras do ramo no país, vão reforçar a mobilização durante a Hora do Planeta. Sediados em sete cidades - Rio de Janeiro (RJ), São Gonçalo (RJ), São Paulo (SP), São José dos Campos (SP), Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Natal (RN) - os 11 shoppings vão apagar suas fachadas parcial ou totalmente no próximo dia 28 e divulgar filmes e spots da Hora do Planeta.


Planeta em ação
Pirâmides voltam aos tempos dos faraós: iluminação será apagada

Os egípcios anunciaram adesão à Hora do Planeta e irão apagar as luzes das grandes Pirâmides de Giza e da Esfinge. Outros importantes monumentos ancestrais como a Torre de Cairo e a Biblioteca de Alexandria também serão apagados. A grandeza dos monumentos representa a força da ação coletiva que cresce a cada dia. Leia mais

quarta-feira, 25 de março de 2009

Bom exemplo...

Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente...
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.


Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando por nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE, Deus, que nos ama mais que tudo, está nos protegendo...

Se você gostou desta história, repasse-a.
E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...


Pego em um email (editado)...

Alagoas realizou 1.373 abortos em 2008

É este o título de uma notícia da Gazeta de Alagoas do último domingo, dia 22 de março, que se encontra aqui. Quantos deverão ter acontecido em São Paulo ou Rio de Janeiro, hein?!
 
Agora, imagine quantos serão feitos quando o aborto for totalmente legalizado, o que eu creio que mais cedo ou mais tarde vai acontecer.

JT Ollemhebb

Aborto é Crime?

SE CONCORDAR, REPASSE.


'Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

E então o médico perguntou:

- Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?

A mulher, já esperançosa, respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.

O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou:

- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.

Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.

A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!'

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe de que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...


MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DA VIDA.

BRASIL SEM ABORTO.
"em Deus ponho a minha confiança, e não terei medo" (Salmos 56:11).

Abraão Lincoln, falando a um grupo de Presbiterianos de Baltimore, a respeito de sua vida com Deus, em 24 de outubro de 1863: "Eu sempre desejei ser mais dedicado a Deus do que realmente sou. Porém, em meio às maiores dificuldades de minha administração, quando parecia não haver mais recursos a buscar, eu coloquei minha confiança inteira em Deus, sabendo que tudo daria certo e que Ele decidiria pelo que era correto."

A nossa vida é muito mais tranquila e vitoriosa quando entregamos nas mãos do Senhor todas as nossas principais decisões. Por mais competentes que sejamos, sempre há a possibilidade de enveredarmos por caminhos equivocados. Quando, mesmo cientes de que somos capazes de decidir bem os nossos passos, preferimos colocar tudo diante do altar de Deus, Ele usa a nossa capacidade e conhecimento para nos levar a grandes conquistas tanto materiais como espirituais. Sabemos que podemos tudo, mas em Cristo o nosso tudo se torna muito maior ainda.

Quando enfrentamos lutas difíceis e quando as nossas forças parecem insuficientes para vencê-las, a melhor direção a tomar é buscar a direção de Deus. Ele jamais perdeu uma luta, e, seguros em Suas mãos, nós também não perderemos nenhuma. A derrota não faz parte do dicionário do filho de Deus. Somos sempre vencedores e mesmo os tropeços e quedas do caminho cooperam para o nosso bem e edificação espiritual. Seguindo a direção do Senhor, chegaremos às vitórias almejadas e, por fim, à vida eterna com o nosso Pai celestial.

Você tem receio de seguir em frente? Preocupa-se com os planos traçados ou as decisões a tomar? Coloque sua vida diante de Cristo e peça-lhe para governá-la. Ele é o nosso pastor, o nosso governador, o amigo em quem podemos confiar sempre. Ele tem prazer em nos ajudar e nos socorrer quando as batalhas se tornam mais duras. Ele nos abraça e nos guia, e ao Seu lado, em todas as situações, estaremos plenamente felizes.


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
Em Escuro Iluminado

Rindo da risada dos outros

Uma compilação de várias risadas que circulam aí pela net.
 
 

Os guardas de Jericó

The Back Pew_Jericho guards 2
 
Publicado aqui sob a autorização do autor, Jeff Larson (The Back Pew).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução por Mural na Net.

terça-feira, 24 de março de 2009

Um comercial Maravilhoso de água Cannes

E já que estamos falando em água, vejam este comercial incrível sobre a água.


Fonte: http://creativecannes.wordpress.com

Declaração Universal dos Direitos da Água

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Fonte: Sua Pesquisa

Dia Mundial da Água – O que temos a comemorar?

