quarta-feira, 30 de setembro de 2009

"A inclusão digital é uma utopia"

Muito boa essa entrevista do professor Eugênio Trivinho à revista IstoÉ. Nela você vai ver inclusão digital x inclusão social, tendências do mundo futuro [ou atual?], capitalismo virtual, senhas infotécnicas… enfim, coisas que trilham o caminho da escatologia [ou já são escatologia mesmo?].
 
 
 
I'm connected [www.crestock.com] O homem está condenado à exclusão digital. A afirmação parece um paradoxo diante dos inacreditáveis avanços tecnológicos da nossa época. No entanto, ela revela a lógica que se estabeleceu no mundo contemporâneo, a da velocidade. Não basta apenas ter acesso ao computador e saber informática. O ser humano precisa acompanhar constantemente as atualizações tecnológicas impostas pela indústria em uma incessante corrida para garantir sua permanência no ciberespaço. “A inclusão digital é uma utopia, um mito”, diz Eugênio Trivinho, professor do programa de estudos pós-graduados em comunicação e semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Trivinho é autor do livro “A Dromocracia Cibercultural”. Dromo, do grego, significa velocidade, característica da época atual. O professor da PUCSP também organizou a recémlançada obra “Flagelos e Horizontes do Mundo em Rede: Política, Estética e Pensamento à Sombra do Pós-Humano”, que reúne ensaios de pesquisadores.
 
citação Eugênio TrivinhoISTOÉ – A internet pode ser considerada um veículo democrático?
Trivinho – Do ponto de vista interno, a internet é democrática quando o acesso a todos os espaços é desimpedido. Nem sempre isso ocorre. Há senhas por questões de segurança e proibições. E por trás de uma senha pode existir um custo econômico, que seleciona os que podem e não podem. Do ponto de vista externo, a época exige conhecimentos específicos, que devem ser traduzidos em uma prática interativa, própria de um comportamento de contiguidade de acesso, de fluência e de rapidez. São conhecimentos pragmáticos para usar o hardware, o software e a rede, necessários para operar os dispositivos da era da velocidade.
 
ISTOÉ – Quais as consequências dessa exigência para a vida das pessoas?
Trivinho – Como forma de pressão social, o sujeito precisa incorporar esses conhecimentos para ter um lugar ao sol na cibercultura, e não só no mercado de trabalho, mesmo para exercer cargos para os quais não é necessário saber informática. Para efeito de seleção exige-se esse conhecimento no currículo. A época requer não só conhecimentos convencionais, como a matemática, mas também o domínio de tecnologias. Isso pressupõe a incorporação de conhecimentos que não estavam disponíveis havia mais de 50 anos. É algo muito recente. É um cerco, como se a época dissesse: “Deves dominar esses conhecimentos, caso contrário o teu lugar ao sol na cibercultura está com os dias contados.”
 
 
Imagem de Crestock.com
 
 
 
Veja Também:
Inclusão Digital [portal do governo]
Página sobre inclusão digital do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O escravo vai, o filho fica

Estátuas de escravos em Zanzibar [Erik Kolstad]
Jesus disse algo solto…, e que a gente acolhe porque veio Dele…, e, também, porque faz sentido na lógica da existência, embora, aparentemente, quebre a lógica do texto, ou, pelo menos, ainda que se ligue ao texto nas “palavras” que usa..., nos termos que adota..., também presentes no contexto todo, a fala em si parece não dizer nada...

“O escravo não fica para sempre na casa, o filho sim, para sempre”...

Ora, Ele disse isso em João 8, no contexto do “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”; e, também, no mesmo lugar no qual Ele disse que “todo aquele que comete pecado é escravo do pecado”...

Entretanto, ainda assim o texto fica solto... Sem conexão com o antes e o depois..., exceto pelos termos “escravo”, em contraposição a “filho”, que fica para sempre..., pois é livre...
Eu, no entanto, apesar de ter pregado centenas de vezes usando o texto de João 8..., jamais pregara no texto especifico em questão aqui... “O escravo não fica para sempre na casa, o filho sim, para sempre”...

Foi somente no domingo passado que me dei conta que o texto falava de fato da questão da “permanência na Palavra”...

Sim, pois Jesus dissera aos judeus que supostamente “haviam crido Nele”... que eles deveriam..., a fim de serem de fato Seus discípulos, permanecer na Palavra... — então, conheceriam a verdade e a verdade os libertaria...

Na seqüência eles ficam furiosos com a idéia de ainda virem a ser libertos... [Eles..., que se consideravam as consciências mais iluminadas do Planeta!... Libertos?...]. Sim, libertos de algo que era de uma subjetividade que, na pratica, faria todo homem ser escravo ante as realidades em questão, do coração, do interior... — no ambiente no qual se comete pecados...

Por isto, os que diziam ter crido em Jesus não podiam ficar..., permanecer..., continuar..., ficar para sempre na Casa..., como os filhos ficam. Sim, não ficariam..., como de fato não ficaram, posto que não fossem filhos da Palavra da Vida, vindo a ser posteriormente chamados por Jesus de filhos do diabo... Sim, filhos da mentira, da impermanencia, do engano e da fantasia em fuga da verdade...

Assim, simplificadamente, o que Jesus está dizendo é que existe gente com espírito de escravidão, e que tais pessoas jamais se firmarão na verdade, e, por isto, jamais ficarão na Casa do Amor, na Tenda da Graça e da Verdade, pois, para tais pessoas, o desconforto da Verdade é equivalente ao mal-estar que um escravo sente ante o fato de que ele enxerga a cada ordem do seu senhor o quão escravo ele é...

Por isto o escravo quer fugir sempre...

Para ficar na casa do Pai a pessoa tem que se sentir e saber filha..., do contrario, a Casa/Palavra de Jesus se torna insuportável...

Não adianta... Sem a confiança no amor do Pai e sem a confiança de ser filho..., nenhum homem se emancipa pela religião a fim de se sentir filho, se ainda é escravo...; e, por isto, pelo espírito de escravidão ao pecado..., jamais se sentirá à vontade ante na Morada da Verdade e da Graça... Daí o escravo não ficar para sempre, não permanecer na Palavra; sendo que o filho fica para sempre...

Faça o melhor proveito para a sua vida!

