segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Michael Jackson e Akon : Hold My Hand

 Hold My Hand, foi uma parceria de Michael Jackson com Akon gravada em 2007. A canção é o primeiro single do álbum póstumo de MJ. Hold My Hand foi escolhida pelo própio Michael, que deixou uma nota declarando sua intenção que ela fosse a primeira música de trabalho do seu próximo álbum.

O clip de  Hold my hand, reune imagens com as melhores perfomaces de Michael Jackson, e cenas de fás vestidos como o cantor.  o clip ficou muito bom e é emocionante ver Micheal e sua energia, sem contar que a canção é belissima. Michael jackson é música para a minha alma!


Natalie Portman : O que Israel significa para mim


Israel é…

Aonde eu nasci. Onde eu chupei meu primeiro picolé e usei adequadamente o banheiro pela primeira vez. Onde muitos dos meus amigos de 18 anos gastam suas noites em bunkers dormindo vestidos com seus capacetes. Onde guardas de segurança é o único emprego com excedente. Onde desertos florescem e histórias de pioneiros são sentimentalizadas. Onde um espinhoso, e lindo cacto é o símbolo do idealismo Israelense. Onde imigrar para Israel é chamado de “ascender” e emigrar de Israel é chamado “decrescer”. Onde meus avôs não nasceram, mas aonde eles foram salvos.

Onde o ano passa com as temporadas das oliveiras, das amêndoas, das tâmaras. Onde os transgressivos pratos de porco ou caramão proclamam um desafio para um cardápio de Jerusalém. Onde, apesar de substanciosa exceção, secularismo é uma regra. Onde o vinho é religiosamente doce. Onde “casas árabes” é um termo imobiliário com nenhum senso de ironia. Onde existe um material infinito de humor negro. Onde existem incontáveis palavras para “incomodar”, mas nenhum ainda para “agradar”. Onde o riso é a moeda; piadas a religião. Onde partidos políticos se multiplicam mais rápido que a população. Onde se tornar religioso é descrito como “retornando para uma pergunta” e tornar-se secular “retornando para uma pergunta.”

Onde seis cidadãos ganharam o prêmio Nobel em 50 anos. Onde o primeiro que ganhou um ouro Olímpico foi em 2004 por navegação à vela (um Israelense também ganhou o bronze em judô). Onde existe neve duas horas ao norte e hamsin (vento do deserto) duas horas ao sul. Onde a Moisés nunca foi permitido caminhar, mas cujas ruas nós poluímos. Onde a língua na qual Abraão falou para Isaque antes dele ir para sacrificá-lo foi ressuscitada para incluir palavras para “suéter” e “schadenfreude” e “guerra química” e “coletiva de imprensa”. Onde cantam os almuadem e os sinos das igrejas soam e os shofares choram livremente no Muro. Onde os feirantes barganham. Onde os políticos barganham. Onde um dia haverá paz, mas nunca quietude.

Onde eu nasci; onde meu interior recusa abandonar.


Este texto é um excerto do livro de Alan Dershowitz: “What Israel Means to Me”
(O que Israel significa para mim), ainda sem tradução em português.

Depois da teologia da prosperidade, os ditados populares não são mais os mesmos...

Por André Sanchez

A teologia da prosperidade, além de revolucionar [para pior] o meio cristão, também veio para revolucionar o mundo dos ditados populares. Vejam os novos ditados baseados nessa teologia:

Diga-me quanto é a tua oferta e te direi quem és.

Quando a oferta é demais o apóstolo [não] desconfia.

Em terra em que não se estuda a Bíblia, quem tem uma revelação é rei.

Oferta pouca é bobagem.

É melhor um fiel ignorante na mão, do que dois voando [para uma igreja séria].

Quem oferta sempre alcança.

Contra ofertas não há argumentos.

De avião se vai longe.

Campanha da prosperidade não faz mal a ninguém.

Dinheiro é o que traz felicidade.

Quem semeia ofertas não colhe adversidades.

De grão em grão o apóstolo enche o jato.

Ofertar hoje, para receber a bênção amanhã.

Doutrina da minha igreja não se discute.

Saco de oferta vazio não pára em pé.

Não dê pérolas aos porcos, dê aos apóstolos.

Quem oferta o que quer, ouve o que não quer.

Não há nada como uma reunião da prosperidade após a outra. [o cofre fica cheio!]

Quem entra na igreja é para ofertar.

