sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ditos populares em linguagem jurídica

dito popular 2
 
 
Por Fernando Dannemann
 
Recebi de um amigo o material que ora publico. O título é o mesmo, com a observação, porém, de que se tratava de “Analecto enviado pelo considerado Ruy Paneiro”. Como eu não sabia o que era “analecto”, tratei de decifrar a charada, e descobri que essa palavra misteriosa significa “coleção de máximas ou de textos escolhidos, tirados de obras de um ou de vários autores”. Quanto a Ruy Paneiro, a quem não conheço, trata-se de jornalista ex-Jornal do Brasil, que trabalha atualmente como freelancer e colabora com jornais eletrônicos.

O “analecto” do jornalista satiriza o pedantismo com que certos autores escrevem seus textos, jurídicos ou não. Mario de Andrade (1893-1945) fez o mesmo em Macunaíma (1928), com a Carta aos Icamiabas, que diz: "Ás mui queridas súbditas nossas, Senhoras Amazonas. Trinta de Maio de Mil Novecentos e Vinte Seis, São Paulo. Senhoras: Não pouco vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saudade e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo - a maior do universo, no dizer dos seus prolixos habitantes - não sois conhecidas por "icamiabas", voz espúria, senão que pelo apelativo de Amazonas; e de vós, se afirma, cavalgardes ginetes belígeros e virdes da Hélade clássica; e assim sois chamadas. Muito nos pesou a nós, Imperator vosso, tais dislates da erudição porém eis de convir conosco que, assim, ficais mais heróicas e mais conspícuas, tocadas por esta plátina respeitável da tradição e da pureza antiga. Mas não devemos esperdiçarmos vosso tempo fero, e muito menos conturbarmos vosso entendimento, com notícias de mau calibre; passemos, pois, imediato, ao relato dos nossos feitos por cá." (Capítulo IX, pág. 71)

Postos os pingos nos is, vamos aos ditos, realmente muito interessantes.

◙ A fêmea ruminante deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço.
   (A vaca foi para o brejo)

◙ Creio que V.S. apresenta comportamento galhofeiro perante a situação aqui exposta.
   (Você está de onda)

◙ Prosopopéia flácida para acalentar bovinos.
   (Conversa mole pra boi dormir)

◙ Romper a face.
   (Quebrar a cara)

◙  Creditar um primata.
   (Pagar um mico)

◙ Inflar o volume da bolsa escrotal.
    (Encher o saco)

◙ Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de outrem.
   (Dar um pé na bunda)

◙ Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma unidade de acampamento.
   (Chutar o pau da barraca)

◙ Deglutir um batráquio.
   (Engolir um sapo)

◙ Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores.
   (Meter o rabo entre as pernas)

◙ Derrubar com intenções mortais.
   (Cair matando)

◙ Eximir de qualquer tipo de sorte.
   (Azarar)

◙ Aplicar a contravenção do Senhor João, este deficiente físico desprovido de um dos membros superiores.
   (Dar uma de João sem braço)

◙ Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.
   (Nem a pau)

◙ Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais
   (Nem que a vaca tussa)

◙ Sequer considerando a utilização de instrumentos metálicos.
   (Nem ferrando)

◙ Derramar água pelo chão por meio de tombamento violento e premeditado do seu recipiente.
   (Chutar o balde)

◙ Retirar o filhote de eqüino da precipitação pluvial.
   (Tirar o cavalinho da chuva)

◙ Quando um quadrúpede da família dos equídeos parlamenta, seu subalterno baixa as abas auditivas e posta-se em submissa posição para ouví-lo.
    (Quando um burro fala, o outro baixa a orelha)
 
 
Fonte: Fernando Dannemann – Contador de histórias com algumas modificações e cortes; imagem (que circula livre na net) foi tirada do livro Pequeno Dicionário Ilustrado de Expressões Idiomáticas (Everton Ballardin e Marcelo Zocchio) [www.pequenodicionario.com.br] .

Tá na mesa!

Church Mice_Soup's on

Reverendo:

Bem-vindos ao nosso almoço*! Pedi ao diácono Coffey
para nos dirigir numa palavra
de agradecimento…
Vamos orar…

Diácono:
Bom pão, boa carne, bom Deus, Vamos comer!
Ihiiiiiiii Deus!

Diácono:
A refeição está postaaa!

Reverendo:
Senhor, dá-me forças…
 
 
* almoço covered dish no texto original. Veja explicação aqui.
 
Publicado aqui sob a autorização de Karl Zorowski (Church Mice).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução (livre) por Mural na Net.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

No, Mr. President...

Quanto mais ouço John Piper, mais o admiro. Para mim ele é um profeta dos nossos dias, um homem que em meio ao deserto do "Evangelicalismo" dos nossos dias, consegue ser uma fonte de água pura para os que tem sede de Deus, uma voz que proclama o evangelho genuíno de Jesus Cristo.

No vídeo abaixo você irá ver sua resposta ao presidente Obama sobre aborto.


quarta-feira, 29 de julho de 2009

Tire suas dúvidas sobre a gripe suína

Época gripe suína
Imagem da Época
 
 
Matéria da revista ÉPOCA onde várias perguntas sobre a influenza A (H1N1) são respondidas por especialistas.
 

Eles twittam. E tu? Tu twittas?

Twitter
 
 
Você sabe o que é o Twitter, a nova febre da internet? Já usa? Tem um monte de gente por aí que já. Mas será que isso presta mesmo? Será que dá pra usar de forma útil à sua “vida on line”?O Mural traz hoje uma matéria da revista Época sobre essa nova onda do mar da internet. Leia e veja se vale a pena deixar ser levado por ela [em que praia você poderá ir parar?]. Depois, na medida do possível, traremos mais textos sobre o tema.
 
 
O Twitter vê e mostra tudo
 
Um serviço global de mensagens rápidas desafia os hábitos de comunicação e reinventa o conceito de privacidade
 
Vivemos a era da exposição e do compartilhamento. Público e privado começam a se confundir. A ideia de privacidade vai mudar ou desaparecer.
 
O trecho acima tem 140 caracteres exatos. É uma mensagem curta que tenta encapsular uma ideia complexa. Não é fácil esse tipo de síntese, mas dezenas de milhões de pessoas o praticam diariamente. No mundo todo são disparados 2,4 trilhões de SMS por mês, e neles cabem 140 toques ou pouco mais. Também é comum enviar e-mails, deixar recados no Orkut, falar com as pessoas pelo MSN, tagarelar no celular, receber chamados em qualquer parte, a qualquer hora. Estamos conectados. Superconectados, na verdade, de várias formas. Há 1,57 bilhão de pessoas que usam a internet e 3,3 bilhões com celulares – e as duas redes estão se fundindo. Há uma nova sintaxe em construção, a das mensagens. Práticas da internet migraram para o mundo do celular e coisas do mundo do celular invadiram a rede de computadores. A difusão de informação digital iniciada pela web em 1995 está se aprofundando e traz com ela mudanças radicais de costumes. As pessoas não param de falar e não querem parar de receber. Elas querem se exibir e querem ver. Tudo.
 
O mais recente exemplo da demanda total por conexão e de uma nova sintaxe social é o Twitter, o novo serviço de troca de mensagens pela internet. Criado em 2006, decolou no ano passado e já tem 6 milhões de usuários no mundo. O Twitter pode ser entendido como uma mistura de blog e celular. As mensagens são de 140 toques, como os torpedos dos celulares, mas circulam pela internet como os textos de blogs. Em vez de seguir para apenas uma pessoa, como no celular ou no MSN, a mensagem do Twitter vai para todos os “seguidores” – gente que acompanha o emissor. Podem ser 30, 300 ou 409 mil seguidores, como tem Barack Obama. Essa estrutura de troca de mensagens é nova, mas não é o principal.
 
