quinta-feira, 29 de julho de 2010

Desiderata

"Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores. Você merece estar aqui..."

O belíssimo poema Desiderata (que vem do latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração) foi encontrado na velha igreja de Saint Paul, Baltimore, datado de 1692, citado no livro “Mensagens do sanctum Celestial”, do Fr. Raymond Bemard. O texto é de Max Ehrmann e foi registrado pela primeira vez em 1927.

Desiderata é uma celebração de valores para os nossos dias. Receba estas palavras na sua vida e “mesmo que você não perceba, a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.”




Desiderata

por Cid Moreira


Siga tranqüilamente entre a inquietude e a pressa,
lembrando-se de que há sempre paz no silêncio.
Tanto quanto possível sem humilhar-se,
viva
em harmonia com todos que o cercam.
Fale a sua verdade, mansa e claramente.
E ouça dos outros, mesmo dos insensatos e ignorantes
eles também
têm sua própria história.
Evite as pessoas agressivas e transtornadas
elas afligem o nosso espírito.
Se você se comparar com os outros
Você se tornará presunçoso e magoado
Pois, haverá sempre alguém inferior e
alguém superior a você.

Você é filho do Universo,
irmão das estrelas e árvores.
Você merece estar aqui,
e mesmo se você não pode perceber,
a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.

Viva intensamente o que já pode realizar
Mantenha-se interessado em seu trabalho,
ainda que humilde
ele é o que de real existe ao longo de todo o tempo.
Seja cauteloso nos negócios,
porque o mundo
está cheio de astúcias.
Mas não caia na descrença
a virtude existirá sempre
Muita gente luta por altos ideais
E em toda parte a vida está cheia de heroísmo
Seja você mesmo
Principalmente não simule afeição
E não seja descrente do amor
Porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto
Ele é tão perene como a relva.
Aceite, com carinho, o conselho dos mais velhos
Mais também seja compreensivo aos
impulsos inovadores da juventude.
Alimente a força do espírito que o protegera no infortúnio inesperado
Mas não se desespere com perigos
imaginários:
muitos temores nascem do cansaço e da solidão.
E a despeito de uma disciplina rigorosa
Seja gentil para consigo mesmo

Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui
e, mesmo se você não pode perceber, a terra e o
universo vão cumprindo o seu destino.


Portanto esteja em Paz com Deus
Como quer que você o conceda
E quaisquer que seja seus trabalhos e aspirações
Na fatigante jornada pela vida
Mantenha-se em paz com sua própria alma
Acima da falsidade dos desencantos e agruras
O mundo ainda é bonito
Seja Prudente
Faça tudo para Ser Feliz

Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui

O peso que carregamos


Fico pensando no peso em minha mochila. Na noite passada, Paul e eu conversamos um pouco sobre todas as coisas que levamos conosco, todo o peso com que andamos, achando que precisamos de coisas de que não precisamos.

Nós não estávamos refletindo profundamente, mas continuo a pensar nisso, na quantidade de coisas com que ando, em como a vida é uma dança e Deus só quer que desfrutemos dela, não que fiquemos atolados em pecado e religião.

Apenas seja bom, parece ser isso o importante da vida; seja gentil com as pessoas; não odeie ninguém; perdoe as pessoas, pois todos cometemos erros. Eu sei que sempre haverá exceções a esse tipo de raciocínio, mas parece que a vida seria melhor se pudéssemos simplesmente esquecer a idéia de que precisamos cada vez de mais coisas para sermos felizes, cada vez mais aprovação dos outros.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Herança de uma Mãe!



O que aprendi com a dra. Pfau, o abade Pierre e os outros reforçou uma das primeiras lições de meus pais nas montanhas Kolli Malai da Índia. Minha mãe, especialmente, deixou-me um forte legado, o qual levei anos para apreciar plenamente.

Referi-me várias vezes à vida de minha mãe nas chamadas "Montanhas da Morte", onde nasci. Morei com meus pais duran¬te nove anos felizes antes de embarcar para a Inglaterra a fim de iniciar meus estudos. Ali fiquei com duas tias numa casa majesto¬sa num subúrbio de Londres, a propriedade em que minha mãe crescera. A família Harris era próspera, e a casa continha inúmeras lembranças de como fora a vida para Evelyn, minha mãe, em seus dias pré-missionários. A mobília era de mogno, com as prateleiras cheias de peças tradicionais valiosas.

Minhas tias contaram-me que minha mãe costumava vestir-se com certa originalidade e mostraram algumas de suas sedas, fitas e chapéus emplumados ainda guardados no armário. Ela es¬tudara no Conservatório de Artes em Londres, e vi as aquarelas e os quadros a óleo que pintara anos antes. Havia também retratos de minha mãe; minhas tias me contaram que muitos estudantes competiam pelo privilégio de pintar a linda Evelyn.

— Ela parece mais uma atriz do que uma missionária — alguém comentou na festa de despedida antes da viagem para a Índia.
Quando minha mãe voltou à Inglaterra, porém, depois que meu pai morreu de malária, era uma mulher alquebrada, abatida pela dor e pelo sofrimento. Aquela mulher curvada, perturbada, poderia ser minha mãe?, lembro-me de ter pensado na ocasião. Fiz um voto adolescente insensato, tão chocado estava com a mudança dela: se é isto que o amor fax, nunca amarei demais outra pessoa.

Sem aceitar qualquer conselho, minha mãe voltou para a Índia e ali sua alma foi restaurada. Ela derramou a vida no povo das montanhas, cuidando dos doentes, ensinando agricultura, fazendo preleções sobre vermes, criando órfãos, cavando poços, pregan¬do o evangelho. Enquanto eu ficava no solar da sua infância, ela vivia numa cabana portátil, que podia ser desmontada, transportada e novamente montada. Viajava constantemente de povoado em povoado. Nas viagens em que acampava na zona rural, habituou-se a dormir em um pequeno abrigo, um mosquiteiro, que não a protegia dos elementos (quando caíam tempestades à noite, ela se enrolava num impermeável e abria um guarda-chuva para cobrir a cabeça).

Minha mãe tinha 67 anos quando voltei pela primeira vez à Índia como cirurgião. Morávamos a uma distância de apenas 160 quilômetros um do outro, embora fossem necessárias 24 horas para chegar à sua casa no alto das montanhas. Seus anos de atividade naquelas serras haviam cobrado dividendos. Tinha a pele curtida, o corpo infestado pela malária e caminhava coxeando. Minha mãe quebrara um braço e várias vértebras ao cair de um cavalo. Eu esperava que em breve se aposentasse. Como estava enganado!