Não deixe para amanhã a oferta que você pode dar hoje. [vai que amanhã você não vem!]

Para quem quer a "bença", meia revelação basta.

Determinar não ofende.

Quem dá para a igreja oferta a Deus.

Quem oferta quer ganhar. [algo de volta de Deus]

O pior crente é aquele que não quer ofertar.

Se você conhece mais algum ditado da teologia da prosperidade escreva nos comentários!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

POWER BRAZIL : 60 Minutes

Uma reportagem do 60 minutes sobre o potencial do Brasil como uma das grandes potencias do século 21. A matéria desmistifica a imagem de um país de futebol e carnaval apenas, e mostra um Brasil que desponta como a 7ª economia do mundo.

A reportagem aborda como um torneiro mecânico se tornou o político mais influente do mundo, o crescimento concreto e solido, a descoberta do pré - sal, a pacificação das favelas do Rio de Janeiro, a economia mais verde do mundo com os bicombustíveis e a entrada no cenário mundial com a copa de 2014 e as olimpíadas de 2016, a matéria traz ainda alguns problemas que precisam ser resolvidos, mas com certeza tratou o Brasil da forma respeitável que este merece.

Vale à pena conferir.



Vi o vídeo no Thiago Mendanha que viu no Papo de Vagabundo.

Quanto vale a Alma do João?



Por Marco Alcantara

Já ouvi muitas vezes que uma alma vale mais que o mundo inteiro, também ouvi muitos “Jesus Te Ama” por ai, mas quanto será que vale a alma do João?

Antes que me responda que não tem preço e que Jesus o quer de qualquer maneira de acordo com o discurso evangelizador padrão, deixe que eu diga quem é o João.

João está preso hoje e só cumprirá alguns anos de reclusão por seus crimes. João sodomizou 17 crianças matou nove e o restante adquiriu o vírus do HIV (AIDS). João também era praticante de alguns atos canibais. Pense algumas crianças nunca se recuperarão dos seus traumas, assim como pais que almejavam um futuro para seus filhos estão agora inconsoláveis.

João é execrável para qualquer pessoa que tenha sangue quente nas veias. Hoje ele é estuprado, agredido e punido constantemente por todos os outros companheiros de presídio. Se isso é a justiça que lhe cabe não sei.

Uma vez João foi entrevistado e o repórter não conseguia esconder sua revolta e até mesmo o nojo perante João. Numa das respostas João disse que quando criança freqüentava uma pequena igreja onde não se via mulheres de roupas justas, homens na maioria de terno e vários outros costumes e tradições que se mantinham. Mas mesmo na igreja ele sentia o desejo por sexo com outros garotos de sua idade. Mas como tinha certeza e como era pregado maciçamente que o sexo era pecado e o não ao sexo era à base de toda santidade que um dia ele poderia sonhar ter ele ficou envergonhado de falar sobre com qualquer membro da igreja.

Ele tinha certeza que toda a sua libido sexual iria passar com o tempo, mas não passou, só cresceu e se deformou.

Ele sabia que se falasse abertamente sobre sexo na igreja logo seria repreendido com um sonoro “isso é pecado”, mas o porquê de ser pecado ele nunca iria saber. Seria igual a uma criança teimosa que somente ouve um não para os dedos que quer colocar na tomada, mas nunca sabe o porquê do não. Nunca saberia se realmente aquilo seria mal para ele ou se existiria um meio termo só sabia que existia um não e aquele não parecia mais um desafio para ser ultrapassado do que uma preocupação verdadeira com ele. O não era uma fronteira assim como o pecado sem por que. Uma fronteira que ele queria ultrapassar para simplesmente saber o que havia do outro lado.

As proibições inexplicáveis tomaram uma forma negativa em sua mente. Ele sabia que se conversasse com quem quer que fosse com certeza fariam com que ele se sentisse pior. Seria condenado a orar como se fosse um castigo dos seus pecados ou por pensar em pecar, seria agressivamente instigado a saber que Jesus o ama que vai limpa-lo, seria orientado a deixar o louvor de sua igreja e todos os cargos que ele cumpria com prazer de servir. Sabia que não seria entendido e se fosse ouvido todo entendimento seria distorcido por mentes puritanas que só faria com que pesasse mais o que lhe atormentava.
João só conhecia um lugar de crime e castigo ou de bondade e recompensa. Sabia que existia um céu para os bons e que os meninos maus iriam para o inferno. Sabia dos apontamentos, sabia de como seria olhado de forma diferente, sabia que a preocupação maior era de ter mais membros, de cantar melhor os hinos, de arrecadar mais dizimos e assim mostrar o crescimento de sua igreja para todo o seu bairro. Mas não sabia como nesse sistema ele cresceria também.

