sábado, 28 de janeiro de 2012

Cut the Rope

 
Cute the Rope, ou corte a corda, é um joguinho desenvolvido em HTML 5 especialmente para ser jogado on line em navegadores que suportem essa tecnologia. Uma dos ambientes do jogo, porém, só pode ser jogado no Internet Explorer 9.
 
 

Passe o mouse sobre a imagem e sobre as marcações pontuais para ver detalhes. 

 
Tudo o que você tem a fazer é cortar a(s) corda(s) pra liberar o doce pro Om Nom, esse bichinho verde da imagem aí acima, comer, sendo que no caminho até a boca dele o doce tem de tocar as estrelinhas flutuantes.
 
Ao longo do jogo novidades surgirão e instruções lhe serão dadas na tela, em inglês. Se não é muito viajado nessa língua, use o Google Tradutor para lhe ajudar.
 
Ao encerrar uma fase, se quiser jogá-la novamente, é só clicar no botão REPLAY na tela que aparecerá indicando sua pontuação.
 
CLIQUE AQUI e acesse o site do jogo.
 
Outras opções de jogo
O jogo é formado de fases dentro de um caixa (box). Em qualquer navegador você poderá jogar a primeira caixa (cardboard box – caixa de papelão) e a segunda (fabric box - caixa de tecido), após passar pela primeira. A terceira, entretanto, só pode ser jogada no Internet Explorer 9 ou superior. Para isso, entre no site através do IE9, clique no ícone da caixa e arraste-o para a barra de tarefas do Windows.
 
Nesta página aqui há a opção de baixar o jogo também para Android, iPad ou iPhone!!
 
Boa diversão!
 
 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pessoas invisíveis, a dor de ser ingnorado.

"O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE"
"Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível".




Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da ‘invisibilidade pública’. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ’seres invisíveis’, ’sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da ‘invisibilidade pública’, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.

Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

‘Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência’, explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos corredores da USP, passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. 

Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:

’E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?’ E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma ‘COISA’. Respeito a qualquer ser humano, independente de sua condição social é uma relação para a qual devemos estar atentos e colocar em prática.

Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!

Fonte: www.ip.usp.br

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A Hora do Planeta 2012


Começou a contagem regressiva para a Hora do Planeta 2012, e a proposta da campanha deste ano é: O que fazer mais pelo nosso planeta e pela minimização do seu desgaste de recursos e meio ambiente?

A Hora do Planeta é uma oportunidade única para você se conscientizar dos seus hábitos diários e se torna um contaminador de bons exemplos e de educação, quanto ao nosso planeta.

Hora do Planeta, 60 minutos para repensar os nossos hábitos diários.




Você quer saber mais? Acesse o site oficial da Hora do Planeta.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Hora de trocar o adesivo !




quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Super-heroínas na luta contra o câncer de mama


A agência DDB Maputo, em parceria com a Associação da Luta Contra o Câncer (ALCC) de Moçambique, fez uma campanha para para promover o auto-exame, contra o câncer de mama.

A África é hoje onde se concentra o maior número de casos de câncer de mama no mundo, e para combater este problema a DDB conta com ajuda das mais famosas heroínas dos comics. Isso mesmo! Porque ninguém está imune ao câncer de mama, nem mesmo as nossas super-heroínas.

O texto da campanha diz: “Ninguém é imune ao câncer de mama. Quando falamos sobre câncer de mama, não há mulher ou super-mulher. Todas precisam fazer o auto-exame mensalmente. Lute conosco contra o inimigo e, em caso de dúvida, procure seu médico”.

A campanha mostra as super-heroínas Tempestade, dos X-men, Mulher Maravilha, Mulher Gato e Mulher Hulk fazendo o auto-exame da mama; e traz o conceito de que “Ninguém é imune ao cancro da mama”, o conceito da campanha foi desenvolvido a partir do fato de que qualquer mulher, mesmo as que não possuem histórico da doença na família, praticam exercícios físicos ou têm uma dieta saudável, podem desenvolver a doença.

Uma grande sacada da DDB







Pare o mundo que eu quero descer: Versão gospel de Ai se eu te pego!


Como desgraça pouca é bobagem, e para aqueles que acreditam que não existe nada tão ruim que não possa piorar, eis que surge o grupo Loucuras Gospel, para provar o contrário.

Senhoras e senhores, com vocês, a medonha versão  “AI SE EU TE PEGO” gospel, inaugurando a nossa nova seção no Mural “Pare o mundo que eu quero descer!” Porque o que é ruim, sempre pode piorar.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Jesus não era inocente!

 
Jesus limpa o Templo (V. Gilbert e Arlisle F. Beers em VisualBibleAlive.com) Jesus era do ponto de vista do Sumo Sacerdote um herege e um impostor, do ponto de vista dos comerciantes um agitador e um comunista. Do ponto de vista imperialista dos romanos era um traidor, do ponto de vista do senso comum um louco perigoso. Do ponto de vista do esnobe, que exerce sempre grande influência, era um vagabundo sem um tostão.
 
