quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Produtos feitos para não durar

 
The ligh bulb conspiracy Já ouviram falar de obsolescência* programada? Produtos feitos para durar menos do que deveriam ou poderiam? Há sólidas evidências de que a indústria recorre a esta prática com a desculpa de estimular o consumo e manter o comércio sempre em movimento.
 
Baterias de iPods com duração muito limitada, chips instalados em impressoras para fazer com que deixem de funcionar ao atingir certo número de páginas impressas estão entre as suspeitas de prática da obsolescência programada por parte da indústria.
 
Abaixo indico três matérias sobre o assunto. Recomendo ler na sequência em que são citados.
  1. Programado para morrer – fala das descobertas citadas no documentário The ligh bulb conspiracy
  2. 'Estamos criando montanhas de lixo' – entrevista com a cineasta Cosima Dannoritzer, diretora do documentário The ligh bulb conspiracy
 
Veja também o vídeo A origem das coisas.
 
 
* O termo obsolência é um neologismo. Veja no obsolescência no iDicionário Aulete.
 
 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

e-Sword - bíblia eletrônica

 
e-Sword Home
 
 
"The Sword of the LORD with an eletronic edge" (A espada do SENHOR com um gume eletrônico) é o que diz a tela de abertura do programa e-Sword (www.e-sword.net).

Mais do que uma bíblia eletrônica, o e-Sword é um software para leitura e estudo das Escrituras.

O programa vem somente com a bíblia do Rei Tiago (King James) [KJV], que está em inglês antigo, mas você pode baixar bíblias em vários outros idiomas. A versão João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada (ARA) está disponível, por exemplo.
 
 
Screenshot do e-Sword
Janela principal do programa. Veja outras imagens (inclusive em tamanho maior) acessando o site.
 

É possível agregar à biblioteca do programa várias outras bíblias, dicionários bíblicos, uma enciclopédia bíblica, comentários bíblicos (tem até os comentários de Matthew Henry), mapas, devocionais e alguns extras (livros, por exemplo). A desvantagem do programa para quem não fala inglês é que tudo nele encontra-se nesta língua, com exceção da bíblia de Almeida mencionada acima.

O e-Sword ainda permite escrever notas de estudo e fazer buscas no conteúdo da bíblia.

O bom da bíblia do Rei Tiago que vem no programa é que cada palavra/expressão em inglês está associada à exata palavra/expressão correspondente no texto original em hebraico (Antigo Testamento) ou grego (Novo Testamento). Essa correspondência está lá graças à incorporação do Dicionário de Strong e ela é acompanhada de comentários sobre todas as possíveis traduções para a expressão/palavra. Dessa forma, dá pra saber o significado de vários nomes bíblicos de pessoas e lugares, tirar dúvidas sobre as traduções das bíblias de Almeida e por aí vai.
 
 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Third day - creed, um tributo a Rich Mullins

Lindo tributo do Third Day a Rich Mullins. Esta canção é maravilhosa e, às vezes, quando esqueço quem eu sou, escuto-a e as palavras de Mullins: “E eu acredito que aquilo em que acredito me faz ser quem eu sou. Eu não criei isto, não; isto me criou”. Para Mullins, ele era o que Deus o fazia ser, e isto é incrível.

Na correria por "ser" (penso que a estranha sociedade nos empurra a isto), acabei  esquecendo quem realmente era, e esta música me trouxe de volta, e me faz lembrar que o maior título que poderia um dia conquistar já me foi dado pelo criador, o de filho de Deus.
 
Obrigado, Rich, por me lembrar que eu sou aquilo que Deus me faz ser. Ouçam essa canção e compartilhem. Ela é música para os meus ouvidos e alimento para a minha alma.


Eu abracei um homem de cueca



Agora à noite surgiu na minha timeline essa foto, e a legenda: Grupo de cristãos foi à parada gay com cartazes dizendo “desculpe-nos pela forma como a igreja tratou vcs”.

Eu pensei: CARAMBA, ELES ESTÃO FAZENDO ISSO CERTO! Cansamos de ver grupos cristãos extremistas lá fora protestando contra tudo (tipo Michael Jackson, Madonna e gays) com insultos grotescos muitas vezes, e isso toma a mídia que ganha mais um argumento pra moldar o cristão fanático e intolerante. E não temos como dizer que não, sempre vemos relatos de uma igreja intolerante, que está trazendo os valores do mundo pra dentro dos templos (cobiça, egoísmo, só pra citar dois) e se afastando dos 'pecadores'.

