sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo em 32 idiomas

A BBC produziu um vídeo desejando a todos um Feliz Ano Novo em 32 idiomas, ficou muito bom, por isso queremos compartilhar com vocês e juntos desejar um ano novo de felicidades em 32 idiomas.




Então Feliz Ano Novo em: inglês, persa, uzbek, swahili, ucraniano, birmano, russo, bengalí, dari, árabe, português, mandarín, francês, cingalês, pashtún, azeri, serbio, hindi, indonésio, nepalí, kirundi, vietnamita, macedonia, somalí, tamil, kirguís, urdu, albanês, turco, cantonês, hausa e espanhol.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mudança de opinião

Não me envergonho de mudar de opinião, porque não me envergonho de pensar.
 
Blaise Pascal [aqui]

sábado, 24 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Feliz Navidad no ritmo quente da América Latina.

Canções natalinas me atraem de forma singular, e TITO, EL BAMBINO, dá um grande ritmo a esta belíssima canção de natal. Para nós, latinos, una Feliz Navidad, no ritmo quente da América Latina.



Onde está Deus quando as coisas vão mal?

 
Onde Está Deus Quando as Coisas Vão Mal? (John Blanchard) Onde está Deus quando acontecem desastres naturais, acidentes, guerras e coisas semelhantes? Esta é uma pergunta a qual muitos se fazem, inclusive os próprios cristãos.
 
Pois John Blanchard, em seu livro Onde Está Deus Quando as Coisas Vão Mal?, nos dá a resposta (ou as respostas).
 
No site da Editora Fiel você tem acesso à publicação no formato audiobook, podendo ouví-la on line ou baixar livremente os arquivos dos capítulos e escutar depois.
 
CLIQUE AQUI e acesse.
 
O livro pode ser oferecido, quem sabe, até aos incrédulos que costumam afirmar que se Deus existisse, essas desgraças todas não aconteceriam.
 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Marinha britânica e o hit do Natal!

Marinheiros britânicos do HMS Ocean, um porta-helicópteros da marinha britânica cuja especialidade de seus soldados é realizar operações em terra, mar e ar. Eles gravaram um divertido vídeo natalino com a música "All I Want For Christmas Is You", de Mariah Carey. O vídeo virou um hit e já foi visto por mais de 2,3 milhões de pessoas desde o dia 2 de Dezembro. Os marinheiros gravaram o vídeo para comemorar a volta para a casa no Natal, após missão realizada na Líbia durante sete meses.





Joyful 'toon: Deus conosco

 
Joyful 'toon número 164. Por ocasião da passagem do Natal.
 
              
  Joyful 'toon 164_God with us PT.BR
 
 
 Comentário do autor:
A maioria das religiões, até mesmo algumas formas do cristianismo, pregam o homem tentando chegar a Deus, pregam que de algum modo, através de seus esforços, o homem pode ser elevado até onde Deus está. Mas Deus sabia que nós nunca poderíamos alcançá-lo por nós mesmos, então ele desceu até nós, na pessoa de Jesus.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.
 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Playing For Change, ¡Feliz Navidad!

Que me perdoem os legalistas ou mesmo os radicais, mas eu amo o Natal. Então, para abrir a nossa semana natalina, nada melhor que a banda do Playing For Change, desejando a todos nós um ¡Feliz Navidad! Eu amo este projeto e ainda este ano a gente vai falar novamente sobre ele. Enquanto isto, tenham todos um Feliz Natal!





domingo, 18 de dezembro de 2011

A sorte dos desgraçados




Por Ricardo Gondim

Não aguento mais ser pesado, medido, comparado, avaliado. No instante em que me puxaram de dentro da mamãe, começou: “Quantos centímetros?” “Qual peso?” “E a cor dos olhos?” “Com três meses, sentou?” “Já engatinha?” “Aprendeu a ler com que idade?” “Passou de ano?” “Tirou dez em álgebra?” “Sabe trigonometria?” “Domina quantos idiomas?” “Tem pós-doutorado em que áreas?”.

