sábado, 30 de julho de 2011

Filosofighters

Filosofighters é um jogo de luta estilo Street Fighter onde os personagens são filósofos famosos.
 
 
Filosofighters - rol de lutadores/personagens
 
 
À sua disposição estão os personagens (da esquerda para a direita na imagem acima): Platão, Santo Agostinho, Maquiavel, Descartes, Rousseau, Marx, Nietzsche e a dupla Simone/Sartre.
 
Não há instrução que eu necessite dar aqui porque o jogo está todos em português, uma vez é oferecido no site Superinteressante. Ao escolher um lutador, você conhecerá um pouco do mesmo e verá como aplicar os golpes dele, todos via teclado e baseados nos principais argumentos/ideias defendidos(as) pelo pensador escolhido. Um dos golpes de Nietzsche é baseado naquela velha lenga lenga dele afirmar que Deus está morto – pode soar ofensivo para alguns. Na imagem abaixo está uma tela do jogo, o duelo Descartes X Marx.
 
 
Filosofighters - jogo de luta onde você duela com alguns dos principais filósofos da humanidade
 
 
Filosofighters tem 3 níveis de dificuldade: aprendiz, mestre e PHD.
 
CLIQUE AQUI e acesse o game. Se você, todavia, não gostou desse jogo, veja outros oferecidos pela Superinteressante nessa página aqui.
 
Boa diversão!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Faleceu John Stott

Faleceu ontem à tarde, em Londres, o pastor anglicano John Stott em razão de complicações de saúde devidas à sua idade avançada. Saiba mais detalhes no Notícias Gospel Prime. Que descanse ele agora nos braços do Senhor.
 
 
 
 
Não conhece John Stott? Recomendo ler Quem é John Stott? em The Christian Post. Sabia que ele já foi descrito por um jornalista como o presumível "papa" dos evangélicos e que já se afirmou que ele ajudou a construir a Igreja contemporânea?
 
Leia também:

 

terça-feira, 26 de julho de 2011

A solução do estudante gospel

Vi no GENIZAH e dei muita risada. Fala sério, o brasileiro é muito criativo...


Amy Winehouse: Sermão ao cadáver

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Rama (trabalho próprio) [CC-BY-SA-2.0-fr], via Wikimedia Commons


João Pereira Coutinho, na Folha.com

Morreu Amy Winehouse e os moralistas de serviço já começaram a aparecer. Como abutres que são.

Não há artigo, reportagem ou mero obituário que não fale de Winehouse com condescendência e piedade. Alguns, com tom professoral, falam dos riscos do álcool e da droga e dão o salto lógico, ou ilógico, para certas políticas públicas.

Amy Winehouse é, consoante o gosto, um argumento a favor da criminalização das drogas; ou, então, um argumento a favor de uma legalização controlada, com o drogado a ser visto como doente e encaminhado para a clínica respetiva.

O sermão é hipócrita e, além disso, abusivo.

Começa por ser hipócrita porque este tom de lamentação e responsabilidade não existia quando Amy Winehouse estava viva e, digamos, ativa.

Pelo contrário: quanto mais decadente, melhor; quanto mais drogada, melhor; quanto mais alcoolizada, melhor. Não havia jornal ou televisão que, confrontado com as imagens conhecidas de Winehouse em versão zoombie, não derramasse admiração pela ‘rebeldia’ de Amy, disposta a viver até o limite.

Amy não era, como se lê agora, uma pobre alma afogada em drogas e bebida. Era alguém que criava as suas próprias regras, mostrando o dedo, ou coisa pior, para as decadentes instituições burguesas que a tentavam “civilizar”.

E quando o pai da cantora veio a público implorar para que parassem de comprar os seus discos – raciocínio do homem: era o excesso de dinheiro que alimentava o excesso de vícios – toda a gente riu e o circo seguiu em frente. Os moralistas de hoje são os mesmos que riram do moralista de ontem.

Mas o tom é abusivo porque questiono, sinceramente, se deve a sociedade impor limites à autodestruição de um ser humano. A pergunta é velha e John Stuart Mill, um dos grandes filósofos liberais do século 19, respondeu a ela de forma inultrapassável: se não há dano para terceiros, o indivíduo deve ser soberano nas suas ações e na consequência das suas ações.