Aos 75 anos, ainda trabalhando nas Kolli, minha mãe caiu e a quebrou a bacia. Ela ficou a noite inteira no chão, sofrendo, até que um trabalhador a encontrasse na manhã seguinte. Quatro homens a carregaram numa padiola feita de cordas e madeira montanha abaixo e colocaram-na num jipe para a terrível viagem de 160 quilômetros em estradas péssimas. Eu estava fora do país quando o acidente ocorreu, e assim que voltei decidi viajar até as Kolli Malai com o propósito expresso de persuadir minha mãe a aposentar-se.
Eu sabia o que provocara o acidente. Como resultado da pressão sobre o nervo espinhal, causada pelas vértebras que haviam quebrado, ela perdera parte do controle sobre os músculos abaixo dos joelhos. Coxeando e com tendência a arrastar os pés, tropeçara no limiar de uma porta enquanto carregava uma vasilha com leite e uma lâmpada de querosene.
— Mãe, foi sorte alguém tê-la encontrado no dia seguinte à sua queda — comecei meu discurso ensaiado. — Podia ter ficado ali indefesa durante não sei quanto tempo. Não acha que está na hora de pensar em aposentar-se?

Ela ficou em silêncio e eu aproveitei para entrar com mais al¬guns argumentos.
— Seu senso de equilíbrio não é mais tão bom, e suas pernas não funcionam como devem. Não é seguro morar sozinha aqui em cima porque só há socorro médico a uma distância de um dia de jornada. Pense bem. Nestes últimos anos você teve fraturas nas vértebras e costelas, concussão cerebral e uma infecção grave na mão. Com certeza sabe que até algumas das melhores pessoas se aposentam antes de chegar aos oitenta. Por que não vem morar em Vellore comigo? Temos muito trabalho para você, e ficará mui¬to mais perto da ajuda médica. Vamos cuidar de você, mamãe.
Meus argumentos eram absolutamente convincentes — para mim pelo menos. Minha mãe, porém, não se comoveu.

— Paul — disse ela finalmente —, você conhece estas monta¬nhas; se eu for embora, quem vai ajudar o povo das vilas? Quem tratará seus ferimentos, arrancará seus dentes e lhes ensinará so¬bre Jesus? Quando alguém vier tomar o meu lugar, então e só então vou aposentar-me. De qualquer forma, para que conservar este velho corpo se ele não for usado onde Deus precisa dele?
Essa foi a sua resposta final.

A dor era uma companheira frequente de minha mãe, assim como o sacrifício. Digo isto com bondade e amor, mas em sua velhice minha mãe tinha bem pouca beleza física. As condições rudes em que vivia, combinadas com as quedas que a aleijaram e as batalhas com a febre tifóide, disenteria e malária, fizeram dela uma mulher idosa, magra e curvada. Anos de exposição ao vento e ao sol haviam endurecido a pele de seu rosto, transformando-a em couro e vincando-a com rugas profundas e extensas como eu jamais vira numa face humana. A Evelyn Harris das roupas chamativas e perfil clássico era uma vaga memória do passado. Minha mãe sabia disto tanto quanto qualquer um, pois durante os últimos vinte anos de sua vida recusou-se a ter um espelho em casa.

Todavia, com toda a objetividade que um filho pode reunir, posso dizer sinceramente que Evelyn Harris Brand foi uma mulher linda, até o fim. Uma de minhas lembranças visuais mais fortes dela ocorreu num povoado das montanhas, possivelmente a última vez que a vi em seu próprio ambiente. Ao aproximar-se, os aldeãos correram para carregar suas muletas e levá-la a um lugar de honra. Em minha memória, ela está sentada no muro baixo de pedras que rodeia o povoado, com pessoas se apertando de todos os lados à sua volta. Eles já tinham ouvido os cumprimentos dela por terem protegido suas fontes de água e pela horta que estava crescendo na periferia. Estão agora ouvindo o que ela tem a dizer sobre o amor de Deus por eles. Meneiam as cabeças em encorajamento, e perguntas profundas, inquisitivas são feitas pela multidão. Os olhos embaciados de minha mãe estão brilhando e, de pé ao seu lado, posso imaginar o que ela deve estar vendo com sua vista fraca: rostos atentos, cheios de confiança e afeto por alguém que aprenderam a amar.

Compreendi então que ninguém mais na terra merecia tanto amor e devoção daqueles camponeses. Estavam olhando para um velho rosto ossudo, enrugado, mas de alguma forma os tecidos encolhidos dela haviam se tornado transparentes, e ela era apenas espírito radiante. Para eles, e para mim, ela era linda. A Vovó Brand não precisava de um espelho feito de vidro e metal polido; podia ver seu próprio reflexo nas faces iluminadas à sua volta. Minha mãe morreu alguns anos mais tarde, com 95 anos. De acordo com as suas instruções, os aldeãos a sepultaram envolta num lençol simples de algodão para que seu corpo voltasse à terra e alimentasse a vida. Seu espírito também continua vivendo, numa igreja, numa clínica, em várias escolas e nas faces de milhares de aldeãos em cinco cordilheiras ao sul da Índia.

Um colaborador comentou certa vez que a Vovó Brand estava mais viva do que qualquer pessoa que já conhecera. Ao dar sua vida, ela a encontrou. Ela conhecia bem a dor, mas a dor não precisa destruir. Pode ser transformada — uma lição que minha mãe me ensinou e que nunca esqueci.


Dr. Paul Brand
Extraido de A Dádiva da Dor: Philip Yancey, Paul Brand; traduzido por Neyd Siqueira
Ed. Mundo cristão

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Homofobia nas Igrejas e suicídio - O testemunho de uma Mãe

Visitando o blog LION OF ZION, encontrei este vídeo impactante sobre o testemunho de uma mãe a respeito de sua filha homossexual. Curioso como esta história se assemelha a de Bobby Griffit, que acabou virando um filme. Isso me leva a pensar quantos Bobbys e Annas existem por aí, e como estamos despreparados para encarar este fato. Como afirma o Marcos Alcantara de uma forma brilhante.

"Não importa se cremos que o homossexualismo é pecado, não importa as teologias quando o preconceito fere. De que adianta uma palavra que mata no lugar do pão que nos sacia inifinitamente quando é dado em amor?"


Câncer cerebral testa a fé de Matt Chandler

Matt Chandler e sua família (fonte: Them Chandlers)


Matt Chandler tem sido uma fonte de inspiração para mim, e agora mais ainda, sabendo de sua condição e de como ele tem enfrentado esta situação. Diagnosticado com um câncer cerebral, Chandler nos dá um exemplo concreto de uma fé enraizada e não superficial.

Matt Chandler é um dos pastores em ascensão do chamado Cinturão Bíblico Cristão dos EUA [1] – um dos jovens pastores da Village Church. Calvinista, Chandler ensina que todos os homens são maus, que ofenderam um Deus amoroso e soberano, e que Deus salva através do sacrifício de Jesus Cristo na cruz, e não porque somos bons ou praticamos boas ações.