Domingo último, dia 22 deste mês, foi o Dia Mundial da Água, mas… o que comemoramos com isso ou temos ainda a comemorar [mesmo sendo águas passadas data passada]? Parece que muito pouco se, apesar de lembrarmos que o Brasil possui em suas terras cerca de 12% da água potável do mundo, lermos a notícia reproduzida abaixo e as outras cujos links tão lá embaixo no pé desta postagem [a primeira delas fala da realidade de nosso estado].
 
 
frozen faucet with the ice and snow in background Água: Brasil é o recordista mundial de desperdício

O consumo diário médio de água por pessoa nos grandes centros urbanos brasileiros oscila entre 250 a 400 litros do recurso natural. O volume é mais que o dobro do considerado ideal pela Organização das Nações Unidas (ONU) fixado em 110 litros/dia.

O Brasil também detém o recorde negativo de desperdício de água por habitante em termos globais. Ele foi detectado na região do Lago Sul, em Brasília, onde o gasto médio diário de água por pessoa atinge mil litros. Enquanto isso, em países da Àfrica, como a Namíbia, por exemplo, as pessoas têm menos de um litro de água por dia.

As informações são do engenheiro Paulo Costa, da consultoria paulista H2C, especialista em programas de racionalização do uso de água que já desenvolveu mais mil projetos em empresas, hospitais e condomínios comerciais e residenciais.

Segundo ele, só cinco países no mundo apresentam um nível de consumo de água per capita previsto pela ONU: Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Hungria e Portugal.

Em entrevista hoje (22) à Agência Brasil, o especialista explicou que os resultados alcançados por esses países são fruto da conjugação de tecnologia com informação, educação ambiental e re-educação da população adulta.

De acordo com o engenheiro, esse também deve ser caminho a ser seguido pelo Brasil para reverter o alto nível de desperdício de água no país.

Em primeiro lugar, ele destacou a necessidade de os brasileiros adotarem uma nova postura diante do consumo de água. “Isso diz respeito à re-educação ambiental, que deve ser difundida entre os adultos”.

Em relação às crianças, Costa indicou a necessidade de que a disciplina de educação ambiental passe a fazer parte da grade curricular das escolas de ensino fundamental. “Isso possibilita uma vantagem em termos de atitude em relação ao consumo”.

Para reduzir o desperdício, o especialista lembrou uma série de dicas, como os banhos mais curtos, uma vez que o chuveiro responde por 46% do consumo de água dentro de uma casa. Ele recomendou também que, ao fazer a limpeza de utensílios de cozinha, deve-se usar pouca água e muito sabão e bucha, lembrando que as torneiras e misturadores respondem por 14% do consumo domiciliar. Outra dica é escovar os dentes com a torneira fechada.

“São cuidados básicos em relação ao que nós já temos quanto ao consumo”, disse.

Costa criticou a preocupação geral da sociedade e dos governos com a ampliação da produção de água, ao invés de buscar reduzir o consumo.

“O que nós tínhamos de água disponível em 1950 é o mesmo que temos hoje, mas temos alguns bilhões a mais de seres humanos. Então, se não pensarmos em controlar a demanda, estamos completamente errados, porque o trabalho que as concessionárias de água e a população como um todo vêm fazendo é de apressar o término dos estoques. A água é a mesma, precisamos é controlar a forma como usá-la”, defendeu.

Dados da ONU apontam que mais de 4 bilhões de pessoas vão ter problemas com escassez de água em 2050.

Segundo o engenheiro, existe tecnologia de sobra no Brasil para gerir a demanda da água, que é um bem finito, não renovável e tem um custo elevado de tratamento. “É a atitude que nos falta”, afirmou.

De acordo com Costa, a conjugação de tecnologia e educação ambiental pode levar condomínios residenciais a terem 30% a 40% de economia por mês em seus gastos com água. Já nos condomínios comerciais, empresas e indústrias, a redução do gasto mensal com água pode chegar a 60%. “Ou seja, o que nós vemos como despesa no balanço de uma empresa pode se transformar em receita, por meio da adoção de programas de racionalização de consumo de água”, disse o engenheiro.

Fonte: Agência Brasil via Gazeta Web; imagem de 123 Royalty Free

Leia também:
Fórum Mundial da Água [em inglês]
      introdução]

segunda-feira, 23 de março de 2009

Bono livre pela graça


No livro “Bono: In Conversation With Michka Assayas”, Bono (vocalista do U2) fala sobre sua interessante espiritualidade e princípios do cristianismo. Há vários livros que falam sobre o U2 e o irônico vocalista Bono Vox (a maior estrela do rock), porém até agora Bono não havia contado sua história. No livro “Bono: In Conversation With Michka Assayas”, o roqueiro compartilha seus pensamentos com um jornalista francês e seu amigo, que está junto da banda desde o começo dela. Em uma série de perguntas e respostas, Bono discute vários assuntos, como a morte de sua mãe, quando era criança, e de seu pai, que morreu há alguns anos, o começo da banda, seus companheiros de banda, seu casamento, sua paixão por ações sociais, o efeito que sua vida tem por ser uma celebridade, sua fé e como isso permeia tudo.

