terça-feira, 28 de setembro de 2010

Conheça o Candidato dos Evangélicos


Por José Barbosa Junior

Confesso que a enxurrada de e-mails das mais variadas linhas “evangélicas” onde a candidata do PT aparece quase como “a filha do Demônio”, me fez pensar sobre que tipo de presidente os “evangélicos” gostariam de ver no poder.

Repito o que já disse em outro texto: NÃO VOTO EM DILMA ROUSSEF! Não a vejo preparada politicamente para tal cargo e creio que será uma marionete nas mãos da ala podre do PT (aquela que teve que sair de cena por causa do mensalão).

Mas também digo: enche a paciência as acusações levianas de grande parte do “povo de Deus” à candidatura petista, capitaneadas pelos midiáticos pastores, que a igreja não condena por fazerem comércio do povo de Deus, e coisas ainda piores que nem vale a pena mencionar aqui...

Mas vamos ao perfil que encontrei do grande líder que a massa evangélica com certeza colocaria no poder, sem pestanejar. O vejo em seu palanque ladeado por Silas Malafaia, Marco Feliciano, Paschoal Piragine, Renê Terra Nova e outros mais...

O Presidente que o Brasil merece, na ótica “evangélica” (quando coloco entre aspas é para ficar bem claro que há uma certa ironia), deve ser um líder amado pelo povo, querido em suas intenções e, visivelmente, um homem que tenha a capacidade de unir em torno dele as mais diferentes correntes, em prol de um bem comum.

O Presidente apoiado pelos “evangélicos” deve ser um homem de caráter ilibado, de preferência abstêmio, que preze pela sua imagem e pela de seus liderados. Alguém que, por exemplo, impeça seus ministros de fumarem (pelo menos diante do público) para que tenham cuidado com a imagem que transmitem e pelo exemplo a ser passado para aqueles que os assistem.

O presidente amado pelos “evangélicos” deve ser um homem temente a Deus! Isso é o “óbvio ululante”. Um homem que tenha apoio da igreja em seus projetos e que lute pelo bem estar do seu povo, ainda que tenha que ficar mal perante os países que querem “dominar o mundo”. Um homem que não se curve diante das nações poderosíssimas que exploram os outros países.

O presidente da maioria “evangélica” deve ser um homem de excelente envergadura moral. Que tenha “testemunhos” de ter sido um bom filho, e que seja amado por sua família. Isso é fundamental!

Deve ainda, o Presidente apoiado pela “igreja” brasileira, não calar-se diante dos ataques de minorias, como os homossexuais. Deve, antes de tudo, fazê-los calar pela verdade bíblica e mostrar o quanto são nocivos para a sociedade. Com certeza, ele não se quedará diante da opinião pública e se manterá firme em seu caráter e em seus conceitos “divinos”.

Finalmente, deve ser um homem que quando fale, fale em nome “de Deus”. Toda nação deveria ter um líder assim, alguém que tenha a “lei divina” por seu maior aliado e que sempre encharque seus discursos dessa verdade na qual crê e sustenta toda a sua vida, afinal, “feliz a nação cujo Deus é o Senhor”.

Creio que este é o perfil do “candidato ideal”, daquele que com certeza ganharia os púlpitos de nossas igrejas e arrebanharia multidões aos gritos de “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor”.

O que talvez muitos “evangélicos” não saibam é que esse líder já existiu, já governou, tem nome e sobrenome: Adolf Hitler!

Sejam bem vindos ao “Quarto Reich” – O Reich dos “filhos de Deus”!

Fonte: Crer e Pensar

2 comentários:

alex disse...

Até que enfim achei uma pessoa de bom censo, viva a democracia...vamos parar de achar que nossos irmãos são idiotas e bonecos de olinda, cada um tem inteligencia para julgar e votar em quem quiser, Deus te abençoe meu irmão...

Gonzaga Junior disse...

Muito obrigado Alex,é bom saber que existem outras pessoas como você, que não servem de fantoche nas mãos de terceiros.

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