quinta-feira, 28 de março de 2013

A guerra dos "ismos"



Por   Pablo Massolar

"Pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestiais." (Efésios 6.12)

Eu já disse (aqui) o que penso sobre o tema da homossexualidade e os direitos civis das minorias, sejam elas quais forem, e como este assunto deveria ser tratado pela igreja. Eu disse "deveria", porque a igreja institucional, em sua grande maioria, ainda está muito longe do que aprendemos com Jesus sobre como se deve tratar um irmão que consideramos pecador.

Hoje, antes de continuar o texto propriamente dito, preciso colocar alguns pingos nos 'is' e fazer uma distinção importante entre as palavras homossexualidade e homossexualismo.

Homossexualidade é a condição, seja ela natural ou não, genética ou cultural/comportamental/espiritual, à propensão, inclinação ou tendência ao desejo por pessoas do mesmo sexo. Esta afinidade é, na maioria das vezes, involuntária.

Homossexualismo é ideologia. É uma crença. É como a opção que se faz por um partido político, um time de futebol ou escovar os dentes com a torneira fechada para não desperdiçar a água. É uma decisão consciente e tem a ver mais com convicções do que com uma tendência nata.

Todos nós somos testemunhas, atualmente, de uma guerra que ainda não foi declarada de forma aberta, mas que já se desenrola aos gritos, ofensas, agressões, ameaças, mentiras e golpes muito baixos. De um lado os ativistas gays e do outro ativistas pró-família.

Longe de dizer quem está com a razão ou defender uma postura ou outra. Na minha opinião, os dois lados já perderam a razão faz tempo. Aliás, talvez, nunca tenham de fato tido razão em algum momento da história. Desde o início, começaram seus discursos nos canais, na intenção e na forma errada.

Dos dois lados a desculpa é a luta pela liberdade, mas esta própria "liberdade" que se é pregada está acorrentada numa ideologia, em um "ismo". Seja o homossexualismo ou o moralismo.

O buraco se aprofunda quando se descobre que o real interesse dos dois lados desta batalha não é o ser humano ou a família. O direito de ser o que se é ou de dizer o que se pensa é apenas a desculpa de um jogo de poder muito mais sórdido e nojento do que parece ser.

Estamos diante de uma guerra de marketing e ideologias vazias cujos objetivos encobertos são: trazer mais votos para cada um dos lados e também provocar uma "cortina de fumaça" com a intenção maquiavélica de desviar a atenção da grande massa dos assuntos mais graves e realmente sérios da nação. Não se trata de "teoria da conspiração", mas estes temas insuflados pela mídia são intencionalmente alienantes.

Fico triste ao ver uma "igreja" sem relevância concreta. Nem espiritual nem social. Ela se garante apenas na bancada política que a representa truculenta e interesseiramente em Brasília. Não consigo encontrar o Jesus do Evangelho refletido nas palavras dessa "igreja" ou desses "pastores" que usam as mesmas armas, as mesmas mentiras, as mesmas ameaças e o mesmo ódio para combaterem seus inimigos e suas desavenças.

Segundo Paulo, o apóstolo, "nossas armas não são humanas/carnais, são espirituais e poderosas em Deus para destruir fortalezas" (2 coríntios 10.4). Jesus nunca defendeu causas ou ideologias. Nem mesmo o judaísmo recebeu de Jesus qualquer atenção a favor ou contra. Ele se envolveu com as pessoas, encarou as suas dores. Curou alguns, libertou outros, fortaleceu os fracos, tratou os pecadores com amor e respeito. Olhava as pessoas nos olhos, dizia o que devia ser dito para quem quer que fosse, grande ou pequeno, sacerdote ou incrédulo e andava nos ambientes mais estranhos aos puritanos.

Não é uma questão de "dar a outra face" pacifica, tola e ingenuamente, mas de testemunhar a Graça e o Perdão que nos alcançam de forma viva, verdadeira e concreta. Não só através de palavras, mas de andar no Evangelho consciente e definitivamente até as últimas consequências.

Enquanto o Verdadeiro Amor, a Fé e a Esperança não forem as únicas "armas" da Igreja, será difícil ver o mundo ser convencido do Pecado, da Justiça e do Juízo de Deus com este testemunho.