Chandler é um cara simples e um dos seus provérbios é “Está bem não estar bem. Só não permaneça nisso”. Sua dúvidas e questionamentos são bem vindos lá na igreja dele, mas no fim você deve adquirir o controle da situação, reanimar-se, recompor-se, controlar-se.

Com 35 anos de idade, Chandler concilia o hedonismo cristão levantado por John Piper (satisfação e prazer em Deus através dos afetos) com um estilo de vida missional, vivendo a encarnação de Jesus num contexto local. Suas mensagens longas e interessantes que desvendam grandes poções das escrituras, um contraste gritante com o "evangelho da auto ajuda" altamente difundido nos EUA atualmente. Ele crê na graça soberana de Deus e na total corrupção do coração humano. Sua abordagem interessa a uma geração que procurar ir além do cristianismo nominal, e que busca um relacionamento concreto com o Criador. Ele diz: “Chega de tentar ser relevante, e de usar pontos de contato cultural. Vamos falar a palavra de Deus.” Seus mentores são Jonathan Edwards, John Owen, C. S. Lewis e João Calvino, além do contemporâneo John Piper.

domingo, 25 de julho de 2010

Orações Para Bobby - Você devia ver este filme



'Orações para Bobby' é um filme para ver e refletir. Não se trata de um filme temático dedicado aos homossexuais, mas um filme para todos. É impossível assistir ao filme e não se emocionar com a história real de Bobby Griffith e Mary Griffith, interpretados por Ryan Kelley, 22, e Sigourney Weaver, 59. As interpretações são marcantes, e Sigonery Weaver está brilhante, o que lhe rendeu o Globo de Ouro de melhor atriz. Não tem como não chorar na cena em que ela sabe da morte do seu filho Bobby e fica desesperada.

O filme feito para televisão é baseado no livro homônimo do jornalista Leroy Aarons, de 1995, e conta a história real do jovem Bobby Griffith. Foi exibido na TV americana em janeiro de 2009 abrindo o debate homossexualidade–família–Igreja.

'Orações para Bobby' narra a angústia do jovem Bobby Griffith que tem sua homossexualidade revelada para a família aos 16 anos. Diante da pressão psicológica e se sentindo perdido sem o carinho da mãe, Bobby tira a própria vida pulando de uma ponte aos 20 anos de idade. Bobby deixou um diário onde conta a sua luta para aceitar-se e pela aceitação da família. O filme traz alguns trechos narrados do diário de Bobby onde ele escreve:

“Eu não posso deixar que ninguém saiba que eu não sou hétero. Isso seria tão humilhante. Meus amigos iriam me odiar, com certeza. Eles poderiam até me bater. Na minha família, já ouvi várias vezes eles falando que odeiam os gays, que Deus odeia os gays também. Isso realmente me apavora quando escuto minha família falando desse jeito, porque eles estão realmente falando de mim. Às vezes eu gostaria de desaparecer da face da terra...

Às vezes sofro tanto... Estou assustado e sozinho. Estou condenado. Estou afundando lentamente num vasto lago de areia movediça. Um poço sem fundo. Gostaria de poder rastejar para baixo de uma pedra e dormir para sempre. [...]Posso sentir os olhos de Deus olhando para mim com pena.”

Com a morte de Bobby começa a jornada de redenção de Mary Griffith, cujas últimas palavras que disse para seu filho foram “Eu não posso ter um filho gay”. A parti daí o filme trata da angústia de Marry, que se questiona o tempo todo “como poderia um garoto tão bom e puro de coração como Bobby ir para o inferno?” Marry precisa saber se a alma do seu filho esta no céu ou no inferno e ela deseja muito que seu filho esteja no céu.

Mais que um filme temático, 'Orações para Bobby' é uma jornada emocional em busca do que há de mais digno em um ser humano, o seu caráter.

'Orações par Bobby' é um filme que todo cristão deveria ver, pois trata de um tema complexo e provoca fortes emoções em quem assiste. O filme nos leva a refletir sobre o tema homossexualismo e igreja, e como a mesma tem tratado um tema tão delicado.

Você tem que ver este filme! Mas faça-o sem preconceitos, e tire suas conclusões.

Gonzaga Soares


sábado, 24 de julho de 2010

Filler

Filler é uma corrida contra o tempo e que parece não ter fase final.
 
 
Filler 
 
 
Seu objetivo no jogo é encher 2/3 da tela com seus círculos (1). Como criá-los? Simples! Clique num ponto da tela e segure o botão do mouse por um tempo para que o círculo continue crescendo. O problema é que além de correr contra o tempo (campo Time left na parte superior da tela) você não pode deixar as bolinhas que ficam ricocheteando nas paredes (2) tocar em seu círculo enquanto estiver formando-o. Se elas tocarem, você perde uma vida (indicadas no campo Lives). Ah… outra coisa que ia esquecendo: há um limite de círculos que você pode criar; portanto, de vez em quando olhe o campo Balls.
 
À medida que for passando de fase, o número de bolinhas ricocheteando vai aumentar, o que tornam as coisas mais difíceis!! He he he.
 
Uma vez esgotas as vidas, a tela abaixo aparecerá, mostrará sua pontuação e oferecerá a opção de divulgá-lo no Twitter, Facebook e/ou na página do ranking geral do jogo. Opte por essa última possibilidade digitando seu nome no campo em branco abaixo do texto Enter your nickname e logo após clique em Submit. Na próxima tela clique em View score pra ver o ranking e sua colocação nele.
 
 
Filler 2
 
 

CLIQUE AQUI e encare o desafio. Como alternativa ao Filler – se você não gostou dele e sabe bem inglês –, experimente Gateway 2, um jogo onde você guia um robô em sua tentativa de escapar (?) do lugar cheio de cômodos onde ele se encontra coletando e usando vários objetos durante a jornada.

 

Boa diversão!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Música Secular por Bráulia Ribeiro

Foto: Imagens do Google

Sobre música do mundo, e música do (sub, sobre, extra, fora, ex, pàra, outro??) mundo

Conheci pessoalmente o Don Richardson, missionário na Papua Nova Guiné, autor do best seller “O Totem da Paz” entre outros livros, amigo, homem humilde e que honra o trabalho que nós brasileiros fazemos entre os índios do Brasil. Numa entrevista particular uma vez, meu marido lhe perguntou: Se voce tivesse de começar de novo, o que faria de diferente no seu ministério entre os sawis? Uma pergunta delicada, na verdade um eufemismo para: - “qual foi o grande erro que você cometeu e que não repetiria se tivesse uma nova oportunidade?”
Ele pensou, pensou, o que é um bom sinal... E finalmente disse: - Duas coisas; primeiro eu não teria traduzido corinhos da igreja Indonésia para a igreja Sawi, e o segundo teria usado dramas ao invés de pregação falada para ensinar o evangelho...