 
[A imagem lá em cima é parte do banner encontrado no próprio site do Twitter.]

terça-feira, 28 de julho de 2009

Milho aos pombos


Milho aos pombos
Zé Geraldo

Enquanto esses comandantes loucos ficam por aí
queimando pestanas organizando suas batalhas
Os guerrilheiros nas alcovas preparando na surdina suas
mortalhas
A cada conflito mais escombros
Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça
dando milho aos pombos

Entra ano, sai ano, cada vez fica mais difícil
o pão, o arroz, o feijão, o aluguel
Uma nova corrida do ouro
o homem comprando da sociedade o seu papel
Quando mais alto o cargo maior o romboI I
sso tudo acontecendo e eu aqui na praça dando milho aos pombos

Eu dando milho aos pombos no frio desse chão
Eu sei tanto quanto eles se bater asas mais alto
voam como gavião
Tiro ao homem tiro ao pombo
Quanto mais alto voam maior o tombo

Eu já nem sei o que mata mais
Se o trânsito, a fome ou a guerra
Se chega alguém querendo consertar
vem logo a ordem de cima
Pega esse idiota e enterra
Todo mundo querendo descobrir seu ovo de Colombo

Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça dando milho aos pombos

Precisa falar alguma coisa ?

Adestramento cristão

Foto: Luís Lobo Henriques

Crente é um bicho estranho. Você grita “AMÉM?” e ele responde gritando o mesmo. Se perguntar pela segunda vez, ele responderá mais alto. Se no meio do louvor você gritar “pule na presença do Senhorrrrrrrr”, então eles pulam. Se você dançar de modo estranho, verá correspondência imediata nas pessoas.

Sua linguagem é facilmente influenciável por jargões. Basta pegar qualquer expressão bíblica cujo significado seja obscuro para a maioria, e pronto! Também colam as expressões inventadas que possuem aparência de espiritual, como por exemplo “ato profético”. Difícil de crer que nem existe esta expressão na Bíblia né?

Facilmente também estereotipamos outras coisas que fazem do crente um ser quase alienígena: os lugares que frequenta, o conteúdo de suas conversas e a aversão às coisas “do mundo”.

Pena quem os crentes não são condicionados a obedecer a todo tipo de “comando”. Parece que o adestramento a que foram submetidos possui limitações. Nem todos aceitam sugestionamentos que os levem a renunciar a seus interesses; ou dividirem suas posses com os necessitados; ou mesmo disponibilizar tempo para aqueles que estão abandonados em asilos, orfanatos e nas ruas.

Ah… antes que eu me esqueça, quero deixar claro que amo os crentes. E exatamente por ser um deles é que me incomodo tanto com estas coisas incompreensíveis que aceitamos passivamente em nossa conduta.

Fonte:
Ariovaldo.com.br

Jesus, lover of my soul

Ontem aconteceu algo que me deixou com muita raiva, então, enquanto navega por alguns blogs amigos, encontrei este vídeo no PavaBlog, e fiquei sem palavras. É curioso como Deus fala conosco, mas é muito gostoso saber que ele se importa. Obrigado Pai... obrigado!!!!
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Gonzaga Soares
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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Promoção especial do Alfaiate

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 
Joyful 'toon_Tailor PT
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Tradução por Mural na Net. Versão em português produzida pelo próprio autor.

Projeto ProMissão Ano 6

Aos que tem fome no corpo, o pão físico! Aos que tem fome no espírito, o pão da vida!


Dia 11 de Julho a galera da UMADF foi a 11 localidades do estado de Alagoas para mais uma etapa do projeto ProMissão. No sexto ano do projeto, a UMADF, junto com a igreja Assembléia de Deus em Sarasota, Flórida, EUA, liderada pelo Pr. Sergio Bastian, entregou ao povo sertanejo roupas, brinquedos e material escolar enviados pelos nossos irmãos daquela cidade.
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O material foi distribuído em 12 localidades do agreste e sertão alagoanos: Estrela de Alagoas, Cacimbinhas, Minador do Negrão, Dois Riachos, Maravilha, Ouro Branco, Carneiros, Senador Rui Palmeira, São José da Tapera, Palestina e nos povoados de Areia Branca e Garrotes, no município de Palestina.
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O projeto, além da parte social, visa o lado espiritual do povo. Assim, seguindo o lema acima, foram realizados evangelismo porta a porta, infantil e a exibição do filme “Socorro”, além da distribuição do livro da vida.
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“Nossa missão é levar Jesus e pão a quem tem fome” concluiu André Farias, coordenador do ProMissão.

Diário de Jocumeiro 8 - ENVIA Arapiraca


Sábado, dia 11, foi um dia muito especial para os jocumeiros, pois foi a formatura da primeira ENVIA (Escola Noturna Vida Abundante) de Arapiraca. Foi um dia marcado pela alegria destes jovens que se comprometeram a "conhecer Deus e fazê-lo conhecido".

Parabéns turminha, e lembre-se: a ENVIA começa quando termina. Então, mãos no arado, e vamos tornar o nosso Pai conhecido em todo agreste e, partindo daí, em todo o mundo. Um abração e fiquem na paz.

Amo vocês.

Gonzaga Soares

Diário de Jocumeiro 7 - Formatura ETED


Mais uma turma de jovens missionários formados pela JOCUM Maceió e prontos para tornar Deus conhecido entre os povos. E quem nos conta como foi esse tempo de descobertas na ETED (Escola de Treinamento e Discipulado) é a nossa amiga Ana Rita.

ETED:

Tempo de crescimento no Senhor, tempo de florescer em Cristo, tempo onde a intimidade com Senhor foi a canção do nosso coração, tempo de unção para tomar as fortalezas e tempo de cura.

Chegamos em fevereiro, todos com muita expectativa no coração e medo támbem. Não nos conhecíamos. Que coisa esquisita pensar nisso porque parece que nos conhecemos desde sempre.

Junior: Menino grande mas muito responsável nos momentos em que teve que ser, amigo do peito.

Diogo: Prumo divino puro. Sério e tão descontraído ao mesmo tempo. A sabedoria habita em seu ser.

Rafaela: Menina e também mulher; riso frouxo e amizade fácil. Espotaneidade em pessoa.

Marcio: Homem responsável. A iniciativa mora nele. Enfim, sou suspeita para falar.

Eu: Sou eu

Somos todos filhos de Deus!

Mas, apesar de todas as expectativas que tínhamos, a ETED foi muito mais. Deus realmente transformou nossas raízes. Somos gratos a ele por isso.

Passamos por momentos difíceis, momentos em que choramos muito por saudade ou por algo que achávamos que não iríamos conseguir realizar, como, por exemplo: o Projeto. Mas Deus nos deu todas as vitórias e agora estamos no que chamamos de nossa formatura.

Queremos agradecer a Deus por nos falar, chamar e nos dar a oportunidade de servi-lo. Agrademos aos nossos professores e a todos envolvidos com a ETED, pela dedicação e carinho. E agradecemos a nossos amigos e irmãos que não nos deixaram sentirmos só nesse período. Agradecemos aos nosso pais que nos amam e nos prepararam para sermos o que somos hoje. Enfim, agradecemos a todos que nos ajudaram em oração ou contribuindo para que aqui estivéssemos.

Jesus os abençoe!

Ana Rita

sábado, 25 de julho de 2009

Contribua para a reciclagem

Uma boa notícia para você que quer contribuir com a reciclagem de embalagens, e de diversas outras coisas que normalmente vão para no seu lixo, mas nunca soube como.
 
O Wal-Mart Brasil e a Coca-Cola Brasil estão com um programa de coleta e reciclagem de resíduos chamado Estação de Reciclagem. Neste programa, o Bompreço, que pertence à rede Wal-Mart, está disponibilizando, em suas lojas, locais de coleta de materiais recicláveis. Um dos objetivos do programa é gerar renda para 2500 catadores. Sendo assim, o programa é louvável, pois atua nos âmbitos ambiental e social. Conheça-o e contribua!
 
Abaixo estão a frente e o verso do panfleto onde eles explicam o programa. Clique sobre cada imagem para ampliar e poder ler o conteúdo. O ponto de coleta (a Estação de Reciclagem) é esse pequeno “quiosque” que você vê no topo da página de frente do panfleto.
 
 
Frente Verso
Panfleto Wal-Mart/Coca-Cola reciclagem (frente) Panfleto Wal-Mart/Coca-Cola reciclagem (verso)
 
 
Para conhecer um pouco mais a política de sustentabilidade do Wal-Mart, visite essa seção aqui do site deles que é dedicada só a isso. Lá tem, inclusive, vídeos, fotos e apresentações on line de slides (tipo PowerPoint).