Em junho de 2011 rolou mais uma Chicago Pride Parade (tipo uma parada gay da gringa), e um grupo de cristãos colou lá com camisetas escritas “I’m sorry” e cartazes  ”I’m sorry the way churches have treated you” (Me desculpe pela forma como a igreja tem tratado vocês) e tiveram uma experiência de relacionamento com os participantes da parada, abraçaram geral, sorriram, fizeram algo muito mais “cristão” do que condenar e insultar. Nathan Albert (o gordinho abraçando o brother de cueca na foto) escreveu no seu blog sobre o trabalho realizado: 

"Eu abracei um homem de cueca. E acho que Jesus faria o mesmo.

[...] nós queríamos ser uma voz cristã alternativa aos protestantes que estavam lá gritando “ódio” no megafone.

O que eu mais amei naquele dia foi quando as pessoas “entenderam”. Eu curti assistir a expressão das pessoas quando viam nossas camisetas, liam os cartazes e olhavam de volta pra gente. As respostas foram incríveis. Alguns nos mandavam beijos, outros vinham nos abraçar, outros gritavam OBRIGADO! Algumas garotas vieram e disseram que fomos a melhor coisa que elas viram durante o dia todo. Eu queria ter contado quantas pessoas me abraçaram. Um cara em particular disse suavemente: Bem, eu perdôo vocês.

Ver as pessoas reconhecendo nossas desculpas me fez chorar várias vezes. Aquilo era a personificação da reconciliação.

[...] infelizmente a maioria dos cristãos não pensariam nem se aquele cara dançando de cueca branca (foto) tem um nome. Bem, ele tem. Se chama Tristan. De qualquer forma, eu acho que Jesus o teria abraçado também. Isso é exatamente o que li nas escrituras: Jesus andando com pessoas que os religiosos fugiriam. Alguma relação entre aquela época e agora? Eu acho que sim.

Eu abracei um homem de cueca. Abracei forte. E tenho orgulho disso."

Chega de pregar amor e praticar intolerância. Chega de condenar antes de amar. Chega de se achar melhor. Passou da hora de sermos mais parecidos com Jesus.

Fonte: Garagem 720 via blog do Júnior Candido

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Pobres ateus!


Disseram-me que o ateísmo está crescendo.

Fiquei a pensar… Quem quer o mundo oco e solitário dos ateus? Não eu!

Eu quero o mundo povoado dos cristãos, dos judeus, dos muçulmanos, dos animistas…

Quero um mundo onde a gente não esteja só.Um mundo com anjos de pé e caídos.

De entidades, de elfos, de mística, de mágica, de mistérios…

Quero o mundo onde os tambores invoquem. Onde a multidão de línguas estranhas dos pentecostais façam os seres da escuridão retroceder.

Quero o mundo que produziu Beethoven que, surdo, dizia ouvir a música que Deus queria escutar, a quem aplaudiu na nona.

Que produziu Shakespeare, que disse que havia mais entre o céu e a terra, do que supõe a nossa vã filosofia, e que valia morrer por amor.

Que desafiou Mozart a zombar de Deus enquanto, qual o profeta Balaão, só conseguia emitir os sons que boca de Deus entoa!

Quero o encanto catártico de Haendell gritando ALELUIA! de forma arrebatadora!

A beleza de Bach nos fazendo ver a paz da Família Eterna.

Quero mundo das lindas e majestosas catedrais e dos pregadores das praças, das esquinas, dos caminhos…

Da riqueza sonora profunda dos cantos gregorianos e dos vociferantes pregadores: convocando os homens a mudar e o Espírito Santo a se levantar contra o mal.

Quero o mundo que faça um ser humano, diante a pior das borrascas, ver o seu salvador andando sobre o mar, anunciando a possibilidade.

Aquele em que o guerreiro, diante da incerteza, se ajoelha perante o Eterno e se levanta com um brilho nos olhos, certo de que tem uma missão, um motivo para brandir a espada, porque se há de correr o sangue humano, tem de haver uma razão, que dando significado a vida o faça não temer a morte.