Pode parecer pouco para os não iniciados, mas para nós antropo-etno-linguo-teo-missionários foi a admissão de um grande erro. Ele estava dizendo que teria introduzido o evangelho numa forma cultural sawi e não na forma estrangeira... A maneira de cultuar, a maneira de pregar usada pelos sawis que são quase que 70% cristãos, é estrangeira, eles louvam indonesiamente, talvez até saibam cantar: ...”sim Deus é bom”... na sua própria língua.

Vamos sempre a cultos missionários, tristes a meu ver, quando se canta “yes God is good”, sim Deus é bom e por aí afora em muitas línguas, crendo-se que o grande propósito de Deus para o universo humano é formar na terra uma imensa e uniforme igreja evangélica.

O erro que Don cometeu, também cometeram os que primeiro nos pregaram o evangelho, e também continuamos cometendo nós líderes cristãos do Brasil de hoje. No último encontro nacional de JOCUM que se crê vanguarda e as vezes é perseguida por ser mesmo vanguarda em alguns aspectos, na frente de quase mil jovens, liderando uma reunião pedi que a equipe de louvor tocasse “Velha Infância” dos Tribalistas para louvarmos a Deus com intimidade. Ao mesmo tempo em que a música trouxe um espírito doce e especialmente terno para toda a platéia, encheu a boca e o coração dos jovens presentes de alegria, muitas pessoas se escandalizaram, e o líder do louvor teve que enfrentar muitas caras feias até o último dia...

Gosto de tocar “Um índio” de Caetano Veloso quando prego em congressos, e Maria Maria, do Milton que considero músicas essenciais no entendimento de nossa identidade brasileira. Infelizmente nosso Jesus evangélico não é brasileiro. Ele é internacional, e por internacional leia-se americano-europeu do norte. Este Jesus fala inglês, louva medievalmente para algumas denominações e hosana-music-vineyard-mente para outras. Mas como um religioso fariseu, coloca-se sempre à parte da cultura, acima dela, desprezando-a completamente ao invés de restaurá-la, redimí-la, legitimá-la, comunicando-se com ela. Este Jesus fariseu-evangélico ora pelas praças usando shofares se proclamando santo e desprezando tudo e todos ao seu redor. Fala num jargão de gueto cultural, e se comunica apenas com seus “iniciados” e sua mensagem é obsoleta e irrelevante para a população em geral.

Um dia numa conferência ouvi um pastor repreender em nome de Jesus “a cultura africana de nosso meio”. Coisa triste. Não me admira que na Bahia cresça tanto o número de negros que buscam sua legitimação étnica no Candomblé. Formas culturais, danças, músicas ritmos, não são pecadoras ou santas em sua essência. São formas, vasilhas, caixas na qual se depositam as bençãos de Deus, ou maldições... Na mesma conferência me deram vinte minutos para dizer algo, e num acesso de loucura pintei a cara de índia e disse que ainda veria o mesmo povo louvando ao som de centenas de tambores baianos numa timbalada poderosa e santa. Queixos se deslocaram do lugar, cabelos se arrepiaram de horror, mas inúmeras pessoas se sentiram “misteriosamente” livres para amarem quem são suas músicas, suas danças, curtirem MPB e dançarem danças africanas em homenagem ao Deus que criou todos os povos.

Baby do Brasil a cantora, há um tempo atrás, numa conferência me disse que viu o Espírito de Deus de maneira maravilhosa ungir a música “Brasileirinho” e centenas de pastores dançarem ao som do chorinho símbolo do Brasil... É o fim dos tempos? Será que estes pastores se “secularizaram” de maneira perigosa? Ou será que a revelação de que Deus nos ama a nós brasileiros como somos em todas as nossas manifestações culturais está chegando ao Brasil?

Fico com a última opção. Deus é amor, não é fariseu, exclusivista, preconceituoso, racista. E além de tudo, só nós ainda não sabemos, Deus é brasileiro.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Joyful 'toon: Escape

Joyful 'toon de número 35.
 
Joyful 'toon 35_Escape PT.BR
 
 Comentário do autor:
Eu não sei se alguém realmente já escapou de uma prisão contrabandeando uma lima dentro de um bolo. Mas é uma boa ilustração de como quando compartilhamos o Evangelho com as pessoas, nós as damos os meios para seu próprio escape do pecado e da morte.
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Revista e site de apologética cristã (atualizado)

Revista Apologética Cristã
 
Olhando hoje a lista de atualizações na relação dos blogues que sigo vi um post de A Supremacia das Escrituras indicando uma revista chamada Apologética Cristã. Ela possui site, o www.revistaapologetica.com.br, que se encontra em construção. Mas acesse o post de A Supremacia das Escrituras ou leia o comentário do Jamiersosn, seu editor, neste mesmo post do Mural, e veja que há um telefone de contato e um email disponíveis para quem quiser fazer a assinatura da publicação. Entre seus colunistas estão Augustus Nicodemos, Russell Shedd, Normam Geisler e Natanael Rinaldi. Acesse e saiba mais.
 
 
LOGOS - Apologética Cristã
 
 
Fazendo uma busca no Google para tentar descobrir se a revista tinha um site ou blog acabei achando o site LOGOS - Apologética Cristã, que ainda parece estar começando, mas que tem seções já cheias de links para vários artigos dos quais vários são traduções a partir de boas fontes em inglês. Suas seções: ciência, tecnologia, filosofia, ética, cultos/religiões, seitas/heresias, apologética geral, evangelismo, cultura e teísmo/ateísmo.
 
 

terça-feira, 20 de julho de 2010

AMIGO É - Harmony Cats

Queria deixar este belo vídeo feito pelo Rodrigo Guidotti da belíssima canção 'Amigo é', do grupo Harmony Cats. Lembro que na minha infância adorava ouvir o Harmony Cats, e a minha música preferida era esta. A letra fala sobre amizade e da importância dos amigos em nossa vida. Harmony Cats é musica para minha alma.



Escuta meu amigo...

Hoje é dia do amigo e queria deixar para todos os amigos esta linda mensagem. E que possamos cultivar amizades verdadeiras no fértil solo chamado vida. Feliz Dia do Amigo, amigos!!


segunda-feira, 19 de julho de 2010

EXERCÍCIO DE AMOR



As pessoas me perguntam todos os dias as mesmas coisas, entre elas a seguinte pergunta:

Como posso amar a quem odeio, a quem detesto, a quem repudio tudo o que mostra ser e tudo o que faz?

Amar o inimigo apresenta o amor como uma decisão de misericórdia justa; a qual vê o mal, mas, ao mesmo tempo, não o combate com o próprio mal; porém com o bem.