Nele, que não gera escravos, mas filhos do amor permanente,

Fonte: Caio Fábio via Blog do Eli Sanches; foto de estátuas de escravos em Zanzibar (Erik Kolstad em 123 Royalty Free)
 
 
 
Veja também:

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Joyful 'toon: Xeque-mate

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 
Joyful 'toon 138_Checkmate PT.BR
 
 
Comentário do autor:
No xadrez você ganha protegendo seu rei, mantendo-o no tabuleiro. Em nossas vidas o amor de Deus nos dará vitória sobre qualquer um dos artifícios ou planos de satanás.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

Porque matamos uns aos outros

É comum vermos em sites cristãos, como o do Missão Portas Abertas, por exemplo, listas de países onde há perseguição religiosa, inclusive acompanhadas de mapas mundi. O quadro abaixo, entretanto, integrante da matéria O mundo pós-crise – Como usar, constante da edição 2130 da Veja (da semana retrasada), mostra por quais razões tem-se matado no mundo atual.
 
 
Parte do quadro "Porque matamos uns aos outros" [Veja edição 2130]
 Clique aqui para vê-lo em tela inteira, maior e com legendas.
 
 
Vale a pena conhecer essa realidade para que oremos por essas nações e tomemos, até, iniciativas missionárias a exemplo da citada neste outro post aqui e nos despertemos, como diz o Livres Para Adorar, para o fato de que é possível “encontrar vida na morte.
 
Ainda que você não leia a matéria completa da Veja, não deixe de ver também o quadro Do que se morre e do que se vai morrer.

domingo, 27 de setembro de 2009

Strawberry swing

Clipe do Coldplay feito em stop motion. Muito criativo!
 
Clique sobre a imagem para ver o vídeo no Youtube.
 
 
image
 
 
A letra e sua tradução podem ser vistas aqui.

Será que é verdade mesmo?

Você provavelmente já se fez essa pergunta ao ouvir alguns conselhos da “sabedoria universal”, como, por exemplo: “Nunca se deve acordar um sonâmbulo!” Agora, numa matéria da IstoÉ, médicos derrubam 57 verdades transmitidas de geração para geração sobre o corpo e as doenças.
 
Muito legal, interessante e útil, é claro, essa matéria!! E… será que na nossa vida espiritual/na igreja de hoje não existem mitos assim não, hein? … “Verdades” baseadas em experiências pessoais, e não nas Escrituras, hã? Comentem aí!
 
 
 
Não é como sua mãe dizia
 
Elas são tão antigas que ninguém mais sabe quando ou por que surgiram. Mas o fato é que dezenas de ideias equivocadas sobre nosso corpo e nossa saúde permanecem ano após ano em uma lista de verdades absolutas - sem que tenham qualquer fundamento. São falácias como a recomendação de que se deve consumir oito copos de água por dia ou então que é preciso cortar o cabelo para que os fios cresçam mais fortes.
 
Agora, um livro que acaba de ser lançado nos EUA se propõe a derrubar alguns dos mais populares desses mitos da medicina. Intitulada "Don't Swallow your Gum - Miths, Half-Truths and Outright Lies about your Body and Health" (Não engula o seu chiclete - mitos, meias verdades e mentiras sobre o corpo e a saúde), a obra foi escrita pelos pediatras Aaron Carroll e Rachel Vreeman e será publicada no Brasil no próximo semestre.
 
i123036 Professores da Universidade de Indiana, eles escreveram o livro depois do frenesi causado na comunidade médica pelo artigo de sua autoria Medical Myths Even Doctors Believe (Mitos da medicina nos quais até os médicos acreditam), publicado no British Medical Journal em dezembro de 2007. "Os médicos têm resistência em reconhecer que estão errados, mesmo com as evidências provando o contrário", afirmou à ISTOÉ Carroll. "Houve tanta repercussão que decidimos publicar o livro", disse Rachel à ISTOÉ. Para julgar a validade das afirmativas, os autores contrastaram as principais crenças com a literatura médica.
 
Segundo a dupla, a sobrevivência de mitos ocorre pela confusão que se faz entre os conceitos de "causa" e "associação" na pesquisa médica. "Quando um fato está associado a um sintoma, não quer dizer que gere o sintoma", explica Rachel. É o caso da ideia de que tempo frio causa resfriado. Ele não causa, mas como o resfriado, por outras circunstâncias, é mais comum no inverno, a sabedoria popular criou uma verdade por associação. Portanto, é natural que você já tenha acreditado em muitas das sentenças apresentadas nos quadros desta reportagem. Mas aqui vão os argumentos para que você não se equivoque mais a partir de agora.
 
Clique aqui e veja o resto da matéria (e mais outros quadros como esse aí acima).
A imagem é do próprio site da IstoÉ.
 
 
 
Veja também:
Saúde [texto de Luís Fernando Veríssimo]

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Religião transformando a cultura dos índios

Ontem o Jornal Nacional exibiu uma reportagem mostrando como o cristianismo alterou os mitos e costumes dos índios lá da região amazônica [Sempre pro bem deles?]. Ela é a quarta reportagem da série que eles vêm exibindo desde segunda, 21 de setembro, onde falam da vida dos índios da Amazônia.
 
Assista a quarta reportagem aí abaixo ou, se preferir, leia a transcrição textual nessa página do Jornal Nacional. Entre outras coisas, você vai conhecer atos de ignorância cometidos em nome da fé pelos primeiros missionários a ter contato com os índios.
 
 
 
 
Veja as outras reportagens da série:
 
 
 
Veja também no Mural:
Obras sociais de igrejas evangélicas presentes no Brasil [1] (Missionários presbiterianos que traduzem a Bíblia para índios no Mato Grosso – 1ª matéria de outra série produzida pelo Jornal Nacional)

Bem Miranda

Bem Miranda 
 
 

“Fui músico em minha juventude.
Tocava numa banda que em algumas oportunidades se apresentou em programas de TV.
Eu tocava razoavelmente bem e também fazia vocal; mas cantar solo, nem pensar.
Mas depois de algumas frustrações, deixei a música e nunca mais toquei.
Eu não tinha sequer um violão em casa.
Os amigos pediam para tocar, mas eu me recusava e não cedia.
Foi um longo período de ausência total; nunca mais eu quis saber de tocar.
Mas o dom musical que vem de Deus, nunca me deixou.
Freqüentava um grupo caseiro de estudo bíblico. 
Há uns três anos atrás; no fim de uma dessas reuniões, me ofereci para servir em uma de nossas igrejas, num bairro carente; e ali, todos me receberam com muito amor.
Um dia, durante uma reunião do nosso grupo caseiro, os irmãos insistiram pra eu pegar o violão e tocar; foi então, que pronunciei a frase:
- Se for para servir a Jesus, eu toco novamente”

 
 
Assim Bem Miranda, em sua página no Palco Principal, começa a falar um pouco de si e de sua trajetória até gravar seu disco Com Fé [o restante do texto acima você lê clicando aqui].
 
