segunda-feira, 24 de junho de 2013

Manual de Ouro do Manifestante Idiota

Breve manual ilustrado para se comportar como um idiota nas manifestações de 2013 no Brasil.







Fonte: ilustre BOB via PavaBlog

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Por que Agora, BRASIL?



O que esta acontecendo no Brasil? O que causou essa onda de protestos que se espalhou pelo país? O jornal Espanhol El país, publicou uma matéria sobre o que muitos internautas e manifestantes estão chamando de "a primavera brasileira". A matéria é  imparcial sem interesses partidários ou políticos. Leia e veja o que a imprensa internacional esta falando. 


Está gerando perplexidade, dentro e fora do país, a crise repentina no Brasil com a ascensão de protestos de rua, primeiro nas cidades ricas de São Paulo e Rio, e agora espalhando-se por todo o país e até mesmo os brasileiros que vivem fora do país.

No momento, há mais perguntas para entender sobre o que está acontecendo, do que respostas para elas. Existe apenas um certo consenso de que o Brasil, até então invejado por sua experiência internacional, parece sofrer uma espécie de esquizofrenia ou paradoxo que ainda tem de ser analisada e explicada.

Vamos começar com algumas perguntas:

- Por que agora emerge um movimento de protesto, quando há dez anos, o Brasil viveu um êxito aplaudido pelo mundo? É o Brasil pior hoje do que há dez anos atrás? Não, é melhor. Pelo menos é mais rico, tem menos pobres e enriquecem. É mais democrático e menos desigual.

- Como é, então, que a presidente Dilma Rousseff, um consenso popular de 75%, um recorde que superou o do popular Lula da Silva, ser vaiada várias vezes na abertura da Copa das Confederações , em Brasília, por quase 80 mil torcedores de classe média que pagaram até US $ 400 por um bilhete?

- Por que jovens que não utilizam transporte público – que possuem carros, impensáveis há dez anos - foram para as ruas para protestar contra o aumento do preço dos transportes públicos ?

- Por que estudantes de famílias que até recentemente nem sonhavam em ver seus filhos pisando em um colégio estão protestando?

- Por que manifestantes de classe reclamam da pobreza, se pela primeira vez na sua vida são capazes de comprar uma geladeira, uma máquina de lavar roupa, televisão e até mesmo uma moto ou um carro usado?

- Por que o Brasil, muito orgulhoso de seu futebol, parece ser agora contra a Copa do Mundo chegando a manchar a abertura da Copa das Confederações com uma demonstração que produziu ferimentos, prisões e medo nos fãs que foram ao estádio?

- Por que esses protestos, que chegaram a ser violento, em um país invejado até mesmo pela Europa e pelos Estados Unidos por sua taxa de desemprego quase zero?

- Por que protestos nas favelas onde as pessoas tiveram sua renda dobrada e aos poucos se recupera a paz que a droga levou?

- Por que de repente os índios se levantaram em armas, já que já possuem 13% do país e tem o Supremo sempre ao lado de suas reivindicações?

- É que os brasileiros são ingratos para quem ter feito o melhor?

As respostas para todas essas perguntas que ocorrem, começando com os políticos, uma espécie de perplexidade e espanto, poderia ser resumida em algumas questões.

Primeiro, pode-se dizer que, paradoxalmente, a culpa é de quem deu ao pobre um mínimo de dignidade: a renda não miserável, a possibilidade de ter uma conta bancária e acesso a crédito para comprar o que sempre foi um sonho para eles (eletrodomésticos, uma moto ou um carro).

Talvez o paradoxo é devido a isso: ter colocado os filhos dos pobres na escola, que permitiram aos jovens, todos brancos, negros, indígenas, pobres ou não, ir para a faculdade, para ter livre acesso a saúde, tendo conseguido tudo o que transformou o Brasil em 20 anos no país quase do primeiro mundo.