João foi além do desejo viu a fronteira e atravessou foi adiante e viu mais fronteiras atravessou uma por uma só pelo desejo de ver onde iria parar por que nunca soube por que parar.

E depois de toda sua entrevista e de todos os horrores confessos João pergunta:

_ Quanto vale minha alma?

Fonte: lion of zion

Lecrae - Não Desperdice sua Vida



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Deus nos livre de um Brasil evangélico



Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles, em avenidas, com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”.

Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação, mas hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. A mensagem subliminar da grande placa, para quem conhece a cultura do movimento, era de que os evangélicos sonham com o dia quando a cidade, o estado, o país se converterem em massa e a terra dos tupiniquins virar num país legitimamente evangélico.Quando afirmo que o sonho é que impere o movimento evangélico, não me refiro ao cristianismo, mas a esse subgrupo do cristianismo e do protestantismo conhecido como Movimento Evangélico. E a esse movimento não interessa que haja um veloz crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar “crente”, com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira).

Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse essa tal levedação radical do Brasil.

Imagino uma Genebra brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo moreno. Mas, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Não gosto de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Será que prevaleceriam as paupérrimas poesias do cancioneiro gospel? As rádios tocariam sem parar “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”?

Uma história minimamente parecida com a dos puritanos provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade?

Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse o alucinado Charles Darwin. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos e Derridá nunca teria uma tradução para o português.

Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, pesquisados como desajustados para ganharem o rótulo de loucos, pederastas, hereges.

Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. O futebol morreria. Todos seriam proibidos de ir ao estádio ou de ligar a televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada, de várzea aconteceria quando?

Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu; basta uma espiada no histórico de Suas Excelências nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para saber que isso aconteceria.

Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura do Norte. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa que a dos aiatolás iranianos.

Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro a perguntar: Como seria uma emissora liderada por eles? Adianto a resposta: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante.

Prefiro, sem pestanejar, textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado a qualquer livro da série “Deixados para Trás” ou do Max Lucado.

Toda a teocracia se tornará totalitária, toda a tentativa de homogeneizar a cultura, obscurantista e todo o esforço de higienizar os costumes, moralista.

O projeto cristão visa preparar para a vida. Cristo não pretendeu anular os costumes dos povos não-judeus. Daí ele dizer que a fé de um centurião adorador de ídolos era singular; e entre seus criteriosos pares ninguém tinha uma espiritualidade digna de elogio como aquele soldado que cuidou do escravo.

Levar a boa notícia não significa exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética. Evangelizar é anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade; Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador.

Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.

Ricardo Gondim

Fonte: Blog do autor

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Graça Comum, Dicotomia Gospel e as Músicas “do Mundo”



por Renato Vargens

Lembro que no início da minha caminhada cristã fui ensinado pelos meus discipuladores que toda música que não fosse evangélica vinha do diabo. Com isso tive que jogar fora todos os meus discos (na época não existiam CDs).

Com o passar do tempo e com a maturidade cristã, entendi a doutrina da graça comum. Em virtude desta compreensão, voltei a ouvir a boa música popular brasileira. Bom, antes que seja apedrejado pelos religiosos de plantão, é importante salientar que Deus estabeleceu como ordem a graça comum. E que esta é a fonte de toda cultura e virtude comuns que encontramos entre os homens. Em outras palavras, isto significa que Deus em sua infinita graça fez com que o sol nascesse sobre o justo e o injusto, e mandasse chuva sobre o bom e o mau. Entre as bênçãos mais comuns que devem ser atribuídas a esta fonte, podemos enumerar a saúde, a prosperidade material, a inteligência em geral, os talentos para a arte, música, oratória, literatura, arquitetura, comércio, invenções e etc.

Talvez por ignorância, parte dos evangélicos em nome de Deus dicotomizaram a existência, dualizando o mundo. Infelizmente, fundamentados numa pseudo-espiritualidade, um número imensurável de cristãos tem ao longo dos anos avaliado como profano e imoral tudo aquilo que não brota dos arraiais evangélicos. Para estes, quem ouve música do mundo ou vai ao teatro assistir uma peça, cede às tentações do diabo. Segundo esta perspectiva, a arte, a cultura e a música secular foram “divinamente satanizadas”. Como disse o pastor Marcio de Souza, é absolutamente impossível negar a ação de Deus entre os homens ao ouvir clássicos da música como “One” do U2, ou “Miss Sarajevo” onde Luciano Pavarotti leva qualquer um às lágrimas com sua participação especial.

