quinta-feira, 31 de março de 2011

Cristianismo clichê


por Gerson Borges

Deus tem uma obra na sua vida. O inimigo está furioso. A vitória é nossa. Há poder em suas palavras. Quem não vem pelo amor vem pela dor. Vamos entrar na presença de Deus. Deus é pai, não é padrasto. Clichês. Frases (preguiçosamente) feitas (repetidas).

Longe de mim as pretensões enciclopédicas, mas devo lembrar - ou informar - que o termo de origem francesa no seu berço semântico nomeava um interessante objeto, uma matriz tipográfica que se repetia indefinidamente. Funcionalidade. Praticidade. Repetição útil. O objeto-técnica aos poucos tornou-se metáfora de repetição burra, inconseqüente e desnecessária, que não acrescenta nada, verdadeira inutilidade idiomática, completo vício lingüístico.

Aliás, é exatamente isso: vício. Mecanismo que domina o usuário. Uma droga, o clichê. Autores de fato inteligentes trazem consigo profunda ojeriza dos tais lugares-comuns. "Era uma vez..." como abertura e "... foram felizes para sempre" de fechadura ficam bem em Andersen, mas duvido que Ruth Rocha faça dessa fórmula uma liturgia sine qua non para seus belíssimos contos infantis! Aquele famoso " obrigado, geeeeeeente!" do fim dos shows, seguido de "Por que parou, parou por quê?" são claramente elementos de um ritual simbólico dessa mágica interlocução artista/público. Clichê carece de intencionalidade, de voluntarismo e é inconsciente; não é uma palavra ou frase que usamos, mas que nos usa.

Pior que os clichês da literatura, da música (muito boa a saída de Marisa Monte ao subverter a norma culta e dizer "Beija eu, beija eu "em vez dos cansativos "Eu te amo", que não passam de muletas), da política (" É preciso debater o tema com a sociedade" , "Pesquisa não ganha eleição" ), da educação (" conhecer a realidade do aluno" ), do cinema americano ("vamos pedir comida chinesa, amor?", tiras que, às vésperas da aposentadoria, tecem uma missão impossível ou que passam horas vigiando suspeito empanturrando-se de café e donuts) são os da religião. Em especial do cristianismo evangélico tupiniquim.

Semanalmente essa praga lingüística irrompe nos púlpitos e se alastra pelos bancos. "Somos cabeça e não cauda", "Somos filhos do Rei", coisas desse natureza distraída ou adoecida de sentido. Alerta: não confunda citação bíblica com clichê. Seria o mesmo que criticar um autor por evocar Shakespeare ou Camões e tachá-lo de preguiçoso. É o uso desrespeitoso e apressado que se faz das Escrituras o problema. Quem ainda suporta aqueles micro-sermões entre os cânticos do "período de louvor" ? Quem acredita na necessidade, sentido e relevância de frases como "Deus quer tratar com sua vida hoje à noite. Você não sairá daqui do modo entrou (...)"? Isso para não nas letras esdrúxulas, algo constrangedor que nos vemos obrigados a cantar nos cultos por aí. Quando não é o caso de um lugar-comum, trata-se de um lugar-absurdo, como esse caso: "olhei pro céu/e vi que sempre foi azul/ Como é bom dizer/Jesus I love you". Preciso comentar?

A oração é um outro exemplo: observe o conteúdo das nossas orações. Será que conseguimos orar três minutos sem usar as muletas tais como "Amantíssimo Deus", "Mais uma vez entramos em sua presença", "entra com providência" , "vai tocando (SIC) cada coração" , "perdoa nossos pecados de omissão e comissão" e coisa do mesmo tipo e tristeza. Orações para fora - para os outros, e deveria ser para cima - para Deus.

Preguiça. Vã repetição. Reza gospel. Martin Luther King Jr me sacode de alento ao sugerir que "É melhor oração sem palavras do que palavras sem oração". Ana, orando-chorando, no templo. Ainda bem que Deus, o Senhor, o Pai nos aceita e entende em Jesus, O Verbo, o Filho e nos concede o auxílio do Espírito, que ora em nós de modo "inexprimível" (supra lingüístico).