A conversa entre Bono e Assayas aconteceu devido ao ataque terrorista em Madri, onde foram colocadas bombas em um trem no ano de 2004, deixando 1800 pessoas feridas e 191 mortas.

Os dois estavam discutindo como o terrorismo é carregado pela religião quando Bono começou a falar do cristianismo, expressando sua preferência pela graça de Deus sobre o “carma”, mostrando sua visão apologética da morte de Cristo e sua clara mensagem sobre a palavra de Deus.

Bono: A minha compreensão das escrituras foi feita simplesmente pela pessoa de Cristo. Cristo ensina que Deus é amor. O que isso significa? Significa para mim um estudo sobre a vida de Cristo. Amor aqui é descrito como uma criança nascida num lar pobre, vulnerável e sem honra. Eu não deixo minha religião muito complicada. Bem, eu penso que eu conheço quem é Deus. Deus é amor e quanto mais eu falo deste amor, mais eu permito ser transformado pelo amor e agir por esse amor, que é minha religião. As coisas se tornam complicadas quando eu tento viver esse amor. Não é fácil.

Assayas: E o Deus do Antigo Testamento? Ele não era tão “paz e amor”?

Bono: Nada afeta a minha visão de Cristo. O evangelho mostra uma figura de exigência, às vezes até dividindo o amor, mas mesmo assim, continua sendo amor. Eu acredito no Antigo Testamento como um filme de ação: sangue, carros se batendo, efeitos especiais, o mar se abrindo, assassinatos, adultérios, a criatura de Deus com desejo de matar, rebelde. Mas a maneira que eu vejo uma relação de Deus é como um amigo. Quando você é criança você precisa de instruções e regras. Mas com Cristo, nós temos acesso a um relacionamento mais íntimo, enquanto no Antigo Testamento, a relação de adoração era mais vertical. No Novo Testamento, por outro lado, nós olhamos para um Jesus familiar, horizontal. A combinação é o que faz Ele na cruz (o credo da cruz).

Assayas: Falando sobre filmes de ação, nós falávamos sobre a América Central e do Sul, em nossa última conversa. Os jesuítas falavam sobre a palavra de Deus com uma mão trazendo a Palavra e a outra uma arma.

Bono: Eu sei, eu sei. A religião pode ser inimiga de Deus. Isso acontece quando Deus, assim como Elvis, sai da jogada (risos). As instruções foram ditas e dogmas são seguidos em uma congregação liderada por um homem, em que ele e os outros são guiados pelo Espírito Santo. O problema é quando a disciplina substitui o discipulado. Por que você está me atirando isso?

Assayas: Eu estava imaginando se você disse tudo isso ao Papa no dia em que você o encontrou.

Bono: Não sejamos tão duros com a igreja romana aqui. A igreja católica tem seus problemas, mas quanto mais velho eu fico mais estímulo eu encontro aqui (para lutar pelo que é certo). A experiência de estar em uma multidão de pessoas humildes, oprimidas, de pessoas que oram murmurando…
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Assayas: … Então aí você não seria tão crítico.
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Bono: Eu posso criticar (a igreja católica). Mas quando eu vejo irmãos e irmãs ajudando no trabalho de AIDS na África, padres e freiras ficando doentes e pobres por estarem dando de si pelas vidas na África, eu sou menos agressivo.

Um pouco mais tarde na conversa:

Assayas: Eu acho que estou começando a entender religião porque eu estou agindo e pensando como um pai. O que você acha disso?

Bono: Eu acho que é normal. É a mente se transformando com conceitos de que Deus, que criou o universo, pode estar querendo companhia, um relacionamento de verdade. Mas o que me deixa ajoelhado é a diferença de graça e carma.

Assayas: Eu nunca ouvi você falar disso.

Bono: Eu acredito que nós somos movidos pelo carma, mas um nos move pela Graça.

Assayas: Eu não entendi.
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Bono: A idéia de todas religiões é o carma. Sabe, o que você fala volta pra você, olho por olho, dente por dente, ou na física, toda ação causa uma reação. É muito claro para mim que o carma é o coração do universo. Eu tenho certeza absoluta disso. Mas aí surge uma idéia chamada Graça, em que mesmo com o “tudo o que você planta, colherá” desafia a razão e a lógica. O amor “interrompe” as conseqüências de suas ações (com o perdão), que no meu caso é algo muito bom, pois eu faço muitas besteiras.

Assayas: Eu ficaria interessado em ouvir isso.

Bono: Isso é entre eu e Deus. Mas eu teria grandes problemas com carma se ele definisse meu julgamento (seria condenado). Estou me mantendo pela Graça. Creio estar livre, pois Jesus levou todos os meus pecados na cruz, porque eu sei quem eu sou e espero não depender da minha religiosidade.