Do ponto de vista da polícia ele era obstruidor das vias públicas, pedinte, aliado de prostitutas, apologista de pecadores e depreciador de juízes; seus companheiros eram vadios que tinham sido seduzidos de seus ofícios regulares para uma vida de vagabundagem. Do ponto de vista dos devotos Jesus era um violador do sábado, negador da eficácia da circuncisão, advogado do rito estranho do batismo, glutão e bebedor de vinho. Era odiado pela classe médica por praticar a medicina sem qualificação, curando as pessoas por curandeirismo e sem cobrar pelo tratamento.
 
Ele era contra os sacerdotes, contra o judiciário, contra os militares, contra a cidade (tendo declarado que era inconcebível que um rico entrasse no reino do céu), contra todos os interesses, classes, principados e potestades, convidando a todos que abandonassem essas categorias e o seguissem.
 
Por todos os argumentos legais, políticos, religiosos, do costume e da polidez, Jesus foi o maior inimigo da sociedade do seu tempo já colocado atrás das grades. Era culpado de cada acusação feita contra ele, e de muitas outras que não ocorreu a seus acusadores levantar. Se ele era inocente, o mundo inteiro era culpado. Inocentá-lo seria atirar pela janela a civilização e todas as suas instituições. A história confirma o litígio contra ele, pois nenhum Estado jamais constitui-se sobre os seus princípios ou tornou possível viver de acordo com os seus mandamentos; os Estados que assumiram o nome dele foi para usá-lo como credencial que os habilitasse a perseguir os seus seguidores de modo mais plausível.
 
Bernard Shaw (prefácio de On the rocks, 1933)
 
Fonte: A bacia das almas via Blog do Hermes Fernandes // imagem de V. Gilbert e Arlisle F. Beers em Visual Bible Alive
 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Entrevista censurada de Olavo de Carvalho

 
Vídeo de uma entrevista de Olavo de Carvalho concedida à revista IstoÉ mas que foi censurada e, portanto, não veio a ser transcrita para a forma textual e publicada. Nela Olavo desmonta a ideia esquerdista – pelo menos para aplicação aos dias de hoje – de que "as revoluções são feitas pelo povo, e para o povo". O vídeo também é interessante porque ele fala de quem são os donos do poder no mundo e fala da ideia do governo mundial – sim, aquilo que muitos de nós cristãos cremos ser a base para o poder do vindouro anticristo.
 
 
 
 
Achado no blog do Luciano Ayan.
 
 
Se achar o vídeo muito longo para assistir aqui na net, baixe-o para assistir em seus tablet, smartphone, mp4 player etc. através do site KEEP VID. Saiba como nesse outro post do Mural (lá ensinamos a usar o site SnipMP3, mas o processo é praticamente idêntico para o KEEP VID).
 

domingo, 15 de janeiro de 2012

Spin the Black Circle 2

Momento  TÔ A TÔA, na rede, com o jogo Spin The Black Circle 2.

Neste jogo você tem que levar a esfera até o lugar indicado. Fácil? Nem tanto. Você terá que conduzir a esfera por labirintos cheios de obstáculos e desafios, onde você  movimentará o cenário e não a esfera.

Os comandos  são super simples. Você gira a tela com as setas esquerda e direita do teclado. Já o jogo, esse fica mais difícil a cada fase. E não esqueça de deixar nos comentários até que nível você conseguiu chegar. Boa diversão e até a próxima.


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

UMA FESTA DE ANIVERSÁRIO PARA UMA PROSTITUTA


Foto: iPródigo.com

Uma festa surpresa incomum

“Morte lenta”, 3h da madrugada

Tony Campolo conta de uma vez que estava pregando em Honolulu, no Havaí. Campolo vive na costa leste dos Estados Unidos, então seu corpo estava 6 horas à frente do horário havaiano. Às 3 horas da madrugada, era como se fosse 9h pra ele. Acordado e com fome para o café da manhã, ele se viu de madrugada em uma lanchonete “morte lenta”. Assim que deu a primeira mordida no seu donut, oito ou nove prostitutas entraram na lanchonete. O horário de trabalho estava acabando. A conversa do grupo era alta e barulhenta, era difícil não prestar atenção. Ela ouviu uma dizer a outra que era o aniversário dela no dia seguinte. “O que você quer de mim? Um bolo de aniversário?”, foi a resposta sarcástica. “Por que essa grosseria?”, ela respondeu. “Só estou dizendo. Eu não espero nada. Eu nunca tive uma festa de aniversário. Não estou esperando uma agora”. Quando Campolo ouviu isso, tomou sua decisão.

Quando as mulheres saíram, ele foi até o dono da lanchonete, um rapaz chamado Harry. “Elas vem sempre aqui?”. “Sim”, disse Harry. “Até aquela que estava sentada perto de mim?” “Sim, aquela é a Agnes. Por que você quer saber?” “Porque eu ouvi ela dizendo que é o aniversário dela amanhã, e eu pensei em fazermos uma festa surpresa”. Pausa. Então Harry esboçou um sorriso. “Essa seria uma boa ideia”. Não demorou muito para a esposa dele se envolver no plano também.