Um mundo de poetas e romancistas, que fazem a morte gerar vida, que contam histórias porque, em meio ao mais insano, há algo para contar, e se há o que contar, então significa; e se há como contar, então há um significante anterior, de modo que, por mais que cada leitor possa, de alguma maneira, reinventar, ninguém consegue negar que leu e, se leu, podia ser lido.

Quero a fé que faz uma menina entrar numa das melhores faculdades do pais, sonhando que, um dia, tudo o que sabe ajudará um ser desprovido de tudo, num dos miseráveis cantões do planeta, a sorrir com esperança!

Quero a loucura dos missionários que abandonam tudo no presente, certos de que levarão milhares a viver o futuro.

Quem quer o socialismo frio do ateus?

Eu quero o socialismo dos crentes que, em meio à marcha dos trabalhadores e, diante do impasse do confronto com as forças do estabelecido, grita ao megafone: companheiros, avancemos! Deus está do nosso lado!

Da ciência não quero as equações, quero o grito de “Eureka!”, onde o cálculo se mistura com a revelação.

Da matemática quero a música, a certeza de que há sons no universo, que não só os podemos cantar, mas que há quem nos ouve.

Que ouviremos a grande e última trombeta, que reunirá toda a criação para o canto da redenção.

Eu não quero capitalismo nenhum, mas prefiro o dos seres humanos que acreditavam que o trabalho é um culto ao Criador e que o seu produto tinha de gerar um mercado a serviço do bem.

Quem quer o capitalismo consumista dos ateus, que reduz a vida ao aqui e agora, e transforma todos em desesperados que, pensando que não sobrará para eles, correm para acumular para o nada?

Os ateus dizem que evoluímos, mas que não vamos para lugar nenhum; que a ciência pode tudo; que verdade é a palavra dos vencedores; que os mais fortes sobreviverão, e que é o direito natural deles.

Não! Mil vezes não!

Quero o mundo onde os fracos tenham direito ao Reino; onde os mansos herdarão a terra; onde os que choram serão consolados; onde os que têm fome e sede de justiça serão fartos; onde os que crêem na justiça estejam prontos a morrer por ela; onde os mortos ressuscitarão.

Quem quer um mundo explicado, onde tudo é virtude ou falha de um neuro-transmissor qualquer?

Quero um mundo onde a fé , o amor e a paixão curem, mudem histórias e construam caminhos! Onde os artistas tenham o que registrar!

Um mundo onde o sol nasça e se ponha, onde as estrelas, polvilhando o infinito, apontem um caminho, falem da esperança de uma grande e decisiva família, e que qualquer ser humano ao ver isso, não se envergonhe de falar: maravilha! Um Deus fez isto!

Mas não quero a teologia técnica…

Quero o Deus apaixonado dos cristãos, que abandona sua Glória e se faz gente, trazendo a divindade para a humanidade e, ressuscitado, ao voltar, leva a humanidade para a divindade!

Quero o Deus inquieto de Israel, o pai dos judeus, com quem é possível lutar.

Quero do Deus que se permite ser detido por um Jacó.

Quero o Deus chorão de Jesus de Nazaré, que mesmo a gente tendo brigado com Ele, nunca conseguiu brigar conosco.

O Deus Pai, Mãe e Filho que repartiu conosco o privilégio de ser!

Quero o mundo do medo do desconhecido, e do maravilhar-se com o desconhecido: o mundo do encanto.

Como disse o pai da filosofia moderna, o que se descobre ser ao pensar, precisa de um mundo para aterrissar, precisa que haja alguém que faça pensar valer a pena, alguém que, ao fim, é da onde se pensa, e se ele não existe, então nada existe, porque o que pensa não tem como pensar a partir de si.

Quero o mundo que ri da finitude; que desdenha das limitações; que resiste ao sofrimento; que olha para o infinito sabendo que nossa existência não é determinada pela morte ou por nossas impossibilidades; que não somos frutos de um acidente.

Quero mundo que se sustenta na fé de que ressuscitaremos, de que brilharemos como o sol ao meio dia; de que vale a pena lutar pelo bem; de que vale a pena existir!

Ariovaldo Ramos

Fonte: blog do Fabricio Cunha

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Playing for Change, música sem fronteiras

Nós já falamos de Playing for Change, aqui no mural, esse extraordinário projeto que começou como um documentário com músicos de rua e acabou expandindo seus horizontes num movimento de mudança que se espalhou pelo mundo, modificando a vida de varios musicos de rua e a parti destes para outras pessoas.