Assayas: “O filho de Deus que tira o pecado do mundo”. Eu queria acreditar nisso.
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Bono: Mas eu amo a idéia do sacrifício de Cristo. Eu amo a idéia de Deus dizer: “Olhem seus cretinos, terão conseqüências o que vocês estão fazendo, vocês são muito egoístas e são pecadores por natureza e, vamos encarar, você não está vivendo uma vida muito boa, está?” E existem conseqüências para os atos. A idéia da morte de Cristo é que Cristo levou os pecados desse mundo, então ele (o pecado) não pode mais habitar em nós, e a nossa natureza pecaminosa não nos levará para a morte. Esta é a idéia. Isso deveria nos fazer mais humildes… não é por sermos bons que vamos para o paraíso.

Assayas: É uma grande idéia, e não estou negando. Esperança é algo maravilhoso, até mesmo quando parece ser alucinação, em minha percepção. Cristo tem seu status ao redor do mundo nos maiores críticos e pensadores. Mas o “Filho de Deus”, isso não é um pouco forçado?

Bono: Não, isso não é forçado para mim. Olhe bem, a história de Cristo como não sendo ligada a religião sempre é vista assim: Ele era um grande profeta, um rapaz muito interessante, tinha muito o que dizer de importante até para outros profetas. Mas na verdade Cristo não permite dizer isso. Cristo diz: “Não, eu não estou dizendo que eu sou um professor, não me chamem de professor. Eu não estou dizendo que sou um profeta. Eu digo: “Eu sou o Messias”. Eu digo: “Eu sou Deus encarnado”. E as pessoas dizem: “Não, não, por favor, seja somente um profeta. Um profeta nós conseguiremos aceitar”.
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E Bono diz mais tarde, como considerar Jesus:
Bono:… Se nós pudéssemos ser um pouco mais como Ele, o mundo seria transformado. Quando eu olho para a Cruz de Cristo, o que vejo é que lá estão todos os meus pecados e os pecados de todas as pessoas do mundo. Então eu pergunto a mim mesmo uma pergunta que muitos fazem: Quem é esse homem?

Crianças e suas verdades


“Querido Deus, talvez Caim não matasse Abel se eles tivessem quartos separados. Isso funciona comigo e com o meu irmão Larry”

“Querido Deus, por favor mande o Dennis Clark para um acampamento diferente do meu esse ano. Peter”

“Nós lemos que Tomas Edison criou a luz. Mas na Escola Dominical eles dizem que foi você quem a criou. Eu aposto que ele roubou a sua idéia. Sinceramente, Donna”

“Deus, eu quero viver 900 anos como os caras da Bíblia. Com amor, Chris.”

“Querido Deus, se nós tivermos que voltar como alguém por favor não me faça ser a Jennifer Horton, porque eu a odeio. Denise.”

“Querido Deus, se você estiver domingo na Igreja eu te mostro os meus novos sapatos. Mickey D.”

“Querido Deus eu aposto que é muito difícil para você amar todas as pessoas do mundo. Na nossa família são apenas 4 pessoas e eu nunca consigo. Nan.”

“Querido Deus, obrigado pelo meu irmãozinho que nasceu,mas eu tinha orado por um cachorrinho. Joyce”

“Querido Deus, eu fui a um casamento e eles se beijaram dentro da Igreja. Isso está certo?. Neil”

Fonte: http://solomon1.com

domingo, 22 de março de 2009

Para não ver mais estas imagens, apague a luz





Os nossos hermanos argentinos usaram imagens reais para convencer a população argentina a aderir à mobilização mundial, no próximo dia 28 de março ao movimento "Hora do Planeta". A campanha criada pela Ogilvy para a Fundação Vida Silvestre Argentina usou outdoors e anúncios impressos com fotos de acontecimentos reais, tudo para mostrar que os efeitos desse aquecimento já estão presentes hoje.

O título fala: Para não ver mais estas imagens, apague a luz.

O que é a Hora do Planeta?


Earth Hour - a Hora do Planeta - é um evento mundial que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre as mudanças climáticas e de promover a eficiência energética.
A Hora do Planeta teve início na Austrália, no ano de 2007, e contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália.

Em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.

Neste ano de 2009, a Hora do Planeta será no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.

Mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta.Mas você sabe do que se trata este evento? Hora do Planeta é um acontecimento permanente idealizado pela Rede WWF [World wide Fund for Nature] em português: Amplo Fundo Mundial para a Natureza, que já conta com 375 cidades do Brasil e do exterior que se comprometeram a desligar as luzes e mantê-las apagadas durante 60 minutos, entre as 20h30 e 21h30 do próximo dia 28 de março.

O Brasil é um dos 74 países a participar da Hora do Planeta 2009.