Em seguida

2h30 da madrugada seguinte. Campolo trouxe enfeites e Harry assou um bolo. A notícia se espalhou e era como se todas as prostitutas de Honolulu estivessem na lanchonete – além de Campolo, o pregador. Quando Agnes entrou com suas amigas, elas ficou pasma. Sua boca ficou aberta e os joelhos vacilaram. Ao sentar-se em um banquinho, todos cantaram “Parabéns pra você”. “Apaga as velinhas!”, alguém gritou, mas no fim das contas, foi Harry que teve que apagar. Então ele estendeu uma faca para ela. “Corte o bolo, Agnes, pra que a gente possa comer”. Ela olhou para o bolo. Então disse, vagarosamente, “Será que dá… se vocês não se importarem… pra esperar um pouco… pra comer o bolo?” “Claro, sem problema”, disse Harry. “Pode levar pra casa, se você quiser” “Posso?”, ela perguntou. “Posso levar pra casa agora? Eu já volto”. E lá foi ela, carregando seu bolo.

Que tipo de igreja

O silêncio reinava. Então Campolo disse “Que tal orarmos?”. E eles oraram. Campolo dirigiu um grupo de prostitutas em oração às 3h30 da madrugada. Quando terminaram, Harry disse “Ei, você nunca me contou que era algum tipo de pregador. A qual igreja você pertence?”. Campolo respondeu “Eu pertenço a uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas às 3h30 da madrugada”. Harry ficou em silêncio por um tempo, e depois resmungou, “Não, não é verdade. Não existe uma igreja assim. Se existisse, eu me juntaria a ela. Eu ia querer fazer parte de uma igreja assim”.

Campolo conclui seu relato:

Nós também não queremos fazer parte de uma igreja assim? Não amaríamos uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas às 3h30 da madrugada? (…) Mas qualquer um que lê o Novo Testamento descobrira que Jesus gostava de estar com prostitutas e todo tipo de gente excluída. Os coletores de impostos e os “pecadores” amavam estar com ele porque ele se reunia com eles. Os leprosos viam nele alguém que comia e bebia com eles. E enquanto algumas pessoas solenemente piedosas não entendiam o que ele estava fazendo, essas pessoas solitárias que normalmente não eram convidadas para festas o receberam com grande entusiasmo.


Traduzido por Filipe Schulz, para o iPródigo.com

Rapper americano cristão faz música sobre suicídio de adolescente gay e causa polêmica


TheoryHazit, rapper cristão, causou polêmica ao lançar a música “Concealed Sorrow” ou "Tristeza Escondida", em português. A canção retrata a história de Nicky, um garoto que acaba tirando a própria vida, após sofrer bullying por ser homossexual.

A música soou como um alerta para a comunidade evangélica norte americana, uma vez que a história de Nicky não é um caso isolado, mas algo preocupante. Segundo o departamento de saúde dos Estados Unidos, estima-se que pelo menos 30% dos suicídios entre jovens sejam cometidos por gays e lésbicas. E especialistas afirmam que pelo menos 40% destes suicídios estão ligados diretamente a alguma crença religiosa, o que torna a polêmica em torno da canção de TheoryHazit uma questão urgente para o meio cristão.

Nascido no Kansas, o rapper inspirou-se para escrever a canção da história relatada por Tony Campolo, o qual lamentou o bullyng sofrido por um ex-golega de classe que era gay, Roger, que acabou tirando a vida, assim como na representação de TheoryHazit.

Campolo, hoje, “ lamenta não ter sido amigo e mostrado o amor de Jesus para Roger”.
TheoryHazit,lançou um vídeo clip para a canção. O clip é dirigido por Donald W. Martin Jr e mostra de forma muito forte o isolamento e a violência que Nicky e outros renegados da sociedade enfrentam, e a “falta de mãos de ajuda dos Cristãos para alcançá-los”. O vídeo clipe da música é fortíssimo e termina com o suicídio do garoto. A música é um grito de socorro em forma de rap. Segundo o diretor do clipe, Donald W. Martin Jr.,

“a canção é definitivamente um pedido de Socorro, um pedido a Deus, um pedido pelo seu povo”.

Ao explicar sobre a canção, TheoryHazit afirma:

“Eu escrevo ConcealedSorrow na esperança de que a Igreja ouça, veja e pratique o amor de Cristo com todos os que lutam”.

O tema, raramente tocado por artistas cristãos, foi propositadamente abordado na esperança de chamar a atenção da Igreja para esta questão. A canção, que encontra-se no ultimo álbum do artista, intitulado Modern Marvels, dividiu opiniões entre os evangélicos norte americanos. Para os conservadores “Concealed Sorrow” é apelativa. Já os cristãos progressistas acreditam que a introdução desta temática (o bullying homofóbico) é importante para a comunidade cristã.