Sim! Com o bem feito de ações de bondade séria, e que não barganham com o mal; mas que também não o resiste nos termos propostos pelo ódio; antes o enfrenta do modo mais odioso e, ao mesmo tempo, vulnerabilizante para o mau e para o mal — ou seja: com aquilo que é bom, mesmo que isso signifique ceder tudo, menos fazer concessões ante ao que seja verdade e justiça. Portanto, sendo capaz de enfrentar sem violência até à morte; sem, porém, jamais matar ou se encher de ódio; pois, o ódio é a arma do mal, e, assim, usá-lo como “instrumento” já é combater o mal com o mal, e, desse modo, inviabilizando o poder das armas do amor; e mais que isto: colocando o inimigo como nosso senhor, posto que aquele que odeia ao seu inimigo ou ao seu adversário é escravo daquele a quem odeia. Somente quem ama anda livre entre os homens.

Amar o inimigo é o amor negativo. Porém, o amor positivo é aquele que encontra reciprocidade nos vínculos, fazendo com que amar seja agradável e prazeroso.

Entretanto, amar a quem nos ama e amar a quem gostamos ou a quem tem como nos recompensar é algo que até os seres humanos mais alienados de Deus sabem fazer por natureza; isto se não se perderem na total desafeição.

O amor é tanto mais amor em sua largueza e divindade tanto mais quanto ele NÃO seja recompensado como galardão fraterno.

Assim, caso você realmente queira crescer em amor, faça o seguinte:

Ore todos os dias pelos seus inimigos ou antagonistas. E não se preocupe com a falta de romance na oração. Porém, ore sinceramente; e peça ao Pai que eles entendam a verdade do amor e do sentido das coisas; enquanto você pede ao Senhor que mantenha a sua vida na vereda do amor soberano sobre o ódio ou sobre as tentações de pagamento do mal com o mal.

Amor não é acordo. O amor acordo é um aspecto do amor que une amigos e que une homem e mulher. Entretanto, até com aqueles [seja o cônjuge ou o amigo] com quem temos acordo, ainda assim, haverá sempre uma multidão de ocasiões em que o amor terá que cobrir os desacordos do tempo, das estações e das circunstâncias.

Vamos parar de falar em amor e, ao invés disso, nos exercitarmos nele?

Se esta é a sua decisão, então faça uma lista das pessoas que o aborrecem ou que agem contra você?

Sim! Veja quem são as pessoas que você gostaria que sumissem do mundo!

Fez?

Então, agora, comprometa-se a orar por essas pessoas todos os dias, sem dar idéia a Deus acerca deles, porém, sincera e limpidamente apenas pedindo que o amor de Deus seja revelado a tais pessoas.

Você pode sinceramente orar dizendo — “Pai, perdoa-lhe, pois, em sua loucura ele (a) não sabe o que faz”?

Se você deseja deixar o lixo de fora de seu ser e abraçar o sentido do Evangelho para sua existência, certamente o exercício que eu aqui proponho lhe será o mais vantajoso de todos!

Nele, que nos ensinou a orar dizendo: “Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”.

Caio

Fonte: Caio Fábio

Deus e eu no sertão

Olá, pessoas! Quero desejar para vocês uma semana abençoada. Desejo que a sua semana seja como esta canção do Victor Chaves, simples e bela. Que você possa parar e apreciar a grande tela pintada pelo Criador para você. Que os seus dias sejam sempre "Você e Deus" no sertão, na cidade, ou em qualquer lugar que você esteja.

Então, pra começar a semana bem, com vocês Victor e Leo. "Deus e eu no sertão" é música para a minha alma!




Deus E Eu No Sertão
Victor e Leo
Composição: Victor Chaves

Nunca vi ninguém
Viver tão feliz
Como eu no sertão

Perto de uma mata
E de um ribeirão
Deus e eu no sertão

Casa simplesinha
Rede pra dormir
De noite um show no céu
Deito pra assistir

Deus e eu no sertão

Das horas não sei
Mas vejo o clarão
Lá vou eu cuidar do chão

Trabalho cantando
A terra é a inspiração
Deus e eu no sertão

Não há solidão
Tem festa lá na vila
Depois da missa vou
Ver minha menina

De volta pra casa
Queima a lenha no fogão
E junto ao som da mata
Vou eu e um violão

Deus e eu no sertão

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Não existe certo ou errado. O que existe é o que é melhor para você.



"Conta Peter Kreeft que, um dia, ao dar uma das suas aulas de ética, um aluno lhe disse que a Moral era uma coisa relativa e que ele, como professor, não tinha o direito de "impor-lhe os seus valores".

"Bem – respondeu Kreeft, para iniciar um debate sobre a questão – vou aplicar à classe os seus valores e não os meus. Você diz que não há valores absolutos, e que os valores morais são subjetivos e relativos. Como acontece que as minhas idéias pessoais são um tanto singulares sob alguns aspectos, a partir deste momento vou aplicar esta: "toda as alunas estão reprovadas".

O rapaz mostrou-se surpreendido e protestou dizendo que aquilo não era justo. Kreeft argumentou-lhe: "Que significa para você ser justo? Porque, se a justiça é apenas o "meu" valor ou o "seu" valor, então não há nenhuma autoridade comum a nós dois. Eu não tenho o direito de impor-lhe o meu sentido de justiça, mas você também não pode impor-me o seu…

Portanto, só se existe um valor universal chamado justiça, que prevaleça sobre nós, você pode invocá-lo para considerar injusto que eu reprove todas as alunas. Mas, se não há valores absolutos e objetivos fora de nós, você só pode dizer que os seus valores subjetivos são diferentes dos meus, e nada mais. No entanto, você não diz que não gosta do que eu faço, mas que é injusto.

Ou seja, quando desce à prática, acredita sem a menor dúvida nos valores absolutos… Os relativistas e os céticos consideram que aceitar qualquer crença é servilismo, uma torpe escravidão que inibe a liberdade de pensamento e impede uma forma de pensar elevada e independente.

No entanto – como dizia C. S. Lewis –, ainda que um homem afirme não acreditar que haja bem e mal, vê-lo-emos contradizer-se imediatamente na vida prática. Por exemplo, uma pessoa pode não cumprir a palavra ou não respeitar o combinado, argumentando que isso não tem importância e que cada qual deve organizar a sua vida sem pensarem teorias. Mas o mais provável é que não tarde muito em dizer, referindo-se a outra pessoa, que é indigno que essa pessoa lhe tenha faltado à palavra….

Por não ter um ponto de referência claro a respeito da verdade, o relativismo leva à confusão global entre o bem e o mal. Se analisam com um pouco de detalhe as suas argumentações, é fácil observar – como explica Peter Kreeft – que quase todas costumam refutar-se a si próprias:

"A verdade não é universal" (exceto esta verdade que você acaba de afirmar?).