Os pobres chegados à nova classe média tornaram-se conscientes de dado um salto quântico em matéria de consumo e agora querem mais. Eles querem, por exemplo, serviços públicos de primeiro mundo. Querem uma escola com qualidade, o que ainda não existe, quer uma universidade não politizada, ideológica ou burocrática. Eles querem modernidade, dinamismo, para prepará-los para o trabalho futuro.

Eles querem que os hospitais com dignidade, sem meses de espera, sem filas desumanas, onde sejam são tratados como pessoas. Sabem que 25 bebês morrem em 15 dias em um hospital de Belém, no Pará.

E eles querem qualquer coisa a mais do que o atual cenário político: uma democracia mais madura, em que a polícia não continue agindo como ditadura, eles querem jogos que não são, nas palavras de Lula, um "negócio" para ficar rico, eles querem uma democracia onde exista uma oposição capaz de balancear o poder de controle político.

Dos políticos esperam menos carga de tributos e corrupção; quer menos desperdício em obras que consideram inúteis, quando ainda faltam oito milhões de casas para as famílias que querem uma justiça com menos impunidade, querem diferenças sociais menos abissais. Eles querem ver na cadeia os políticos corruptos.

Querem o impossível? Não. Ao contrário do movimentos de 68, que queriam mudar o mundo, os brasileiros insatisfeitos com os serviços públicos querem ser como o primeiro mundo. Eles querem um Brasil melhor. Nada mais.

Em última análise, querem exatamente o que lhes foi ensinado: querem ser mais felizes - ou menos infeliz - do que eram no passado.

Já ouvi algumas pessoas dizerem: "Mas o que mais essas pessoas querem?" A pergunta me faz lembrar de algumas famílias em que depois de criarem todos os filhos, acham esse tipo de reivindicação uma desnecessidade rebelde.

Às vezes os pais esquecem que tudo o que lhe faltavam, para os jovens é essencial: a atenção, a preocupação que eles esperam não bate às vezes com o que é oferecido. Não precisam somente de auxílio, alguém que lhes ensine,levando-os pela mão, eles querem aprender a ser protagonistas.

E os brasileiros mais jovens, que cresceram e se tornaram conscientes não só do que já têm, mas ainda do que podem alcançar falta apenas permitir que sejam os protagonistas de sua própria história, especialmente quando mostram ser extremamente criativos.

Se eles fizerem isso, não adicionarão violência a violência já existente, já que este país maravilhoso sempre preferiu a paz à guerra. E não deixe que os políticos busquem dispersar com seus cavalos de batalha qualquer tentativa de protesto, na busca de esvaziar o conteúdo do mesmo.


Em uma faixa onde se lia ontem: "País mudo é um país que não muda." E também, levou a polícia: "Não atire em meus sonhos." Ninguém pode negar a uma mulher o direito de sonhar?

Fonte: EL País

MUDE! Antes de mudarmos o Brasil, temos que mudar a nossa conduta.




"E se os políticos e os funcionários corruptos saíssem às ruas clamando:

"Parem de jogar lixo nas ruas", "Parem de sonegar imposto",
"Parem com o maldito jeitinho brasileiro",
"Parem de comprar atestados médicos",
"Parem de pichar as ruas",
"Não mintam sobre suas ausências e horas extras no RH da empresa",
"Sejam corteses no trânsito", "Sejam educados com os subalternos", 
"Não depredem o patrimônio público", 
"Não espanquem suas mulheres e crianças",
 "Parem de beber e dirigir",
"Não financiem o crime consumindo drogas ou pagando por privilégios ilegítimos".