Bem dito. Mas não é preciso perder tempo com filosofias. Melhor ler as letras das canções de Amy Winehouse, onde está todo um programa: uma autodestruição consciente, que não tolera paternalismos de qualquer espécie.

O tema “Rehab”, aliás, pode ser musicalmente nulo (opinião pessoal) mas é de uma honestidade libertária que chega a ser tocante: reabilitação para o vício? Não, não e não, diz ela. Três vezes não.

Respeito a atitude. E, relembrando um velho livro de Theodore Dalrymple sobre a natureza da adição (“Junk Medicine: Doctors, Lies and the Addiction Bureaucracy”), começa a ser hora de olhar para o consumidor de drogas como um agente autônomo, que optou autonomamente pelo seu vício particular –e, em muitos casos, pela sua destruição particular.

As drogas não se “apanham”, como se apanha uma gripe; não se “pegam”, como se pega um doença venérea; e não são o resultado de uma mutação maligna das células, como uma doença oncológica. As drogas não “acontecem”; escolhem-se.

O drogado pode ficar doente; mas ele não é um doente – é um agente moral.

Mais: como explica Dalrymple, que durante décadas foi psiquiatra do sistema prisional britânico, o uso de drogas implica um voluntarismo e uma disciplina que são a própria definição de autonomia pessoal. E, muitas vezes, o uso de drogas é o pretexto para que vidas sem rumo possam encontrar um. Por mais autodestrutivo que ele seja.

Moralizar o cadáver de Amy Winehouse? Não contem comigo, abutres.

Fonte: Coluna do João Pereira Coutinho na Folha.com via Pavablog

Morte trágica de menina gera campanha

Morte trágica da menina americana Rachel Backwith, de 9 anos, gerou uma campanha por doações que já arrecadou mais de US$ 165.000 para levar água a comunidades carentes na África.
 
Era seu desejo de aniversário!
 
CLIQUE AQUI e leia a notícia completa.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Diferenças entre Liberalismo e Fundamentalismo

Entrevista com o Augustus Nicodemus originalmente publicada na revista Defesa da Fé e reproduzida em The Christian Post.
 
Antes de lê-la, eu acreditava que o Liberalismo era somente mais uma corrente teológica no universo cristão, mas agora, depois de conhecê-lo, eu o chamo de uma teologia atéia! Já há efeitos notáveis dele na América Latina e no Brasil, afirma o Augustus.
 
CLIQUE AQUI, acesse o texto, se informe e descubra os efeitos das duas correntes teológicas sobre o cristianismo.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

A liberdade religiosa está ameaçada no Brasil

A antropóloga e documentarista carioca Debora Diniz, professora da Universidade de Brasília, afirma que o Estado está sendo questionado na Justiça por tentar privilegiar o ensino católico nas escolas públicas e que livros didáticos associam os ateus aos nazistas!
 
Vejam um trecho da entrevista abaixo. A coisa é preocupante!
 

Istoé - O que os livros didáticos de religião pregam? 

DEBORA DINIZ - Avaliamos 25 livros didáticos de editoras religiosas e das que têm os maiores números de obras aprovadas pelo MEC para outras disciplinas. Expressões e valores cristãos estão presentes em 65% deles. Expressões da diversidade cultural e religiosa brasileira, como religiões indígenas ou afro-brasileiras, não alcançam 5%. Muitas tratam questões como a homofobia e a discriminação contra crianças deficientes de uma maneira que, se fossem submetidas ao crivo do MEC, seriam reprovadas. A retórica sobre os deficientes é a pior possível. A representação simbólica é de quem é curado, alguém que é objeto da piedade, que deixa de ser leproso e de ser cego. É a do cadeirante dizendo obrigado, num lugar de subalternidade. 

 
 
 
NÃO DEIXEM DE VISITAR O NOSSO GOOGLE BUZZ! Ele tem sito atualizado constantemente com dicas rápidas de notícias, vídeos etc.. Acompanhe também atualizações do blog via Twitter.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Joyful 'toon: Entre

Joyful 'toon de número 45.
 