Playing for Change surgiu quando o engenheiro de som Mark Johnson caminhava por uma estação do metrô de Nova York a caminho do trabalho, quando se deparou com a seguinte cena: dois monges, vestindo túnicas brancas. Um deles tocava violão com cordas de nylon, e outro cantava. Uma ‘platéia’ com cerca de 200 pessoas acompanhava a apresentação. Mark percebeu que algumas se emocionavam e não continham as lágrimas. Outras tantas riam e interagiam com o som. Naquela estação de metrô, diante daquela visão inusitada, o projeto Tocando pela mudança nascia na mente e no coração de Johson. Mais tarde Johson encontraria o músico de rua Roger Ridley, interpretando o que Johson chamou de a mais bela versão de Standy by Me, o que aconteceria a seguir é história, de um dos projetos mais fantasticos que os homens podem conceber ao se unirem, e o resultado nós temos o privelegio de ver e ouvir, Playing for Change é uma historia de lutar, perseverança e fé, em mundo onde os homens possam se unir para celebrar, independente de credos, raças ou etnias.

Johson firmou uma parceria com a a Concord Music Group e saiu pelo mundo, levando consigo alguns colaboradores e todo seu aparato técnico para registrar músicos de rua por todo o planeta. Com o sucesso do projeto, todos que amam a boa música acabaram ganhando, um presente especial, a criação de uma banda, a PFC (Playing for Change) com músicos dos quatro cantos dessa experiência transnacional, que emociona quem os escuta. Em 2011 saiu o segundo álbum do projeto, com versões belíssimas de Three Little Birds, Imaginee, entre outras, destaque também do álbum para a participação de Sandra de Sá na canção Satchita e para a incrível , La Tierra Del Olvido, interpretada por artistas colombianos.

Entretanto um fato triste ocorreu no projeto, o músico Roger Ridley, que no primeiro disco do projeto canta uma emocionada versão de “Stand by Me”, morreu em 2005, sem ver seu classic bater com mais de 30 milhões de visualizações no You Tube. Ridley foi a base concreta do projeto, e com certeza ficou imortalizado por sua interpretação incomparável do clássico Stand by me, Ridley morreu de um ataque cardíaco, cerca de um mês após o lançamento do DVD do projeto, mas sua voz e seu legado, através da música permanecera, Johnson continua viajando pelo mundo, gravando e filmando músicos de rua de diferentes credos, origens, etnias e, em seguida, lançando essas contribuições em discos espetaculares. Playing for Change é uma experiência singular e ouvir estes músicos é alimento para a nossa alma.








“Enquanto caminhava pelas ruas de Santa Monica, ouvi Roger Ridley cantando "Stand By Me" de um quarteirão de distância, aproximei-me para ver quem estava cantando, e fiquei impressionado. Sua voz, alma e paixão nos levaram a uma viagem ao redor do mundo para adicionar outros músicos ao seu desempenho. Essa música transformou o Playing For Change de um pequeno grupo de indivíduos em um movimento global pela paz e compreensão...” Mark Johnson




Você quer saber mais sobre o projeto? Então acesse:

Site Oficial: www.playingforchange.com
Site da Fundação: http://playingforchange.org
Canal no Youtube: www.youtube.com/user/PlayingForChange
Twitter: http://twitter.com/#!/playing4change

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

After Eden: Pessoas boas

 
 After Eden_20010611
 
 
TRADUÇÃO:
Mulher: Pastor, é bíblico dizer que as pessoas são basicamente boas?
Pastor: Sim… em pecar.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Dan Lietha (AFTER EDEN).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução por Mural na Net.
 
 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Teste de vista para cristãos

 
Teste de vista para cristãos
 
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ariovaldo Ramos fala sobre a união entre igreja e politíca


O Rev. Ariovaldo Ramos responde de forma clara e direta, sobre a questão da união da igreja com a política; uma grande resposta. É bom saber que ainda existem líderes que ainda agem de acordo com o evangelho.

"O evangelho não depende de nada, a igreja não precisa de advogado, não precisa de político para defender a igreja..."
 



Encontrei o vídeo no excelente blog do Jackson Jacques


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Whitney Houston, adeus rouxinol

A cantora e atriz norte-americana Whitney Houston morreu no último sabado 11, com apenas 48 anos de idade. Houston foi encontrada morta em seu quarto, em um hotel de Beverly Hills. A polícia ainda não sabe a causa da morte e está investigando o que matou a estrela. A morte de Houston foi sentida por fans e amigos da diva, que lamentaram a morte de uma das vozes mais belas da música mundial.