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Academia do Senhor

A criatividade de muitos cristãos vai longe… Vê só:
 
 
Lords gym (academia do Senhor)
 
 
Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
Textos do cartaz:
LORD’S GYM = Academia de ginástica do Senhor
Na cruz ► The sin of the World = O pecado do mundo
No rodapé ► Bench press this = Levante este/isto!
 
 
Achado no Não, obrigado!
 
Lá é sugerido uma trívia, isto é, uma questão com 3 respostas
relacionadas à foto aí acima. Para conhecê-la, clique aqui e o você irá direto ao post.

Um relato do irmão Xexéu

Um texto/relato do irmão Xexéu [entenda melhor esses relatos aqui] de uma visita sua a uma igreja na Vila da Penha (RJ) [mais detalhes aqui].
 
 

xexéuRio de Janeiro, 13 de julho de 2008.

Prezado K-fé,

Após um período de recesso, novamente me aventurei a participar de um culto numa igreja evangélica brasileira, dando continuidade à minha missão.

Tenho sido criticado por entrar nas igrejas com um gravador oculto. Por isso já fui taxado de tudo. O que os críticos não refletem é que preciso me passar por um visitante, refletir como estes são tratados, se há realmente interesse cristão pelos que não são freqüentadores habituais, se são notados, ajudados, se estes sentem-se acolhidos ou meramente um qualquer. Se o gravador for avistado por certo a atitude fora do costume irá provocar uma nova curiosidade e postura.

Assim sendo, às 19 horas do dia 13 de Julho, entrei na Igreja Presbiteriana em Vila da Penha, subúrbio leopoldinense. Era uma noite de festa, com o encerramento das Conferências Missionárias. Havia um certo alvoroço no santuário; pessoas se preparavam para a participação no evento. Acredito que isto fez minha presença ser pouco notada. Fiquei cerca de 14 minutos quieto, sentado no último banco, aguardando o desenrolar do evento.

A nave estava repleta de bandeiras de diversos países. Na frente um grande painel focalizava o tema: “ Derrubando fronteiras”. Um senhor aproximou-se de mim e saudou-me com um “ boa noite”. Observei uma igreja de faixa etária bem jovem e aparentemente bem relacionados. O templo tem uma capacidade para mais ou menos 300 pessoas. Os músicos davam os últimos retoques nos instrumentos. Algumas jovens arrumavam suas vestes, haja vista que tomariam parte ativa na programação dançando de acordo com as partes musicais. Soube que são denominadas de Levitas.

Finalmente, apareceu um dirigente pedindo que todos desligassem seus celulares. Fez a leitura bíblica no livro de Salmos 2:8 e começou o período de louvores. Em um dado momento o pastor orientou a todos a se cumprimentarem, inclusive aos visitantes. Todos saíram de seus lugares e mutuamente se congratulavam apertando as mãos. Sendo assim, fui muito acionado. Me veio a seguinte indagação: fui cumprimentado por amor ou obrigação?

Um jovem foi convidado a ir à frente com o seu instrumento musical e houve a dedicação especial daquele rapaz para o aprendizado de guitarra. Tivemos os momentos de dedicação dos dízimos e ofertas. Logo a seguir um jovem conclamou a uma nova “coleta”, desta feita para cobrir os gastos com o congresso.

Iniciou-se mais um período de louvor e duas crianças foram consagradas a Deus.

Nova cantoria, e neste instante foi ensinado um novo hino. Então às 20h e 47m o orador oficial foi apresentado. Pensei em me retirar devido ao entardecer da hora, mas algo me fez recuar e confesso que foi bom.

O pastor convidado pelo que entendi é um missionário da JOCUM ( Jovens Com Uma Missão). Esteve 10 anos entre os índios no Amazonas, no Rio de Janeiro evangelizando comunidades carentes e violentas (morro do Borel e Central do Brasil), e atualmente encontra-se no norte do Paraná. Disse que o seu ministério é para construir igrejas, preparar sua liderança e quando estiver andando com suas pernas, partir para novo campo. Fez uma rápida retrospectiva das noites anteriores e contou sobre sua experiência missionária no Rio de Janeiro, seu chamado e como foi sustentado juntamente com 10 pessoas. Em determinado momento abordou sobre uma ocasião em que nada havia de alimentação. Então oraram e ele disse que iria dar uma volta no quarteirão e voltaria com o sustento. Não é que ao passar por um local em Copacabana avistou no chão cinco cédulas do maior valor monetário brasileiro? Pensou ser um “mico”, pois algumas propagandas, utilizam estampas de cédulas bem parecidas para anúncios financeiros. Olhou-as e achou bem próximas do real. Lembrou que alguns jovens também têm mania de brincar amarrando cédulas com linha bem escura e puxá-las quando um desavisado se inclina para pegá-las. Não, não tinha nenhuma linha. Finalmente pisou nas notas, era realmente a providência de Deus. Naquele dia comeram até camarão. Em outra ocasião, quando a dificuldade apertava, receberam doação em dólares do povo do México. Em outro momento, ainda em Copacabana, a dispensa estava vazia. Não tinha mais nada. Orou e falou ao grupo: “vou sair e Deus vai providenciar nosso sustento”. É evidente que voltou à rua em que achou aquelas espécies anteriores e nada havia. Quando se aproximava de volta para casa pensando já na desculpa que teria que arrumar, avistou um cano que no seu interior tinha várias cédulas com uma boa quantia de dinheiro. Ao avistar e pegar, ouviu uma voz: “não temas, eu estou contigo”.

Me chamou a atenção o fato deste missionário recitar trechos grandes da bíblia de memória. A leitura da multiplicação dos pães narrada em Marcos 6:30 – 44 serviu de base para sua palestra. O seu testemunho foi envolvendo o ambiente que nem vi a hora passar. Quando dei conta era 21h 57m.

Ao término fez um apelo missionário e muitos jovens foram tocados. Maravilhoso Domingo.

Um grande abraço.

Fonte: Relatos do Irmão Xexéu; foto tirada do próprio blog (seja verdadeira ou não – num sei… acho que a foto é só de fachada).

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Que preguiça!

Mai um cartum pro humor da sua quinta.
Clique sobre a imagem para ampliá-la.
 
 
EZG Toon_dish PT
 
 
Publicado aqui sob a autorização do autor, Erin Gillespie (EZG Toons).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução por Mural na Net.

O delírio de Dawkins

Com este post o Mural inaugura uma nova categoria aqui no blog: Apologia. Nela iremos postar coisas pra você aprender e usar na defesa da fé.
 
E começamos mostrando 2 vídeos onde o filósofo William Lane Craig expõe as falhas dos argumentos centrais do livro Deus, um delírio, do biólogo ateu Richard Dawkins. William L Craig é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham. É autor dos livros A Veracidade da Fé Cristã e Filosofia e Cosmovisão Cristã.
 
Clique no Continue lendo para ver o segundo vídeo e uma dica de leitura de um livro que é um revide ao livro do Dawkins.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dica de leitura:
 
 
O delírio de Dawkins O delírio de Dawkins
 
Alister McGrath e Joanna McGrath
 
parte da sinopse:
 
Considerado o ícone do ateísmo contemporâneo, Richard Dawkins, autor de Deus,um delírio, tem suas idéias postas à prova pela análise minuciosa e perspicaz de Alister McGrath e sua esposa Joanna McGrath, em O delírio de Dawkins.

Alister, outrora ateu, doutorou-se em biofísica molecular antes de tornar-se teólogo. Admirador da obra de Dawkins, Alister revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida.

Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos; fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, o sentido da vida e a busca de significado; que, a julgar pela repercussão de Deus, um delírio, merecem contundente posicionamento cristão.
 
Clique aqui para ler o resto da sinopse no site da editora Mundo Cristão. Lá você ainda pode ler online parte do livro (prefácio e introdução)!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Igreja Brasileira

SOS pelo Haiti

SOS for Haiti é o blog de Susan Midgett, uma americana de 45 anos, cristã presbiteriana que tem se empenhado em levantar fundos para a construção de uma clínica (ou clínicas (?)) de atendimento médico para crianças no Haiti, o país mais pobre do hemisfério oeste segundo a própria Susan.
 
O blog tá todo em inglês, mas tem fotos e vídeos da realidade haitiana os quais valem a pena você conhecer caso não saiba do que se passa por lá. Ore pelo país!
 
