domingo, 27 de setembro de 2009

Será que é verdade mesmo?

Você provavelmente já se fez essa pergunta ao ouvir alguns conselhos da “sabedoria universal”, como, por exemplo: “Nunca se deve acordar um sonâmbulo!” Agora, numa matéria da IstoÉ, médicos derrubam 57 verdades transmitidas de geração para geração sobre o corpo e as doenças.
 
Muito legal, interessante e útil, é claro, essa matéria!! E… será que na nossa vida espiritual/na igreja de hoje não existem mitos assim não, hein? … “Verdades” baseadas em experiências pessoais, e não nas Escrituras, hã? Comentem aí!
 
 
 
Não é como sua mãe dizia
 
Elas são tão antigas que ninguém mais sabe quando ou por que surgiram. Mas o fato é que dezenas de ideias equivocadas sobre nosso corpo e nossa saúde permanecem ano após ano em uma lista de verdades absolutas - sem que tenham qualquer fundamento. São falácias como a recomendação de que se deve consumir oito copos de água por dia ou então que é preciso cortar o cabelo para que os fios cresçam mais fortes.
 
Agora, um livro que acaba de ser lançado nos EUA se propõe a derrubar alguns dos mais populares desses mitos da medicina. Intitulada "Don't Swallow your Gum - Miths, Half-Truths and Outright Lies about your Body and Health" (Não engula o seu chiclete - mitos, meias verdades e mentiras sobre o corpo e a saúde), a obra foi escrita pelos pediatras Aaron Carroll e Rachel Vreeman e será publicada no Brasil no próximo semestre.
 
i123036 Professores da Universidade de Indiana, eles escreveram o livro depois do frenesi causado na comunidade médica pelo artigo de sua autoria Medical Myths Even Doctors Believe (Mitos da medicina nos quais até os médicos acreditam), publicado no British Medical Journal em dezembro de 2007. "Os médicos têm resistência em reconhecer que estão errados, mesmo com as evidências provando o contrário", afirmou à ISTOÉ Carroll. "Houve tanta repercussão que decidimos publicar o livro", disse Rachel à ISTOÉ. Para julgar a validade das afirmativas, os autores contrastaram as principais crenças com a literatura médica.
 
Segundo a dupla, a sobrevivência de mitos ocorre pela confusão que se faz entre os conceitos de "causa" e "associação" na pesquisa médica. "Quando um fato está associado a um sintoma, não quer dizer que gere o sintoma", explica Rachel. É o caso da ideia de que tempo frio causa resfriado. Ele não causa, mas como o resfriado, por outras circunstâncias, é mais comum no inverno, a sabedoria popular criou uma verdade por associação. Portanto, é natural que você já tenha acreditado em muitas das sentenças apresentadas nos quadros desta reportagem. Mas aqui vão os argumentos para que você não se equivoque mais a partir de agora.
 
Clique aqui e veja o resto da matéria (e mais outros quadros como esse aí acima).
A imagem é do próprio site da IstoÉ.
 
 
 
Veja também:
Saúde [texto de Luís Fernando Veríssimo]

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