O Deus que nos chama à Paz o abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente

Fonte: ovelha magra, via confeitaria cristã

quarta-feira, 27 de março de 2013

Secular ou sagrado? A espiritualidade de uma ciclovia




 Por  Braulia Ribeiro

Tenho um pé de carambola no quintal que dá o ano inteiro. Tenho orgulho deste quintal com sete tipos diferentes de frutas. Custou pra crescer neste solo desértico da Amazônia. Desértico sim, infelizmente, o solo daqui quando se tira a floresta nativa. Sobra nada quase, o sol escaldante, e as plantas teimosas da capoeira. Chegamos nesta terra a mata já havia sido tirada, nos sobrou o capoeiral. Depois de anos o  capoeiral virou pomar e olho para sua abundância com uma surpresa constante. Redenção é  possível para a terra também.
Mas só existe um certo número de coisas que se pode fazer com carambola. Dá pra fazer suco, doce, geléia, com um certo esforço dá pra colocar em pratos salgados. Tentei outro dia imitar o Alex Atala, mestre das misturas inusitadas,  e fiz frango com carambola. O resultado saiu no mínimo duvidoso. Lá  ficam então as carambolas inusáveis,  madurando esperando ser colhidas até que caem desapontadas pelo chão.
Fui visitar a cadeia de adolescentes da cidade. Sei que não se chama cadeia, e que não deveria se parecer nem de longe com uma, mas é uma cadeia sim com todas as mazelas que isto significa. Celas cheias e imundas, confinamento integral, violência, sexualidade perversa e inflacionada, falta de opções de aprendizado, de reconstrução pessoal.
De um lugar destes não se volta. Seu corpo sai, mas sua alma fica lá presa com jovens franzinos, sedenta de ar e respostas. Me chocou saber que uma grande porcentagem deles vieram de famílias evangélicas, as paredes perplexas estão cheias de “Jesus Salva” convivendo com palavrões.
O que aconteceu com o poder do nosso evangelho? Há algo de podre no reino da Dinamarca. Outro dia pisando numa carambola e noutra que apodreciam doces debaixo do pé, não deu pra evitar uma comparação mental conosco no Brasil de hoje. Do mesmo jeito que o fruto pelo seu excesso me cansou, nós também reduzimos a mensagem do evangelho a um significado só. Apenas a salvação importa, apenas encher as cadeiras dos templos. Tentamos ser relevantes, mas nosso fruto é sempre o mesmo.
Temos um sabor só, uma cor, um fruto só: religião.   Se vamos ao presídio de crianças falamos de salvação, o que não é nada novo para os presos,  se vamos a TV falamos de salvação, se vamos ao congresso achamos que ao colocar a Bíblia na tribuna e evangelizar mais deputados, estamos mudando a sociedade. Usamos dinheiro público para construir catedrais, beneficiamos os crentes com leis circunstanciais e oportunistas.  Se fazemos trabalho social o fazemos na maior parte das vezes para poder “converter” mais pessoas. Todos nossos esforços estão voltados para produzir um único fruto: mais prosélitos em nossos templos. Pensamos em nossa tarefa como sendo unicamente a de salvar indivíduos.
Usamos o óculos grego para ler a Bíblia. Na cosmovisão greco-cristã influenciada pelo platonismo a alma/espírito do indivíduo é a única matéria prima possível para a ação do Espírito Santo com um produto único mais óbvio, a sua salvação deste mundo material corrupto para o perfeito mundo do espírito.
Se restaurarmos a compreensão tribal da mensagem de Deus, recuperamos dois pilares fundamentais na visão de mundo judaico-cristã, a identidade social, e a visão do ser humano como um todo, espírito e matéria.  Entendemos que o grupo, assim como o indivíduo, também pode ser ou não “salvo”, refletir ou não os valores de Deus na prática social, nas leis, na forma de ser cidade.  Existe a  dimensão sociológica do amai-vos uns aos outros.
Temos que entender o plano de Deus para a sociedade como um todo. Expressar o amor para a sociedade à partir de nossa identidade coletiva é parte da nossa missão tanto quanto lutar pela salvação de seus indivíduos.
Se pensássemos o cristianismo além da mera salvação, saberíamos   o projeto concreto de Deus  para o mundo de negócios, para as artes, para o sistema educacional, para a administração pública. Haveriam outros frutos possíveis para nossa fé evangélica, além de igrejas cheias. Trabalharíamos com a essência divina da sociedade humana antes que ela se desintegrasse, abraçaríamos a  cidade antes que nela se instalasse o caos.
Olhando as carambolas apodrecidas debaixo do pé, comecei a sonhar com uma cidade melhor, onde as igrejas se uniriam para urbanizar seus bairros. Como prova de amor pelo bairro construiriam praças e áreas de lazer. Imaginei que um arquiteto cristão poderia  fazer o projeto de uma ciclovia linda, arborizada, de graça, a prefeitura apoiaria, os crentes mesmo plantariam e cuidariam de muitas árvores nas ruas para sombreá-la como prova de nosso amor pela meio-ambiente e pela cidade. Os jovens poderiam executar o projeto. A ciclovia iria trazer para a população que depende da bicicleta para se transportar um senso de valor e dignidade.
Imaginei que se amássemos a cidade, os artistas que se sentam aos domingos em nossos bancos sairiam às ruas e fariam oficinas para crianças ociosas, e na tinta elas encontriam as cores que faltam em suas vidas.  Nossos cantores entreteriam nas praças os velhinhos e os pobres com suaves serenatas. Belos jardins seriam construídos a cada três ruas, e que as crianças da rua participem de seu cultivo…
Se amássemos a cidade, seríamos capazes de  articular nossa visão de mundo tão bem e as pessoas se apaixonariam  pelo modelo social exemplificado por nós. Mostraríamos na prática o amor incondicional e integral de Deus para todas as pessoas, independente de cor, classe social, gênero. Não guerrearíamos com a sociedade, mas ao contrário, nos uniríamos a ela para combater problemas e propor soluções. Mas por enquanto só temos um fruto evangélico que cansamos de usar da mesma maneira sempre  e que agora apodrece no chão em meio a pacotes de dinheiro e  documentos rasgados e queimados.
Via: ultimato