Concealed Sorrow é uma história sobre dor, ódio e perda, como afirma o site da gravadora Illect, que lançou o single do disco Modern Marvels.




Concealed Sorrow (Tristeza Escondida)

As coisas não eram as mesmas desde que minha mãe faleceu.
Eu só quero ir embora. Eu só quero ir ...

Verso 1:

Nicolas o nome. Batizado com o nome do meu pai
Mas eu fico ridicularizado e chamado de nomes como "veado" e "bicha"
Meus verdadeiros amigos me chamam de Nicky
Eu sou apenas um filho único nascido na Twin City
Viver com meu pai biológico não é bonito
Ele concorda com os valentões da escola em me perseguir
Tudo bem... um dia eu vou correr e me esconder
E nunca mais voltar ao lugar onde moro
Até então, eu tenho que acertar com um disfarce
Esconder quem eu realmente sou dos olhos do meu pai
Sexualmente confuso é do que eles me rotular, dizendo-me
Todos os tipos de doenças de "A a Z" são mortais
E jogar estes medleys mais e mais
Cantando as mesmas música batidas tentando continuar sóbrio
Profundo nas sombras que procuro algum tipo de divindade
E fugir para um lugar onde exista um eu mais livre.


Refrão:

Eu apenas fecho meus olhos e oro a Deus
Que para levar o medo porque a vida é tão difícil
E eu estou cansado de ser dito o que eu não preciso ouvir
Mas a questão é: quem você realmente quer que eu seja?
Então eu continuo fingindo, eu continuo a chorar
Eu continuo de corte, eu continuo morrendo
Eu continuo fingindo, eu continuo a chorar
Mas eu ouço uma voz dizendo: mantenha


Verso 2:

Agora de volta ao bullies.
Eles sonham que um dia poderão ser gangsters.
Esta carga é como uma âncora
Me torrando na hora do almoço, tempo de diversão para eles
Fazendo piadas de gay até o nascer do sol
"Engraçado não é ... você se sente melhor?"
Eu respondo com um sorriso, e coloco o meu sweater
Eu ando por aí e um mete o pé na minha frente para eu tropeçar
Ele me pega e eu caio com tanta força que faz sangrar meu lábio
Agarraram-me os tornozelos e me arrastam para o banheiro
Esvaziam minha mochila gritando "fuc.. you" "
Bem vindo ao seu funeral" e me batem com pedras
Retiradas de um mictório quebrado
Eles me deixaram nu, eles estavam estúpidos e orgulhosos
Me obrigam a ficar em um canto e começam a mijar em mim
Depois cuspiram em mim e saíram, eu sei que Jesus chorou
Fiquei no canto gemendo, tudo que eu vejo é a morte

Refrão

Verso 3:
Voltei para casa naquela noite com a minha cabeça baixa
E apenas hoje, a depressão é 8 a 0
Meu pai perguntou: “como foi seu dia?
 " O mesmo Oh, o mesmo Oh, mas eu estou bem.
E para ele é apenas "Siga em frente!”
Fui ao banheiro e liguei o chuveiro
Tranquei a porta e silenciosamente chorei por horas
Deitado no chão, olhando para o teto
Tentando entender aquele sentimentos assustadores
Meu pai sai de casa, batendo a porta
Senti tremer ,deitado no chão do banheiro
Me levanto e passo pelo corredor, andando
Eu paro e olho para as escadas do porão
Agarro meu cinto, então eu desço as escadas
Amarro o cinto ao trilho, e desdobro a cadeira
Sem medo algum, amarro o cinto ao redor do meu pescoço
Eu mudei de idéia, tento descer, mas eu escorreguei...



Explicando e entendendo conceitos

 
O mais difícil dos conceitos pode ser explicado ao mais limitado dos homens se ele já não tiver uma ideia formada a respeito dele; porém a coisa mais simples não pode ser esclarecida ao mais inteligente dos homens se ele estiver persuadido de que já conhece, sem sombra de dúvida, o que está sendo colocado diante dele.

Leon Tolstoi
em The Kingdom of God is Within You (1894)
 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Sucesso musical de Michel Teló chega a Marte

 
 
Sucesso musical de Michel Teló chega a Marte
 
 
Achei compartilhado no Google Plus.
 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O pouco gospel e o muito cristão

Só uma palavra define a música gospel: mercado.

Por Carlo Carrenho

Não entendo música gospel. Pior, não gosto de música gospel. E não gosto porque ela simplesmente não faz sentido, não se explica. Trata-se do único “estilo” musical que independe do estilo musical. Já existe rock gospel, samba gospel, pagode gospel, sertanejo gospel e o escambau gospel. Mas o problema é que a tal música gospel não se define...




Música gospel não se define pela temática. Caso contrário, Gilberto Gil e Renato Russo teriam de ser rotulados de góspeis com suas canções Se eu quiser falar com Deus e Monte Castelo, respectivamente. A primeira é uma ode à oração e a segunda, uma adaptação de I Coríntios 13. Música gospel também não se define pela opção religiosa de seus intérpretes ou compositores. Fosse assim, a arte produzida por Johan Sebastian Bach e por uma certa banda de Dublin teria de ser chamada de gospel.