Pra exigir a diferença, a ética, a moral, precisamos ser éticos e morais. Caso contrário, somos os hipócritas do lado de cá do sistema..."

por Isaque Sicsú

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Do you wanna dance by Johnny Rivers

Um excelente Dia dos Namorados a todos!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Playlist: Dor de Cotovelo

Olá pessoas. 
Sejam bem-vindos ao som do mural especial Dia dos Namorados. Ok!,Ok! Se você esta vendo este post hoje a noite é provável que você esteja só, se sentido como um cachorro que caiu da muda, mas se esse é o seu caso, então relaxe porque este post foi feito especialmente para você alma solitária.
Portanto sintonize seu espirito apaixonado e prepare-se para navegar na doce sintonia da Dor de Cotovelo. Escolhemos 7 músicas e acredite foi muito difícil  afinal o que não falta são canções de dor de cotovelo, mas enfim tínhamos que resumir.
Então com vocês a nossa Playlist da Dor de Cotovelo, para você afogar suas magoas, ao som da saudade. É isso ai, ficamos por aqui, e não se esqueça de comentar e deixar a sua música de dor de cotovelo preferida.






  hh



j

k

uu

hh

çç






terça-feira, 11 de junho de 2013

Felicidade...


O Belo e o Surreal

Um belo texto de Caio Fabio, interpretado por  Flávio Siqueira e editado e finalizado por Francisco Pacheco, vale a pena conferir.


Às vezes a vida se mostra tão bela, tão perfeita, tão redonda, tão suave e tão harmônica, que a gente pensa que o mundo é perfeito. Mesmo quando não é com a gente que tais belezas acontecem, mas se pelo menos vemos alguém ou alguns experimentando essa existência suave e tranquila  plena de amor e cheia de bons enredos e histórias, todas com final muito, muito feliz, então, também nos animamos a crer que a vida pode ser boa, embora a nossa não seja.
Caetano Veloso disse que de perto ninguém é normal. De perto, também, não existe vida tão bela aos sentidos dos outros, que, quando vista nos detalhes, não carregue seus mondrongos e suas assimetrias.
No entanto, e me parece que cada vez mais, a maioria esmagadora das vidas humanas é marcada pela marca do inominável.
É surpreendente como também, muitas vezes, a existência de alguns é, externamente, bem simétrica e aparentemente bem organizada e feliz. Todavia, uma olhada na alcova ou no quarto, ou mesmo no computador do indivíduo, mostra os labirintos de seus mundos ocultos e de suas compulsões cobertas pelo manto da discrição.
Certas vidas simplesmente nos colocam diante de situações para as quais a existência não nos ensinou como tratar, nem tampouco há leis que possam lhes ser aplicadas com justiça, e nem padrões que lhes possam assegurar um lugar entre os distúrbios mapeados pelos mestres do comportamento.
Se alguém me fala de livre arbítrio, e o associa à capacidade do homem de escolher, sinceramente, na maioria dos casos, eu não consigo ver nem liberdade e nem arbítrio.
Neste mundo o único livre arbítrio que se me apresenta como livre, é o arbítrio do descontrole. Sim, ele é livre porque é até maior que o indivíduo que o pratica.
O que o espírito que anda na luz deve fazer enquanto caminha nos cenários que o circundam nessa existência, é caminhar com pureza de coração.
Somente os puros de coração vêem a Deus, e, portanto, somente esses podem ver Deus nos cenários caóticos desta existência.
Sem pureza de coração Deus não é visto no mundo!
Para aquele que caminha com o coração sem certezas, mas apenas com pureza, mesmo os piores cenários e roteiros, podem se converter em lugares de criação do amor de Deus.
A pureza é a ausência de certeza que dá lugar à confiança que faz o coração pacificado.
A criação emerge do caos. Quando o caos é encontrado pelo amor de Deus, há luz.
O primeiro ato de criação física é a luz. Assim, o caos poderá ser pintado com todas as formas, mesmo as mais estranhas, posto que o belo não é belo. O belo é apenas assim percebido. O belo sim, é uma escolha do coração que anda em pureza.
O belo é sempre aquilo que se vê com o olhar de Deus.
Com tais olhos, todas as coisas são belas, até as tragédias, e as existências que fogem ao padrão ao qual o nosso entendimento está acostumado a encontrar.
Onde quer que alguém veja um ser humano extasiado com o belo, saiba, mesmo que tal pessoa não saiba, ela está vendo com o olhar de Deus.
Somente o ver com o olhar de Deus é o que nos anima a prosseguir. Somente o olhar de Deus nos capacita a chamar a existência de vida.
Somente assim toda existência pode ser por nós tratada como vida, mesmo que seus desenhos sejam surreais.
Caio Fábio