O reverendo Al Sharpton, ativista dos direitos cirvis e radialista, pediu a todos que fizessem uma oração pela cantora e declarou. "Na manhã do Grammy, o mundo deve parar e orar pela memória de nossa 'Rouxinol' ". Houston nasceu com um dom incrível nas cordas vocais, um talento que só as mãos habilidosas do criador podem conceber. Ouvi-la era como ouvir a um pássaro raro, que nos seduz com uma melodia encantadora e única. Descanse em paz, Rouxinol. Você sempre será música para a nossa alma.

O Grammy prestou uma homenagem a Houston. Abaixo reproduzo um texto do site da revista Veja, onde a cantora foi homenageada pelos seus amigos e colegas de profissão.

A repentina morte da cantora Whitney Houston no sábado em Los Angeles foi sentida na 54ª edição dos prêmios Grammy, uma cerimônia que começou com uma oração em seu nome e a lembrança de seu clássico 'I Will Always Love You'. Whitney morreu aos 48 anos em um hotel de Los Angeles por causas que ainda estão sendo averiguadas. Sua morte comoveu seus companheiros de profissão que se reuniram neste domingo no Staples Center para celebrar a festa mais importante da música nos Estados Unidos.

O evento começou apenas 24 horas depois de se saber da morte da diva e deixou pouca margem de tempo para a organização dos prêmios concedidos pela Academia da Gravação para preparar uma homenagem, apesar do nome de Whitney estar na boca de todos. As primeiras palavras do mestre de cerimônias, o rapper LL Cool J, foram para honrar a memória de Whitney e pedir por seu descanso eterno.

"Hoje temos uma morte em nossa família, a única coisa que cai bem é começar com uma oração por Whitney Houston", disse o artista, abrindo passagem para um vídeo no qual se pôde ver a cantora no ápice de sua carreira entoando a música que a tornou mundialmente famosa, 'I Will Always Love You', do filme 'O Guarda-costas'. "Whitney, sempre te amaremos", acrescentou LL Cool J, enquanto a audiência aplaudia de pé.

Alicia Keys, que apresentou minutos depois o prêmio de melhor interpretação solo pop, assegurou que o legado de Whitney vai continuar presente no futuro. Rihanna aproveitou para pedir ao público que 'fizesse barulho por Whitney' enquanto entoava 'We Found Love' no palco. Entre os gestos de carinho à cantora não faltou o de Stevie Wonder. "Quero dizer a Whitney aí em cima no céu que todos te amamos", afirmou o músico.

O principal tributo da noite a Whitney foi feito por Jennifer Hudson que foi convocada pela organização dos Grammy para render-lhe uma homenagem musical. Hudson interpretou 'I Will Always Love You' de Whitney após uma mensagem do presidente da Academia da Gravação, Neil Portnow, e um vídeo no qual os artistas falecidos nos últimos 12 meses foram lembrados, entre eles Amy Winehouse.

(com Agência EFE)









sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Nome dos anjos

 
Recebi isso por email.
 
 
Angel (Artsiom Kireyau em www.123rf.com)
 
 
Você já notou que anjos tem nomes, né??? Como, por exemplo, Gabriel, Rafael, Miguel e outros. Todos terminam com 'el'.
 
Com base nos escritos de estudiosos sérios, teólogos e rabinos, alguns desses nomes foram decifrados:
 
  • GABRIEL: "AQUELE QUE DEUS ENVIOU";
  • MIGUEL: "IGUAL A DEUS";
  • RAFAEL: "ANJO MENSAGEIRO" e assim vai...

 

  • ALUGUEL: anjo mau que não deixa a pessoa conseguir sua casa própria;
  • EMBRATEL: anjo protetor do monopólio das comunicações;
  • CHANEL: anjo protetor dos costureiros e estilistas;
  • PAPAI NOEL: anjo protetor do comércio. Só aparece no fim do ano para acabar com seu 13º. Anda sempre acompanhado pelo anjo JINGOBEL;
  • TONEL: anjo protetor dos bêbados em geral;
  • PASTEL: anjo protetor das colônias japonesas e chinesas;
  • GEL: anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes;
  • PAPEL: anjo protetor daqueles com intestinos soltos;
  • ANATEL: anjo criado em Brasília, que não serve para porcaria nenhuma.
 