Segundo informação em sua página, o lançamento do disco estava previsto para agosto, mas até agora está só o aviso lá. Apesar disso, você pode ouvir on line sete músicas desse CD! Vale a pena comprar o disco quando for lançado mesmo, viu?! Um belo trabalho! Ouça no player aí abaixo a primeira música, Bem Aventurados, e confira.
 
 
 
 
Essa dica pro som do Bem foi achada no Eletro-Acústico.
A imagem lá em cima é da capa do CD Com Fé e foi tirada da própria página do Bem.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Do jeito que nóis faz prosa

Achei o conteúdo deste post no blog Não, obrigado!. Ele fala das expressões típicas usadas por nós, nordestinos, na falar diário.
 
Nem tudo é dito em todas as “bibocas” do nordeste. Aqui em Alagoas não tenho notícias do uso da expressão “sair pro muído”, só pra citar um exemplo. O post está reproduzido na íntegra, e aí deixamos o aviso de que você vai encontrar algumas expressões que não figuram no linguajar dum cristão, expressões deselegantes diria até; mas elas vão aí como exemplo curioso das variações regionais dessa nossa amada língua portuguesa. Você acrescentaria mais alguma(s)?
 
Reprodução do post original a seguir…
 
 
 
Dando umas voltas pela internet, eu "espiei" esse texto que me chamou a atenção por ser muito "bom pra mangar". Ele retrata bem as expressões que nós do Nordeste usamos no dia-a-dia para "prosearmos".

Tomara que vocês o achem "bom pra danar" e "bolem de rir", se não eu vou ficar muito "distreinado"!

Eu sou Nordestino! Você é?

Nordestino não fica solteiro, ele fica solto na bagaceira!
Nordestino não vai com sede ao pote, ele vai com a bexiga taboca!
Nordestino não vai embora, ele vai pegar o beco!
Nordestino não diz 'concordo com você', Ele diz: Né isso, homi!
Nordestino não conserta, ele imenda!
Nordestino não se empolga, fica com a mulesta!
Nordestino não bate, ele 'senta-le' a mãozada!
Nordestino não sai pra farra... ele sai pro muído!
Nordestino não bebe um drink, ele toma uma!
Nordestino não é sortudo, ele é cagado!
Nordestino não corre, ele dá uma carreira!

Nordestino não malha dos outros, ele manga!
Nordestino não conversa, ele resenha!
Nordestino não toma água com açúcar, ele toma garapa!
Nordestino não engana, ele dá um migué!
Nordestino não sai apressado, ele sai desembestado!
Nordestino não aperta, ele arroxa!
Nordestino não dá volta, ele arrudeia!
Nordestino não espera um minuto, ele espera um pedacinho!
Nordestino não fica com vergonha, ele fica encabulado!
Nordestino não passa a roupa, ele engoma a roupa!
Nordestino não houve barulho, ele ouve zuada!
Nordestino não acompanha casal de namorados, ele segura vela!
Nordestino não rega as plantas, ele 'agoa' as plantas
Nordestino não é esperto, ele é desenrolado!
Nordestino não é rico, ele é estribado!
Nordestino não é homem, ele é macho!
Nordestino não chama 'seu desalmado', ele grita 'infeliz das costa ôca!'
Nordestino não pede almoço, ele pede o "cumê"!
Nordestino não come carne, ele come 'mistura'!
Nordestino não lancha, merenda!
Nordestino não fica satisfeito quando come, ele enche o bucho!
Nordestino não dá bronca, dá carão!
Nordestino não fica com raiva, ele pega ar!
Nordestino não casa, ele se amanceba!
Nordestino não tem diarréia, tem caganeira!
Nordestino não tem mau cheiro nas axilas, ele tem suvaqueira!
Nordestino não tem perna fina, ele tem dois cambitos!
Nordestino não é mulherengo, ele é raparigueiro!
Nordestino não se diverte, ele "bota pa decê"!
Nordestino não joga fora, ele rebola no mato!
Nordestino não exagera, ele alopra!
Nordestino não vigia as coisas, ele pastora!
Nordestino não se dá mal, ele se réia, se lasca todinho!
Nordestino quando se espanta não diz: - Xiiii! Ele diz: Vixi Maria! Aff maria!
Nordestino não compara dizendo: - Como é que pode? Ele diz: - Soxtô!
Nordestino não vê coisas de outro mundo, ele vê uns malassombros!
Nordestino não pula, dá pinote!
Nordestino não arranja briga, arranja intriga!
Nordestina não fica grávida, fica "buchuda"!
Nordestino não fica bravo, fica com a gota serena!
Nordestino não é malandro, é cabra de pêia!
Nordestino não fica apaixonado, ele arrêia os pneus.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Castelo Forte

Paráfrase do Salmo 46, Castelo forte é nosso Deus, é, segundo o Música Sacra & Adoração, o primeiro hino que Lutero compôs. Hoje ele figura nos hinários de várias denominações cristãs: Hino 165 do Hinário Luterano, Hino 155 do Hinário Presbiteriano Novo Cântico, Hino 323 do Hinário Batista Cantor Cristão e Hino 581 do Hinário Harpa Cristã (o hinário da Assembleia de Deus), por exemplo.
 
Abaixo segue uma versão orquestral que é o 5º movimento, Ein feste Burg ist unser Gott, da Sinfonia nº 5 (Reforma) de Mendelssohn, uma sinfonia composta justamente em homenagem aos 100 anos da reforma iniciada por Lutero. Clicando no Continue lendo você vai poder ouvir a versão vocal cantada em alemão, a língua original, e a tradução da letra para o português.
 
 
 
 
Para conhecer a história por trás do hino, acesse essa página do Música Sacra & Adoração ou essa página da Wikipedia.
 
 
 
 
Abaixo  está a tradução da letra para o português (tirada da Wikipedia). Creio que é um pouco diferente do que aparece nos hinários, pois lá ela deve ser adaptada para que rime e apresente a devida cadência no canto vocal.
 
 
Castelo forte é nosso Deus
 
Castelo forte é nosso Deus.
Espada e bom escudo;
Com seu poder defende os seus
Em todo transe agudo.
Com fúria pertinaz
Persegue Satanás,
Com artimanhas tais
E astúcias tão cruéis,
Que iguais não há na terra.
 