Música gospel não se define tampouco como música litúrgica. Afinal, faz tempo que ela deixou a igreja para invadir palcos, shows e rádios mundo afora. A música gospel do século 21 possui objetivos muito maiores do que a tradicional função de adoração, louvor e introspecção da música litúrgica – embora, claro, ainda possa eventualmente cumprir esta função.

Mas então, o que define a música gospel? Só consigo pensar em uma palavra: mercado. A definição musical de gospel é antes de tudo mercadológica. Música gospel é aquela feita por evangélicos para evangélicos, de crente para crente, delimitando assim uma área de atuação e ganhando força comercial por meio de uma rotulação excludente. Até aí, tudo bem; qual seria o problema? Bem, o problema é que este tipo de música apenas alimenta e faz crescer o muro que construímos em volta de nosso gueto cristão. Contrariando afrontosamente o chamado de Jesus em Mateus 5.13 – “Vós sois o sal da terra” –, estamos nos fechando cada vez mais em nosso gueto, em nosso mundinho gospel, limitando nosso relacionamento e vivência com o mundo, tanto com seu lado impuro quanto com seu lado neutro ou simplesmente laico. E a tal de música gospel serve muito bem a este isolamento, impedindo que sejamos sal e que testemunhemos.

Os grandes músicos cristãos, verdadeiros missionários, são aqueles que levam a mensagem cristã ao mundo, sem se pré-rotularem de gospel, sem colocar o mercado à frente da mensagem e que, curiosamente, acabam por conquistar o mundo justamente pela sua atitude. E vamos dar nomes a alguns bois. Sou fã da música cristã do Bono Vox e do Lenny Kravitz. O vocalista do U2 dispensa apresentações. Filho de mãe anglicana e pai católico, Bono conviveu com a divisão religiosa desde pequeno em sua própria casa. “Eu lembro de minha mãe levando eu e meu irmão à igreja e meu pai esperando lá fora. Uma das coisas que aprendi com minha mãe e meu pai é que a religião frequentemente prejudica Deus”, já declarou a celebridade irlandesa. Ainda assim, a fé de Bono sobreviveu e ele leva uma vida de acordo com os preceitos do cristianismo.

Mas estamos aqui para falar de música, e este trecho da letra de I still haven’t found what I am looking for é um verdadeiro hino à fé:

Eu acredito no Reino Vindouro
Quando todas as cores sangrarão em uma
Sangrarão em um só Mas, sim,
eu ainda estou correndo
Você quebrou as cadeias
E você soltou as correntes
Carregou a cruz Da minha vergonha
Oh, minha vergonha
Você sabe que eu acredito

Já Lenny Kravitz eu descobri recentemente, quando tive a chance de assistir um de seus shows. Curti muito e depois do show fui pesquisar a vida deste filho de pai judeu e mãe negra. A primeira surpresa veio quando descobri que ele tem uma tatuagem com os seguintes dizeres: “Meu coração pertence a Jesus Cristo”. Depois, lendo suas entrevistas, soube que ele se converteu aos 13 anos por meio de um amigo e que sentiu fisicamente a presença de Deus no quarto em que estava naquele momento. Recentemente, tem se declarado casto, evitando uma atitude hipócrita em relação aos preceitos cristãos em que acredita.

Mas e a música deste multinstrumentista novaiorquino? O que ela tem de cristã? Responda você mesmo depois de conhecer a letra de The ressurrection:

Se você sentisse o que eu posso sentir
Bem, então você saberia que seu amor é real
Se você ouvisse o que eu posso ouvir
Bem, então você saberia que o Rei está próximo
A ressurreição está aqui para ficar
E ele está voltando de novo
Para resgatar suas almas e nos tornar livres
A ressurreição está aqui para dizer
Que ele está voltando de novo
Veja o que ele fez comigo
Agora eu vivo em outro tempo e espaço
Ele andou no caminho da retidão
Para nos proteger da ira de Satanás
Não estamos sozinhos
E estamos indo para casa Alguma dúvida?

Fonte: Cristianismo Hoje

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Inimigo meu!

Um  curta super interessante, sobre diferenças étnicas e sociais do mundo, e com um final surpreendente.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Você e o BBB DOZI

 
Em janeiro concentre-se no BBB DOZI:

Bom,
Benigno,
Belíssimo

Deus,
Onipotente,
Zeloso e 
Incomparável
 
 
Compartilhado por um dos contatos dos círculos do Imagens Cristãs no Google Plus.
 

Azul da Cor do Mar, Tim Maia

Hoje gostaria de compartilhar com vocês uma música que considero uma das mais belas canções brasileiras. Em “Azul da cor do mar”, Tim Maia reflete sobre a vida e suas desigualdades, e busca mostrar que, por mais tristezas que a vida possa trazer, devemos sempre procurar uma maneira de atenuá-la, uma razão para continuar e para sermos felizes.

