terça-feira, 3 de maio de 2011

A profissão de intérprete de LIBRAS surgiu nas igrejas cristãs

Desde os anos 1980, as Igrejas protestantes são o principal reduto de formação de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). É de lá que também surgem os primeiros pesquisadores sobre o assunto e, principalmente, a consciência da importância da comunicação com surdos por meio de sinais. É o que constata César Augusto de Assis Silva, cientista social e autor da tese de doutorado Entre a deficiência e a cultura: Análise etnográfica de atividades missionárias com surdos, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
Esse aí apenas o início do texto publicado na revista Leituras da História. Um bom exemplo dado pela igreja evangélica, não?
 
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