 
        Joyful 'toon 45_Enter in PT.BR
 
 
 Comentário do autor:
O caminho para a presença de Deus são as ações de graça e o louvor. Resmungar e reclamar não irão te levar a lugar algum.
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

Tolos X sábios

Os tolos e os fanáticos estão sempre seguros de si, mas os sábios são cheios de dúvidas.
 
Autor desconhecido

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Deus existe?

Comercial da República da Macedônia reproduzindo um fato passado na infância de Albert Einstein quando em sua escola o professor tentou demonstrar que se Deus existia, então deveria ser mal. Interessante a linha de raciocínio seguida pelo pequeno Einstein.
 
 

terça-feira, 12 de julho de 2011

Fundamentalismos (homofobia x heterofobia)


O preconceito do católico com relação ao evangélico é exatamente igual à homofobia. E o preconceito do evangélico com relação ao católico é idêntico à heterofobia. O problema então se mostra um pouco mais complexo do que as análises populares tem sido capazes de enfatizar pois, fundamentalismo por fundamentalismo, toda ideologia pode se tornar algo desgraçadamente insuportável.

Até mesmo o que cremos como VERDADE perde sua veracidade quando há uma tentativa de enfiar tais verdades nos outros goela abaixo. Lembrando também que toda condenação deveria ser deixada exclusivamente sob responsabilidade de Deus. O que deveríamos pregar mais é a tolerância, semelhante ao modo como o próprio Deus suporta diariamente nossos erros e insistências pelos maus caminhos. Tolerância não é concordar… é aceitar apesar das divergências de opiniões.

Precisamos ser testemunhas apenas de que existe um caminho EXCELENTE. E que não é por força e nem por violência, mas pelo Espírito de Deus, como bem enfatizou o profeta Zacarias. Não precisamos combater o erro alheio. Mas viver pelo caminho do ACERTO.

Nossos “valores” continuarão a ser flexionados e questionados.
Simplesmente por que nossa fé virou uma piada.
E a culpa é toda nossa. Apenas nossa.

Ariovaldo Jr.


Irmã Sofia Vale Muito


Depois do estrondoso sucesso Armadilha de Satanás, ela está de volta. Isso mesmo, Irmã Sofia e suas dançarinas, cantado "Tua vida vale muito".

Não sabe quem é irmã Sophia? Isto só pode ser uma armadilha de Satanás! Bom, para quem já viu matar a saudade e para quem não viu, Irmã Sophia em Tua vida vale muito e Armadilha de satanás.






Brasil, um país de castas



Uma vez por semana nos vestimos em roupas queimadas de água sanitária enchemos o carro de baldes e produtos químicos e vamos fazer limpeza em casas. Nos tornamos os típicos latinos que até se matam atravessando fronteiras pelo sonho do sub-emprego bem pago na América.

Não é um trabalho integral, nem nos seria permitido com o visto religioso que temos. A maior parte de nosso tempo gastamos no trabalho missionário aqui do campus e viajando onde os projetos requerem. Mas a vida aqui é cara. Os bicos que fazemos na limpeza pagam as escolas dos filhos, a conta de energia, o diesel do velho oldsmobile.

Nas primeiras vezes foi interessante, brincávamos com a idéia, e até pra quem trabalhou tanto tempo administrando crises, em liderança na vida de gente, na vida de tribos inteiras, passar paninho em móveis significa uma mudança pra menos stress. Mas depois de algumas semanas o cheiro de água sanitária não era mais tão agradável assim. As horas gastas na limpeza começaram a cobrar um preço no nosso trabalho no campus. Pior ainda, nossa auto-estima ficou afetada. Quem somos nós agora, meros imigrantes de baixa categoria, tendo que enfrentar uma carga de trabalho alta para sobreviver, quando antes éramos lideres de muitos missionários, escritores, pregadores? Nosso senso de valor pessoal ficou em cheque.

Existe no Brasil o conceito de casta? Como vemos o trabalhador do sub-emprego, a empregada doméstica, o braçal? Se nos compararmos com a Índia, Nepal e outros países da Ásia podemos pensar que não. Nosso sistema não é franco, abertamente castista, nem baseado em pressupostos religiosos. Mas a casta existe. Sua cabeça como a de uma serpente se apresenta venenosa nos encontros sociais, na divisão de empregos, na distribuição de renda. Se você já foi em um apartamento de classe media numa grande cidade qualquer do Brasil pode ver a casta na arquitetura. No fundo do apartamento um quartinho de 2 metros por 1 e meio e um banheiro mais mínimo ainda, sem vista com uma entrada à parte que leva à cozinha e à àrea de serviço revela: ainda existe a senzala no Brasil do século XXI. Você sabe a que classe a pessoa pertence pelo jeito dela falar, pelas roupas que usa, pelo carro que tem, o bairro onde mora.