Eu particularmente sou tocado com a musicalidade de Elis, com o ritmo da bossa nova, com a voz de Maria Rita, com a brasilidade de Gonzaguinha, Com as letras de Renato Russo, com a inteligência do Lenine, com o doce gingado do baião nordestino, com a voz de Frank Sinatra, com as sinfonias de Bethoven, Bach e Mozart, com a música de Roberto Carlos, com a arte do Police, U2, Dire Straits e tantos outros mais.

Meu amigo, não consigo ver deteminadas manifestações musicais ou culturais como satânicas ou malignas, antes pelo contrário, a multiforme manifestação cultural no ser humano aponta diretamente para um Deus generoso que é absolutamente apaixonado pela arte, música e cultura.

Louvado seja o Senhor pela graça comum!

Fonte: Renato Vargens

Paul Washer - Você é Amado

Você é Amado, e você não pode fazer nada para aumentar ou diminuir esse amor.
Se você está em Cristo, você é amado por Deus.




Fonte: Voltemos ao Evangelho

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um Hino para Deus-pai



A HYMN TO GOD THE FATHER
John Donne

Tu perdoarás aquele pecado onde comecei,
O qual é meu pecado, embora já tenha sido cometido antes?
Tu perdoarás aqueles pecados que tornei a cometer
E ainda cometo, embora eu ainda os lamente?
Quando tiveres feito, tu não o terás concluído,
Pois eu tenho mais.

Tu perdoarás aquele pecado pelo qual induzi
Outros a pecar? E fiz de meu pecado a porta deles?
Tu perdoarás aquele pecado do qual me esquivei
Por um ano ou dois, mas acabei por nele chafurda?
Quando tiveres feito, tu não o terás concluído,
Pois eu tenho mais.

Eu peco por temer que, quando tive extraído
Minha ultima gota de vida, eu venha a aparecer na praia;
Jura por ti mesmo que em minha morte teu filho
Brilhará como brilha agora e brilhou putrora;
E, tendo-o feito, tu o terás concluído,
Não temo mais.


Cartas para Sheldon Vanauken

A Sociedade C. S. Lewis presenteia os leitores brasileiro disponibilizando inteiramente de graça “As Cartas para Sheldon Vanauken” para download.

Sheldon Vanauken se converteu ao cristianismo através do trabalho de C. S. Lewis. Não se sabe ao certo quando Vanauken e Lewis se tornaram amigos, mas nesta obra (As Cartas para Sheldon Vanauken) estão disponíveis 03 cartas de Lewis para Vanauken, datadas: 17 de Dezembro de 1950, 23 dezembro de 1950 e 17 de Abril de 1951.

A tradução destas cartas apresenta aos leitores mais um lado de Lewis que, às vezes, não conseguimos ver pelos seus livros. Em suas cartas vemos um homem sábio, verdadeiro – e além de tudo – humano.

A Sociedade C. S. Lewis, faz de tudo para que os brasileiros tenham acesso aos materiais – não apenas os de C. S. Lewis, mas também os relacionados a ele.

Acesse A Sociedade C. S. Lewis e baixe o livro gratis , leia e divulgue


Eu sou Deus.


Fonte: roccoBLOG

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Hora do Planeta 2011


Hora do Planeta
Sábado, 26 de Março- 20h30

Uma pessoa tem o poder mudar Você pode promover essa mudança



Você é um entre bilhões de pessoas
Você tem o poder de fazer acontecer
Em apenas 3 anos, o que começou como
um simples ato em um pais
se transformou em uma ação global
graças a você
unindo 128 países
em 4616 cidades
Alcansando 1,3 bilhões de pessoas
Milhões de vozes se unindo em uma só
A maior ação voluntaria ja vista
E isso é apenas o começo
Se você pode fazer isso, imagine o que mais conseguiremos fazer!
Hora do planeta
2011
Sábado, 26 de Março- 20h30


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Eddie Vedder: Na natureza selvagem



"Na Natureza Selvagem" é um filme excepcional, a historia real do jovem Chris McCandless em sua busca por liberdade é apresentada de uma maneira maravilhosa por Sean Penn,, autor, fotografia, elenco e uma trilha sonora esplêndida fazem deste filme uma obra singular.