Azul da Cor do Mar é aquela canção para momentos tristes e de solidão, afinal  foi assim que ela nasceu, na solidão de um quarto de hotel, enquanto Tim olhava um pôster de uma praia paradisíaca. Mas também é um convite a olharmos adiante e construirmos os nossos motivos para sonhar e a nossa razão para viver. Tim Maia é Música para a minha alma!

"Mas quem sofre, sempre tem que procurar, pelo menos vir achar, razão para viver... ver na vida algum motivo pra sonhar, ter um sonho todo azul, azul da cor do mar..."




sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os agentes do destino

 
Num grupo de discussões do qual faço parte no Facebook, em meio a uma discussão sobre a existência ou não do livre arbítrio, surgiu a dica para o filme Os agentes do destino, uma película de ficção lançada ano passado da qual não ouvi falar na época mas que já encontra-se à venda em DVD/Blu-ray (e provavelmente nas locadoras, né?). A estória gira justamente em torno da interferência de uma agência na capacidade do personagem principal exercer sua liberdade de escolha e poder de decisão. Tô doido pra assistir!
 
 
 
 
Sinopse:
David Norris (Matt Damon) é um jovem político com uma carreira promissora, mas um escândalo atrapalhou a sua corrida ao Senado. Tão logo perde a disputa pela vaga ele conhece Elise (Emily Blunt), bailarina por quem se apaixona. Contudo, homens com estranhos poderes de interferir no futuro aparecem do nada e começam a pressioná-lo para que ele não dê continuidade a este romance, porque isso poderá atrapalhar o futuro de ambos. Sem saber ao certo quem são essas pessoas, a única certeza que David possui é que precisará reunir forças para enfrentá-los e encarar o que o destino lhe reserva.
 
Com informações de Adoro Cinema.
 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Milagre da bioengenharia?

 
Rocketsnail - lesma transformer
 
 
Você já viu algo parecido?
Tecnologia pura ou a evoILUSÃO explica isso?
 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Reativada widget de atualizações do Google Plus

 
Google Plus Estávamos sem a widget que mostra as atualizações mais recentes publicadas em nosso perfil Google Plus há alguns dias. Bem, na verdade, nem reparei quando ela sumiu. Só sei que continuava atualizando-a periodicamente.
 
Pois agora voltamos com ela, e num estilo diferente. Aquela anterior era um experimento já que tínhamos em mente testar outras opções. E essa nova tem a vantagem de não ficar passando constantemente os posts antes que você termine de lê-los, pois eles são estáticos. E outra coisa, ela atualiza instantaneamente o que publicamos no G+ !!
 
Como o Google Plus agora oferece a possibilidade de construirmos páginas que podem ser dedicadas a um blog, site, organização, empresa, marca comercial etc., não é mais necessário criar um perfil pessoal para estes tipos de "usuários", e aí já fizemos uma página pro Mural na Net (https://plus.google.com/102154459084623065057). Possivelmente até hoje ou amanhã ainda atualizaremos o perfil do Mural na Net (https://plus.google.com/107513901307421069047), e posteriormente passaremos a atualizar somente a página. Você já pode se juntar a ela. Acesse-a e adicione-a a sua lista de contatos na rede Google Plus.
 
Então é isso aí! Acompanhe via Google Plus nossas atualizações de notícias, sugestões de leitura de textos de outros blogs, sites etc..
 

A impraticável doutrina de Cristo!



"Não vos preocupeis com o amanhã, com o que comereis, nem com o que bebereis, nem como vos vestireis" — diz Cristo. Sem defender a própria vida, sem resistir ao mal com a violência, dando a própria vida pelo próximo e guardando a castidade absoluta, o homem e a humanidade não poderiam existir, pensam e dizem eles.

E têm absoluta razão, se consideram as indicações de perfeição dadas pela doutrina de Cristo como regras que cada um deve respeitar, assim como, na doutrina social, cada um deve cumprir as regras de pagamento dos impostos, de participação na justiça etc. O mal-entendido consiste exatamente nisto: que a doutrina de Cristo dirige os homens com um meio que não as doutrinas fundamentadas no conceito da vida inferior. As doutrinas sociais são dirigidas somente com regras e com leis, às quais é preciso submeter-se exatamente.

A doutrina de Cristo guia os homens mostrando-lhes a infinita perfeição do Pai celeste, perfeição a que cada homem pode aspirar livremente, independente do grau de imperfeição em que ele se encontre. O mal-entendido dos homens que julgam a doutrina cristã do ponto de vista social consiste em que, supondo que a perfeição indicada por Cristo possa ser totalmente alcançada, eles se perguntam (como se perguntam, supondo que as leis sociais sejam observadas): "O que acontecerá quando isto ocorrer?"

