Pular para o conteúdo principal

Phil Keaggy

Música influenciada pelo jazz, feita por cristãos. Esse é o subtítulo do blog onde descobri o Phil Keaggy: o Christian Jazz. Você gosta de jazz?
 
 
Phil Keaggy [New Press via Christian Music]
 
 
Philip Tyler Keaggy é um norte-americano atuante nos vocais, na guitarra e no violão que já lançou mais de 50 discos desde o início de sua carreira em meados dos anos 60. Também tem colaborado em diversas gravações de artistas variados incluindo P.O.D. Keith Green, The 2nd Chapter of Acts.
 
Mais novo de uma série de nove irmãos e irmãs, aos quatro anos de idade Keaggy perdeu uma parte de seu dedo médio da mão direita devido a um acidente com uma bomba de água. Isso não impediu que aos dez anos ele começasse a praticar em um violão Silvertone, tendo aulas com seu irmão Dave.
 
Sete vezes ganhador do prêmio Dove na categoria Melhor Álbum Instrumental, duas vezes indicado para o prêmio Grammy na categoria Melhor Álbum Gospel de Rock, Keaggy possui um raro domínio do instrumento que lhe permite transitar entre os mais variados estilos, do Clássico ao Rock, do Flamenco ao Country, com a mesma fluidez técnica e desenvoltura.
 
Na Wikipédia você lê o resto desse texto aí acima e ainda mais coisas sobre Phil, como, por exemplo, sua carreira e parcerias. Acesse já.
 
 
Site do artista:
 
 
Veja agora os clipes de Fare Thee Well, The Reunion e The Wind and the Weat. E encante-se com as piruetas que Phil faz ao violão! Acessando o Christian Jazz você vê postados lá mais 3 clipes dessa sequência e buscando por Phil Keaggy no YouTube você vai encontrar ainda mais clipes, inclusive clipes em que ele canta.
 
 
 
 
 
 
 
 
A foto lá em cima é de New Press via Christian Music.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Deus pegou no meu bilau

Bom pessoas e mudando um pouco de assunto, deixo pra vocês um texto muito bom do Marcos Botelho , leia e não esqueça de comentar. É lógico que você ficou escandalizado com o título desse artigo, não era para ser diferente, você é um brasileiro que cresceu com toda cultura e tradição católica latino americana onde os órgãos sexuais são as partes sujas e vergonhosas do corpo humano. Mas não é assim que Deus vê e nem que a bíblia fala do seu e do meu órgão sexual, a bíblia está cheia de referências boas sobre o sexo e sobre os órgãos sexuais, mesmo percebendo claramente que os tradutores tentaram disfarçar. Na narração de Gênesis 2.7 vemos Deus esculpindo o homem do barro, isso foi um escândalo para os outros povos e religiões, principalmente para os gregos que acreditavam que nenhum deus poderoso poderia tocar na matéria, principalmente no barro como um operário fazia. Hoje não temos a dificuldade de acreditar que Deus, na criação, sujou a mão de barro, mas temos tremenda dificuldade d...

O que aprendi com Esaú

Por Gonzaga Soares Gosto dos coadjuvantes da bíblia. Me identifico com eles, não sei ao certo o motivo. Talvez por não estarem sob os holofotes da trama, na qual figuram em plano secundário. Na historia dos gêmeos bíblicos, o foco narrativo é centrado em Jacó, restando a Esaú o papel de coadjuvante na trama de seu irmão. Todos conhecem a historia de Jacó, um relato bíblico cheio de intrigas, trapaças, traições e temor. Desde da primeira vez que li o texto bíblico, simpatizei com Esaú, que diante da traição da mãe e do irmão, sempre demostrou um caráter admirável. E como em um filme ou romance literário em que você torce pelo mocinho, que sofre com as maldades do vilão, eu torcia para que no final da história Esaú desse uma boa sova em Jacó. No entanto, o final da história é surpreendente e contraria todos os romance e filmes, em uma manifestação de pura graça.  Quando Jacó resolve regressar do seu exílio de vinte anos imposto pelo pecado que cometera contr...

O Natal por Caio Fábio

NATAL CONFORME A NATA DE CADA ALMA Paulo disse que não era mais para se guardar festas religiosas como se elas carregassem virtude em si mesmas. Assim, as datas são apenas datas, e as mais significativas são aquelas que se fizeram história, memória e ninho em nós. Ora, o mesmo se pode dizer do Natal, o qual, na “Cristandade”, celebra o “nascimento de Jesus”, ou, numa linguagem mais “teológica”, a Encarnação. No entanto, aqui há que se estabelecer algumas diferenciações fundamentais: 1. Que Jesus não nasceu no Natal, em dezembro, mas muito provavelmente em outubro. 2. Que o Natal é uma herança de natureza cultural, instituída já no quarto século. De fato, o Natal da Cristandade, que cai em dezembro, é mais uma criação de natureza constantiniana, e, antes disso, nunca foi objeto de qualquer que tenha sido a “festividade” da comunidade dos discípulos originais. 3. Que a Encarnação, que é o verdadeiro natal, não é uma data universal — embora Jesus possa ter nascido em outubro —, mas sim um...