Susan parece trabalhar também em parceria com o movimento Free the Kids (www.freethekids.org) que também atua por lá, pelo Haiti.
 
Abaixo está um vídeo que reúne fotos da realidade haitiana a qual Susan conheceu (tem música de fundo).
 
 

O que é a igreja?

O que é a igreja para você?
 
 

terça-feira, 21 de julho de 2009

Jovens com uma visão

Mark Moring em Cristianismo Hoje
 
 
austin_gutwein
Austin Gutwein em The Rebelution.
 
 
A história de dois adolescentes que levantaram mais de 1 milhão de dólares para os órfãos da AIDS na África.
 
Os adolescentes norte-americanos estão se importando com alguma coisa.
 
De acordo com um estudo feito em 2005 pela Corporation for National and Community Service, aproximadamente 15,5 milhões de adolescentes – 55 por cento – participam de atividades voluntárias. O número de adolescentes voluntários é quase duas vezes maior que o de adultos, com 29 por cento. Os jovens voluntários somam mais de 1,3 bilhões de horas de serviços comunitários a cada ano, no EUA.
 
Muitos dos serviços são prestados em igrejas, levantando dinheiro para os mais necessitados. Grupos de jovens que se esforçam para levantar fundos (maratonas de voley, corridas de 30 horas) são matérias de capa dos jornais locais. Mas, às vezes, o empenho da juventude cristã é tão extraordinário, que se torna notícia nacional.
 
Christianity Today entrevistou dois desses adolescentes, também para contribuir com esse movimento.
 
Na maior parte dos times de basquete, se você errar a metade de seus três arremessos, simplesmente você estará no banco. A menos que você esteja jogando pelo Hoops of Hope (Gritos de Esperança). Mesmo o capitão do time – Austin Gutwein, que fundou o grupo há 14 anos – só acerta 50 por cento de seus arremessos livres. Mas, tudo o que importa para ele é que, por cada lance livre que ele arremessa – não importa quantos ele marque – um outro órfão da AIDS na África é ajudado. Esta é a premissa do Hoops of Hope, cujo fundador Austin, na idade de nove anos, criou após assistir a um vídeo da Visão Mundial sobre a AIDS na África. A história focava uma menininha da Zâmbia que havia perdido seus pais para a AIDS.
 
hoh_logo
 
“Ela estava sozinha vivendo dentro de uma cabana de barro, encolhida sob uma lona, na chuva”, diz Austin, que vive com sua família – os pais Dan e Denise e a irmã Brittany, 13 anos – em Mesa, Arizona. “Era incrivelmente triste. Eu comecei a pensar em como seria a minha vida se eu perdesse os meus pais, e eu nem conseguia imaginar isso”.
 
“Eu senti como se Deus estivesse me dizendo para fazer alguma coisa”.
 

10 anos da morte do meu irmão

Observação: algumas partes do texto podem parecer ter erros de português em virtude do texto ser uma tradução a partir de outro idioma.
 
 
Por: Bruno Lobo
 
Sei que até hoje nunca falei sobre ele, mas hoje me lembrei dele e resolvi expor uma das histórias mais íntimas e marcantes que chocaram minha vida.

Sempre fui extremamente relapso em relação a família, relacionamentos, compromissos e coisas que a maioria das pessoas são ligadas. Conheci meus irmãos muito recentemente e tudo em relação a família é uma descoberta diária. Em um desses dias eles me contaram sobre um irmão mais velho que nunca conheci e, junto com essa descoberta veio a triste fala de que o mesmo havia sido assassinado.

Pensa, em sua pele, duas grandes notícias: uma te faz pular de alegria por descobrir alguém que compartilhou do mesmo sangue e, a outra de que nunca verá pessoalmente em vida este alguém.
Punk! Com minhas palavras quero falar sobre aquele dia. Ou melhor, a partir de alguns dias antes. Conforme meus irmãos me contaram:

Na semana de 10 a 20 de janeiro de 1999 meu brotherzinho estava extremamente empolgado a participar de um acampamento da igreja e, no dia 20 ele e mais cento e poucas crianças foram para um tipo de "Acampadentro", uma espécie de acampamento dentro de um local - tipo igreja, escolas, universidades, etc. - dentro da Universidade da cidade. Foram dias maravilhosos, uma palavra sobre ser um "Soldado de Cristo". Fiquei imaginado os pensamentos do meu irmãozinho sonhando acordado em meio a tamanha presença de DEUS.

Quando o acampa acabou, ele e seus amigos arrumavam as coisas para irem embora. Como algumas crianças tinham dificuldade para voltarem para suas casas, alguns responsáveis pelo evento foram tentar conseguir uma carona no posto militar próximo.

Meu irmão talvez agoniado com a demora das pessoas que nunca retornaram foi olhar pela janela do saguão da universidade e viu pessoas gritando no portão. com os olhos arregalados tentando compreender o motivo do tumulto ouviu o responsável do acampa falar para esconder as crianças menores nos cômodos e se esconderem depois. Nesse momento conseguiu decifrar o que a multidão gritava e, com certeza entendeu que aquelas pessoas odiavam cristãos.

Se esconderam como puderam. Ouviu a porta do saguão ceder aos solavancos a ela dispensados. Ouviu o tumulto se aproximar. Certamente a oração constante se tornara uma súplica inexplicável. Um dos homens o achou. Obteve a sua certeza: toda aquela confusão era porque eles eram cristãos. Arrastado para o saguão viu outros amigos que foram descobertos. Por um momento agradeceu por outros terem escapado e, na metade da oração, sentiu o calor da face do homem perto da sua dando solavancos em seu corpo.

Começou a ser espancado severamente como se tivesse o porte físico daqueles homens. Até que depois de tamanha violência o homem se aproximou e perguntou: Quem é você?

- Sou um soldado de Cristo.

A resposta inusitada enfureceu aquele homem que odiava a Cristo e qualquer um que o seguisse. O homem empunhando um machado acertou o braço do meu irmão a ponto de quase decepá-lo.

- Quem é você?

- Sou um soldado de Cristo.

O machado encontrou o outro braço do meu irmão. Imagino os gritos e as lágrimas que meu brotherzinho deve ter derramado.

- O que é um soldado de Cristo? - Um soldado de Cristo está disposto a morrer por Ele!

Dessa vez o machado encontrou sua barriga, o homem cortou-lhe a garganta e arrastou seu corpo para fora jogando em cima do de outro jovem que já estava desfalecido lá.

Bom, ninguém gosta muito de lembrar-se de casos de assassinato ou morte em sua família. Mas, a história do meu irmãozinho, que só tinha 15 anos quando o fato ocorreu, impactou tanto a minha vida e o meu cristianismo que absolutamente não contar sua história é um pecado de negligência.

Ainda soube recentemente que tenho outro irmão preso na Índia, duas irmãs no Irã foram presas também, outros sequestrados na Colômbia. E o que mais me faz chorar de raiva de mim mesmo é AINDA não ter dinheiro o suficiente para comprar uma passagem e ir até lá ficar com eles. Mesmo assim nunca abandonaria alguém que tem o mesmo sangue que eu. Orar, escrever e contar para vocês deles é a parte que me cabe hoje sendo da família.

Não quero escrever "morais" sobre histórias tão lindas que dispensam explicações. Só quero te perguntar algo:

- E você, sabe aonde e como estão seus irmãos?
.
Essa história é sobre o pequeno mártir Roy Pontoh.

Texto extraído e adaptado do blog Fio da Rabiola, de Bruno Lobo, que pertence a um dos voluntários do underground

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feliz dia do amigo

O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.


Queria ter feito um vídeo pra homenagear meus amigos neste dia, mas tô super atarefado e não tive tempo, então recorri ao YouTube e selecionei duas músicas belíssimas para homenagear os meus amigos. A primeira é amizade sincera de Renato Teixeira, e a segunda Ben, de Michael Jackson.





Amizade Sincera
Composição: Renato Teixeira

A amizade sincera é um santo remédio
É um abrigo seguro
É natural da amizade
O abraço, o aperto de mão, o sorriso
Por isso se for preciso
Conte comigo, amigo disponha
Lembre-se sempre que mesmo modesta
Minha casa será sempre sua
Amigo
Os verdadeiros amigos
Do peito, de fé
Os melhores amigos
Não trazem dentro da boca
Palavras fingidas ou falsas histórias
Sabem entender o silêncio
E manter a presença mesmo quando ausentes
Por isso mesmo apesar de tão raros
Não há nada melhor do que um grande amigo.
.