 
 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Elvis Presley: Ponte sobre as Águas


Nem sempre os dias são claros e, por vezes, fica difícil sorrir, mas quando chegar a escuridão, e o sofrimento estiver ao redor, lembre-se, Deus se colocará como uma ponte sobre as águas turbulentas; ele navegará ao teu lado como um amigo.

Bridge over troubled water, linda composição de Simon and Garfunkel, na incomparável interpretação de Elvis; uma doce melodia, uma letra maravilhosa. Um presente para os nossos ouvidos e para a nossa alma.




Nós e a morte de crianças por fome

 
Enquanto você dormia ontem, 30.000 crianças morreram de fome ou de doenças relacionadas a má nutrição. E mais, a maioria de vocês nunca fez MERDA nenhuma para mudar isto. E o que é pior: você está mais perturbado com o fato de eu ter dito 'merda' do que com a notícia de que 30.000 crianças morreram de fome na última noite.
 
Tony Campolo
 
 

Visão de David Wilkerson em 1974 está mais perto de se cumprir?

 
Wilkerson ConferenceDurante muitos anos o pastor pentecostal David Wilkerson foi um dos maiores críticos da igreja evangélica norte-americana.
 
Ele ficou famoso em todo o mundo por seu livro A Cruz e o Punhal, onde relata como ajudou a converter violentos membros de gangues de Nova Iorque. Sua vida pessoal e ministerial íntegras o qualificaram para ser um porta-voz divino com autoridade reconhecida até mesmo fora dos meios evangélicos.
 
Um dos momentos em que ele foi mais perseguido e caluniado foi em 1974, quando publicou um livro chamado A Visão. Wilkerson relata que Deus o mostrou que os EUA precisavam de arrependimento e advertia sobre o futuro julgamento de Deus sobre todo o mundo.
 
Imediatamente, o pastor passou a ser chamado por algumas igrejas de “profeta da destruição”. Líderes eclesiásticos que ensinavam apenas mensagens positivas decidiram naquela época retirar os livros de Wilkerson das livrarias de suas igrejas. Para muitos ele havia tido alguma alucinação e suas palavras não faziam sentido.
 
Muitos afirmaram alguns anos depois que suas visões proféticas não se cumpriram e que não havia necessidade de uma palavra profética fora da Bíblia. Chegaram a chama-lo de um “falso profeta”.
 
Parecem ter esquecido que vários profetas bíblicos não viram suas palavras se cumprir enquanto estavam vivos. Isaías, por exemplo só veria o que falou sobre a Babilônia se cumprir cerca de 150 anos depois da sua morte. O que ele falou sobre Jesus, demorou cerca de 700 anos para se tornar realidade. Muitas outras profecias bíblicas ainda esperam pelo seu cumprimento mesmo dois mil anos depois.
 
LEIA O RESTANTE DO TEXTO no Gospel Prime e saiba quais foram os 5 pontos da visão de Wilkerson. Baixe também de lá um resumo do livro.
 
 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Agora e o agora não!




“Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno”. 2ª. Co. 4:18

Não sei se  já te deste conta, mas teu dever é tornar-te um peregrino, um ser errante numa terra que não é tua, um andarilho da existência, alguém que deixa pegadas que se apagam enquanto ainda se caminha.

Por isso, não crie raiz, fuja de toda fixidez, esteja sempre pronto para ser “colhido do chão” da terra, pois tu e tudo é transitório, temporal, passageiro e fugaz. Lembra-te de que estais aqui apenas de passagem, um sopro e já não mais serás...

E eu penso comigo: coisa espantosa é o homem! Tão ambíguo, tão contraditório. Num momento é... no outro, já deixou de ser. Surpreende-me como consegue contrastar em si mesmo grandeza e miséria, luz e escuridade, paixão e ódio, vida e morte.

Eis aí vai o homem! Pensa que é, mas ainda não se tornou o que há de ser. O que será está mais a frente, está no futuro. Não te enganes ao pensar que ele trilha irremediavelmente rumo à morte, pois, na verdade, caminha a passos largos para nascer! Ou não sabes que é morrendo que se vive, pois a morte abre a porta, não a fecha, liberta-nos de quem fomos para vestir-nos de quem somos.