sexta-feira, 22 de março de 2013

NEOPENTECOSTALISMO BRASILEIRO E A SUA ALMA CATÓLICA



Diversas práticas e comportamentos de algumas das denominadas igrejas neopentecostais carregam em si inúmeros pressupostos católicos. Se não vejamos:

1) O púlpito como altar. 

É comum os pastores tratarem o pulpito como lugar sagrado desafiando os crentes a depositarem suas expectativas de oração num lugar especial. Para tanto, transformaram a plataforma de pregação em  "altares" onde os fiéis de forma abnegada se prostam no desejo de vivenciarem milagres . Para os evangélicos em questão  o "altar" é um lugar mais santo do que o restante do "templo", onde  o "sacerdote" mediante prerrogativa divina impetra as bênçãos do Senhor.

Há pouco fiquei sabendo de uma igreja cujo o púlpito onde o apóstolo  prega foi considerado pelos membros de sua comunidade como sagrado e que em virtude disso, não pode em hipótese alguma receber pecadores.


2- A hierarquização do reino
  
No catolicismo a figura do Papa impõe sobre os fiés o entendimento de que a autoridade divina repousa sobre um único homem. Para os católicos o Sumo Pontífice é o Vigário de Cristo, o representante de Deus na terra. Além disso, Roma faz uma séria distinção entre clérigos e leigos colocando os sacerdotes católicos em um nível acima das pessoas comuns. 

Ora, lamentavelmente o neopentecostalismo brasileiro tem funcionado nos mesmos pressupostos.  Nessa perspectiva é possível encontrarmos bispos,  apóstolos, profetas e similares que por vontade própria se auto-nomearam representantes de Deus na terra, impondo sobre os seus seguidores suas vontades e doutrinas.