Esta suposição é falsa, porque a perfeição indicada aos cristãos é infinita e nunca poderá ser alcançada.Cristo apresenta sua doutrina, sabendo que a perfeição absoluta nunca será alcançada, mas que a tendência a esta perfeição absoluta e infinita aumentará continuamente a felicidade dos homens, e que, por conseqüência, esta felicidade poderá ser indefinidamente aumentada. Cristo ensina, não aos anjos, mas aos homens que se movem e vivem uma vida animal. A esta força animal do movimento, Cristo aplica, por assim dizer, uma nova força — a consciência da perfeição divina — e assim dirige o caminho da vida sobre a resultante destas duas forças.

Crer que a vida do homem seguirá a direção indicada por Cristo é como acreditar que um barqueiro, para atravessar um rio veloz, remando quase que diretamente contra a corrente, navegaria naquela direção. Cristo reconhece a existência dos dois lados do paralelogramo, das duas forças eternas, imortais, de que se compõe a vida do homem: a força da natureza animal e a força da consciência, isto é, que ele é filho de Deus. Não falando da força animal que, afirmando-se por si só, permanece sempre igual a si mesma e está fora do alcance do homem, Cristo só fala da força divina, chamando o homem a maior consciência desta força, a sua mais completa emancipação e a seu maior desenvolvimento.

Na emancipação e no aumento desta força consiste, segundo a doutrina de Cristo, a verdadeira vida do homem. De acordo com as doutrinas que a precederam, a verdadeira vida estava no cumprimento das regras, das leis;

enquanto, segundo a doutrina* de Cristo, esta consiste na aspiração à perfeição divina, dada como fim, e cujo princípio, todo homem tem consciência de trazer consigo, na assimilação mais completa da vontade humana com a vontade de Deus, assimilação para a qual o homem tende , e que seria o aniquilamento da vida que conhecemos.

A perfeição divina é a assíntota da vida humana; a humanidade sempre tende para ela; pode dela se aproximar, mas só pode alcançá-la no infinito. A doutrina de Cristo não parece excluir a possibilidade da vida, senão quando é considerada como regra aquilo que é apenas a indicação de um ideal. Só neste caso os preceitos de Cristo parecem inconciliáveis com as necessidades da vida, enquanto, ao contrário, só eles oferecem a possibilidade de uma vida justa.

Leon Tolstoi
em O Reino de Deus está em Vós

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Tenho medo da Globo Gospel


Não existe nada tão ruim que não possa piorar. Certo, a frase não é original, mas ela nunca fez tanto sentido como agora. Os “gospel” estão em festa, a poderosa Babel rendeu-se a seus pés, o território do inimigo foi invadido, e agora é só uma questão de tempo até que um novo Bezerro de ouro seja erguido no meio do arraial gospel.

2012 está apenas começando e o ano promete ser apocalíptico. Não, não são as profecias Maias; as profecias vêem do “mundim” gospel brasileiro, que fervilha com a conquista da rede Globo de televisão. É isto mesmo. Se você esteve viajando por outra dimensão, ficará abismado com as novas da terra brasilis; a poderosa Globo abril de vez as portas para o evangelho tupiniquim.

Começou devagar, quase imperceptível. Primeiro foi a Som Livre, que botou o olho grande no crescente e consumista mercado gospel; em seguida vieram às canções gospels nas novelas globais, as chamadas, novas estrelas "gospel” (com direito a slogan e tudo, afinal “Você adora e a Som Livre toca”) da Som Livre no intervalo da novela das 20 h; e daí para o Domingão do Faustão foi um pulo do gato. Se antes evangélicos na Globo só apareciam em minisséries como Decadência e em novelas como Duas Caras; no papel de, pastores picaretas ou sem fé, crentes estereotipados e fanáticos religiosos; agora estes desfilam pelos camarins da Globo, como verdadeiras estrelas globais – são a nova galinha dos ovos de ouro da Globo.

Sim, caro viajante, desavisado, não se espante se ao ligar a sua telinha der de cara com um Luciano Huck orando em línguas, ou com o Faustão gritando “Ô loco, aleluia!”; já invadimos o Domingão, entramos no Caldeirão, passeamos pelo TV Xuxa, conquistamos o Promessas no disputado fim de ano da Globo, e começamos 2012 esquentando os tamborins e botando – pasme! – de rabino a mãe de santo para dançar sob o pandeiro de “Jesus”. É, meu caro, acredito que nem Bento XVI teve tanto sucesso em juntar a salada mista que foi o primeiro esquenta da Globo em 2012.

Confesso que tenho medo da Globo Gospel, medo do que virá pela frente: camarote gospel no carnaval da Sapucaí? A primeira novela gospel brasileira? Ana Maria Braga ensinado como fazer acarajé ungido nas manhãs globais? Não, não seria possível! Ou seria?

Preferia a Globo sensacionalista e avessa ao evangelho, que corria atrás de escândalos no meio cristão para poder denegrir a imagem destes diante da sociedade. Tudo era muito claro, os papéis eram bem definidos; sabíamos em que terreno pisar, as fronteiras eram bem definidas. Mas na Nova Globo Gospel, os papéis são estranhos, não há limites entre o certo e o errado. Aliás, tudo parece certo e o evangelho tupiniquim ganha agora espaço para mostrar todo o seu sincretismo em rede nacional.