Portanto, olhe para a "morte" como tua amiga e aprende a esperá-la. Ela porá fim a todos os teus dilemas, te libertará de todas as tuas algemas, e, por fim, vencerá até mesmo o tempo. Sim, pois como disse Platão, "o tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel". Mas lembre-se: para se ganhar o direito de "morrer" é preciso, antes, aprender a viver...

Entende, então: só quando não mais fores é que poderás ser... Como bem citou Manoel de Almeida “sinto tamanha saudade de algo que nunca partiu, porque também nunca chegou”. Hoje ainda és informe, mas amanhã serás matéria eterna; hoje és parte, amanhã serás todo; hoje és pecado, amanhã serás redenção!

Sei que há em ti essa ânsia de transcender, de ir além, mar a dentro, céu a fora. É que tu almejas por aquilo que ainda virá, a “Nova Jerusalém”! Por isso sê paciente, espera só mais um pouco, não desistas de ti mesmo! Saibas que “embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia”.

Portanto, conforma-te homem. Se ainda não te decifrastes, não te devores! Aprende que existir é paradoxo, é absurdo, mas ao mesmo tempo é também paixão e beleza. Por isso te trago a poesia de Erikah Azzevedo: “eu sou o "eu vivo", num querer transcender toda a essência do meu viver... e sou o "eu posso" , num querer ser num além mais de mim. Eu sou o que sou, e ser... me consome!”.

E assim eu te digo: abraça a tua impotência, consola-te por teres limites, entende que ainda estás preso ao corpo, sois pó que tomou forma: finito, tolhido, rascunho. Aceita, então, que a Graça te basta, pois és o agora e o ainda não!

Por fim, aquieta-te, pacifica as tuas guerras e descansa sob o solo sagrado do teu coração. Acolhe, portanto, o fato de que, neste momento, vês “... apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, verás face a face. Agora conheces em parte; então, conhecerás plenamente, da mesma forma como és plenamente conhecido”.

Carlos Moreira

Joyful 'toon: Guarda de resgate

 
Joyful 'toon número 52.
 
              
  Joyful 'toon 52_Ranger Rescue PT.BR
 
 
 Comentário do autor:
Este cartum é um encorajamento à Igreja, para que a mesma saia do "posto de vigia" que é seu prédio e suba a "montanha" do mundo, onde pessoas estão necessitando resgate
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.
 
 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os cinco maiores arrempedimentos daqueles que estão para morrer


Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte. Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana.

Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia. “É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica. “Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra. “Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma. “Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta. “À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”. “A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica. “Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”. “Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”. “Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica. “A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”. “Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”. De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.

Publicado em janeiro/2012 em http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais.aspx
(Recomendado por Carlos Alberto Bezerra Júnior) no Blog do Fabricio Cunha

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Brennan Manning: O Legado de um Maltrapilho


Em meio as minhas muitas quedas, ergo-me na vã esperança de não volta a cair, mera esperança que se desfaz diante da iminente queda que se apresenta; se tenho medo? Não, já o tive muito, descobri no evangelho que não existe pecado que cometa que possa sufocar, o amor do Pai.

Deus não estar a contabilizar as minhas quedas, mas a graça que acolho em mim.  Sou grato a Deus pela vida de Brennam  e por seu enorme legado de graça a todos os maltrapilhos.


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A ordem criminosa do mundo

 
Esse vídeo é um programa de uma TV espanhola e fala dos efeitos do espírito capitalista e da globalização no mundo. Ele busca expor que o poder mundial é exercido por uma pequena oligarquia muito forte. Também fala da destruição de direitos, da fome, crimes contra a humanidade e outras coisas do tipo.
 
Falam nele principalmente o escritor espanhol Eduardo Galeano e Jean Ziegler, ensaísta e relator da ONU, mas também aparecem missionários cristãos na África, o escritor argentino Ernesto Sábato, um jurista espanhol e ainda outras pessoas.
 
 
 
Se não quiser assistir o vídeo on line, baixe-o pra assistir depois usando o site KeepVid, por exemplo.
 
 
Há um momento interessante onde é dito que, na visão de mundo globalizado atual, a pobreza tem sido o preço pago pela ineficiência!
 
O vídeo, a meu ver, só peca por propor como que a solução estaria no humanismo e na ideologia da esquerda.
 
 
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