A classe vai determinar como se processa o relacionamento social e as oportunidades que ela vai ter na vida, e até os direitos que tem diante da lei. Não que a pessoa esteja presa inexoravelmente à classe, mas não são muitos os que conseguem romper o disfarçado mas rígido castismo do Brasil para alcançar padrões sociais mais altos do que nos quais nasceu.

A igreja evangélica de certa forma quebra estas divisões no Brasil e nos iguala no corpo de Cristo. No entanto a medida que ela envelhece se acomoda a uma transformação superficial da cultura e adota sincreticamente as mesmas classes em outras formas.

A questão econômica hoje não é se países como o Brasil e a Índia vão crescer ou não. Por circunstâncias macro-econômicas a riqueza está nos caindo no colo. Mas será que o crescimento e a riqueza vão significar uma melhora de vida para todos, será que vai significar o mesmo para um intocável do que para um brahmin? Poderão o Brasil e a Índia se transformar numa América que remunera um pedreiro com a mesma honra de um advogado? O trabalho duro em si não gera mais justiça social.

O que gera uma melhor distribuição de renda é o pressuposto básico da igualdade. Quando todos somos iguais, o trabalho merece um pago digno. As diferentes funções sociais e profissões se tornam complementares. Mas a força da lei somente, não opera o milagre da igualdade numa sociedade. A constituição indiana aboliu o sistema de castas, no entanto na prática ele continua existindo. Getúlio Vargas no Brasil regulou os direitos trabalhistas, mas a distância econômica entre as classes sociais permanece abismal.

A consciência da igualdade tem que vir de convicções mais profundas. George Whitefield no século XVIII pregando para multidões de colonos britânicos na Virgínia começou um movimento sem precedentes nem na Europa. A idéia da salvação individual que ele pregava até então quase desconhecida, provocou ondas de avivamentos que chamavam para uma vida cristã holística, que cuidava do pobre e do necessitado, que se fazia presente em todas as esferas da sociedade e que valorizava a cada indivíduo como um cidadão.

Os americanos à partir de Whitefield sonharam em ressurgir das cinzas da Europa injusta, de governo autoritário e sociedade dividida e gerar um Novo Mundo, onde todos são iguais diante de Deus e tem igual oportunidade de trabalho. E eu e o Reinaldo aqui em nosso oldsmobile com a roupa cheirando a Kiboa repetimos pra nós mesmos que apesar do Brasil nos dizer diferente, trabalho braçal não é desonroso. Roupa velha não te faz menos gente, ser doméstica não te torna cidadã de segunda categoria.

Enquanto a igualdade não for um grito primal da teologia evangélica, não vamos chegar lá. Enquanto não nos crermos essencialmente dignos, sem nenhum “se” não vamos chegar lá. A idéia da igualdade tem que ser um credo repetido por todos, credo pelo qual estamos dispostos a morrer. Creio na igualdade entre os homens como creio no Deus que nos criou e nos salva, creio numa sociedade brasileira livre das classes colonialistas e da injustiça sistêmica. Amém e amém.

Fonte: Ultimato // Cartum de Humorbabaca

Meu último dia

Um olhar sobre a crucificação na visão do ladrão que foi salvo por Cristo na cruz... Muito bom!


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Chico Buarque e a raiva humana

Sou fã dele e, depois deste vídeo, adquiri mais respeito pelo ser humano Chico Buarque. É incrível a naturalidade e simpatia com que ele encarou o monte de comentários grosseiros e maldosos de seu vídeo no Youtube. Chico nos dá um exemplo perfeito de inteligência e mansidão, diante da maldade humana. É simplesmente genial! Valeu Chico, vou levar esse exemplo por toda a minha vida.