No neopentecostalismo tupiniquim a “hierarquização do reino”, tem sido caracterizada pelo aparecimento de estruturas monárquicas, onde "apóstolos" em nome de Deus mandam e desmandam na vida alheia. Tais homens, como ditadores da fé, têm feito do rebanho de Cristo propriedade particular. Além disso, os apóstolos em questão, sem o menor constrangimento “militarizaram” a comunidade dos santos, obrigando a seus liderados a se submeterem sem questionamento as suas ordens e determinações. Em estruturas como estas, é absolutamente comum exigir-se dos crentes, submissão total. Em tais comunidades, a vida cristã é regida exclusivamente por um sistema onde coronelismo e arbitrariedade se misturam. Infelizmente, aqueles que porventura ousem opor-se a este estilo de liderança, sofrem sanções das mais estapafúrdias possíveis.

3- Sincretismo e objetos mágicos

 O Catolicismo brasileiro tem por características o misticismo e a superstição.  Basta olharmos para a nossa colonização que perceberemos com facilidade mistura de fé e comportamento . Além disso, o catolicismo ultramontano tupiniquim acreditava em milagres de santos,  aparições de Maria, em objetos ungidos e santificados, como por exemplo a água benta. Ora, o neopentecostalismo nacional também se  comporta de forma  mística e sincrética. Nessa pespectiva é comum as mais variadas unções, do uso de copo d’água como instrumento de contato, da rosa ungida, do sal grosso, e muitas outras coisas mais.

Conclusão:

Isto posto, chego a conclusão que mais do que nunca necessitamos voltar as ESCRITURAS. Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro, portanto, em tempos difíceis como o nosso onde o sincretismo se multiplica a olhos vistos precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

quinta-feira, 21 de março de 2013

Descanse em paz Emílio Santiago



Ontem o Brasil ficou mais triste, morreu uma das grandes vozes da  música popular brasileira, Emílio Santiago, ele faleceu aos 66 anos de idade, em uma manha fria de março de 2013. Descanse em paz Emílio Santiago, sua bela voz continuará embalando a trilha sonora das nossas vidas. 

Fica aqui a nossa pequena homenagem a este grande interprete da MPB, cantando o seu maior sucesso, "Saigon",  sem duvida um clássico

 "Tantas palavras, meias palavras,nosso apartamento,um pedaço de Saigon. Me disse adeus em um espelho com batom...
Vai minha estrela,  iluminando, toda essa cidade, como-um-céu de luz neon. Seu brilho silencia todo o som...  

Às vezes você anda por ai, brinca de se entregar, sonha pra não dormi. E quase sempre eu penso em te deixar. E é só você chegar, pra eu esquecer de mim..."



quarta-feira, 20 de março de 2013

Café com Jesus

terça-feira, 19 de março de 2013

AUSÊNC AS ...


Qual a dimensão da dor da ausência, é possível dimensionar algo tão particular?

Para tentar transmitir a dimensão desta perda, o fotógrafo argentino Gustavo Germano criou em 2008 a exposição fotográfica Ausências.  Germano realizou um trabalho de resgate da memória coletiva  sul-americana, em uma serie de duplas fotografias onde resgata a memoria dos desaparecidos como evidencia a ausências destes e o vazio deixado por um  passado não tão distante de nós.  

Germano nasceu em  Entre Rios, Argentina, e teve seu irmão desaparecido durante a ditadura militar argentina. Radicado em Barcelona o fotógrafo retorno 30 anos depois a sua cidade natal, para registrar a ausência de uma serie de argentinos anônimos e de seus amigos e familiares.  O fotografo contatou a família dos desaparecidos ou mortos e buscou registros fotográficos destes, onde aparecem  irmãos, amigos e familiares, e em seguida voltou ao mesmo local para recompor a imagem. 

O resultado é de uma grandeza e sensibilidade singular, os elementos nas fotos são os mesmos, exceto pela lacuna deixada pela pessoa amada.  Inicialmente Germano trabalhou com famílias argentinas e com o tempo ampliou seu trabalho para famílias brasileiras. Ele pretende ampliar o seu trabalho ainda mais, incluindo outros países do Cone Sul que fizeram parte da Operação Condor, como Chile, Paraguai, Uruguai.