Ben
Jackson Five

Ben, nós dois não precisamos mais procurar
Nós dois achamos o que estávamos procurando

Com um amigo para chamar de meu
Nunca estarei sozinho
E você, meu amigo, verá
Que tem um amigo em mim
Ben, você está sempre correndo aqui e ali
Você sente que não é querido em lugar algum
Se algum dia você olhar para trás

E não gostar do que você achar
Há algo que você deveria saber
Você tem um lugar para ir
Eu costumava dizer "eu" e "eu"

Agora é nós, agora é nós
Ben, a maioria das pessoas mandaria você embora
Eu não escuto uma palavra do que eles dizem
Eles não vêem você como eu vejo
Eu gostaria que eles tentassem
Tenho certeza de que eles pensariam novamente
Se eles tivessem um amigo como o Ben

Como o Ben...

A todos os meus amigos... Um feliz dia do amigo!!!

Gonzaga Soares

Venha pra este barco

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 
Joyful 'toon_Lifeboat PT
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Tradução por Mural na Net. Versão em português produzida pelo próprio autor.

Quando nossa vida muda

Um dia, eu perdoei meu inimigo,
e fui forte…

no outro eu pedi perdão,
e fui grande.

Um dia, mostrei minhas razões,
e fui eloqüente…

no outro, ouvi meu próximo,
e fui humano.

Um dia, lutei pela minha causa,
e fui bravo..

no outro, lutei pela causa alheia,
e fui gente.

Um dia, batalhei pelo que queria,
e fui perseverante…

no outro, dividi o pão,
e fui rico!

Um dia, recebi aplausos,
e fui admirado…

no outro, fiz o bem em silêncio,
e os anjos me aplaudiram.

Um dia, usei a inteligência,
e fui respeitado…

no outro, usei o coração,
e fui amado!

Quando me dei conta, minha vida mudou quando
mudei minhas atitudes diante da vida e dos fatos.

Fonte: Portal dos Evangélicos

sábado, 18 de julho de 2009

Jogo do quadrado

Esse é um joguinho simples que vai lhe garantir uns bons momentos de diversão.
 
Não colocaremos as instruções dele aqui porque ele já tá todo em português. Acesse por aqui a  página do jogo.
 
 
Jogo do quadrado
 
 
Boa diversão!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Pentecostais x Tradicionais

Pentecostais x Tradicionais [Fonte www.irmaos.com]
[Imagem de Irmãos.com]
Podcast nº 62 do Irmãos.com onde busca-se responder as seguintes questões a respeito das duas partes citadas acima: Quais suas origens? Quais as principais diferenças entre eles? E será que eles podem trabalhar juntos?
 
Ainda não ouvi, mas creio que deve ser bom e, quem sabe… polêmico! Só o título já me chamou a atenção. Mas vai lá na página (clique aqui) e escuta on line ou baixa em um dos três níveis de qualidade de áudio que eles disponibilizam. E deixa tua opinião aí nos comentários. Comentários são bem-vindos!

As muitas vozes de Deus

Megaphone photo
 
 
E aqui vai a dica pra leitura da quarta e última matéria da série Religiões lá do Yahoo! – a primeira, a segunda e a terceira recomendamos aqui, aqui e aqui, respectivamente.
 
Leia os dois primeiros parágrafos que transcrevemos abaixo e clique no link lá no final para ler a matéria completa.
 
 
Em São Paulo, acontece em quase todos os lugares. Nas ruas, nas praças, nos vagões dos metrôs e trens... O fenômeno dos pregadores de rua, estes homens e mulheres que, em nome de Deus, passam horas a desfiar versículos e palavras santas, no entanto, é nacional.
 
As histórias que contarei aqui são só parte do que realmente acontece. Há muito mais lá fora, seja da sua sala, baia ou escritório (ou onde quer que você esteja lendo este texto), seja da cidade de São Paulo. Mas aqui serão as histórias de alguns destes pregadores, tanto os que descem a Rua Augusta ou os que abundam a Praça da Sé. Desligue-se do seu credo ou da falta dele e venha encarar conosco a profissão de fé destes fiéis.
 
 
Foto de Konstantinos Kokkinis em 123 Royalty Free

Anabela, a loira portuguesa!

Um programa de rádio português realiza um concurso onde os ouvintes têm que acertar o peso exato de um saco com um objeto para ganhar o prêmio. O locutor dá a dica afirmando que o saco pesa entre 4,500 e 4,650 kg. O ouvinte liga e palpita entre estes dois valores. Simples e rápido, se não fosse Anabela de malhadas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Porque algumas mulheres odeiam futebol

Vendo uma presepadas dessas elas ficam com razão, não?
 
 
 
 

Atentos à palavra

Church Mice_Moses mistake

Reverendo:

… e, enquanto Moisés estava na montanha, Deus entalhou sua Lei nas duas tábulas de pedra…

Fiéis:
[cochilando]

Reverendo: 
e então o Deus todo po-deroso segurou as tábulas para Noé e disse…

Fiéis: 
- Você quer dizer Moisés!
- Sim!
- Corrige aí!

Reverendo: 
Ninguém jamais presta atenção
até você cometer um erro!

Fiéis:
- Noé foi o cara que tinha o
barco grande!
- Que bíblia você usa,
pregador?
- Sim, qual?!
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Karl Zorowski (Church Mice).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução (livre) por Mural na Net.

Atos… mas que atos?

SARNEY jasiel botelho
 
 

Dúvidas... quem pode responder? (8)

Ói mais questões cabeludas selecionadas dos posts ca FÉ com LEI te/?ergunte ao ?astor do Verticontes:
 
137. Tabernáculo é uma taberna que virou igreja evãgélica?
138. A habilidade de Davi com a funda fazia dele uma pessoa pró funda?
139. O direito de primogenitura era dado apenas aos primos que adoravam sopa de lentilhas?
140. A música dos levitas fazia levitar, daí o nome?
141. Betânia e Gilgal eram cidades de menestréis?
142. Quem foi Nerges e o que ele fez ou falou para que alguém gritasse: “Boanerges!” ?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Gripe comum x Gripe suína

Um post de utilidade pública pra você conhecer as diferenças entre os sintomas da gripe comum  e a gripe A/Influenza A/Gripe HiN1.
 
Clique sobre a imagem para vê-la ampliada.
 
Diferenças entre gripe comum e influenza A
 
Achado no Terceiro Dia (que tá em endereço novo)

A influência de Harry Potter debatida na CBN

Harry Potter - Enfeitiçando uma CulturaAbaixo encontra-se transcrito uma entrevista da Rádio CBN (produzido pela CBN-Recife) do dia 26/12/2001, e levada ao ar para o Nordeste. Nele, o apresentador, Maciel, conversa com Samuel Costa, autor do livro Harry Potter - Enfeitiçando uma Cultura, e com Gabriela Kopinits, jornalista e estudante de magia.

Se você já leu ou viu os livros/filmes, ou pretender fazê-lo, vale a pena dar uma lida na entrevista pra saber mais. E fica a dica do livro do Samuel Costa cuja capa você vê aí ao lado.

 
 

O Âncora Maciel Júnior: Apesar de sucesso de bilheteria, o filme Harry Potter encontra resistência em alguns segmentos da sociedade. É grande o número de pessoas, especialmente evangélicos e católicos, que se queixam das histórias do menino-bruxo que seriam uma iniciação ao mundo da magia,.Sobre o assunto nós estamos ao telefone agora com o professor Samuel Magalhães Costa, autor do livro "Harry Potter - Enfeitiçando uma Cultura".

O Âncora Maciel: Professor, bom dia!

Samuel Costa: Bom dia Maciel, tudo bem? Bom dia, Maciel.

O Âncora Maciel: Bom dia. Nós estamos também com Gabriela Kopinits que é jornalista, mas é estudante da área de magia e vai conversar com a gente durante esta entrevista com o professor Samuel Magalhães.

Professor, de que forma o senhor atribui essas... queixas, o senhor vê essas queixas de católicos e evangélicos quanto à ação do... do menino-bruxo, do menino aparentemente frágil, mas que segundo algumas pessoas por trás é uma séria ameaça à fé cristã?