“Ninguém pode conhecer a verdade” (a não ser você, segundo parece).

“A verdade é incerta” (então também é incerto o que você diz!).

“Todas as generalizações são falsas” (esta também?).

“Você não pode ser dogmático” (com essa mesma afirmação, você mostra que é bastante dogmático).

"Não me imponha a sua verdade” (o que significa que neste momento você me está impondo as suas verdades).

“Não existem absolutos” (absolutamente…?).

“A verdade é apenas uma opinião” (a sua opinião, pelo que vejo).

E assim por diante.


Fonte: Revista Pergunte e Responderemos. D. Estevão Bettencourt Nº 535 - Ano : 2007 - Pág. 11 (via Agnon Blog)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Igreja Emergente segundo John Piper

Depois do post O que é Igreja Emergente? (mais uma vez) trazemos agora um vídeo onde John Piper emite sua opinião sobre a Igreja Emergente. Chocante o que ele fala aí!
 
 
 
 
Fonte: vemver.TV

terça-feira, 13 de julho de 2010

O Anjo Cowboy

Um vídeo emocionante! A ligação de um garotinho de nome Logan a uma rádio de Houston no Texas. Um depoimento tocante de uma mensagem de Deus para ele e para todos nós.



Martin Luther King, meu pastor

Por Ricardo Gondim.



Um dos maiores personagens do século XX foi um pastor batista. Homem de fé, pregador do Evangelho e cidadão humano, Martin Luther King Junior foi, seguramente, a voz que melhor encarnou o ofício de um profeta contemporâneo. Quando se levantava para falar qualquer coisa, as pessoas ouviam, presidentes temiam, excluídos sentiam-se defendidos e a humanidade ousava vislumbrar o futuro com esperança.

Martin Luther King jamais foi bem vindo em ambientes fundamentalistas, não transitava entre intelectuais intolerantes e nem era simpatizado pelos falcões militares.

Contudo, os que conviveram ao seu lado reconheciam o privilégio de desfrutar da intimidade de um homem que soube transbordar seu sonho de justiça para os negros americanos e para o restante da humanidade.

Uma bala de rifle o silenciou poucos meses antes de completar seu 39º aniversário. Contudo, sua morte prematura o conduziu para o Panteão dos heróis mundiais. As tragédias reforçam os mitos. Ninguém calou suas idéias. Não há força ou poder capaz de silenciar a verdade quando ela encarna.

Martin Luther King conseguiu jogar a cultura do preconceito no lixo da história; sem jamais advogar o ódio. Abraçado à não-violência de Ghandi, ele acreditava que a justiça social não aconteceria “de acordo com a inevitável roda do destino”, mas viria com luta e sacrifício.

Por mais que tentasse, Martin Luther King não conseguiria fugir de sua vocação. Era Deus quem o chamava. Em 1954, trilhou a senda apertada dos santos, trocando a Universidade de Boston pela modorrenta cidade de Montgomery.

Quando Rosa Parks recusou ceder o seu lugar no ônibus para um homem branco, Martin Luther King viu-se impelido a liderar um movimento que transformaria a América para sempre. Sem nunca temer marchar na frente de qualquer passeata, ele era uma inspiração para milhões de negros americanos. Todos entendiam o que a Bíblia quer revelar quando afirma que Deus quer seus filhos como cabeça e não como cauda. Com menos de trinta anos, foi eleito o “Homem do Ano” pela revista Time e logo depois recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

É mister que os pensamentos deste humilde gigante de Deus continuem circulando entre os que amam a paz e lutam pela justiça, por isso, os copio.

Amor e Justiça.

Sejamos cristãos em todas as nossas ações. Mas quero dizer-lhes esta noite que para nós não basta falar do amor. O amor é um dos pilares da fé cristã, mas há uma outra face chamada justiça. E a justiça é de fato a ponderação do amor. Justiça é corrigir com amor aquilo que se rebela contra o amor.

Deus Intervém.

Deus intervém mesmo quando a igreja não se manifesta. Deus inseriu um princípio neste universo. Deus disse que todos os homens devem respeitar a dignidade e valorizar cada personalidade humana: ‘E se não fizerem isso, assumirei o controle’. Parece que nesta manhã posso ouvir a voz de Deus. Posso ouvi-lo falando através do Universo: ‘Aquietem-se e reconheçam que Eu sou Deus, que, se não Me obedecerem, se não se corrigirem, se não pararem de explorar outros povos, eu Me erguerei e quebrarei a espinha dorsal do seu poder, até que não haja mais poder!’.

A não-violência.

Enfrentemos o ódio com amor. Enfrentemos a força física com a força da alma. Há ainda uma voz clamando através dos tempos: ‘Amai os vossos inimigos, abençoai os que vos amaldiçoam, e orai pelos que vos ultrajam e vos perseguem’. Essa mesma voz clama em termos que elevam a proporções cósmicas: ‘Quem vive pela espada, pela espada morrerá’. E a história está repleta de ruínas das nações que falharam ao não seguir essa lei. Devemos seguir a não-violência e o amor.

A esperança Cristã.

Há algo em nossa fé que nos diz: ‘Jamais se desespere; jamais desista; jamais acredite que a causa da virtude e da justiça está condenada. ‘Há algo no âmago de nossa fé cristã que nos diz que a sexta-feira pode ocupar o trono por um dia, mas ao fim dará lugar ao triunfante rufar dos tambores da Páscoa. Há algo em nossa fé que diz que o mal poder dar forma a eventos, que César ocupará o palácio e Cristo, a cruz; mas um dia o mesmo Cristo erguer-se-á e dividirá a história em a.C e d.C., de tal forma que a própria vida de César será datada em seu nome.

Há algo neste universo que justifica as palavras de Carlyle: ‘Nenhuma mentira é eterna’. Há algo no Universo que justifica as palavras de William Cullen Bryant: ‘A verdade, esmagada contra a terra, novamente se erguerá’. Há algo no universo que justifica as palavras de James Russel Lowell:

'No cadafalso, a verdade;
No trono, sempre a injustiça.
Porém, o nosso futuro
O cadafalso ilumina,
E vela Deus por seus filhos
por detrás das trevas infindas'.

Sinto a pobreza de minha geração e oro para que Deus levante homens com o quilate deste diamante negro chamado Martin Luther King Junior.

Soli Deo Gloria.

Fonte: Ricardo Gondim

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O que é Igreja Emergente? (mais uma vez)

 Impossible church series - Matthew Bigwood (www.creativemyk.com)
 
 
Há tempos atrás publicamos um post onde se buscava responder a essa mesma pergunta (veja aqui). Ao contrário daquele, onde a visão era a de quem está dentro do movimento, o texto sugerido aqui trás um análise mais crítica por ser escrito por quem está de fora da igreja emergente. Trata-se do post Igreja Emergente: O que é isso? lá do Púlpito Cristão, um texto para conhecer mais sobre o movimento/ideia e para refletir sobre a 'igreja não emergente'.
 
