quarta-feira, 6 de março de 2013

Graça sem limites




Pensando bem... eu acho que o que mais aprendi sobre GRAÇA foi em algum(s) lugar(es) além das paredes das igrejas.

Como é incrível a forma como o amor de Deus e a sua compaixão vão além de fronteiras denominacionais e religiosas. A graça nunca vai caber dentro dos interesses humano-religiosos. Ela vai além do domínio, da prepotência, da empáfia, da hipocrisia e da ostentação.

Às vezes, os grupos externos seculares nos revelam mais de Cristo que as próprias instituições religiosas (cristãs? talvez!).

Quer saber o que é o Cristianismo da graça? Então veja:

Os 12 passos dos A. A:

1. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas;

2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade;

3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de um Poder Superior, na forma em que O concebíamos;

4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos;

5. Admitimos perante o Poder Superior, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas;

6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter;

7. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições;

8. Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados;

9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem;

10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente;

11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade;

12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.

Será realmente que somos nós, igrejeiros, que devemos sempre ensinar. Ou é necessário parar para aprender o que um dia esquecemos?

por Shelldon Araújo

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