segunda-feira, 10 de junho de 2013

A cor e o cheiro das gentes


Resolvi que não gosto mais dos termos nações, povos não alcançados, grupos étnicos, povos minoritários. De repente, no meio de mais uma reunião estratégica de um grupo de líderes missionários de vários países, em que discutíamos planos de trabalho para a Ásia e o sul do Pacífico, cansei-me. Não gosto dos termos movimento cristão, crescimento, reino e todos os outros termos do mesmo pacote.
 
Sinto-me mais honesta com Deus quando me preocupo com as gentes – com as Marias, com os Joões, com os Pedros, com as Suzanas de todos os lugares. Em fevereiro, houve um terrível terremoto num dos lugares onde pretendo começar um trabalho em 2013, as ilhas Salomão. O terremoto causou um tsunami de 1,5 metro e devastou uma ilha do arquipélago.
 
Mais de oitenta casas foram destruídas e muitas Marias, Joões e seus filhos desapareceram. São meus vizinhos de isolamento no mar. Imagino a aflição, a angústia, a sensação de impotência diante da imensidão do oceano que se levantou contra eles. As vilas costeiras, de línguas diferentes, compartilham a mesma perplexidade diante da tragédia.
 
Cada língua que se perde num lugar destes significa uma velhinha que morreu sem nunca ter ouvido a frase “Deus te ama”, nem nunca ter visto o neto gritar, na mesma língua: “Vovó, me dá colo!”. Se penso assim, sinto-me capaz de orar por eles. Minha oração chora. Minha oração sente. Não oro mais pelos perdidos ou pelas almas da nação com mais de quarenta povos não alcançados. Oro pelas gentes.
 
Por muitos anos trabalhei com o processo de contextualização da teologia. Cheguei à conclusão de que Jesus se contextualiza a si mesmo. A verdade-gente, Jesus Cristo, vai além da mera comunicação conceitual e comunica a sua gentisse divina aos povos que visita. Jesus faz sentido por si só por ser o Cristo-homem. Suas histórias se encarnam em esperanças e histórias reais. Um Cristo sem barba e nu para os índios amazônicos; um Cristo com barba dura como um arame, traços negroides, pernas tortas e corpo anêmico para os habitantes da Papua-Nova Guiné; um Cristo alto, gordo e sorridente para os samoanos. Não importa como ele se vista ou com quem se pareça, ele é capaz de comunicar a si mesmo com a mesma natureza – sua natureza de amor.
 
O que no começo me pareceu complexo, difícil, quase impossível – comunicar a verdade do evangelho a culturas tão diferentes –, agora me parece algo simples. É o Deus-gente falando às gentes.
 
Nossa sociedade cristã, mergulhada neste evangelho por tanto tempo, sistematiza e quantifica a graça. Usamos palavras religiosas e clichês para nos referirmos à tarefa básica deixada por Cristo. “Se você é amado por mim, seja amor para os outros. Ame aquele a quem eu amo” – nos disse ele de várias formas.
 
Nas reuniões cristãs, os clichês se empilham sobre as mesas, e de repente tudo se torna muito árido e facilmente descartável. Se você tem chamado para a igreja, deixa de ter chamado para missões e vice-versa. Gente não deixa de ser gente porque está perto ou longe. Alguns que se sentem chamados às nações não oram e não se importam com sua terra local ou com seus vizinhos. É fácil ignorar a dor que está à sua frente e, mais ainda, a que está distante, se esta dor é sem cheiro e sem cor. Termos religiosos funcionam como escudos emocionais, técnicas psicológicas de distanciamento.
 
O fato é que Milena, dona de casa, mãe de dois filhos pequenos, que trabalha em tempo integral no governo de um pequeno país-ilha, que faz curso de pedagogia online e dedica seus fins de semana para traduzir porções da Bíblia para a língua sonsorol – falada apenas por ela e mais duzentas pessoas no mundo –, não é conhecida por Jesus como a “tradutora nativa de uma língua minoritária de Palau”. Sua vida tem cheiro, cor, sorriso e lágrimas. Ela merece de nós mais do que apenas clichês e rótulos religiosos.