A meta é divulgar este ato simbólico de combate ao aquecimento global por todo o planeta. Entre as centenas de cidades confirmadas para participar, estão: 37 capitais federais e algumas grandes cidades do mundo, como Londres, Beijing, Roma, Moscou, Los Angeles, Rio de Janeiro, Hong Kong, Dubai, Cingapura, Atenas, Buenos Aires, Toronto, Sydney, Cidade do México, Istambul, Copenhague, Manila, Las Vegas,Bruxelas, Cidade do Cabo e Helsinki.

Veja a lista das cidades brasileiras que ja se comprometeram com a hora do planeta. A sua admissão aconteceu em 28 de janeiro, durante o evento de lançamento da Hora do Planeta no Brasil, com o anúncio da adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro.

Alta Floresta D'Oeste - RO Arceburgo - MG Belo Horizonte - MG Brasília - DF Campo Florido - MG Capela do Alto - SP Castro Alves - BA Corupá - SC Curitiba - PR Itajaí - SC Itaruma - GO Jumirim - SP Lorena - SP Nova Iguaçu - RJ Osasco - SP Ouro Preto - MG Pedro Osório - RS Penápolis - SP Peruibe- SP Porto Alegre - RS Rio das Ostras - RJ Rio de Janeiro - RJ Salgueiro - PE São Geraldo do Araguaia - PA Tarumã - SP Taubaté - SP Ubá - MG Votorantim -SP

Junte-se a esta corrente mundial e pareticipe você também da Hora do Planeta.

Fonte: http://aspectoecologico.blogspot.com e www.vidadeviajante.com.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

Nova rádio no Player de rádios do Mural

Uma boa notícia pra complementar a desse outro post aqui onde falamos do programa da UMADF no rádio: a Farol Melodia (FM 90.1 MHz) foi adicionada ao nosso player de rádios aí da barra lateral.
 
Agora você pode ouvir a Farol Melodia enquanto navega no Mural!

Deus pegou no meu bilau

Bom pessoas e mudando um pouco de assunto, deixo pra vocês um texto muito bom do Marcos Botelho , leia e não esqueça de comentar.



É lógico que você ficou escandalizado com o título desse artigo, não era para ser diferente, você é um brasileiro que cresceu com toda cultura e tradição católica latino americana onde os órgãos sexuais são as partes sujas e vergonhosas do corpo humano.

Mas não é assim que Deus vê e nem que a bíblia fala do seu e do meu órgão sexual, a bíblia está cheia de referências boas sobre o sexo e sobre os órgãos sexuais, mesmo percebendo claramente que os tradutores tentaram disfarçar.

Na narração de Gênesis 2.7 vemos Deus esculpindo o homem do barro, isso foi um escândalo para os outros povos e religiões, principalmente para os gregos que acreditavam que nenhum deus poderoso poderia tocar na matéria, principalmente no barro como um operário fazia. Hoje não temos a dificuldade de acreditar que Deus, na criação, sujou a mão de barro, mas temos tremenda dificuldade de aceitar que Deus esculpiu o homem todo, até mesmo o pênis e o saco escrotal. Isso por causa da nossa cultura que passa de geração para geração, dizendo que os órgãos sexuais são algo sujo e profano, quase como um mal necessário.

Mas os judeus entenderam que o corpo do ser humano, os órgãos e principalmente o sexo era algo separada, sublime!

É interessante ver que, na nossa cultura, o que nos distingue externamente como povo de Deus, muitas vezes é a roupa, o terno. Na cultura judaica o povo era distinguido por uma marca no pênis. Hoje quando vamos fazer um juramento colocamos a mão na bíblia, mas os judeus colocavam a mão nos órgãos genitais de quem eles estavam fazendo o juramento, como o servo fez com Abraão ao jurar trazer uma esposa para Isaque (Gn24.2). E o mais interessante que permanece até hoje é que nós, homens, quando vamos fazer xixi lavamos a mão antes de sair do banheiro, os judeus lavam ao entrar, antes de pegar no pênis, pois sabem que o que vão pegar é algo sagrado, esculpido e separado por Deus.

Se aprendermos a olhar para nosso corpo com uma visão mais bíblica, com a visão de Deus, teremos muito mais cuidados com ele. Se entendermos que o próprio Deus esculpiu cada pênis e vagina, esculpindo para sua honra e glória, não os colocaríamos em qualquer lugar.
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Demorou para eu entender, mas hoje creio que Deus formou cada um com suas próprias mãos, todas as partes do nosso corpo, assim como o pênis e por isso somos tão especiais. Vejo que, por Deus ter pego no meu bilau, tenho certeza que não quero profanar meu corpo e sim honrá-lo, usando da forma que Ele planejou.


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Hora do Planeta! Por que participar?

O ano de 2009 é crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional com medidas para combater o aquecimento global.

Será um ano de mobilização para que os países finalmente assinem, na 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, na Dinamarca, um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa.