A oração simples nos socorre: "ore como puder, não como quiser". As orações-relâmpago de Neemias, a fórmula do cego: "Jesus, Filho de David, tem misericórdia de mim, pecador", a completude e a adequação do Pai-nosso. Há o que dizer, há o que calar diante do Senhor. Quem deseja uma outra gramática deveria mergulhar na amplitude-tessitura-abrangência emocional e existencial dos Salmos, nossa "escola de oração" (Peterson), "anatomia da alma" (Calvino) .

Como seria aceitar a orientação de um às das palavras, como Fernando Sabino, que dizia "escrever é cortar"? Como seria levar a linguagem litúrgica, homilética e devocional (louvor, pregação e espiritualidade) tão a sério que as repetições de palavras e idéias fossem usadas com toda a parcimônia e lucidez do recurso formal da poesia, nunca "tipo assim, quer dizer, coisal e tal"?

Vejam os Clássicos: a lucidez dos argumentos de Paulo, a deslumbrante inventividade de Guimarães Rosa, a erudição nunca cansativa e ensimesmada em abstrações de C. S. Lewis, a exuberância dos argumentos brilhantes de Calvino, o cativante respeito e reverência de Eugene Peterson às palavras?

Aliás, Peterson me inspirou a escrever esse texto-provocação. Lendo seu maravilhoso livro autobiográfico The pastor, a memoir (no Kindle - acabou de sair nos EUA ) cativou-me o relato de sua juventude como estudante de teologia. Como eu, Eugene Peterson cresceu num ethos pentecostal devoto e íntegro, mas no qual a fraqueza dos argumentos era compensada pelo volume da voz do pregador. Ao estagiar numa igreja presbiteriana em Nova Iorque, sua vida foi para sempre influenciada pelo ministério de George Arthur Buttrick, "um poeta no púlpit : durante um ano ouvindo-o pregar dominicalmente, eu nunca vi um só clichê passar por seus lábios". Ah, que maravilha o dia em que a ortodoxia dá as mãos à poesia! Quer dizer, tipo assim, né?

Fonte: cristianismo criativo

José, o pai por excelência!


A maioria dos cristãos esqueceu-se de um grande personagem da bíblia: José, pai adotivo de Jesus de Nazaré.

Qual a importância dele?

i- Jesus só pode cumprir a profecia de que seria filho de Davi, por ter sido adotado por José. (Mt 1.16; Lc 3.23)

E essa era a principal profecia que Jesus teria de cumprir, uma vez que no céu ele é apresentado como "a Raiz de Davi". (Ap 5.5)

Fica a pergunta: Maria foi escolhida porque era a melhor para tanto, ou porque estava prometida para o homem certo; ou ambos?

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ii- Ele era um homem misericordioso, resolveu sair de cena de modo a não prejudicar Maria (Mt 1.19), porque, doutra forma, teria de dizer que não era o pai da criança.

Mesmo não entendendo o que estava acontecendo, ele não pôs em risco a vida do Filho de Deus. Conhecia a lei, porém, preferiu seguir o espírito da lei, que é amar ao próximo como a si mesmo.


iii- Ele era plenamente obediente ao Senhor. Ele não questionou quando recebeu a ordem do anjo, obedeceu plenamente (Mt 1.24).

Não há dúvida: esse homem foi escolhido a dedo.

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iv- Além de ser profundamente respeitoso, ele compreendeu que estava diante do sagrado, e que aquela mulher era a mais especial das mulheres, ela carregava o ventre da mulher da criação, que recebera a promessa do filho que libertaria a humanidade (Mt 1.25; Gn 3.15).

O temor desse homem a Deus está estampado em cada reação e decisão sua. Deus, qual oleiro, forjou o caráter e a índole desse ser humano.

*

v- Deus, através do anjo Gabriel, falou com Maria uma vez, depois, falou apenas com José: avisou-lhe para fugir para o Egito, outra profecia que deveria ser cumprida (Mt 2.13,15); e, também, quando era para voltar (Mt 2.20).