A nossa força nada faz,
Estamos, sim, perdidos;
Mas nosso Deus socorro traz
E somos protegidos.
Defende-nos Jesus,
O que venceu na cruz,
Senhor dos altos céus;
E, sendo o próprio Deus,
Triunfa na batalha.
 
Se nos quisessem devorar
Demônios não contados,
Não nos podiam assustar,
Nem somos derrotados.
O grande acusador
Dos servos do Senhor
Já condenado está;
Vencido cairá
Por uma só palavra.
 
Sim, que a palavra ficará,
Sabemos com certeza,
E nada nos assustará
Com Cristo por defesa.
Se temos de perder
Filhos, bens, mulher;
Embora a vida vá,
Por nós Jesus está
E dar-nos-á seu reino.

Quer dançar comigo?


Hoje estive pensando um pouco mais sobre o episódio em que Mical, de sua janela, desprezou e censurou a Davi enquanto este dançava à frente da Arca da Aliança, em seu cortejo de volta a Jerusalém.

Dissemos no artigo anterior que para Mical, o que lhe dava o direito de julgar seu marido daquela maneira era o senso de valor próprio e o senso de justiça própria.

O primeiro, porque Davi havia lhe atribuído um valor maior do que Saul, pai de Mical, pedira como dote.

E o segundo, porque Mical havia livrado a Davi de ser assassinado pelos servos de seu pai, dando-lhe fuga pela janela de seu quarto.

Foi daquela mesma janela que Mical o desprezou. Ela se achou no direito de fazê-lo.

Fiquei imaginando se essa história não poderia servir como analogia de Cristo e a Sua Igreja.

Como Mical, muitos cristãos se acham no direito de desprezar o que Deus está fazendo do lado de fora dos seus arraias religiosos.

Afinal de contas, Deus lhes atribuiu valor muito maior do que de fato mereciam. O preço pago por sua redenção foi o sangue de Jesus. No caso de Mical, seu dote custou a morte de duzentos filisteus. No caso da Igreja, seu dote custou a morte do Filho de Deus.

O que deveria nos envergonhar, tornou-se no motivo de nossa soberba. Achamo-nos mais importantes do que o resto do mundo.

Da janela de nosso edifício teológico, desprezamos o Deus que dança com o resto da criação. Este Deus não é monopólio de ninguém. Ele é Espírito, e o Espírito é livre para soprar e dançar onde quiser.

Além desse senso de valor próprio, os cristãos também têm nutrido um profundo senso de justiça própria.

Achamos que nossas boas obras foram capazes de nos tornar credores de Deus. Se antes, nós é que tínhamos uma dívida com Ele, agora, Ele é quem nos deve. Concluímos que nossas boas obras fazem com que o preço pago por nós seja devidamente compensado. É como se estivéssemos quites com Deus. Quanta pretensão!

Em lugar de gratidão, vaidade. Em lugar de humildade, presunção.

Até quando os cristãos desprezarão o Seu Deus? Até quando se incomodarão com o que Deus está fazendo para além dos muros eclesiásticos? Até quando censurarão e repudiarão o Deus dançarino?

Tornamo-nos como o irmão mais velho do filho pródigo. Recusamo-nos a participar da festa de arromba promovida pelo Pai por causa do filho que retornou. Só dançamos se a festa for nossa, se o baile for gospel!

O desprezo de Mical a Davi lhe rendeu esterilidade por toda a vida. Até que ponto a igreja cristã também não tem se tornado estéril em nossos dias por desprezar o que Deus está fazendo lá fora?

Só há uma maneira de reverter este quadro de esterilidade espiritual: descer de nossas torres eclesiásticas e aceitar o convite que Cristo nos faz: Quer dançar comigo?

Fonte: Hermes C. Fernandes via: Tomei a pílula vermelha



Veja também:
A dança do créu e a versão evangélica do que é medonho
Maldita Religiosidade
O Deus que age fora de nossos arraiais
Boas obras [cartum GOD'S Graffiti]

Evangélico ou Cristão?

“…Porque eu não me envergonho do evangelho… mas, de ser evangélico” Romanos 1:16 (paráfrase do autor)

Hoje, após anos caminhando no meio do cristianismo e sendo tratado como “evangélico”; depois de sofrer com o descaso e com a sujeira que se instalou no meio religioso; diante da exploração imoral da fé e de pessoas; das decepções que acumulei nestes últimos tempos com a igreja, tomei uma decisão importante para a minha vida espiritual.

Para tanto me debrucei sobre a Bíblia e criteriosamente analisei todos os fundamentos que definem o comportamento de alguém efetivamente comprometido com os ensinos de Jesus. Li com exaustão Atos dos Apóstolos para só depois tomar a decisão que achei a mais sensata diante do quadro que se instalou no meio religioso. Assim, deixei de ser mais um “evangélico” e decidi ser “cristão assumido”.

Você pode estar pensando que é tudo a mesma coisa, que não há qualquer diferença nas duas expressões, mas apesar de se assemelharem, definitivamente não há como serem associadas. Não da forma como pregam por aí nos transatlânticos da fé ancorados em quase todas as esquinas das cidades ou nos supermercados religiosos que vivem abarrotados de pessoas à procura de novidades. Aliás, vale salientar que os discípulos foram, em Antioquia, reconhecidos como “cristãos” e não como “evangélicos”. – Atos 11:26

Você pode estar me chamando de maluco ou desinformado; pode estar me considerando um herege; um rebelde frustrado, mas diga-me, quem são os “evangélicos” hoje? Que atributos credenciam alguém ao titulo de ser “evangélico”? Sugiro que você, antes de um prejulgamento contra a minha pessoa, faça uma lista contendo um nome de expressão no Brasil, no seu estado e em sua cidade, de alguém que você considera evangélico, pessoas que estejam ligadas à política, meio empresarial, educação, saúde ou órgão do governo.

Não vou exigir muito, estes me servirão como base para a minha tese. Vamos continuar o exercício, agora me diga, dos nomes que você listou, em qual desses setores você pode dizer com todas as palavras que “põe a mão no fogo” pelos indicados? Para qual dos escolhidos você seria capaz de ir aos tribunais defendê-lo na sua conduta como “evangélico”? Se a lista fosse minha, nenhum! E olha que não estou sendo radical, apenas sincero. É isto mesmo, a banalização do evangelho com práticas construídas sobre interesses denominacionais e não sob as ordenanças Divinas me dão sustentação suficiente para fundamentar os meus argumentos e a minha defesa. Cansei de ver raposa tomando conta de galinheiro.