“Este trabalho  pretende ajudar as pessoas a terem consciência do desaparecimento forçado, e que elas busquem esta compreensão por meio da emoção. A emoção te permite sentir uma empatia. Se você chega a um compromisso através da emoção, este compromisso é muito mais poderoso do que o firmado através da intelectualidade.” Gustavo Germano 



O irmão mais velho de Germano, Edward então com 18 anos, foi sequestrado em 1976 e tornou-se um dos desaparecidos da ditadura. O irmão foi a inspiração para o fotografo desenvolver o projeto. 








 O mar Dario Amestoy, na foto com seu irmão Alfred, em 1975, estudou direito e combinou seu ativismo social em favelas de Nogoyá, Entre Rios.Membros do exército e da polícia mataram Omar, sua esposa, Maria, e seus dois filhos (Maria Eugenia, 5, e Fernando, 3).









João Carlos Haas Sobrinho (segundo da esquerda) sorri com seus amigos de infância no Brasil em 1947. Ele estudou medicina e envolveu-se  com grupos de esquerda após a tomada do poder pelos militares. 

João Carlos ofereceu seus serviços para a resistência e se juntou a um movimento de guerrilha. Ele desapareceu em 1972, perto de Xambioá, no meio da Amazônia brasileira


Orlando Rene Mendez, operário de fábrica e membro dos Montoneros ( Movimento Montonero-MPM), foi sequestrado em 1976 junto com sua filha de 11 meses de idade, Laura. A menina foi devolvida à sua família. Quando Laura tinha três anos, sua mãe, Leticia Margarita Oliva, foi sequestrada.



Trinta e dois anos depois de um fotógrafo tirar esta foto de uma mãe brasileira e filho, Gustavo Germano voltou para o mesmo lugar. Atelman Clara olha para o seu filho, Marcelo Fink, que estudou engenharia eletromecânica da Universidade Tecnológica Nacional do Paraná


Claudio era ativo politicamente. Em agosto de 1976 ele foi seqüestrado por um grupo paramilitar. Nos meses seguintes os seus pais não tinham recebido qualquer informação sobre o paradeiro de seu filho.


Luiz Almeida Araújo, na foto com sua irmã e mãe, foi preso e torturado em 1966, após se envolver em um movimento estudantil. Ele foi liberado mais tarde.


Cinco anos depois, em 24 de junho de 1971, foi sequestrado em São Luiz Paulo. Sua família iniciou uma busca em vão. Relatórios oficiais indicam que ele morreu em agosto de 1971. Ele tinha 28 anos
.

Eurico Tejera Lisboa Luiz pertencia a um grupo de resistência conhecida como a Aliança de Libertação Nacional. 


Segundo relatos, ele foi preso sob circunstâncias que não são claras, em São Paulo, na primeira semana de setembro de 1972 e desapareceu. Seus restos mortais foram encontrados em 28 de agosto de 1979, no cemitério Dom Bosco , enterrado sob o nome de Nelson Okay. Há ainda divergências sobre como ele morreu. Recentemente, sua viúva pediu para mudar sua certidão de óbito, que afirma que 'cometeu suicídio'





segunda-feira, 18 de março de 2013

Conselhos para a vida, Tecumseh




Viva sua vida de forma que o medo da morte nunca possa entrar em seu coração.

Nunca incomode ninguém por causa de sua religião:

Respeite os outros em seus pontos de vista, e exija que eles respeitem os seus.

Ame sua vida, aperfeiçoe sua vida,embeleze todas as coisas em sua vida.

Busque fazer sua vida longa e de serviços para seu povo.

Prepare uma canção fúnebre nobre para o dia quando você atravessar a grande passagem.

Sempre dê uma palavra ou sinal de saudação quando encontrar ou cruzar com um estranho em um local solitário.

Demonstre respeito a todas as pessoas, mas não se rebaixe a ninguém.

Quando você se levantar de manhã, agradeça pela luz, pela sua vida e força.

Dê graças por seu alimento e pela alegria de viver.

Se você não vir nenhuma razão para dar graças, a falha se encontra em você mesmo.

Não toque o aguardente venenoso que transforma os sábios em tolos e rouba deles suas visões. Quando chegar sua hora de morrer, não seja como aqueles cujos corações estão preenchidos de medo da morte, e que quando a hora deles chega eles choram e rezam por um pouco mais de tempo para viverem suas vidas novamente de uma forma diferente.