Fico a imaginar o constrangimento da vizinha que teve  filho com menos quilos ou com lábio leporino. Qual o peso nos ombros dos pais do menino com alguma anomalia genética? O que dizer para a menina de seios pequenos? O que pensar da enfermeira? – ela não chegou a ser médica! Por que Deus distribui seus dons sem critério?

Para mim, chega. Esse campeonato além de não ter nenhum vencedor, cansa. Desisto de chegar em primeiro lugar. Abro mão da primeira fila de cadeiras. Estou ficando velho para entrar em octógnos com gente de QI anabolizado.

Sinto-me parceiro de Álvaro de Campos no Poema em Linha Reta. Eu também ando farto de semideuses. Mas, vou além dele. Peço licença, quero sair. Não ambiciono o título de ungido. Não procuro a sorte dos biliardários. Abro mão das unanimidades. Não pretendo romper qualquer faixa de chegada. Os bravos que fiquem com suas medalhas penduradas no peito. Não quero ser dono de jato ou helicóptero. As autoridades que se atem com os protocolos do poder.

Assumo: a vida me escanteou para as margens – mas estou bem. Sinto-me crescentemente confortável na companhia dos reles. Acho que já posso ser bem vindo no jantar dos pecadores. Eu, “que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas”, agora me sinto à vontade entre proscritos.

Ponho-me a caminho dos esteticamente feios, dos pobres, dos discriminados, dos exilados, dos falidos. E nessa jornada, redescubro a inebriante verdade bíblica de que Deus preferiu fazer morada no acampamento do oprimido. Ele amava as mulheres menos amadas, e fez com que fossem as mais férteis. Para ele, os gigantes encarnavam o mal e os baixinhos eram gente “segundo o seu coração”.

Sucesso, felicidade, liberdade, não seriam a maldição de Mamon? Será que são mesmo desgraçados aqueles que a Fortuna, deusa sem alma, não brindou? Então, qual o consolo dos negros que morreram nos fétidos porões de transatlânticos? Que estavam sendo poupados da escravidão? Ou será que todas as divindades esqueceram deles? Estavam sós, mulheres queimadas sobre a madeira verde da Inquisição? Chamaremos de bastardos de Javé os soldados rasos que o gás de mostarda asfixiou nas trincheiras da Primeira Grande Guerra do século XX?

Todos os dias, milhões nascem destinados ao anonimato e milhões somem da vida marcados pela miséria. Os pobres se dissolvem em alguma cova rasa. Eles não terão memória. O tempo os esmigalhará em nada. A vida é dolorida, assombrosamente dolorida, para a maioria. Fala-se em compaixão. Palavra fútil. Não haverá compaixão enquanto não se descer do comboio do triunfo.

Levei enxovalhos. Qual foi o meu sofrimento diante da agonia das crianças de Darfur? Sofri olhares de soslaio. Chego a envergonhar-me de minhas aflições. A fotografia de um bairro do Haiti debocha de qualquer lamento meu. Contudo, os poucos e ridículos constrangimentos que rondaram a minha vida serviram para que eu desistisse de segurar o cabo-de-guerra dos bem sucedidos.

Sei que um dia, mais cedo ou mais tarde, todos chegaremos ao fim. Naquele dia, alcançaremos os perdedores. Seremos tão pobres quanto o mais pobre pária indiano, tão frágeis quanto as mais frágeis meninas nordestinas que se prostituem, tão solitários quanto o desterrado africano. E agradeceremos por Deus não dar as costas aos morimbundos. Melhor começar agora a considerar-se derradeiro e não cabeça, louco e não genial, pobre e não abastado.