No Brasil, o desmatamento das nossas florestas – principalmente Amazônia e Cerrado –, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal causador do aquecimento global.

No entanto, as emissões de outras fontes, como agricultura, energia elétrica, entre outras, não devem ser menosprezadas dentro de um caminho de desenvolvimento limpo.

Veja o novo vídeo da campanha e quem esta participando.



Participe! É simples. Apague as luzes da sua casa.

Sua participação é muito importante saiba como participar?

Cadastre-se no site

Divulgue a Hora do Planeta para seus amigos

Descubra outras formas de contribuir com o movimento

Veja o vídeo oficial da Hora do Planeta 2009


Contagem regressiva para a hora do planeta

Lenine empresta sua voz para Hora do Planeta

O cantor e compositor Lenine aderiu à Hora do Planeta. No próximo dia 28 de março ele apagará as luzes da sua casa com a convicção de que cada ser humano deve fazer sua parte para contribuir na construção de um mundo melhor. Além de fazer parte do movimento, Lenine registrou sua mensagem em um spot de rádio gentilmente gravado para o WWF-Brasil. O cantor também vestiu a camisa da Hora do Planeta e divulgará o movimento durante seus próximos shows.Lenine é parceiro do WWF-Brasil e de outras instituições ambientais. No dia 5 de setembro do ano passado, ele comemorou os 12 anos da instituição e o Dia da Amazônia com um show solo realizado no Teatro Amazonas, em Manaus.


Cresce a participação de empresas na Hora do Planeta

Confirmando o engajamento do universo empresarial na Hora do Planeta 2009, foram anunciadas novas adesões do setor. Esta semana, foi a vez do Hotel Sheraton São Paulo WCT e a companhia norte-americana de ciência DuPont confirmarem sua participação no movimento. A lista completa com as empresas e organizações que já aderiram à Hora do Planeta está disponível no site. Faça parte deste movimento global, cadastre sua empresa
e divulgue a Hora do Planeta para seus funcionários e clientes.

Algumas das espécies mais queridas do mundo estão ameaçadas pelo aquecimento global

Algumas das espécies mais queridas do mundo estão correndo o risco de desaparecer ou diminuir muito o número de populações devido ao aquecimento global. Segundo o relatório Mudanças Climáticas e Espécies, da Rede WWF, cerca de 80% das espécies de corais do mundo – inclusive do Brasil - podem desaparecer em décadas, enquanto o urso polar pode estar totalmente extinto em seu habitat natural em 75 anos. Outras espécies encontradas no Brasil como golfinhos, baleias, pinguins, tartaruga e albatrozes também estão ameaçadas pelo aquecimento global.
Planeta em Ação Hora do Planeta gera onda de mobilização ao redor do globo


Nova Zelândia é o primeiro país a apagar as luzes na Hora do Planeta

Mais de 1.100 cidades de 80 países, ao longo de 25 zonas com fuso horário diferente, irão desligar as luzes na Hora do Planeta 2009. O primeiro país a ter suas lâmpadas apagadas será a nova Nova Zelândia. Precisamente às 20h30 do dia 28 de março, horário local, os geradores a diesel que fornecem energia às ilhas Chatham, um pequeno arquipélago a leste do país, serão desligados dando início a uma onda de mobilização que vai passar pela Ásia, Europa, África até chegar ao continente americano.

Fique por dentro Você já tem um bom programa para a Hora do Planeta?

Surgem cada vez mais idéias sobre como aproveitar a noite do dia 28 de março. Parceiros da Hora do Planeta - instituições, empresas, pessoas - todos estão engajados na luta contra o aquecimento global. Invente também o seu momento Hora do Planeta.
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quinta-feira, 19 de março de 2009

Don Moen o arquiteto da adoração


Don Moen é cantor, compositor, pastor produtor musical de adoração cristã. Moen produziu diversos volumes, albuns da serie de musical de adoração. Seu primeiro album levou o seu próprio nome, Louvor com Don Moen, feito em 1.992. Moen recebeu um prêmio por seu trabalho musical “Deus conosco” e mais de nove nominação por suas musicas. Moen também é um prolífico escritor de musicas, trabalhou com Claire Cloninger, Paul Overstreet, Martin J. Nystrom, Randy Rothwell, Ron Kenoly, Bob Fitts, Debbye Graafsma, Paul Baloche, Tom Brooks, entre muitos outros. Ele também trabalhou com musicos de talento, Justo Almario, Abraham Laboriel, Alex Acuna e Carl Albrecht. Seu nome esta entre os melhores da canção de louvor e adoração nas igrejas de hoje.

Entretanto, pergunta a Don Moen o que ele faz, e a resposta poderá surpreender você. Ele não dirá ser um compositor, embora ele tenha escrito mais de 100 canções. Ele não dirá que é um líder de louvor, embora ele tenha liderado adorações em mais de 13 países em todos os continentes exceto Antártica, e gravado 19 álbuns (incluindo o seu último pela BV Music – Hiding Place). Ele não dirá ser um homem de negócios e produtor embora como executivo vice Presidente da Integrity Media ele tem produzido e dirigido centenas de projetos que tem ajudado a fazer da companhia uma empresa líder.