Cante sua canção de morte, e morra como um herói indo para casa.

líder ShawneeTecumseh


quarta-feira, 13 de março de 2013

O Cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio é o novo Papa



A Igreja Católica confirmou às 20h14 (16h14 de Brasília) desta quarta-feira (13) quem é seu novo papa: o cardeal Jorge Mario Bergoglio da Argentina, foi o escolhido para suceder Bento 16 no conclave que começou na terça-feira (12) e terminou hoje, às 19h07 (15h07 de Brasília), quando a fumaça branca tomou a praça São Pedro, após cinco escrutínios.
O nome do novo papa foi revelado após o famoso “Anuntio vobis gaudium, habemus Papam”, feito pelo cardeal francês Jean-Louis Tauran.
Fontes policiais dão conta de que cerca de 10 mil pessoas estão na praça São Pedro, no Vaticano.

Escolha aconteceu 13 dias após renúncia de Bento 16

Após 13 dias da renúncia de Bento 16, a quinta votação do conclave, realizada na tarde desta quarta-feira (13), terminou com a escolha do novo papa. Às 15h07 (Brasília), uma fumaça branca saiu da chaminé da capela Sistina, indicando que os cardeais chegaram a um consenso sobre o próximo líder da Igreja Católica Apostólica Romana.
Os sinos da basílica de São Pedro confirmaram que o novo pontífice recebeu ao menos dois terços dos votos dos cardeais e já aceitou a missão de comandar a Santa Sé.
O anúncio dos nomes de batismo e pelo qual será conhecido o sucessor de Bento 16 será feito na sacada da basílica de São Pedro, com a famosa frase: “Habemus Papam!”.
A escolha foi realizada por 115 cardeais, sendo cinco brasileiros: dom Raymundo Damasceno Assis, 76; dom Odilo Scherer, 63; dom Geraldo Majella Agnelo, 79; dom Cláudio Hummes, 78; e dom João Braz de Aviz, 64.
Estavam aptos a votar apenas os cardeais com menos de 80 anos. A presença deles, segundo o Vaticano, era obrigatória. No entanto, dois eleitores conseguiram a dispensa necessária para não participarem da votação, um por motivo de saúde (cardeal indonésio Julius Darmaatjadja) e outro por ter renunciou ao cargo (cardeal 
fonte: UOL

quarta-feira, 6 de março de 2013

P.O.D - It Can't Rain Everyday


Às vezes, é difícil acordar e ter que enfrentar os problemas da vida. Às vezes, tudo que gostaríamos de fazer é fugir, mas isto não é possível. Porém, lembre-se...

mesmo que você se sinta só, não pode chover todo o dia; não choverá para sempre – o sol pode ter ido embora e o dia estar fechado, mas eu sei, não pode chover todo o dia, não vai chover para sempre... It Can't Rain Everyday é musica para minha alma.


Graça sem limites




Pensando bem... eu acho que o que mais aprendi sobre GRAÇA foi em algum(s) lugar(es) além das paredes das igrejas.

Como é incrível a forma como o amor de Deus e a sua compaixão vão além de fronteiras denominacionais e religiosas. A graça nunca vai caber dentro dos interesses humano-religiosos. Ela vai além do domínio, da prepotência, da empáfia, da hipocrisia e da ostentação.

Às vezes, os grupos externos seculares nos revelam mais de Cristo que as próprias instituições religiosas (cristãs? talvez!).

Quer saber o que é o Cristianismo da graça? Então veja:

Os 12 passos dos A. A:

1. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas;

2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade;

3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de um Poder Superior, na forma em que O concebíamos;

4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos;

5. Admitimos perante o Poder Superior, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas;

6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter;

7. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições;

8. Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados;

9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem;

10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente;

11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade;

12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.

Será realmente que somos nós, igrejeiros, que devemos sempre ensinar. Ou é necessário parar para aprender o que um dia esquecemos?

por Shelldon Araújo

sábado, 2 de março de 2013

Antes que eu fique velho






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