E foi por seu senso de responsabilidade que uma das profecias foi cumprida (Mt 2.23), porque ele temeu voltar para o lugar de onde tinha vindo, porque Arquelau reinava no lugar do Pai e era muito pior do que aquele. Imagino-o orando ao Pai sobre isso, e a resposta de Deus o levou para a Galiléia, mais propriamente para Nazaré (Mt 2.22,23).


vi- Ele adotou, de fato, o menino como o seu primogênito, porque, naquela época, o pai passava sua arte, no caso de José, a carpintaria, ao filho primogênito (Mc 6.3)

E Jesus, além de ser conhecido como carpinteiro, ofício que herdou de seu pai, era também conhecido como filho de José, deixando claro que José salvou Maria do estigma e Jesus do preconceito (Mt 13.55)


vii- Na época de Jesus, o pai era quem cuidava da educação do filho primogênito, não só lhe passava o seu ofício como lhe introduzia no conhecimento das sagradas escrituras. O menino de 12 anos fazendo perguntas aos mestres no templo deve muito a José (Lc 2.46).

Ele sentia a mesma aflição e a mesma maravilha que Maria (Mt 2.48)


Jesus não apenas foi adotado por José, também o adotou, foi assim que ele se apresentou aos discípulos de João que o seguiram (Jo 1.44).

Certamente, ao ser inquirido pelos que o abordaram acerca de seu nome, ele deve ter dito: Eu sou Jesus, filho de José, o que levou Filipe a apresentá-lo assim para Nataniel.

José foi o maior de todos os servos de Deus, porque a ele Deus confiou o seu próprio filho, e foi a ele que o filho de Deus chamou de pai.

Ariovaldo Ramos

Fonte: Blog do autor


sexta-feira, 25 de março de 2011

Big Blog Brasil; Maria Bethania

Que BBB que nada, quem vai levar R$ 1,3 milhão é a cantora Maria Bethania. E para que toda essa grana? Para ela gravar vídeos de um minuto, onde recitará poesias.

Agora me diz se este não é um emprego para baiano nenhum botar defeito?

Ah, e o primeiro vídeo já saiu, uma cortesia do pessoal do Javipior, via Kibe Loco. Com vocês o primeiro vídeo do polêmico blog/vlog da Maria Bethania!


quinta-feira, 17 de março de 2011

O Tsunami e o blá-blá-blá teológico de sempre



Não acredito que Deus tenha determinado algo tão horrível quanto o Tsuname que atingiu o Japão a poucos dias. Fico surpreso em saber que muitas pessoas defendem com intenso vigor tais posicionamentos. E pior, o fazem com uma insensibilidade funesta. Dizem defender a Soberania de Deus. Com isso, fazem parecê-lo um ser medíocre, que precisa ser defendido; um ser pequeno, mesquinho, tirano e, ainda por cima, carente de defesa.

Outros, do outro extremo desse cabo de guerra intelectual, conjecturam sobre um Deus que se surpreende com os acontecimentos da história, que não predetermina nem prevê, que se submete à incerteza quanto ao curso da vida.

Os dois lados parecem se esquecer do fato de que “o princípio” de todas as coisas está em Deus, e que o próprio tempo existe NELE. ELE, Deus, por sua vez, não existe, apenas É. Sendo que todas as coisas existem NELE e nada fora DELE pode existir.

Prefiro concordar com C.S. Lewis quando diz que Deus está fora do tempo e, assim sendo, passado, presente e futuro estão diante dele e acontecem simultaneamente. Difícil de compreender, mas possível de se crer pela fé.

Porém o homem, diante da tentação de compreender todas as coisas (o que se apresenta como uma tremenda arrogância, semeada pela serpente desde o paraíso), e ultrapassando os limites de uma reverência humilde, põem-se a elaborar teorias e mais teorias. Todas elas facilitando a sua própria aceitação dos acontecimentos da vida a partir de uma ideia plausível sobre Deus. Para muitos, é difícil aceitar sem racionalizar.

Ambas as linhas de pensamento, o determinismo teológico e o não determinista, trabalham com a ideia de linearidade do tempo. Na primeira, Deus, no passado, lá atrás, predeterminando todas as coisas, por isso mesmo, sabendo de todas as coisas. A segunda, Deus, lá atrás, abrindo mão de sua oniciência (e talvez, de outros atributos) a fim de vivenciar a história de forma compatível – em pé de igualdade – com a experiência humana.

Em uma, vemos Deus limitado ao tempo, precisando determinar antes a fim de não se surpreender (como o engenheiro que projeta o trajeto de um trem); na outra, preocupado em equiparar-se ao homem, restringindo seu poder a fim de se submeter ao poder de Cronos (o tempo como o provamos).