Samuel Costa: É, Maciel, em primeiro lugar eu não sou professor, sou médico (risos). E, Maciel, o que nós estamos vendo é que o nível de bruxaria é... vai se intensificando à medida que os volumes vão surgindo. No primeiro volume da série há uma feitiçaria muito bobinha, tipo voar em vassoura, mas quando você chega no quarto capítulo da série, "Harry Potter e o Cálice de Fogo", nós encontramos já a feitiçaria da pesada, e aí, sim, nós temos que alertar os nossos filhos sobre isso.

O Âncora Maciel: Deixa eu dar bom dia para Gabriela também, que eu não dei. Gabriela, bom dia!

Gabriela Kopinits: Bom dia, Maciel Júnior, bom dia doutor (risos), é um prazer conversar com vocês hoje.

O Âncora Maciel: Gabriela, você viu o filme?

Gabriela Kopinits: Sim, eu vi o filme e estou inclusive lendo este último livro que o doutor Samuel falou agora, o "Harry Potter e o Cálice de Fogo".

O Âncora Maciel: E... como você vê essas... essas indagações por parte de católicos e evangélicos e essas matérias em todas as revistas criticando o filme?

Gabriela Kopinits: Na verdade, o tema da magia, da bruxaria é quase proibitivo. É uma coisa difícil de você analisar hoje, porque muita gente ainda tem a magia, o mundo dos mágicos, todas essas coisas, feitiçaria, em uma imagem muito negativa, né? Mas, as pessoas têm que analisar isso como é o que é, uma ficção, é apenas uma história, isso é o que é.

O Âncora Maciel: Doutor Samuel, a que o senhor atribui essa busca pela magia, por livros, por filmes, aumento das festas de Halloween, enfim, como o senhor explica esse crescimento, essa procura por essas atividades?

Samuel Costa: Eu acho que o marketing, Maciel, tem muito a ver, viu? Facilita muito as vendas dos livros. A minha preocupação, Maciel, é com o personagem em si. Harry Potter é um personagem que, se você analisá-lo, você vai ver que ele mente, ele trapaceia, ele quebra as regras, ele desobedece as autoridades constituídas, tanto dos tios malvados que ele tem como dos professores, porém sempre se dá bem, Maciel, no final. Na vida normal, comum, no nosso dia-a-dia, nem sempre é assim, então, esse tipo de modelo do menino Harry Potter pode ser um modelo perverso para os nossos adolescentes.

O Âncora Maciel: Doutor Samuel, no seu livro o senhor traz... isso aí, essa... essa crítica forte, em cima do que faz o menino no filme e nos livros?

Samuel Costa: Sim, claro, sim. O livro "Harry Potter - Enfeitiçando uma Cultura", que está à venda nas principais livrarias evangélicas do país, tem uma crítica exatamente ao personagem, certo? Uma análise do filme, do menino em si e da bruxaria em geral.

O Âncora Maciel: Ok. Gabriela, o que é que distingue o bruxo mau do bruxo bom? Existem bruxarias boas e ruins?

Gabriela Kopinits: É... na verdade o pessoal que estuda a bruxaria prefere nem mesmo utilizar essa palavra, porque é uma palavra que tem uma carga negativa muito pesada, né? Então a gente fala simplesmente magia. Existe, claro, quem estuda magia apenas pra se modificar, para se tornar uma pessoa melhor, e existem aqueles que utilizam apenas para influenciar negativamente o mundo ao seu redor. Concordo com o doutor Samuel que o modelo do Harry Potter, que é um menino realmente que utiliza, é um menino frágil que, fora a magia, é um menino que não tem nada diferente de outros meninos, não é um modelo que seria muito ortodoxo a ser seguido, mas como também não é modelo a maioria dos personagens que existem hoje, que estão abertamente divulgados, como a menina do Tchan, as galeguinhas que rebolam na televisão que são copiadas totalmente pelas crianças, aquela meninada, então, os modelos que são divulgados não são modelos pra serem seguidos, mas existe sim, a magia utilizada para ser positiva, benéfica, e as pra serem negativas, depende de cada um, existe a magia que a gente chama de magia branca e magia negra, quem estuda mesmo não faz essa divisão, existe um fim que é dado a essa magia, né?

O Âncora Maciel: É, doutor Samuel, a igreja católica, a igreja evangélica ela entende como magia realmente tudo isso que se passa durante o filme e o que se passa nos livros? Existe magia boa e magia má?

Samuel Costa: Não, na Bíblia Sagrada bruxaria é sempre bruxaria, e não se distingue se ela é boa ou má, ela deve ser evitada. Veja bem, Maciel, no capítulo 14 do "Harry Potter e o Cálice de Fogo", o quarto livro da série, você encontra Harry aprendendo as maldições imperdoáveis, maldições essas tipo maldição imperius, quando ele exerce controle total, ele lança esse feitiço, e exerce controle total sobre a presa, ele aprende que essas maldições não devem ser praticadas; mas aprende as maldições e aprende a maldição cruciatos, quando ele lança esse feitiço a vítima se contorce de dor intensa; ele aprende uma maldição chamada aveda kedavra, que mata a sua própria vítima; então veja, isso prá mim é feitiçaria da pesada. No capítulo 34 desse mesmo livro, Maciel, você encontra Harry Potter amarrado a uma lápide em um cemitério e ali tem uma cena muito comum ao candomblé, você veja, é tirado sangue do menino, o osso do pai do Lord Voldemort, que é o defunto, e o servo do Lord Voldemort (Rabicho) amputa a sua mão direita, joga isso tudo dentro do caldeirão, faz-se uma poção e dessa poção ressurge o corpo do Lord Voldemort. Isso tá no livro, isso é magia, eu conheço ex-pais-de-santo que praticam isso em alguns cemitérios recifenses.

O Âncora Maciel: Gabriela, por que o primeiro livro e no filme, se mostra o menino frágil, um garoto aprendendo ainda as coisas, e nesse último livro aí que você falou e o professor, o doutor também, ele já é um garoto mais esperto, ele já entende mais, faz magias mais fortes, você acredita que nós vamos ver no cinema também o garoto mais forte, com maiores poderes?

Gabriela Kopinits: Ah sim, porque esse menino é um personagem que desafia, o personagem é adolescente até então, porque, como o doutor Samuel frisou bem, ele se utiliza de magia pesada, mas felizmente prá quem estuda de fato a bruxaria sabe que isso aí é... é uma fantasia, uma ficção, não são coisas que realmente se utiliza, mas as maldições existem, a gente chama de maldição, até você, o pensamento ruim que você diz para o outro - "eu quero que você se dane" - isso já é uma maldição, quer dizer, maldição é você maldizer algo, é desejar algo ruim para a pessoa, então isso aí já seria um feitiço negativo.

O Âncora Maciel: Olha, eu tenho um depoimento aqui, queria que o doutor ouvisse, e você também Gabriela, de uma terapeuta, né? Da Lúcia Rosenberg, que diz o seguinte: "as crianças precisam de lobo mau, de bruxa da floresta e outras coisas". Para ela, "imaginar que leitores vão aderir à magia negra é como temer que as crianças pulem da janela depois de ler ou assistir um filme do superman". Como é que você, como é que o senhor vê isso, doutor Samuel?

Samuel Costa: Ela desconhece alguns exemplos que estão surgindo, por exemplo, a Istoé de fevereiro, eu tenho a reportagem que traz a história de dois meninos que começaram a se comunicar com espelhos e agora tentaram até entrar em espelhos, então veja, um exemplo seguido por Harry Potter, então ela dizer que a pessoa não vai seguir esse exemplo e dar o exemplo de superman, né? Que a pessoa não vai pular da janela. Ela está sendo muito generosa. Eu acredito que você não precise experimentar o mal para saber que o mal é ruim, certo? Você não precisa fumar maconha pra saber que a maconha faz mal, não precisa fumar cigarro pra saber se o cigarro faz mal.

O Âncora Maciel: Olha, o senhor acha que o garoto frágil que aparece no primeiro filme ou nos primeiros livros é uma forma de mascarar intencionalmente, para depois se jogar no cálice de fogo e o senhor teme que isto venha para o cinema também, de uma forma mais forte, doutor Samuel?