Se você perguntar a Don Moen por que Deus o colocou neste planeta, ele dirá a você: Para ser arquiteto e construtor de eventos e produtos de adoração que levam as pessoas mais próximas de Deus e mudam suas vidas. Em mais de 3 décadas como ministro, ele tem tido muitas oportunidades de realizar este propósito.Don Moen (nasceu em 29 de junho de 1.950 em Minneapolis, Minnesota) onde cresceu e depois mudou-se para Tulsa, Oklahoma, para participar da Oral Roberts University.

Lá, seus dons musicais, chamaram a atenção da Terry Law, que pediu a Moen para juntar-se ao seu time de adoração Living Sound, que ministrava em países comunistas pela Europa Oriental e antiga União Soviética. Por 10 anos Moen foi responsável por muitos dos arranjos e músicas do grupo, e viu em primeira mão a força do louvor e adoração para abrir portas e corações fechados, e levar pessoas escravizadas à presença de Deus.

Em 1984, Integrity Media pediu para Moen ser líder de louvor em um dos primeiros álbuns da Hosanna Music, Give Thanks. O projeto tornou-se uma das mais populares gravações da Integrity já existentes, e em modelo para o gênero, alcançando o disco de ouro e agora chegando ao disco de Platina. Moen, reside em Mobile, Alabama, com sua esposa Laura e cinco filhos. E apesar de seus muitos compromissos de criação, a família é sua primeira prioridade.

Junte-se a este arquiteto da adoração no som do mural desta semana e seja absorvido pelo som do céu.

Lord You Are Good

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Thank You Lord

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I Will Sing
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Fonte: http://casagospel.com/

Um texto instrutivo sobre diabetes e políticas públicas

Percepções e Realidade



Dois anos atrás, o Programa Nacional de Educação em Diabetes (NDEP), do governo norte-americano, iniciou uma blitz multimídia que anunciava “Controle seu Diabetes. Para a Vida”. Simplesmente isso. Depende de você. É sua doença. Se você a controla, você terá uma vida, se não, não. De acordo com o Dr. Phillip Gorden, o então diretor do Instituto Nacional de Doenças de Diabetes, Digestivas e Rim (NIDDK), o objetivo da campanha era de “passar a mensagem que o diabetes é sério, comum, caro e controlável”. Através da televisão, rádio e impressos, nossos vizinhos, colegas de trabalho, amigos e familiares aprenderam que o diabetes é controlável. A campanha reforçou a crença de que os problemas do diabetes e seus custos econômicos associados são causados pelos diabéticos – e não pelo diabetes. Agora pense por um momento o quê teria acontecido se a campanha tivesse anunciado “Diabetes incapacita e mata.

Somente uma cura pode parar o sofrimento”, com imagens de uma criança levando sua mãe cega através de uma mercearia, com uma voz explicando que o diabetes incapacita. Esta campanha iria criar uma mudança significativa na maneira como o diabetes é percebido. O público veria o diabetes como um inimigo, de uma forma semelhante como vemos o câncer e a AIDS como inimigos. Eles se preocupariam que caso o diabetes não fosse curado, aquilo poderia acontecer com eles ou com seus filhos. Uma campanha deste tipo iria mudar a face da doença pela remoção do sorriso que tem sido veiculado nos anúncios de produtos e brochuras nos escritórios médicos e farmácias. Talvez a consternação pública de que ainda não há uma cura iria criar pressão política para aumentar o financiamento de pesquisas orientadas à cura do diabetes. Muitos pais de crianças diabéticas e adultos diabéticos ficariam insatisfeitos ou chocados com uma campanha deste tipo, em parte porque nós também acreditamos, ou queremos acreditar, de que se nós seguirmos as práticas do bom controle, nós estaremos garantidos com uma vida livre das complicações do diabetes. Não somente nós queremos acreditar nisso; nós fomos ensinados a acreditar nisso. Semana passada, em um encontro noturno de mães de crianças diabéticas, três das cinco mães disseram que elas foram ensinadas a não se preocupar muito com a glicemia de seus filhos, uma vez que as crianças são resistentes às complicações. Sem dúvida, os médicos, com boas intenções, estão tentando diminuir as preocupações das mães e das crianças. Utilizando vozes de suporte e doces sorrisos, as enfermeiras passam a mensagem de que se você fizer como lhe é dito, então tudo estará bem – tal como na campanha do NDEP, eles estão falando aos pacientes que o diabetes é controlável, e se eles o controlarem, eles estarão bem. Mas a verdade é que nenhum estudo, nem mesmo o Diabetes Control and Complications Trial - DCCT, mostrou que o controle do diabetes pode prevenir as complicações. Claro, na falta de uma cura, o controle do diabetes é importante para diminuir a progressão e retardar o aparecimento de complicações ao máximo possível, mas nós não devemos enganar o público, ou nós mesmos, que o controle é suficiente. No máximo é um tratamento inadequado até uma cura ser achada.