Obviamente que existe ainda um grupo de pessoas com boas intenções, gente que de alguma forma busca viver o que prega, que ainda acreditam na propagação do evangelho como único instrumento capaz de satisfazer aos anseios do coração e da alma do homem. Louvo a Deus por estes que ainda resistem bravamente às investidas de satanás contra a igreja de Cristo e espero que não desistam de seus objetivos.

Já ao final de seu ministério, Charles Spurgeon* escreveu uma série de artigos intitulados “O Declínio” onde ele estava advertindo a igreja de seus dias, lá no passado, quanto ao fato de que o cristianismo estava em declínio e, o que era pior, o ímpeto de descida parecia estar vencendo todas as tentativas de conter esta decadência. Os líderes cristãos estavam se tornando mundanos, espiritualmente frios e tolerantes aos erros doutrinários. Isso acontecia em tal nível que Spurgeon tinha receios de que a igreja perderia completamente o seu testemunho. Infelizmente, a previsão de Spurgeon se tornou em realidade insofismável hoje.

Lamentavelmente o que vemos é muito mais gente que usa do titulo de “evangélico” para se esconder, para se auto-promoverem, para ganharem um bom dinheiro, contrariando com comportamentos condenáveis o que na verdade significa ser “evangélico”. O rotulo, mesmo falsificado, neste caso enseja confiança aos desavisados. Para onde foram os bons costumes? Onde está o senso de moral? O mundo encontra-se hoje numa situação vergonhosa e desesperadora, no entanto, os seus habitantes não têm vergonha do que fazem ou dizem e muitos encontraram na religião um lugar seguro para agirem sem serem incomodados.

Me envergonho do evangelho ao ligar a televisão e ver homens inescrupulosos negociando com a fé das pessoas; ao saber que na frente das telas da TV há muitos pobres evangélicos aprovando e até contribuindo com tudo que é mostrado ali; ao ver o comércio da fé sendo explorado livremente nas igrejas eletrônicas onde vende-se de tudo; ao ver a religião evangélica fazendo parcerias indissolúveis com o inimigo; ao ver líderes atrelados, andando de mãos dadas com o diabo na maior naturalidade. Me envergonho ao ver homens mudando a verdade de Deus em mentiras, honrando e servindo mais a criatura do que ao Criador; Quanto dinheiro jogado fora nas fossas podres da religiosidade permissiva, nociva à sociedade e à vida espiritual. Quanta vergonha! Vergonha acompanhada por um misto de indignação e revolta, pois mesmo com todo o meu protesto e o meu esforço, percebo que a coisa caminha para o retrocesso rumo a um abismo espiritual intransponível.

Me cansei de carregar na testa o rotulo de evangélico. São todos iguais, afirmam as pessoas, colocando todo mundo num mesmo patamar, misturando joio e trigo em um só saco. Justos e pecadores, sérios ou não, todos sem distinção estão, pelas palavras da sociedade comungando comportamentos religiosos semelhantes. Os “evangélicos” lamentavelmente são os que mais enganam, os que faltam com a honra da palavra, os que difamam, subjugam pessoas, envolvem-se em escândalos espreitam a derrota, inclusive, dos próprios “irmãos da igreja”; são os que mais se divorciam segundo dados, os que mais sabem apontar o indicador de condenação, os que matam o amor pregando o amor. Cansei-me dos chavões, dos sermões e palavras construídas sob encomenda, pois de nada adianta falar do amor de Deus enquanto pessoas, do lado de fora dos templos, estão sem entender o barulho que se faz lá dentro.

Do outro lado o que vemos, no entanto, são pessoas simples dividindo o pouco que têm, com seus semelhantes sem ter nenhuma denominação religiosa por trás, enquanto muita gente que diz ser “servo de Deus”, e até se orgulham disto, com tudo que precisam e mais alguma coisa; com todos os pressupostos de felicidade à disposição, gente de triunfo, de sucesso, que pouco ou nada fazem, mesmo tendo muito mais do que precisam para viverem uma vida tranqüila.

Ser “evangélico” está na moda, ser “cristão” não. O primeiro é bonito, é moderno, é diferente, é místico, é favorável e em alguns casos dá status. O segundo pelo contrário não atrai pelas exigências de fidelidade e comprometimento sincero com princípios que poucos estão dispostos a arcarem com o peso que eles colocam sobre os ombros. Basta só dar uma espiadinha na lista de artistas, de jogadores e de políticos que se declaram “evangélicos” todos os dias… Ter um destes no rol de freqüentadores da igreja pode render bons lucros. Quanta hipocrisia! Quanta enganação!

Por tudo que relatei acima tomei a decisão de abandonar a fachada de “evangélico” para ser apenas “cristão”. Decidi viver bem com Deus, sem, no entanto, fazer propósitos irracionais, sem viver na alienação dos temores, sem ser forçado à obediência a líderes que intimidam e não pregam o evangelho. Decidi ser mais espiritual, mais humano, mais emocional, mais racional, mais sensível. Decidi ainda a abandonar a religiosidade vazia fundamentada em formas e resolvi correr atrás de conteúdo, algo que preencha todos os vazios do meu coração e da minha alma. Quero ser cheio de compaixão, exprimir amor na sua profundidade e na sua extensão, quero entender o sofrimento alheio. Quero, simplesmente, ser “cristão”.

Carlos Roberto Martins de Souza

* Charles Haddon Spurgeon foi um pastor batista britânico que morreu em 1892.

Fonte: Gospel Prime



Veja também:
A retórica do discurso evangélico
Por que eu não seria um evangélico
Não Quero Mais Ser Evangélico!
Conselhos para sobreviver ao mundo gospel
Nomes Diferentes de Igrejas Evangélicas
Homenagem a Ricardo Gondim – o herege que a Igreja precisa

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Benditos negócios (lucro + vocação missionária + empreendedorismo social)

Um texto legal para você conhecer e se inspirar em iniciativas que combinam esse três elementos aí do título.
 
 
Business meeting in a modern officeKen Crowell, empresário de setenta e cinco anos de idade, caminha em meio às linhas de montagem de sua indústria, a Galtronics, situada na Galiléia, norte de Israel. Especializada na fabricação de componentes eletrônicos, a fábrica produz antenas para equipamentos sem fio e é fornecedora de gigantes como a Motorola e a Samsung, tendo já batido a marca de um bilhão de unidades vendidas. Satisfeito, Crowell passeia pelas instalações da empresa conversando com os sorridentes trabalhadores, todos vestidos de azul escuro. Um visitante desavisado que os visse assim, uniformizados, poderia ter a impressão de que se trata de um grupo homogêneo, composto por trabalhadores com origem e estilo de vida semelhantes. Engano. Ali, mais de 300 operários árabes, judeus e cristãos trabalham juntos e em paz, alheios às desavenças que fazem seus conterrâneos se digladiarem lá fora. Alguns desses empregados já estão na indústria há mais de vinte anos. Eles desfrutam de ótimos salários e benefícios trabalhistas – inclusive, bufê a custo subsidiado no almoço, do tipo “coma tudo o que puder”.
 