Samuel Costa: Maciel, essa é minha preocupação, porque nós não conhecemos ainda os três últimos livros a serem lançados, então veja bem Maciel, nós não sabemos o final da história, sabemos que o nível de bruxaria cresceu assustadoramente com os volumes lançados, então nossa preocupação, Maciel, é com o que virá, como vai terminar essa história.

O Âncora Maciel: E você Gabriela? Você acha que o garoto é mascarado intencionalmente nos primeiros livros?

Gabriela Kopinits: Não, eu acho, Maciel, que na verdade isto é uma brincadeira, a autora brincou quando criou Harry Potter, um menino que seria aparentemente comum, o coitadinho, o magrinho, o rejeitado da casa, e contrapôs a isso o poder da magia, né? Então o personagem tem a tendência de crescer, vai se tornando mais forte. Esse complexo de inferioridade dele tende a ser diminuído nos próximos volumes, mas o que tem que se deixar bem claro para as crianças que lêem isso aí, porque é uma obra de ficção, é que não existe esse personagem. Claro, como o doutor Samuel frisou e como a própria terapeuta quis dizer, você não pode generalizar, há crianças que têm conceito de que isto é uma ficção, uma brincadeira e que não iriam pular da janela imitando, por exemplo, o superhomem, mas, há outras que ficam tentadas, inclusive você vê crimes horrendos que são copiados de filmes, essas más idéias, às vezes, encontram cabecinhas mais despreparadas. Mas o meu receio é que as pessoas com medo dessa bruxaria, dessa coisa toda, corram às livrarias impedindo que o livro seja vendido, não é por aí, eu acho que tem que se explicar a quem for ler que isso aí é uma obra de ficção apenas, e que vale como tal, como obra de ficção.

O Âncora Maciel: Gabriela, vocês que estudam magia, receberam essa idéia do filme, né? O livro já existia e os filmes, essa... mídia toda em cima de Harry Potter, da magia, da bruxaria, como é que vocês receberam isso?

Gabriela Kopinits: Bom, a gente sempre recebe com um bocado de cautela, né? Porque, como sempre, a tendência é de que o tema seja ridicularizado e não estudado como deve ser feito, não é? Porque se você for estudar as raízes de toda a magia, verá que os povos antigos usavam a magia. Os próprios judeus que têm a parte da cabala, utilizavam a magia. Então você tem que desmistificar o que é magia e estudar a magia em si, não é para você ir reverenciando caveiras em cemitérios à meia-noite, isso aí é um... eu acredito que isso seja mais coisa folclórica, bom, eu não sei, não entro nessa questão, mas sendo que prá nós, quando nós vimos sobretudo essa celeuma de Harry Potter, a primeira idéia foi refutar já a idéia, já nem nos preocuparmos com isso, mas quando o livro foi lido, quando vimos o filme, aí o pessoal achou muito divertido e prá nós é isso aí, uma comédia, porque as bruxas acreditarem nisso, são brincadeira mesmo.

O Âncora Maciel: Na sua opinião, doutor Samuel, é fantasia ou satanismo, o quê significa mesmo?

Samuel Costa: Veja bem, não chega ainda a um satanismo da pesada, porque nós não chegamos nos últimos livros, mas, alguns lances do livro podem ser comparados com algumas ações de satanismo, certo, como essa que eu citei no cemitério, agora veja, Maciel, nossa intenção também não é proibir o livro, não é proibir o filme, nossa intenção é alertar a nossa juventude de que Harry Potter é um exemplo perverso, que não deve ser construído um caráter, uma moral, uma personalidade em cima desse rapaz, desse adolescente. Em segundo lugar, nós não queremos em hipótese alguma repetir a Inquisição, ou queimar bruxas nas fogueiras, não é? Até porque nós sofremos muito mais do que eles, porque os imperadores Nero e Trajano mataram muito mais cristãos, foram mais de 2 milhões de cristãos nas arenas, no coliseu, então nós sabemos o que é ser morto por um ponto de vista, então o que nós queremos é apenas contrapor, colocando nosso ponto de vista de que este exemplo, este modelo "Harry Potter", é um exemplo sem Cristo. Você vê isso já na série de livros, Maciel, em todos os quatro livros acontecem o natal, o natal com presentes, com árvores de natal, mas com a ausência do aniversariante. O aniversariante Jesus Cristo está ausente, nós queremos introduzir Jesus Cristo na vida desse menino Harry Potter como sendo a esperança para ele e não essa esperança de um natal sem Cristo, sem paz, um natal onde ele vai continuar sendo o que ele é, um menino sábio, mas perverso.

O Âncora Maciel: Eu queria ouvir Gabriela novamente, vou ainda ouvir o senhor ainda doutor Samuel. Gabriela, qual o papel dos pais nesse momento, o filho quer ir ver Harry Potter no cinema e vale essa orientação de serviço aí, de que é uma ficção, que não tem que seguir aquilo, que não tem que fazer, o que é que os pais fazem naquele momento?

Gabriela Kopinits: Eu acredito que os pais devem sim, não é proibir, de forma alguma, porque o conhecimento está ao alcance de todos, se a criança quer conhecer esse universo de Harry Potter, vai conhecer de um jeito ou de outro, então acredito que o pai deve levar os filhos e conversar com eles que é apenas uma obra de ficção, é uma comédia, digamos assim, deliciosa, que vale a pena ver. Quanto ao personagem ser perverso, eu acredito que não há personagem mais anti-heróico do que o de Macunaíma, né? Por exemplo, ele costumava enganar a todos e no entanto era super-reverenciado, mas acredito que deva valer a pena essa orientação de que é apenas uma obra de ficção e um momento de diversão, apenas isso.

O Âncora Maciel: Ok, Gabriela, muito obrigado pela sua participação aqui na CBN.

Gabriela Kopinits: Ok, obrigada a você Maciel, obrigada à equipe da CBN, doutor Samuel, um abraço para todos e um bom ano.

O Âncora Maciel: Ok, doutor Samuel, na sua parte a orientação que o senhor passa aos pais é de realmente não levar o filho ao cinema?

Samuel Costa: Em hipótese alguma, Maciel. Eu acho que o filme deve ser visto com critério, com censura.

O Âncora Maciel: O senhor viu o filme?

Samuel Costa: Eu ainda não tive a oportunidade, Maciel, de vê-lo, mas. terei o maior prazer em assisti-lo com os meus filhos, com censura, nós vamos ver. O que eu quero passar para os pais, Maciel, é o seguinte: é muito bom, muito fácil você ver o erro no bandido, na parte ruim do filme. Difícil, crítico, é você ver o erro no herói, então, aí é que eu quero incentivar a você pai, que veja o erro no herói, que deixe de lado o perverso, o mau, o bandido da série, que nós já vimos, já sabemos o que ele faz, e observe agora o heroizinho, o inocentezinho, as coisas erradas que ele faz. Muito obrigado Maciel.

O Âncora Maciel: Ok, doutor Samuel, quem agradece é a CBN, por sua participação, participação importante também da Gabriela Kopinits. E a CBN ouviu, não é? Os dois lados, a Gabriela Kopinits, jornalista, ela que é estudante de magia e ouvimos também o professor Samuel que é autor do livro "Harry Potter - Enfeitiçando uma Cultura", falando um pouco dessas críticas, não é? Dos católicos e dos protestantes enfim acusando Harry Potter de iniciar crianças a ir na magia negra. O filme, repito, é sucesso de bilheteria, os livros também sucessos de vendas, em todo o Brasil e no mundo inteiro e a CBN destacou então o caso Harry Potter. Dez horas cinqüenta e seis minutos na CBN.

Fonte: Chamada.com.br

Mais Petra

Complementando o post que o Gonzaga nos trouxe ontem sobre o Petra, aqui vai o clip de uma música deles que acho não poderia ser esquecida: o da música Lord, I lift your name on high cuja versão em português, de Armando Filho, chama-se Eu te exalto.
 
 

terça-feira, 14 de julho de 2009

Petra, Os dinossauros do Rock


Continuando nossa homenagem ao dia do Rock, o Som do Mural traz até vocês a maior banda de rock cristão do mundo PETRA.

Petra surgiu em 1972 pelas mãos dos guitarristas e compositores Bob Hartman e Greg Hough.

