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A origem da liturgia protestante

“A origem da liturgia protestante”, um post da Bacia das Almas, é uma  versão condensada do primeiro capítulo de Cristianismo Pagão, livro de Frank Viola. Nele são apresentadas as raízes históricas do funcionamento dos cultos protestantes. O texto também contém comentários/observações/opiniões pessoais do Frank [que soam fortes e até desdenhosas].
 
Pagan Christiany? [Frank Viola e George Barna] Esse livro do Frank citado acima tem até uma versão PDF, em português, que rola aí na net e que creio ser pirata, já que a versão original [imagem da capa você aí ao lado] é vendida, não é oferecida de graça! O Mural, por isso, não vai mencionar explicitamente link nenhum aqui.
 
O livro é polêmico, e há quem o critique nem que seja em parte. É o caso do texto que você vê aqui nesse post do blog do Charles Gomes. Já nesse tópico aqui do fórum do Rede SEPAL o participante “easferreira”, que já leu o livro, diz, em poucas palavras, o que achou do mesmo. Textos em inglês (até entrevista tem) são linkados aqui nesse post do Solomon1 [blog de cunho emergente, isto é, nos moldes da igreja emergente ou algo próximo a isso].
 
Assim como o Charles Gomes, o Mural recomenda maturidade ao ler e no agir depois do contato com esse livro.
 
Fique agora com A origem da liturgia protestante, o texto citado lá na primeira linha do post – um texto que certamente nos faz refletir sobre a forma atual dos cultos e a(s) forma(s) como tomamos parte nele.
 
 
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As reuniões da igreja primitiva eram marcadas pelo funcionamento de cada membro, numa participação espontânea, livre, vibrante e aberta. Era um encontro fluido, não um ritual estático. E era imprevisível, bem diferente do culto da igreja moderna.

A Missa Católica

De onde vem então a liturgia do culto protestante? Ela tem suas raízes principais na Missa Católica.

Segundo o historiador Will Durant, a Missa Católica foi “baseada em parte no culto do Templo judaico, em parte nos místicos rituais de purificação dos gregos”. Durant destaca que a Missa estava profundamente mergulhada tanto no pensamento mágico pagão como no drama grego. “A mente grega, moribunda, teve uma sobrevida na teologia e liturgia da igreja; o idioma grego, após reinar por séculos sobre a filosofia, chegou a ser o veículo da literatura e do ritual cristão; o misticismo grego foi passado adiante pelo impressionante misticismo da Missa”.

Os cristãos copiaram as vestimentas dos sacerdotes pagãos, o uso do incenso e da água benta nos ritos de purificação, a queima de velas durante a adoração, a arquitetura da basílica romana em seus edifícios de igreja, a lei romana como base da “lei canônica”, o título Pontifex Máximus (Sumo Pontífice) para o Bispo principal, e os rituais pagãos para a Missa Católica.
 
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Continue lendo o texto na Bacia das Almas (lá você o lê sem figuras) ou no Filosofia Primeira, onde você o verá incrementado, com algumas figuras.
 
 
 
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