Agora, se Deus é como penso que é, superior até mesmo ao tempo, não há como ele caber na esfera temporal – ser contido por ela –, uma vez que o tempo, por ser menor que Deus, é que está contido em NELE. E pra quem pensa que em Jesus ocorreu uma exceção, digo que na verdade ocorreu uma fusão entre o que é eterno e o que é finito, ocasionando a síntese que resultou da salvação da humanidade.

De qualquer maneira, simplificando a questão, teologizar sobre catástrofes afirmando que Deus as quis, é sentenciar, julgar, e valer-se de uma condição a qual não nos foi outorgada. E tratar Deus, submetendo-o à linha do tempo, é limitá-lo.

No entanto, reconheço as limitações da mente humana – nossa incapacidade de interpretar os fatos em sua plenitude de significados –, por isso mesmo não quero recriminar quem quer que seja pelas suas interpretações e teorias abraçadas. Não obstante, lamento a falta de amor apresentada na defesa de seus pensamentos.

Uma coisa é certa, enquanto os japoneses choram pelas suas vítimas, pela dor da tragédia, nós teologizamos distantes, impassíveis, apáticos quanto ao seu sofrimento. Sinceramente, essas ideias não surgem na mente de quem está envolvido com as misérias dos que sofrem nem dos que se voluntariam em ajudar de alguma maneira. Deus tenha piedade de nós!



PASTOR ULTIMATE FIGHT : E isto ainda não é o fim!

E quando a gente acredita que já viu tudo, descobre que o fundo do poço esta longe. É, pessoas, é o "evagelicalismo" ladeira abaixo, e parece-me que o carro está sem freio!



Quando me amei de verdade!




Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

quarta-feira, 16 de março de 2011

Doze conselhos para se ter um infarto bem sucedido...


por Dr. Ernesto Artur - CARDIOLOGISTA

Quando publiquei estes conselhos de 'amigo-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias;

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos;

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde;

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem;

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.;

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes;

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro;

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro;

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo;

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão lhe deixar tinindo;

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E, por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

Vi no : Café com Leite Crente

sexta-feira, 4 de março de 2011

COISAS QUE FAZEM MAL QUANDO VOCÊ FAZ O BEM



As afirmações abaixo são verdadeiras.

Se você gosta de evitar fazer o mal, não leia.

Caso você deseje fazer o mal, leia.

Se você é bom, leia com atenção. Pode ser que você mude de idéia acerca de você mesmo.

Havendo dúvida, leia assim mesmo.

Havendo certeza, não perca seu tempo. Leia outra coisa.

Não havendo nada para fazer, faça o bem.

Se você não sabe o que é bom, olhe no espelho, abra a janela, beba água, ande, coma, beba, ame, e não se sinta culpado por gostar dessas banalidades. Faz bem!

Preparado? Não fique demais. Não há nada maravilhoso e nem tampouco novo sendo escrito aqui.


Leia então:


1. É mal fazer o bem para todo aquele que é mau. Ele o odiará pela maldade de seu bem.


2. É mal pensar o bem acerca de quem só concebe o mal. Ele usará você sem escrúpulos.


3. É mal desejar que o Bem aconteça a quem o inveje por você ser bom. Ele o julgará superior e o invejará com todo ódio.


4. É mal realizar o bem a quem tem complexo de inferioridade em relação a você. Ele crerá que você o está humilhando.


5. É mal não fazer nada de mal a quem só deseja o mal a você. Ele não agüentará a sua não-resposta às provocações.


6. É mal ajudar o covarde quando ele está em desvantagem. Ele pensará que você é cúmplice.


7. É mal fazer o bem aos que tudo vêem como impuro. Sua bondade será interpretada como frouxidão.


8. É mal fazer o bem aos que o adulam. Eles pensarão que sua bondade é pagamento e tentarão ampliar os negócios com sua alma.


9. É mal fazer o bem a quem não ama. Ele nunca acreditará em você.


10. É mal fazer o bem a quem cobiça. Ele desejará seu bem a serviço dos interesses dele.



Bem, já que é assim, dê uma surra de bondade no mundo!


Transgrida esses princípios sempre. Será para o seu Bem. Espero que você seja incorrigível.