Soli Deo Gloria

Fonte: Ricardo Gondim; imagem de 123 Royalty Free


Leia também aqui no Mural:
Procuram-se anti-heróis também de Ricardo Gondim
Poema em linha reta de Fernando Pessoa

Sociedade Democrática


Achei no : Subirquadrado

Dennys Ricardo em "Stand Up Gospel Comedy"

Domingão é dia de sorrir, e nada melhor para isto que uma stand up comedy. E que tal se for uma "Stand Up Comedy Gospel". É isso aí! Com vocês Dennys Ricardo! Vale apena conferir. E, como ele mesmo afirma, "Pecado é não achar graça".





quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Revistas seculares falando da fé cristã neste fim de ano

 
Mais um fim de ano está se aproximando e várias coisas se repetem nessa época: o Natal, as confraternizações com amigos do trabalho/de estudo e as brincadeiras de amigo secreto, por exemplo. E o quê mais? Bem, de uns anos pra cá têm se repetido, nesta época, a iniciativa de revistas seculares publicarem coisas sobre a fé cristã, mais especificamente sobre a figura de Jesus.
 
Tais publicações não têm necessariamente o intuito de fazer apologia à fé cristã, mas, ao que parece, de questionar sua veracidade atacando sua base, Jesus. Mas, olha só, não foi bem essa a intenção de três publicações brasileiras (Superinteressante, Aventuras na História e História Viva) neste fim de 2011. Leia meus comentários a seguir e saiba por quê.
 
 
Capa Superinteressante de dezembro de 2011
Numa matéria intitulada Eu sou Jesus, e que não é a reportagem de capa, eles mostram os falsos cristos que já estão entre nós.
 
A Superinteressante pegou leve neste ano, viu? Estão até de parabéns, pois a matéria não é parcial e permeada de piadas sarcásticas com a fé cristã. Dão suas opiniões para compor a reportagem pessoas da Universidade Metodista de São Paulo e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por exemplo. O assunto é abordado à luz dó próprio cristianismo!
 
O texto fala de vários falsos cristos dos quais alguns eu já conhecia, através da internet e de um documentário que assisti no National Geographic. Só não falaram de Apollo Quiboloy, um filipino que gosta de se vestir com roupas finas e que pilota seu próprio helicóptero ao transitar entre sua emissora de TV e sua grande propriedade que parece um castelo e a qual ele afirma ser a instauração do 'reino de deus na terra'.
 
Vale a pena adquirir a edição? Sim, se você não tá por dentro da existência desses falsos cristos que já estão entre nós e acha que os sinais do apocalipse ainda não são tão evidentes no mundo.
 
 
Capa Aventuras na História de dezembro de 2011
Em Aventuras na História a matéria vem destacada na capa com o título Jesus – Houve mais de um (a revista aponta uns 9). No entanto, em vez de falar somente daqueles que se diziam messias (ou dos que recebiam esse título por parte do povo) e que existiram em Israel próximos à época de Jesus (antes, durante e depois), ela confunde as coisas e coloca João Batista como farinha do mesmo saco.
 
Ainda… supostamente tomando por base o método de trabalho da Ciência da História que procura o maior número de fontes possíveis de concordância para poder afirmar que algo ou alguém lá do passado realmente existiu, a reportagem afirma que o problema com Jesus Cristo é que Ele só é citado na Bíblia e numa parte dos escritos de Flávio Josefo que poderia ter sido falsificada na idade média. E olha que essa revista é hospedada dentro do site Guia do Estudante, da editora Abril, e, dessa forma, recomendada como material de estudo!
 
Vale a pena adquirir a edição? Sim, se você quer conhecer quem eram esses supostos messias. Não espere, porém, encontrar longos textos sobre cada um com riqueza de detalhes de suas vidas.
 
 
Capa História Viva de dezembro de 2011
Como Jesus conquistou o mundo é o título da matéria de capa da História Viva. Nela a revista se propõe a mostrar como o cristianismo conquistou o Império Romano.
 