Dica: Navegando na categoria 'Igreja Emergente' do Púlpito Cristão você encontra ainda mais textos sobre o assunto (clique aqui).
 
Imagem de Matthew Bigwood em CreativeMYK

Alimentando o próximo

Se você não pode alimentar 300 pessoas, alimente apenas uma.

 

Madre Teresa de Calcutá

sábado, 10 de julho de 2010

Sugar Rush

Antes de falar de Sugar Rush… como anda seu progresso no Doodle God, o joguinho que sugerimos semana retrasada, hein? Já criei 60 elementos e 12 grupos (agora, eu num jogo todo dia não, sabe?). Submetam suas pontuações; escrevam lá nos comentários do post. Capture até a imagem da tela e hospede no TinyPic, por exemplo.
 
Bem, mas vamos ao Sugar Rush. Joguinho simples e divertido, tá aí!!
 
 
Sugar Ruch
 
 
Você controla esse bichinho vermelho alaranjado aí da imagem acima com o movimento do mouse para que ele coma mais e mais desses docinhos suspensos no ar, obtenha energia a partir deles e mantenha-se sempre subindo na tela. Há docinhos especiais que dão mais pontos (1) e energia (2) fazendo-o subir bem rápido (sorvetes, bolinhos, pedaços de chocolate etc.). Seu efeito, porém, não dura muito – veja a barra indicada pelo número 4.
 
Não deixe o bichinho cair por uma grande distância sem comer doces, pois aí o jogo acaba. Após a energia atingir o nível 100, o bicho papa-doce poderá contar com uma ajudinha extra para impulsioná-lo em sua subida, basta apertar o botão esquerdo do mouse que o recurso é acionado – e ligue as caixas de som pra entender do que se trata tal "arma secreta"! Não a use, no entanto, a qualquer momento; guarde-a para aquele em que não achar doces por perto, OK?
 
Use a barra de espaço para pausar o jogo e a tecla M para parar o som.
 
CLIQUE AQUI para acessar jogo, e…
 
boa diversão!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Joyful 'toon: Universidade do Papai

Um dos Joyful 'toons mais recentes (é o de número 156).
 
Joyful 'toon 156_Dad university PT.BR
 
 Comentário do autor:
Deus deu aos pais a responsabilidade de instruir os filhos acerca de Deus e Sua Palavra.
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

Os braços de Fábio

Por Bráulia Ribeiro




Esquecemos que a cruz representa o abraço incondicional de Deus a nós

Quando Fábio morreu, eu não conseguia pensar em mais nada a não ser em seus braços, na pele que iria se decompor. Pensamento mórbido, eu sei, mas só me lembrava das tatuagens que decoravam os braços daquele homem e no que aconteceria com elas após a morte.

No tempo em que ele se deixou marcar, tatuagens eram símbolo de rebeldia antissistema, uma espécie de selo de não-pertencimento a algo que a geração de Fábio desprezou. “Não pertenço a tudo o que vocês hipocritamente valorizam, às suas teologias frívolas, às coisas mínimas que lhes parecem tão grandes. Me tatuo pra mostrar que meu corpo é um “canvas” de Cristo, assim como minha mente. Me tatuo para mostrar o que não sou”. Essa paixão pela iconoclastia custou caro a Fábio. Viveu boa parte da vida tentando construir a utopia da igreja que abraça e não exclui. Viveu ignorado pelo “mainstream” do evangelho brasileiro -- talvez reconhecido nos últimos anos como um produto esquizofrênico da geração tribal. Útil, mas ainda assim, estranho. Para alguns, o utilitarismo falava mais alto e a bizarra Caverna de Adulão, fundada por Fábio, se tornava até palatável, porque alcançava a quem as igrejas convencionais não conseguiam alcançar. Para os mais fundamentalistas, ele nunca deixaria de ser um equívoco teológico, uma anormalidade pós-moderna, sincrético e perdido.

Porém, não escrevo sobre Fábio -- escrevo sobre nós. A cultura brasileira nos ensina a cordialidade superficial, mas nos deseduca no entender o valor do indivíduo. Nosso valor é condicionado às marcas das roupas que usamos, ao carro que temos, aos figurões que conhecemos. Nosso valor individual também se condiciona à nossa capacidade de conformação. Os que não se conformam, nos perturbam. Em vez de nos enriquecerem, as diferenças são nosso problema. Diferenças teológicas, ideológicas e políticas se tornam a razão da minha guerra contra o outro. Ele pensa diferente; portanto, não faz parte, não o reconheço, não existe pra mim.

Até Cristo, aquele que me incluiu num reino que eu não merecia, se torna desculpa para a exclusão. Excluo de meu convívio tudo o que diz respeito ao não-cristão; sua linguagem, sua música, e até ele mesmo. Meu mundo não tem lugar para o diferente.

Esquecemos que a cruz representa o abraço incondicional de Deus a nós, o outro, os estranhos e doentes pecadores. Fábio sabia disso sem ler a teologia de Miroslav Volf. A cruz que abraça os excluídos fez parte de sua vida. O abraço e a ignomínia estão juntos na cruz e, portanto, a rejeição também não lhe era estranha -- fez parte de sua jornada, mas nunca se tornou sua teologia.

Quando nos convertemos, por melhor que nos pareça a vida que recebemos, o sabor do sangue está sempre presente. Sangue da difícil renúncia pessoal no dia-a-dia, sangue que nos custa amar aos próximos e aos distantes e perdoar aos que nos ferem. Sangue que nos brota como suor na luta incansável contra o pecado. A morte está presente mesmo na glória da ressurreição. Na alegria de ver mais um salvo se presencia o começo de sua vergonha, agora que ele também caminha abraçado à cruz. Essa cruz nos faz caminhar em perdão constante, ainda que sofrendo a rejeição ao que ela representa. Assim andou Fábio.

Olho a igreja brasileira e seus descaminhos e me pergunto: vamos aprender um dia? Vamos apear do cavalo e galgar a cruz? Vamos nos alegrar porque o Mané de cabelo azul ficou sabendo que existe esperança quando um cara de cabelo comprido e braços tatuados como os dele lhe mostrou esperança em forma de amigo? Vamos entender e abraçar o diferente? Quando é que os Fábios que circulam por nossas igrejas vão nos ser mais caros que o estarmos certos? Quando é que vamos ouvir as ruas e nos amar na multiformidade de nossa expressão cristã brasileira?