E a Globo, que não é boba, tenta agradar a gregos e troianos transformando o evangelho de Jesus Cristo numa coxa de retalhos, onde o que conta não é a fé que se professa, mas os números no ibope e o saldo positivo de sua conta bancária. A antiga inimiga dos “gospel”, na dúvida quanto a quem agradar, atira para todos os lados e apela para todos os santos; afinal na dúvida quanto a quem agradar, o melhor é não aborrecer ninguém ou, como diz a canção do grupo Boca Livre:

"Pelo sim, pelo não, uma reza pra Deus, uma vela pro cão. É um ás escondido na manga, e uma dama na mão".

Gonzaga Soares


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Efeito BOOMERANG - de alguma forma sempre volta para você

Assista como a câmera acompanha um ato de gentileza, num belo exemplo do efeito BOOMERANG e lembre-se, "Gentileza, gera Gentileza" e de alguma forma sempre volta para você. Tenham todos uma semana de cordialidades, um grande abraço e fiquem na paz!




domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz 2012 ou um 2012 possível


Por Priscila Emerich Souza

Que nossas matas não se convertam em eucaliptos, acácias até que não sobre mais nada, que a comida não seja envenenada por agrotóxicos, que a humanidade não seja exterminada por um inimigo real em nossos pratos matando nossos familiares e amigos de câncer.
Que a medicina se torne mais humanizada de uma vez por todas, que as novelas da rede globo parem de deseducar e alienar nosso povo, que as massas acordem e exijam cultura de qualidade na TV banindo esselixo tóxico e violência das casas brasileiras que forja um comportamento padrão.
Que a revista Veja entre outros meios de comunicação fechem suas portas e sejam punidos por crime de difamação e desinformação, que os torturadores de outrora e de hoje, sejam presos sim, que a memória política seja recuperada sim. Que as propagandas de carro e de banco sejam ridicularizadas e seus marketeiros sejam obrigados a assisti-las presos a uma cadeira com os olhos abertos por horas a fio.
Que haja política pública decente para os sem-terra, sem-teto, sem-lar (inclui-se aqui índios), que o Brasil encontre uma forma de “avançar” sem deixar um rastro de alagamento.
Que as Universidades públicas continuem de qualidade sim contra todos seus detratores, possibilitando a divergência de opinião. Que o mundo do pensamento único seja questionado já na 1ª série do maternal estimulando a fantasia das crianças a pensarem que um outro mundo é possível sim.
Que nossa língua pátria e mesclada de tantas belas culturas volte a ser praticada, escrita, falada, conhecida, amada e respeitada.
Que o consumismo voraz e desenfreado seja varrido e vigiado nas cidades e culturas seculares e milenares e não permitam reduzir tudo a um grande shopping center a céu aberto.
Que o direito à cidade não se converta na pobreza do espetáculo de uma árvore de natal artificial que um banco ou uma empresa dá de migalha.
Que meus amigos que andam de bicicleta continuem pedalando sãos e salvos!
Que um tribunal de filósofos, cientistas sociais, humanistas, intelectuais, poetas engajados julgue os crimes de humanidade: guerra, chacina, tortura.
Que nossos juízes letrados, senadores, deputados, tenham vergonha de seus salários e todas as regalias frente ao povo que governam como reis a seus súditos. Que o povo sinta raiva e não resignação. Que o povo estude e não seja evangelizado. Que o povo leia ao invés de repetir o que diz o jornal nacional.
Que os ursos polares parem de tomar coca-cola!
Que o próximo tsunami atinja apenas a ilha de caras e a casa do big brother!
Que rappers, metaleiros e reggeiros assumam os cerimoniais de fim de ano da TV, pelo-amor-de-Deus.
Que não se extermine o último salmão nos mares, o último mangue da costa, o último panda das florestas, nem a última onça ou lenta tartaruga que atravessa nossas BRs.  Que o abandono e maltrato de animais e crianças seja punido. Que se volte a acreditar na alegria e espontaneidade das crianças sem prescrição de bulas de remédio.
Que a montanha de lixo na praia, nas ruas, nos aterros, envergonhe a todos como um espelho refletindo uma vida miserável de produção de cada vez mais supérfluos. Que cada adulto aprenda que um pouquinho de solidariedade e gentileza não faz mal.
Que a gente não se acomode, que eu não me acomode nessa zona de conforto e parafernália tecnológica com tanta miséria batendo à porta.
Feliz 2012 meus queridos amigos.

Joyful 'toon: Uma nova folha

 
Por ocasião da passagem de ano.
 
              
   Joyful 'toon_New leaf 2012 PT.BR
 
 
 Comentário do autor:
Todo Ano Novo parece ser um tempo em que nós queremos dar um novo começo para nossas vidas. Tomamos resoluções para melhorar a nós mesmos. Mas é apenas através de Jesus que nós podemos verdadeiramente ter um novo começo e uma nova vida.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.
 
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