A reportagem se divide em duas partes. A primeira aborda como as religiões orientais se infiltraram em Roma e expõe ao leitor como elas e o cristianismo conquistaram os romanos por pregar uma espiritualidade individual, de contato intenso, e por serem religiões iniciáticas, isto é, que possuem rituais de iniciação, em contraste com as tradicionais crenças praticadas em Roma. Já a segunda parte detalha como a fé cristã foi se expandindo dentro do Império Romano. Mostra os ciclos de perseguição pelos quais o cristianismo passou até ser adotado como religião oficial do império. Há relatos de perseguições com nível de brutalidade dos quais eu não tinha conhecimento. Muitos cristãos de pouca fé chegaram a apostatar diante do temor pelo que poderiam passar – exemplo: serem obrigados a sentar em cadeiras de ferro aquecidas ao ponto de ficarem incandescentes. A valentia, entretanto, dos que se mantiveram firmes na fé, mesmo diante de atos de tamanha crueldade como esse, deixaram os outros romanos admirados e inclinados a conhecer essa nova religião, o texto ressalta.
 
Vale a pena adquirir a edição? Sim, para conhecer a história dos primórdios da fé cristã dentro de Roma, conhecer os mártires da fé. Apesar de cética em relação ao lado espiritual da nossa fé – como o é todo texto da história secular –, a reportagem é séria e mais interessante que o da revista Aventuras na História.
 
Nenhuma das revistas, infelizmente, disponibiliza trechos dessas matérias para leitura on line.
 

O que toda criança deveria perguntar

 
Questionando Papai Noel
 
 
Vi postado no Facebook.
 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

IMORALIDADE!

 


Via: PavaBlog

The Blind Boys of Alabama


Olá, pessoas. Depois de um longo período sem postar, estou de volta ao Mural. Sei que o JT tava junto com vocês todo esse tempo, mas eu tava morrendo de saudade de passar por aqui e trocar aquelas idéias com vocês, caros muralistas. E para celebrar o nosso reencontro eu trago um pôster super especial, com as lendas vivas do Blues / Soul / Gospel mundial, The Blind Boys of Alabama.




Celebrados pelo Grammy e The National Endowment for the Arts com o Lifetime Achievement Awards, cantado por dois presidentes na Casa Branca e vencedores de cinco Grammy Awards, “os garotos cegos do Alabama”, em mais de seis décadas extrapolaram todas as fronteiras da música religiosa, levando-a da igreja para o grande público, sem descaracterizá-la de sua força e mensagem. Criado em 1939 por cegos saídos do “Alabama Institute for Negro Blind”, o grupo hoje é formado por Jimmy Carter (seu fundador), Clarence Fountain, George Scott, Joey Williams, Ricky McKinnie, Bobby Butler e Tracy Peirce, quase todos na faixa dos 70 anos de idade, mas com uma vitalidade em suas apresentações que faz uma literal reverência ao nome do grupo “Blind Boys”.

Em 1948 gravaram “I Can See Everybody’s Mother But Mine”, hit famoso entre antistas do R&B e também do rock. Lutaram junto ao amigo Martin Luther King, nos meados dos anos 60, pelos direitos civis. The Blind Boys, já gravaram com Bonnie Raitt, Randy Travis, kd lang, Lou Reed, Peter Gabriel, Charlie Musselwhite, Susan Tedeschi, Solomon Burke, Marty Stuart, Asleep at the Wheel e muitos outros.

Sua música nunca foi preconceituosa, e em sua longa discografia de mais de 70 álbuns, o seu repertório variou, desde a música gospel tradicional, como Amazing Grace e o Salmo 23, e releituras de canções de Bob Dylan (I Believe in You), Tom Waits (Way Down in the Hole) e Ben Harper (I Shall Not Walk Alone). Além de gravações de canções dos Rolling Stones, Prince, Jimmy Cliff, Stevie Wonder e Curtis Mayfield, entre outros. Alémdisso, participaram de trilhas de filmes e seriados de TV famosos nos Estados Unidos. 

O grupo influenciou duas gerações de gospel, soul, R&B e rock, e ainda hoje são referência na música mundial. Com uma energia indescritível, e com interpretações de tirar o fôlego de quem os escuta, Os Garotos Cegos do Alabama mostram como fazer música cristã de qualidade e como torná-la popular ao grande público. Eles são indiscutivelmente um modelo a ser seguido pela música gospel brasileira.