"Petra" significa "rocha" em grego, e é uma alusão tanto ao estilo musical da banda (rock é o termo em inglês para rocha) como também à crença cristã na Bíblia, pois os cristãos referem-se a Jesus Cristo como A Rocha, ou como diz a Bíblia, "a pedra angular rejeitada pelos construtores" [1 Pe 2:6].

Petra foi a banda de rock de maior sucesso no meio cristão, tendo ganhado muitos prêmios e vendido milhões de discos. Seu pioneirismo no estilo é aclamado por fãs até hoje e lhes deu o titulo de dinossauros do Rock cristão. Muitas bandas que vieram depois se inspiraram no Petra. Os primeiros anos da banda no entando foram de grande polêmica no meio cristão protestante dos EUA, pois o Rock era mal visto pelos cristãos conservadores norte-americanos na época. O Petra só ganhou o sucesso e a aceitação depois de quase 8 anos no anonimato. Desde então a banda esteve constantemente na ativa até o fim de 2005, quando Bob Hartman decidiu encerrar as atividades.

O início

A banda foi fundada pelos guitarristas e compositores Bob Hartman e Greg Hough em 1972, enquanto estudavam no Christian Training Center em Fort Wayne, Indiana, EUA. Lá eles encontraram o baixista John DeGroff e começaram a tocar juntos. O baterista Bill Glover entrou depois na banda. A banda fazia parte do Jesus Movement, um movimento cristão de contrapartida ao movimento Hippie. Apesar da banda não ter emplacado nenhum grande sucesso durante essa época, construiu uma base sólida de fãs. O álbum de estréia que leva o nome da banda foi lançado em 1974.

No início, Hartman e Hough dividiam os vocais. Mas no próximo álbum, Come and Join Us, o então baterista auxiliar de palco Greg X. Volz foi convidado a fazer os vocais principais da banda. Volz aceitou e a banda continuou seu caminho. Um pouco depois do lançamento desse álbum, Hough, DeGroff, e Glover deixaram a banda, e Hartman ficou sozinho com Volz, que foi um período de instabilidade. Acabou resultando no lançamento do terceiro álbum em 1979, Washes Whiter Than, enquanto Volz assumia completamente os vocais.

Os anos 80 e o sucesso

Com o início da década de 80, Bob Hartman recrutou o baixista Mark Kelly e o tecladista John Slick. Com a banda renovada e sem nada a perder, o Petra grava o álbum Never Say Die, com um som mais pesado, no estilo Hard rock. A fórmula deu certo, e o Petra emplacou nas paradas de sucesso da música gospel, com músicas sendo tocadas extensivamente nas rádios. Este álbum foi crucial para a carreira da banda, que iria terminar se o trabalho não desse certo.

O baterista Louie Weaver se juntou à banda um pouco depois do lançamento do Never Say Die. Os próximos dois álbuns seguiram o estilo Hard rock: More Power To Ya em 1982 e Not of This World em 1983. John Slick deixou a banda nessa época, sendo substituído por John Lawry. Com a entrada de Lawry a banda gravou um álbum totalmente diferente do estilo que vinha tocando: Beat The System, lançado em 1984. Lawry utilizou pesadamente sintetizadores e baterias eletrônicas, fazendo o som da banda mudar para um Techno rock dos anos 80.

Com o sucesso que vinha fazendo, o Petra gravou em 1985 um álbum ao vivo, o Captured In Time And Space, marcando o som dos últimos cinco anos da banda, que viria a mudar com a saída do vocalista Greg Volz. Volz procurava seguir carreira solo e por isso abandonou a banda. John Schlitt, ex-vocalista da banda secular Head East foi convidado para a banda. Com essa formação o Petra gravou Back To The Street em 1986 e This Means War em 1987. Estes álbuns possuem um estilo um pouco diferente do anterior. Os teclados estão mais presentes, lembrando o som de bandas de Glam metal, como Van Halen. A voz de John Schlitt também é um grande diferencial nesta fase da banda. O baixista Mark Kelly abandonou a banda após This Means War, e para o próximo álbum foi chamado Ronny Cates para substituí-lo. O álbum On Fire foi um sucesso, levando a banda a ganhar seu primeiro Grammy, de melhor performance gospel.

Em 1989 a banda gravou um álbum de hinos protestantes conhecidos, chamado Petra Praise: The Rock Cries Out.

Os anos 90

Com a formação da banda estável, Petra gravou em 1990 o álbum Beyond Belief, considerado pela maior parte dos fãs o melhor da banda.

Este álbum é marcado por um som pesado e ritmado, tendo só duas baladas entre as dez faixas.

Em 1991 veio Unseen Power, com mais teclados. Em 1992 o álbum Petra Praise foi regravado com os vocais em espanhol e lançado como Petra En Alabanza.

O ano de 1993 viu o último álbum da formação mais aclamada do Petra, Wake-Up Call. Este álbum possui uma combinação de som pesado, músicas rápidas, baladas e uma ótima performance do vocalista John Schlitt. Estes três últimos trabalhos da banda (excluindo Petra en Alabanza) foram os maiores sucessos de sua carreira, todos sendo premiados com o Grammy de melhor álbum de gospel rock do ano.

Após a turnê de Wake-Up Call, John Lawry deixou a banda para se dedicar a projetos pessoais, e Bob Hartman abandonou a guitarra para se tornar o produtor e compositor da banda e ficar mais tempo com a família.

Entram então o tecladista Jim Cooper, que era técnico de John Lawry, e o guitarrista David Lichens. A banda grava e lança em 1995 o álbum No Doubt. Apesar do relativo sucesso do álbum, os dois novos membros iriam sair mais tarde devido a conflitos pessoais com John Schlitt, além do baixista Ronny Cates, devido a problemas familiares. Entra então na banda o baixista Lonnie Chapin, e a banda grava Petra Praise 2: We Need Jesus, lançado em 1997. Este trabalho foi muito bem recebido, apesar das crises na banda.

O guitarrista e tecladista Kevin Brandow e o guitarrista Pete Orta entram na banda, dando um som totalmente novo ao álbum God Fixation, em 1998. O estilo deste álbum tende ao Pop rock contemporâneo.

Últimos trabalhos, crises e fim da banda

Em 2000 o Petra lança Double Take, um álbum com os maiores sucessos da banda em versão acústica. Apesar do descontentamento dos fãs mais antigos com as novas versões dos clássicos, o álbum levou a banda a ganhar seu último Grammy, de melhor álbum de Gospel rock do ano. Kevin Brandow abandonou a banda antes da gravação desse álbum, sendo substituído por Trent Thomason. Mas todos estes jovens membros acabaram por deixar a banda após a turnê, e para piorar a gravadora rompeu com o Petra, colocando a banda quase que num fim forçado.

Foi então que Bob Hartman decidiu entrar novamente na banda, tentando reerguê-la. Com uma nova gravadora, o Petra lança em 2001 Revival, um outro álbum de hinos de louvor. Este álbum ganhou alguma atenção para a banda, que saiu para uma turnê com os novos membros Bryce Bell (teclados), Quinton Gibson (guitarra) e Greg Bailey (baixo). A turnê obteve um bom sucesso, e a banda parecia estar renascendo das cinzas, mas mais problemas ainda viriam. Quinton Gibson e Bryce Bell deixaram a banda, e um problema interno que gerou muita polêmica entre os fãs: o baterista Louie Weaver foi mandado embora, depois de 22 anos na banda.

A banda tentou dissipar os rumores e com o baterista Paul Simmons e Bob Hartman reassumindo as guitarras, gravou Jekyll and Hyde, o álbum mais pesado já gravado pelo grupo, lançado em 2003. O trabalho recebeu boas críticas, mas gerou pouco interesse na banda.

Então Bob Hartman, não suportando mais os recentes altos e baixos e a pouca atenção que o grupo tinha nos Estados Unidos, decide encerrar a banda no fim de 2005. Em 4 de outubro desse ano, a banda grava um show em Franklin, Tennessee, junto com os antigos integrantes John Lawry e Greg Volz, e lança como seu segundo e último álbum ao vivo: Petra Farewell (farewell significa "adeus" em inglês), que também foi lançado em DVD.

O vocalista John Schlitt continua seguindo seu trabalho solo após o fim da banda, e o ex-baterista Louie Weaver se juntou a outros veteranos do Rock cristão e formou a banda Viktor.







Site oficial: www.petraband.com
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