"... Existe uma raiva. Você vai fazer o quê? Ficar com raiva de quem tem raiva? Deixa pra lá. Não pode ficar triste com isso, nem morrer; se morrer é pior porque aí vão dizer: já morreu tarde, já vai tarde...". (Chico Buarque)


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lágrimas no paraíso: Eric Clapton

Além da porta... Existe a paz, estou certo, E eu sei
Que não haverá mais Lágrimas no paraíso".


"Tears in Heaven" (Lágrimas no céu) é uma balada escrita por Eric Clapton e Will Jennings que fala da dor que Clapton sentiu com a morte de seu filho de apenas quatro anos.

Conor Clapton, caiu do 53° andar, da janela de um apartamento, em 20 de março de 1991. A morte de Conor inspirou Clapton a compor Tears in Heaven que, segundo ele, o ajudou a aceitar a perda do filho. Sua publicação nunca foi planejada, entretanto Tears in Heaven tornou-se um hit universal. A mãe de Conor, Lori Del Santo, recusou-se a escutar a canção.

Tears in Reaven é uma das músicas mais pessoais de Clapton, e uma das mais belas canções já feitas, acredito eu. Clapton a regravou ao vivo no disco "Unplugged" e ganhou 6 prêmios Grammy, entre os quais "Canção do Ano" na premiação, em março de 1993. Clapton, desde 2004, decidiu parar de executá-la porque é muito emocional para ser executada em público.

Lágrimas no Paraíso foi regravada em 2005 por uma por uma verdadeira constelação de astros da música. Elton John, Andrea Bocelli, Robbie Williams, Rod Stewart, Gwen Stefani, Pink, Ozzy e a sua filha Kelly… O single beneficente foi idéia do roqueiro Ozzy Osbourne e de sua mulher, Sharon, que lançaram o convite para vários artistas. Clapton foi consultado e disse sim para o projeto.




Clique aqui e veja a versão feita para as vítimas do tsunami.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O que é missão integral?

O que é missão integral? (C. René Padilla)"O Evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens" é o lema da missão integral, definido no Congresso Internacional de Evangelização realizado em 1974, Lausanne, Suíça. E, no trimestre iniciado no último domingo, a Assembleia de Deus está abordando o tema na Escola Bíblica Dominical. Quem quiser saber mais sobre o assunto encontrará no livro O Que é Missão Integral?, do teólogo e escritor C. René Padilla, uma boa leitura.
 
Aqui no Brasil a publicação é editada pela Ultimato, e eles dedicaram um hotsite à mesma. Clique aqui e acesse-o. Lá você vai poder ler on line desde as páginas introdutórias até o primeiro capítulo que fala de missão integral e missão transcultural.
 
Achei alguns textos sobre o assunto fazendo uma busca rápida na net. Não os li; dei só uma passada de olho rapidamente. Se interessou? Então acesse essa página do TILZ.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Joyful 'toon: Transformação total de corações

Joyful 'toon de número 169. É o mais recente.
 
 
         Joyful 'toon 169_Extreme heart makeover PT.BR
 
 
 Comentário do autor:
Até podemos achar que deveríamos por nossas vidas em ordem ANTES de convidarmos Jesus para entrar. Mas a verdade é que nunca teremos nossos corações consertados ATÉ O deixarmos entrar. Ele é o único que pode pegar nossas mentes e corações sujos e começar a transformá-los em mentes e corações limpos e sadios.
 
Comentário meu:
O Mike me disse que se inspirou num programa de TV lá dos Estados Unidos chamado Extreme Makeover: Home Edition para fazer esse cartum. É parecido com um quadro do programa do Gugu em que eles ajudam pessoas em dificuldades a reformar ou reconstruir suas casas após terem sido sorteadas através de cartas enviadas ao show de TV. Na verdade, o quadro do Gugu deve ser imitação do programa americano!
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

sábado, 2 de julho de 2011

Creo en América - Canção oficial da Copa América 2011

Teve início ontem à noite, na Argentina, a Copa América 2011, e em sua abertura cantaram Creo en América o argentino Diego Torres, Ivete Sangalo e o grupo colombiano Choc Quib Town. Muito bonita a música – melodia, ritmo e letra; é de emocionar!! Comprove ouvindo-a no player do Youtube aí abaixo.
 
 
 
 
Clique no Continue lendo e veja a letra da canção.
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