Um letreiro na entrada do prédio da Galtronics com os dizeres “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará”, o texto do Salmo 37.5, revela a fé de seu proprietário. Crente em Jesus, Ken Crowell é um dos pioneiros em um tipo de visão empresarial que tem ganhado corpo ultimamente: é o chamado modelo BAM, sigla em inglês para Business as Mission (Negócios como missão). Combinar negócios com obra de Deus é uma idéia geralmente vista com desconfiança, mas atualmente, empreendimentos de orientação evangélica como a Galtronics estão se expandindo rapidamente por todo o mundo, como parte de um movimento em ascensão que visa gerar riquezas tanto temporais quanto espirituais. O dono descreve sua visão quando implantou a empresa, em 1978: “O chamado era primeiramente para ir a uma área onde houvesse pouco ou nenhum testemunho cristão, para dar emprego a crentes e a não-crentes em um ambiente seguro de trabalho – e, dessa maneira fornecer o apoio necessário para a edificação de uma igreja local”.
 
 
 
 
 
Veja também:

Kit “respostas a Dawkins”

O blog Apologia vai sortear no dia 30 de setembro um kit com três livros: O Delírio de Dawkins, O Deus de Dawkins e As Cartas Para Dawkins – as capas deles você vê abaixo. Ao clicar sobre cada imagem, você vai ser direcionado a uma página contendo comentários da obra. Bons livros para você ter no seu arsenal de defesa da fé.
 
 
O Delírio de Dawkins O Deus de Dawkins As Cartas Para Dawkins
 
 
O formulário de inscrição no sorteio está nesse post aqui do Apologia.

Joyful ‘toon: Canivete do Exército de Deus

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 
Joyful 'toon 137_God's Army Knife PT.BR
 
Comentário do autor:
Assim como um canivete suíço, as Escrituras são úteis a muitas coisas diferentes. Nós devemos sempre ter certeza de que carregamos as Escrituras em nosso coração, para que possamos estar prontos para fazer boas obras para o Senhor.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Vasos

Que tipo de vaso temos sido?
 
 
 
 
 
 
 
Veja também o vídeo O medidor de bondade

Impureza sexual tem cura?

Por Guilherme de Carvalho
 
Tentação... [Sofia Maurício - br.olhares.com] Outro dia tive uma conversa estimulante mas também algo abaladora com um pastor, no final de uma palestra sobre educação. Na palestra eu havia mencionado um princípio do pensamento reformacional - a idéia de que não há contradições estruturais na ordem criada. Assim não há contradição essencial entre, por exemplo, a esfera da justiça e a da moral, ou entre a esfera estética e a esfera da fé, e assim por diante. Mas uma das minhas alegações fez acender luzinhas no painel dos presentes, incluindo no do amigo pastor: a de que não haveria contradição estrutural entre as esferas biológica e psíquica e a esfera moral.

Ao término da exposição ele reagiu prontamente com uma questão muitíssimo prática: a tentação sexual: "há pouco eu aconselhei um homem envolvido em adultério. O casal está aos poucos se refazendo, e a esposa está disposta a perdoar; quanto ao marido, ele deixou claro para mim que amava a sua esposa. Ele simplesmente foi fraco e caiu. Não lhe faltava amor; faltava-lhe forças para resistir à tentação sexual. Mas isso não implica em uma contradição entre o nível biológico e o nível moral?"

Sem dúvida, as impressões do pastor refletiam um lugar-comum da imaginação evangélica: a tentação seria uma fraqueza interna ao campo sexual, a ser vencida por meio de uma resistência ao desejo sexual, seja por uma intervenção diretamente biológica (arrancar os olhos, ou outra coisa, eventualmente) ou por uma equilibração psíquica. De um modo ou de outro, espera-se que o desejo sexual distorcido seja controlado. Mas se, enfim, perdemos o controle, é porque falta disciplina no trato com o desejo. Precisamos disciplinar o corpo, basicamente; dobrá-lo pela supressão do desejo.

Pois bem; essa é uma das mais falsas verdades que os cristãos gostamos de espalhar. É uma verdade, sim, que o corpo deve ser disciplinado, e o desejo controlado; não é o "domínio próprio" um fruto do Espírito? Entretanto, é uma baita falsidade que possamos controlar os desejos assim mecanicamente, ou mesmo "cirurgicamente".
 
 
Continue lendo este excelente texto no blog do Guilherme ou lá na Editora Ultimato. Lá na Ultimato, ao fim do texto, é sugerida sua participação no fórum “Por que a juventude evangélica vive exatamente como o resto do mundo?”.
 
 
 
Veja também outros posts relacionados ao tema:
Epa! Não siga em frente! [cartum: Joyful ‘toon]
Saída inteligente [cartum: Joyful ‘toon]

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Faça XiXi no banho...

Falando em xixi no banho, entrou no ar no dia 03 de agosto a segunda fase da campanha "Xixi na Banho". A agência F/Nazca criou para a SOS Mata Atlântica,um comercial leve e descontraído que incentiva as pessoas a fazerem xixi no banho. Se você ainda não viu, confira abaixo o comercial e participe desta ideia.



Livres para Adorar

Livres para Adorar - Pra que outros possam viver
 
 
O Som do Mural desta semana é apenas uma chamada com mais atenção pro Livres para Adorar de quem já falamos nos posts Para que outros possam viver... e O deus desta cidade.
 
Seu disco Para que Outros Possam Viver é música cristã de qualidade, contextualizada, provocadora e bela, como, infelizmente, não é de costume encontrarmos hoje por aí.
 
Visitando o blog do LPA, e clicando no link Download  lá na barra lateral da página, você vai poder baixar grátis a música Ainda há Tempo cuja letra diz em certo trecho: “Eu vou encontrar vida na morte”.
 
A foto lá em cima é a capa do CD.

Por que Deus fez as plantas?

Você responderia: “Pra nos servir de comida, ora!” Sua resposta não deixa de estar certa – é bíblica! – mas que tal uma explicação mais técnica (mas, ao mesmo tempo, simples), hein? Afinal, animais também nos servem de alimento, né? Maravilhe-se e alegre-se com o vídeo.
 