Seja esse pecador. Peque esse pecado. Sofra desse mal. Você está condenado!


Graças a Deus!

Caio

Fonte: Caiofabio

Educação : Ontem e Hoje!

Horóscopo de crente (1)



Wilson Tonioli
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O Verticontes foi estudar um pouco a astrologélica e seus signos. Agora você pode consultar seu signo sem neuras, segundo a data da conversão. (Se quiser, mande-nos sua data de conversão mais data de batismo e fazemos uma leitura do seu signo e ascendentes.)
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Seguem os quatro primeiros e suas características.
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Leviatã – convertidos em 12 de março a 12 de abril
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O signo de Leviatã representa a DESTREZA e a MISSÃO e é regido pelo elemento Fogo, por isso um leviatano não se identifica com igrejas tradicionais. Possui muito entusiasmo e vibração, o que lhe faz roubar espaço de muito irmão. Não espera que ninguém lhe diga o que fazer. É proativo ao extremo. Ora pouco; age muito.
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Não gosta de ser vice de nada, nem de participar de escalas, tipo escalas de plantão na diaconia, escala no berçário, escala pra tocar no louvor… Porém, se lhe delegam um serviço, por menor que seja, para um leviatano é uma missão. Está sempre preparado para batalhas, espirituais e materiais.
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Cor: azul céu de batistério
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Ovelha – convertidos em 12 de abril a 12 de maio
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O signo de Ovelha representa o conceito da OBRA e da TRANSFORMAÇÃO, sendo regido pelo elemento Terra é prático e irritantemente coerente. Colhe exatamente o que plantou, isto é, não espera nenhuma bênção de graça, quer trabalhar para o favor. Detesta assembléias e falação.
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A obstinação às vezes é tamanha que continua incessantemente tomando posse daquilo que já é seu, o que pode tornar muitos ovelheanos avarentos descontroláveis. Porém, sabe dosar heroísmo e abnegação em todo seu lado bestial. Se dá bem com a grande maioria dos irmãos, mas quando não engole alguém, pode ser o maior santo da comunidade, ele faz questão de dar abraços vazios e sem culpa. É obreiro. Pau pra toda obra santa.
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Cor: branco hóstia
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Irmãos – convertidos em 12 de maio a 12 de junho
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O signo de Irmãos representa o conceito da COORPORATIVIDADE e da COMUNHÃO, sendo regido pelo elemento Ar, vive a maioria do tempo com os pés fora da terra; é através dele que temos a possibilidade de compreender como podemos unir os opostos na congregação: o formal e o informal; o fundamentalista e o progressista; e outros.
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Isso porque dentro de si mesmo existe dualidade. Utiliza-se tanto da intelectualidade quanto da intuição. É ótimo orador. Mas não é de muita oração, tipo aquelas de meditação.
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Também, por causa da influencia do elemento Ar, um irmaniano gosta de liberdade e não se sente bem em igrejas muito lotadas e que há uma insuspeitada atmosfera de manipulação de massa.
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Cor: marrom púlpito
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Lepra – convertidos em 12 de junho a 12 de julho
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O signo de Lepra representa o conceito da LEMBRANÇA e do SENTIMENTO, sendo regido pelo elemento Água o lepriano curti muito suas emoções e vive nadando em águas do passado. Consulta mais o passado do que a Bíblia.
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São muito cuidadosos com todos. Invariavelmente um lepriano é um bom conselheiro.
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As irmãs de lepra são bem intuitivas, mas não querem ser confundidas com espirituais ou carismáticas.
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Seu discurso é indireto e evasivo. Por isso, um pastor lepriano tem dificuldades com sermões: cita um texto, descarta, constrói, desconstrói; uma igreja normal não agüenta isso e muitas vezes um lepriano tem dificuldade em gerenciar autoridade.
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Cor: amarelo tecla de órgão
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terça-feira, 1 de março de 2011

Igreja Perseguida: Você pode ingnorar. Mas ela existe!

100 milhões de cristãos são perseguios só por andarem nos passos de Cristo. No entanto nós do ocidente, "a igreja livre" os esquecemos ou pior ingnoramos. É hora de mudarmos esta realidade, envolva-se, fale em nome daqueles que não tem voz, e ore pela noiva do oriente.


“Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.” - I Coríntios 13.1-3
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