Mas nada que se fale dos The Blind Boys, se iguala a ouvi-los. Então, sem mais enrolação, com vocês, direto do Alabama, “The Blind Boys of Alabama” no Som do Mural. 


 

 

 

 

 

Site oficial: www.blindboys.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Primeira escola do país para LGBTs faz sucesso

 
Por falta de iniciativas daqueles que pregam a verdade – ou pela escassez delas –, iniciativas como essa fazem sucesso e surtem algum efeito. Como você poderá constatar na leitura da notícia, após sofrer um preconceito logo após implantada, hoje muitos pais costumam levar os filhos à Escola Jovem LGBT por preferirem que eles estejam lá aprendendo algo, a que fiquem na rua. Até jovens heterossexuais a frequentam.
 
Tá faltando a visão de missão integral aos cristãos brasileiros, não? Enquanto ela não chega, as cosmovisões mundanas vão enraizando-se na sociedade com grande êxito, sem precisar fazer coisas por baixo dos panos até.
 
 
Campinas abriga há três anos primeira escola do país para LGBTs
 
Um espaço onde é possível ser o que se é, sem medo de sofrer preconceito. Assim é a Escola Jovem LGBT, em Campinas, São Paulo, a primeira do gênero no país, que oferece cursos para jovens gays e para os héteros que quiserem chegar. O projeto, que já está no terceiro ano de realização, surgiu do desejo de dar voz e tirar dúvidas dos adolescentes LGBTs, conta Deco Ribeiro, fundador da escola.

"Na minha adolescência não tinha internet e as informações sobre homossexualidade eram sempre negativas e estereotipadas. Vivi 'no armário' até os 26 anos. Descobri na Internet muitos jovens que tinham medo de se assumir e sofriam preconceito, aí tive a ideia de criar o site E-Jovem, em 2001. Três anos depois, o site transformou-se em ONG, e em 2009 ganhamos uma verba dentro projeto Ponto de Cultura, uma parceria do Governo de São Paulo com o Ministério da Cultura. O E-Jovem foi o único projeto com temática LGBT. Tivemos então a oportunidade de abrir a escola", conta Deco.
 
 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Inspiração para a juventude brasileira


Vi essa imagem hoje compartilhada por um amigo lá no Facebook. É, ao mesmo tempo, engraçada e um bom convite à reflexão.



Clique na imagem para ampliá-la.


7 razões para não chamar músicos de “levitas”

 
Compilação de algumas das melhores razões para não usarmos o termo "levita" para designar as pessoas que tocam e cantam no "período/momento de louvor":
  1. Nem todos os levitas eram músicos
  2. O chamado levítico originalmente envolvia toda a humanidade
  3. O levita tinha um papel de mediador, assumido por Cristo
  4. Jesus não é representante do sacerdócio levítico
  5. A Nova Aliança, da qual fazemos parte, tornou o sacerdócio levítico caduco
  6. Em Cristo, todos somos sacerdotes
  7. Cria uma divisão entre crentes "levitas" e "não-levitas"
Para ver cada item acima comentado, destrinchado, acesse esse post aqui do iPródigo.
 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Dia da Bíblia 2011

 
 
 
No domingo que vem, o 2º domingo de dezembro, será celebrado o Dia da Bíblia, e a Sociedade Bíblica do Brasil criou um site dedicado à data.  Lá encontra-se a história dessa comemoração, sugestões de como celebrá-la e materiais de divulgação livres para download e uso, tais como cartazes, envelopes, cofrinhos, planos de leitura, logos para camisetas, mensagens para culto e o jingle da campanha.
 
 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cartuns do International Book Cartoon Contest 2011

 
 
 
Veja no site Syria Cartoon os cartuns finalistas dessa competição internacional.
 
O cartum que aparece na imagem acima foi o ganhador, mas igualmente bem bolados são os outros 9 que você pode ver nesse link aqui. Todos usam o livro como tema central.
 
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