 
 
 
Achado no Areópago.

Xixi no banho (de novo)

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Em maio deste ano, falamos aqui no Mural a respeito da campanha do SOS Mata Atlântica chamada Faça xixi no banho. Pra quem não leu, saiba que ela tem até site oficial!
 
Clique aqui para ir ao post, veja o vídeo e depois responda à enquete que tá aí na barra lateral: Você costuma fazer xixi no banho? Agora, essa enquete já existe no site da campanha. Então, aqui vamos fazer diferente. Vamos dar mais opções de seleção na enquete caso sua resposta seja NÃO!
 
Se você não leu o post, leia agora! Clique no link aí acima. Se já leu, então corre pra enquete!
 
Tem algum comentário a fazer? Faça-o aqui neste post.
 
E o resultado final da enquete onde 66 pessoas (45 homens e 21 mulheres) votaram  foi:
 
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Eu sei, mas não devia

Young woman sitting at a table drinking tea photo
EU SEI QUE A GENTE SE ACOSTUMA. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
 
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
 
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.

A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
 
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
 
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.

E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
 
A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
 
Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. 
À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável. 
À contaminação da água do mar. 
À lenta morte dos rios.
 
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
 
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
 
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
 
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.
 
Fonte: Marina Colasanti em Profetas de ALL STAR; foto de Cathy Yeulet em 123 Royalty Free.
 
 
Veja também outras poesias:
Adão e Algum dia (post com duas poesias)

AFTER EDEN: Praga do exercício

After Eden_Exercise Curse
 
 
Tradução:
Fala da esquerda » Muito obrigado, Adão! GRRRR!
Fala da direita » Não conseguiu ficar longe do fruto proibido, né? GRRRR!
Rodapé » Não é irônico que nossos problemas de saúde começaram quando nosso ancestral Adão comeu um pedaço dum fruto?
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Dan Lietha (AFTER EDEN).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução por Mural na Net.

Michael Jackson gospel?

Qué qué isso, meu? Tão começando a exagerar nas performances de palco! […ou já tão exagerando faz tempo?] E esse moonwalker meia boca, hein?!
 
 
 
 
Achado no Púlpito Cristão [que pegou do Mantra Gospel & Cia]
 
 
 
Veja também:

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Genealogia da malandragem

Qual o origem do jeitinho brasileiro? Você já se perguntou alguma vez, num foi?

Que tal ler esse texto onde a filosofia tentar buscar a resposta, hum?



O bom malandro [Edna Medici_Olhares.com - 1239955] Costuma-se apontar a corrupção como uma das maiores mazelas da sociedade brasileira. Geralmente, quando questionada acerca desse assunto, a opinião pública tem como alvo favorito de críticas a classe política. É curioso, no entanto, que boa parte dessas pessoas que avaliam negativamente seus representantes costuma recorrer, cotidianamente, a pequenos artifícios que burlam o costume ético e, muitas vezes, até a lei. Estamos nos referindo ao nosso jeitinho brasileiro, à malandragem e ao jogo de cintura, "categorias" que, já incorporadas à nossa cultura, convivem lado a lado com os valores ético-morais mais tradicionais. A "ética" do jeitinho e da malandragem coexiste, paralelamente, com a ética oficial. O cidadão que cobra dos políticos o cumprimento dos preceitos da ética tradicional é o mesmo que usa o expediente do jeitinho e da malandragem.

Claro que a desonestidade não é uma exclusividade nacional. Mas é interessante ressaltar a peculiaridade brasileira na admissão das "categorias" jeitinho e malandragem como elementos paradigmáticos à ação "moral". No nosso país, curiosamente, exaltam-se, ao mesmo tempo, dois tipos aparentemente incompatíveis: o honesto e o malandro. Nesse sentido, como bem observou o antropólogo Renato da Silva Queiroz, a cultura brasileira é permeada por uma ambiguidade ética em que termos como "honesto", "corrupto", "esperto", "otário", "malandro" e "mané" se misturam num confuso caldeirão moral. Esse caráter peculiar de nossa sociedade exige-nos alguns questionamentos: o que levou a cultura brasileira a essa ambiguidade moral? O que fez que nossa sociedade cultivasse certa glorificação da malandragem? E mais: será que essa exaltação do tipo "malandro" tem sido proveitosa para o Brasil? Ela tem contribuído para o engrandecimento de nossa cultura ou para sua degeneração?

No final do século XIX, o filósofo Friedrich Nietzsche se propõe a realizar uma crítica dos valores morais e, com isso, inaugura o seu procedimento genealógico. Rompendo com a tradição metafísico-religiosa que considera os valores como sendo eternos, universais e imutáveis, o pensador alemão passa a pensá-los por um viés histórico. Ou seja, no entender de Nietzsche, os juízos de valor, antes concebidos como absolutos, teriam sido, na verdade, criados numa determinada época e a partir de uma cultura específica. Tomando como ponto de partida essa perspectiva, o pensador alemão enxergou a necessidade de realizar um exame acerca das condições históricas por meio das quais os valores foram engendrados. E coloca as seguintes questões: de que forma esses paradigmas morais teriam sido gerados? Por quais povos e em que época? Em que condições se desenvolveram e se modificaram? Para efetivar essa investigação, Nietzsche põe a seu serviço os recursos da História, da Filologia, e da Fisiologia. Apesar disso, ao recorrer a essas disciplinas, o filósofo não assume o papel de um cientista positivista, que busca fatos históricos, fisiológicos ou antropológicos. Nietzsche está longe de ser um pensador, que se pretende isento e "objetivo". Para ele, a investigação genealógica já é um procedimento que se realiza a partir de uma determinada perspectiva valorativa. Sua análise deve ser entendida como uma hipótese interpretativa que tem como pano de fundo o referencial das ciências, mas não como um método científico que se embasa em fatos.

Foto de Edna Medici em Olhares.com



Talvez você goste de ler também:
Agostinho e o tempo [texto também de caráter filosófico]

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Corra!

Última sexta-feira, 11 de setembro, foi o aniversário de 8 anos dos atentados contra as Torres Gêmeas. A mensagem do vídeo abaixo foi pregada na igreja Time Square, em Manhattan, Nova York, no domingo posterior aquele inesquecível dia.
 