-- Lembra, Geraldo, daqueles braços marcados? Ninguém mais era como ele.
No meu delírio, Geraldo responde:

-- Não pude secar-lhe a pele, mas lhe sequei o olhar. Sabe aquele olhar de perplexidade que ele às vezes tinha quando descobria uma coisa nova? Era como um menino encontrando um doce escondido. Guardo esse olhar comigo.

Também quero esse olhar pra mim. Olhar o diferente com uma surpresa esperançosa. Será que parte de Deus vem dele pra mim?

Bráulia Ribeiro – Artigo publicado na Revista Ultimato (Maio-Junho 2010 – Nº324)
Via: Vigiai - Notícias

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A história de Albertine

Olá, pessoas! Queria compartilhar com vocês este vídeo onde Brooke Fraser relata a história de Albertine e como ela impactou sua vida. "Albertine" é uma canção composta por Brooke quando esta fazia uma missão em Ruanda, na África.

A canção foi escrita em homenagem a uma menina que a Brooke conheceu em Ruanda e cujo nome é Albertine. Brooke prometeu que contaria a história da garotinha por onde quer que fosse e que conseguiria ajuda. O refrão da canção diz:

"Agora que eu já vi
Eu sou responsável
A fé sem atos é morta
E agora que eu te tive em meus próprios braços
Eu não posso deixar você ir"

Que essa canção possa impactar você e que, depois de ouvi-la, também saibamos que somos responsáveis.



Brooke Fraser - Albertine (legendado)



Veja mais sobre Brooke Fraser no SomdoMural

A FOME DE MARINA

Brazilian presidential candidate for the Green Party Marina Silva attends the official launch ceremony of her campaign in Brasilia June 10, 2010.  REUTERS/Ricardo Moraes (BRAZIL - Tags: POLITICS ELECTIONS HEADSHOT)


Por José Ribamar Bessa Freire*

Há pouco, Caetano Veloso descartou do seu horizonte eleitoral o presidente Lula da Silva, justificando: “Lula é analfabeto”. Por isso, o cantor baiano aderiu à candidatura da senadora Marina da Silva, que tem diploma universitário. Agora, vem a roqueira Rita Lee dizendo que nem assim vota em Marina para presidente, “porque ela tem cara de quem está com fome”.

Os Silva não têm saída: se correr o Caetano pega, se ficar a Rita come.

Tais declarações são espantosas, porque foram feitas não por pistoleiros truculentos, mas por dois artistas refinados, sensíveis e contestadores, cujas músicas nos embalam e nos ajudam a compreender a aventura da existência humana.

Num país dominado durante cinco séculos por bacharéis cevados, roliços e enxudiosos, eles naturalizaram o canudo de papel e a banha como requisitos indispensáveis ao exercício de governar, para o qual os Silva, por serem iletrados e subnutridos, estariam despreparados.

Caetano Veloso e Rita Lee foram levianos, deselegantes e preconceituosos. Ofenderam o povo brasileiro, que abriga, afinal, uma multidão de silvas famélicos e desescolarizados.

De um lado, reforçam a ideia burra e cartorial de que o saber só existe se for sacramentado pela escola e que tal saber é condição sine qua non para o exercício do poder. De outro, pecam querendo nos fazer acreditar que quem está com fome carece de qualidades para o exercício da representação política.

A rainha do rock, debochada, irreverente e crítica, a quem todos admiramos, dessa vez pisou na bola. Feio.“Venenosa! Êh êh êh êh êh!/ Erva venenosa, êh êh êh êh êh!/ É pior do que cobra cascavel/ O seu veneno é cruel…/ Deus do céu!/ Como ela é maldosa!”.

Nenhum dos dois - nem Caetano, nem Rita - têm tutano para entender esse Brasil profundo que os silvas representamA senadora Marina da Silva tem mesmo cara de quem está com fome? Ou se trata de um preconceito da roqueira, que só vê desnutrição ali onde nós vemos uma beleza frágil e sofrida de Frida Kahlo, com seu cabelo amarrado em um coque, seus vestidos longos e seu inevitável xale? Talvez Rita Lee tenha razão em ver fome na cara de Marina, mas se trata de uma fome plural, cuja geografia precisa ser delineada. Se for fome, é fome de quê?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Eu sou o segundo

Com tantos exemplos negativos e escândalos no meio das celebridades, é revigorante ver testemunhos do poder transformador de Cristo na vida do homem. Veja o belo testemunho do ator Stephen Baldwin de como Jesus Cristo lhe deu sentido na vida.


Palavras emprestadas…




Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.

Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.

Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.

Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.

Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.

Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.

Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.

Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.

Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.

Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade… Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.

Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.

Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.

Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!

Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.

Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.

Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!

(Clarice Lispector)

sábado, 3 de julho de 2010

Jogos do Orisinal

Orisinal é uma seção do site do produtor de animações Ferry Halim onde ele disponibiliza 57 pequenos joguinhos para você se divertir online.
 
 
Orisinal
 
 
O endereço da página é www.ferryhalim.com/orisinal. Ao passar o ponteiro do mouse sobre cada figura, o nome do jogo vai aparecer na parte logo abaixo delas. É só clicar numa e o jogo carregará. Os jogos que cheguei a testar são simples, sem instruções complicadas ou longas. Estas estão em inglês, mas são curtas. Use o Google Tradutor para passá-las para o português.
 
Boa diversão!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

“O que fazer com Jesus Cristo?” (C.S. Lewis)

Por C. S. Lewis



Reimpresso de Asking Them Questions, Third Series, editado por Ronald Selby Wright (OUP, 1950), reproduzido em Undeceptions (1971) e God in the Dock (1998).

Trad. Djair Dias Filho

“O que fazer com Jesus Cristo?”. Esta é uma questão que tem, em certo sentido, um lado desesperadoramente cômico. A figura de uma mosca sentada decidindo o que vai fazer com um elefante possui elementos cômicos. Pois a verdadeira questão não é sobre o que nós vamos fazer com Jesus Cristo, mas o que Ele vai fazer conosco. Contudo, talvez, o questionador quis dizer o que fazer com Ele no sentido de “como resolveremos o problema histórico a nós lançado pelos ditos e feitos registrados desse Homem?”. Esse problema envolve reconciliar duas coisas:

Por um lado, tem-se a quase geralmente admitida profundidade e sanidade de Seu ensino moral, que não é muito seriamente questionado, mesmo por aqueles que se opõem ao Cristianismo. Na realidade, acho que, quando estou discutindo com pessoas extremamente anti-Deus, elas preferem fazer o seguinte apontamento: “Sou inteiramente a favor do ensino moral do Cristianismo” – e parece ser de aceitação geral que, no ensino desse Homem e de Seus seguidores imediatos, a verdade moral é exposta da maneira mais pura e melhor. Não é idealismo desleixado, é cheia de sabedoria e argúcia. O seu todo é realista, revigorado ao mais alto nível, o produto de uma mente sã. Este é um fenômeno.

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