Bráulia Ribeiro trabalhou na Amazônia durante trinta anos. Hoje mora em Kailua-Kona, no Havaí, com sua família e está envolvida em projetos internacionais de desenvolvimento na Ásia. É autora de Chamado Radical. braulia_ribeiro@yahoo.com

Fonte: Ultimato


Stereo 4: Feel so Close / Só você



Sejam bem-vindos a mais um Som do Mural. É isso aí. A semana tá começando, e nada melhor que boa música para começar bem. Enquanto procurava algo novo, diferente, para ouvir, deparei-me com o som apaixonante do Stereo 4, e claro que tinha que compartilhar com vocês.

Formada por Rosane Caettano (voz incrível!), Xyko Bass, Nathan Neres e Ricardo Paniago, a banda goiana Stereo4 tem um som de primeira  e cria alguns medleys sensacionais juntando hits gringos com música brasileira. O resultado você confere abaixo na bela junção de Feel so Close (Calvin Harris) + Só você (Vinicius Cantuária). Sente o som.




Curtiu? Então entra aí na Fan page deles, no canal do YouTube, no soundcloud ou  Twitter e confira o que essa galera show de bola anda aprontando.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Baixaria na marcha do Malafaia: Confundiram a bandeira da Quadrangular com simbolo gay

Logo Quadrangular - Fonte: Site da IEQ


Na marcha-samba da igreja de uma nota só o povo anda vendo viadagem até onde não existe e seguranças confundem a bandeira da Igreja do Evangelho Quadragular com a multicolorida bandeira do movimento gay. 



Orientados no sentido de abafar qualquer manifestação / protesto de ativistas gays no evento crente, os seguranças garfaram o pastor da Quadrangular que foi retirado do evento, amorosamente, enquanto protestava fazendo um discurso que mais parecia um sermão pentecostal (assista ao vídeo).


Foi tenso. Logo no início da manifestação pela liberdade religiosa, liberdade de expressão, vida e família tradicional, organizada pelo pastor Silas Malafaia e que reuniu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios ocorreu uma confusão no palco com dois representantes da IE Quandrangular. 


Os integrantes estavam pendurando uma bandeira com o símbolo do grupo. Segundo os próprios manifestantes, os seguranças acharam que a bandeira se referia ao movimento gay e que os quatro símbolos do estandarte representando o Jesus SalvaJesus CuraJesus Batiza e Jesus Volta teriam sido confundidos com os quatros gêneros LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). 

Até que se explicasse que focinho de porco gay não era tomada gospel, o pastor Celso Nascimento teria sido expulso do evento e por pouco a pancada não comeu!



Os seguranças alegam que a bandeira foi retirada porque não é permitido a fixação de objetos no palco.

No Congresso, a bancada evangélica é tradicionalmente contrária a reivindicações do movimento gay, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Após a retirada do pastor da Quadrangular, representantes da igreja explicaram aos organizadores do evento que o homem forçado a deixar o local era um religioso. Desfeito o erro, o pastor pode retornar ao evento, mas sem a sua bandeira suspeita.

Em tempo: Ainda bem que a bandeira envolvida não era a da Igreja Deus é Amor (ver abaixo). Ai o pau comia e nem a BOPE acabava com a bagunça!



E como diria Caetano: " Cara como vocês são burros"...



 Fonte:com informações do G1 e Correio Brasiliense via genizah 

Bença pai! Bença mãe!

Saudades deste tempo.
Tempo em que os filhos ainda reverenciavam e buscavam a benção dos pais: ao levantar e ao deitar,  ao sair e ao chegar. 
Provavelmente estou ficando velho e ranzinza, mas preferia aqueles tempos onde o nosso dia carecia da benção dos nossos velhos. 



Related Posts with Thumbnails