A trilha sonora é tão bem elaborada que não consigo conceber o filme sem esta. Eddier Vedder compôs e interpretou as 11 melodias incriveis, que se encaixam com uma perfeição impar com a historia de Chris MacCandless, suas sensações, sentimentos e conflitos ao longo de sua jornada.

O diretor Sean Penn, queria que o filme tivesse uma identidade musical única e para isso procurou o seu amigo Eddie Vedder, que logo aceitou participar do projeto. O resultado foi um álbum magnífico, com canções rústicas e em sua maioria, ao som da batida seca do violão de Vedder e de sua voz singular.

A impressão que se tem é que Vedder mergulhou na cabeça de MacCdless enquanto este empreendia a sua jornada rumo ao Alasca, transformando cada pensamento deste, em uma canção maravilhosa.

Destacar uma canção é difícil, vista que a trilha toda é apaixonante, deste da linda Guaranteed que revela a identidade de McCdless a belíssima Society,que faz uma reflexão profunda da forma de vida consumista em que vivemos, o clímax da jornada de McCdless é representado na explendida The Wolf, isso sem mencionarmos as belíssimas Long Nights, Hard Sun e Rise.

Na natureza Selvagem é aquela trilha que deve ser apreciada da primeira até a ultima faixa. Eddier Vedder é incrível e compôs uma trilha sonora que faz jus a historia de MCcladenss. Com certeza Na natureza selvagem (into the wild) é musica para a minha alma



















Na natureza selvagem: Emocionante e perturbador!


Cinema e reticências, porque eu adoro cinema! O objetivo desta seção é compartilhar filmes que me marcaram de alguma forma, neste espaço farei alguns comentários do que vi e ando vendo. Um espaço para dividir filmes de minha preferência com vocês e suas reticências.


E para começar nada melhor que o grande Na natureza selvagem.

Assisti "Na natureza selvagem" já há algum tempo, e queria muito compartilhar minhas impressões do filme com vocês, mas confesso que ainda não digeri tudo que vi na obra, a historia de Chris McCandless levada as telas pelo genial Sean Pean é uma odisséia rumo ao interior de cada um de nos. Na Natureza Selvagem (Into the Wild) é inspirado no livro homônimo, escrito por Jon Krakauer, que conta a historia real do jovem Chris McCandless que aos 22 anos largou sua estável vida de bom aluno de classe média-alta para partir em busca de liberdade e aventura. Deixando para trás também a sua própria identidade e rebatizando-se de Alexander Supertramp.

Com um destino em sua mente, o longínquo e desabitado Alasca, ele foi cruzando o continente e as vidas de muitas pessoas que lhe davam carona, casa ou um emprego temporário. O filme e recheado de lições e nos faz refletir sobre desapego, sociedade, amor, paz, e espiritualidade.

Sean Penn, nos mostra um Chris McCandless sensível que vive uma relação conturbada com os pais, que acredita viverem de forma hipócrita, e superficial, parte então em uma busca para preencher o vazio criado por esta relação. McCandless busca na natureza que tanto ama um significado para a sua existência. Por uma triste ironia do destino MacClandess acaba encontrado o seu fim no lado impiedoso da natureza.

Em sua jornada se depara com os mais variados tipos de pessoas, que o questionam sobre o modo como ele encara o mundo.

O filme foi rodado em sua maioria nas locações reais da jornada do protagonista, incluído o ônibus que o abrigou no fim de seu destino. Drasticamente McClandess parece encontrar o sentido real da vida no fim de sua jornada, ao concluir, “ A felicidade só é real, quando compartilhada”, reassumir assim sua identidade.

Com uma fotografia esplendida e uma trilha sonora que parece ter sido tirada da cabeça de McClandess, pelo gênio de Eddie Vedder o filme é sem duvida uma das obras mais belas da historia do cinema.

Faltam adjetivos para elogiar na Natureza Selvagem, direção,roteiro, fotografia, trilha sonora e atuações, são de uma qualidade indescritível. Falar das reflexões que este traz para nós é mais difícil ainda,como falei no inicio, ainda estou digerindo todas elas.

Na natureza selvagem é uma experiência emocionante e pertubadora é deve ser visto ao menos uma vez na vida.



Related Posts with Thumbnails