O diabetes é um grande negócio com forças econômicas, sociais e políticas poderosas abrindo e fechando portas para nossos tratamentos e curas. Bilhões de dólares são ganhos vendendo produtos à comunidade diabética. Para desenvolver uma cura custa dinheiro, e até que se atinja a uma cura, não há nenhum produto para vender. Nas grandes conferências sobre diabetes, os profissionais da área de saúde são inundados com informações sobre medidores de glicose mais precisos e simples, e sistemas de injeção de insulina, mas defensores da cura do diabetes, ou proponentes de avanços científicos com este fim, são grandemente sub-representados. Infelizmente, sem os atrativos das grandes empresas que vendem produtos para o controle do diabetes, a mensagem sobre a cura do diabetes se perde. Os profissionais da área de saúde retornam para casa dizendo aos seus pacientes diabéticos somente sobre as novas tecnologias que os ajudarão a controlar melhor sua condição. Este ano, na convenção da American Diabetes Association, as organizações sem fins lucrativos não foram permitidas a ficar no salão de expositores, foram removidas para outro salão, para dar espaço às empresas que objetivam o lucro mostrar seus produtos.

O diabetes ameaça a vida tal como o câncer e a AIDS? A resposta sem dúvida é sim. De fato, mais pessoas morrem nos Estados Unidos de diabetes, todos os anos, do que de câncer da mama e de AIDS somados, mas você nunca saberia isto pelo nível de gasto do governo financiando pesquisas de cada uma das doenças. O financiamento à pesquisa é altamente sujeito a como os defensores fazem lobby pela doença. Olhe, por exemplo, o financiamento ao câncer de próstata versus mama. Apesar de ambos causarem a mesma quantidade de mortes todos anos, o financiamento ao câncer de mama é cinco vezes maior do que para o de próstata. De acordo com Gary Becker, ganhador do prêmio Nobel de 1992, a pesquisa sobre o câncer de mama é “muito melhor financiada porque os pacientes são mais bem organizados para a atividade política. Os homens tendem a ficar quietos sobre o câncer de próstata”. Becker disse que a pesquisa da AIDS recebe quatro vezes mais que a de câncer de mama, e mais de vinte vezes que a de câncer de próstata. “A efetividade política dos ativistas de AIDS certamente ajuda a explicar porque um pedaço maior do orçamento federal dos Estados Unidos é alocado para a pesquisa da AIDS do que para outros males terríveis”, diz ele. O governo norte-americano gasta 1,7 mil dólares em pesquisa com AIDS por cada portador de AIDS, mas menos de 30 dólares em pesquisa de diabetes por cada diabético. Defensores da AIDS e do câncer encorajam o apoio financeiro e político com relatórios amplamente divulgados de cada sucesso e descoberta eminente no tratamento de suas doenças, focalizados sempre na cura. Em contraste nós mandamos mensagens misturadas sobre diabetes. Num esforço para encorajar o otimismo e a auto-confiança, as revistas de diabetes e materiais educacionais mostram a imagem de pessoas sadias, ativas, “controlando sua condição”, com uma atitude tipo “sem problemas”. Companhias farmacêuticas usam a imagem e slogans de diabéticos sorridentes segurando seringas e medidores de glicose – os símbolos do diabetes. Mas a própria doença não é revelada. A percepção pública do diabetes é influenciada pelos nossos próprios testemunhos, e nós retratamos uma doença que não é mais que uma pequena inconveniência. Diabetes é, há muito tempo, uma doença de acusação e vergonha de não controle e de mentira nas dietas. As complicações do diabetes tem servido como uma linha de demarcação entre aqueles que são orgulhosos de aparecer e aqueles que se escondem. Ao mostrar para o mundo apenas as faces felizes, e não a trágica doença, nós estamos endossando a filosofia prevalecente de tolerar, ao invés de curar o diabetes. Para os formuladores de políticas públicas, filantropistas, empregadores, e o público se sentirem compelidos a curar o diabetes eles precisam entender que o diabetes é: · Caro para a sociedade e estes custos estão subindo; · Disseminado e a incidência está aumentando; · Destruidor da alma, e ainda não há cura; e · Acima de tudo, que com recursos e foco, o diabetes é curável. Para que esta doença seja curável, é necessária uma mudança fundamental na forma como o diabetes é visto. Nós precisamos diminuir a distância entre a percepção do diabetes como uma condição controlável com a realidade de que ela é uma das mais velhas, mortais, e disseminadas doenças.

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