 
 
 
Achado no Genizah

Joyful ‘toon: Não pare de bater

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 Joyful 'toon 25_Knock knock PT
 
 
Comentário do autor:
Deixe sua oração ser acompanhada pela fé, e não dê ouvidos à dúvida.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

Os atos secretos que valem a pena

A business man hid one of his hand behind photo
"Mas você, quando ajudar alguma pessoa necessitada, faça isso de tal modo que nem mesmo o seu amigo mais íntimo fique sabendo do que você fez." (Mt 6.3)

Atos secretos. O senador José Sarney sabe bem do que se trata. Afinal, são dezenas de nomeações de parentes e apadrinhados políticos para ocupação de cargos comissionados no Senado Federal. Atos secretos. O cantor Belchior estranhamente também anda sumido. Não se sabe para onde ele foi nem por qual motivo decidiu se esconder*.

Atos secretos fazem parte de nosso repertório de comportamentos humanos. Escolhemos esse caminho quando insistimos em fazer algo que temos a convicção de que não contaremos com a aprovação da maioria das pessoas. Ou, como uma opção mais fácil, diante de situações que nos tornam impotentes e nos fazem enxergar a fuga como única saída.

Felizmente existem atos secretos que valem a pena praticá-los. São aqueles que, acima de tudo, buscam o bem de outras pessoas. E devem ser feito de maneira discreta, sem muito alarde. Ao contrário daqueles que odeiam a luz e fogem dela, estes são mais frutíferos exatamente quando realizados no anonimato.
 
 
Fonte: Fernando Canito em Editora Ultimato; foto de Otnaydur em 123 Royalty Free
 
* na verdade, já é sabido sim; o Fantástico já mostrou uma matéria a respeito.

sábado, 12 de setembro de 2009

Tobby entrevista Neo, de Matrix

Essa charge não é tão nova – é da época que lançaram o segundo filme da série, o Matrix Reloaded; porém, ainda é capaz de nos fazer rir.
 
 
 

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Church Mice: Sermão prático sobre a mentira

LIEBMP

Reverendo:

O sermão de hoje é sobre o pecado da mentira… Quantos de vocês leram o Salmo 152 como eu pedi
na última semana?

Reverendo:

Isso é bom – Vocês são as pessoas a quem eu
quero falar hoje…

Reverendo:

…QUE NÃO EXISTE O SALMO 152!
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Karl Zorowski (Church Mice).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução por Mural na Net.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O chamado para sumir

 Foto: Nuno Sacramento


Por Paulo Brabo
.
Depois de mais de três décadas, muito esforço, dedicação, envolvimento, alegrias e sofrimentos, deixei de lado a “igreja formal”. É possível, apesar de pouco provável, que alguns dos leitores desse blog sejam membros da mesma igreja da qual eu participava. A esses, se existirem, um abraço apertado. Não nos veremos mais nos domingos nem nos demais encontros promovidos pela instituição (salvo, talvez, como visitante em alguma situação), mas espero ainda encontrá-los aqui e ali, e poder abraçá-los cheio de saudades...
.
Minha cabeça e coração já estavam muito distantes do modelo formal, repleto de cuidados, de excesso de zelo pelo desejo de manter o povo unido e as engrenajens funcionando — e são tantas engrenagens, tantos ministérios, reuniões, assembléias, planos, projetos, números e gráficos. Tudo bem intencionado, creio, mas com o propósito claro de crescer, aparecer e permanecer. E eu já venho há muito sonhando com o diminuir, dispersar, desaparecer e sumir.
.
O chamado que um dia aceitei seguir porque me atingiu em cheio o coração e encheu-me de alumbramento, é o chamado para sumir. O que ecoa no meu peito são as palavras de dispersão. Vão — disse o mestre — sejam sal, sejam luz, sempre indo, caminhando, espalhando, dispersando, sumindo na multidão. Sal se dissolve e some. Dá gosto mas, depois que é espalhado, ninguém mais sabe onde está. Sumiu, mas salgou. Luz não se pega, não se toca, ninguém sabe descrever sua aparência. Sabemos que há luz porque tudo se torna visível — mas não sabemos onde ela está, não podemos tocá-la, descrevê-la.
.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Joyful ‘toon: Fogo do espírito

E aqui vai o Joyful 'toon mais recente, publicado pelo Mike no começo desta semana.
 
 
Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior.
 
 Joyful 'toon 22_Holy spirit fire PT.BR
 
 
Comentário do autor:

Satanás não pode impedir que o fogo do Espírito Santo se espalhe pelo mundo.

 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Para que outros possam viver...



...vale a pena morrer!


Uma mensagem poderosa, 17 minutos que causaram um impacto em mim que há muito não sentia; uma verdade incontestável, um trabalho magnífico. Algo realmente raro em nossos dias e em nossos púlpitos.
.





Você quer saber mais? Acesse:

MySpace Oficial: Livres para Adorar

Blog: Ministério Livres para Adorar

Deus não é babá!


Por Márcio de Souza

Deus não é crente! Isso é uma descoberta que muitos irmãos precisam fazer ao longo da jornada para tornarem-se mais conscientes de que o Eterno está acima do que chamamos de religião. Essa mania de achar que Deus é Deus de crentes, e que só ouve crente tem me incomodado muito por esses dias.

Se Ele tivesse religião, seria partidário, mas a bíblia diz que não, que Deus não faz acepção de pessoas, portanto sua escolha é absolutamente isenta de parcialidade. Ele não está sujeito a opiniões, Ele é o formador de opinião mor!

A história de que Ele é sempre influenciável, nos leva a tal devaneio que chegamos a conceber que fará tudo por nós, todos os mimos, todas as vontades, e se não o fizer não será mais digno de nossa consideração como filhos. Ledo engano...

Ele é Senhor, dono do ouro e da prata, criador dos céus e da terra, força criadora de todas as coisas, arquiteto e estruturador dos pilares do universo. Como um ser dessa magnitude pode ser comparado a uma babá? Sonhamos e queremos a todo custo que Deus seja nossa babá, que ele seja o dono do orfanato, que conserva as mamadeiras cheias de leite, as luzes acesas até que venhamos a dormir, a água quentinha pro banho matinal e etc...

Queridos, não servimos a essa babá, mas a um Deus que gosta de ser reconhecido com o “Aba”, Aquele que é Pai e como bom Pai corrige o filho. É Ele que manda, nós apenas obedecemos, somos filhos por adoção, isto é, porque ele resolveu nos adotar pela sua infinita misericórdia, caso contrário, estaríamos fadados ao mais profundo inferno, mergulhados na mais bizarra dimensão de trevas e afogados num mar de lama.

Conscientize-se meu amigo: Ele não é babá, não está forçado a nada, Ele é o Aba Pai, glorioso, vencedor e provedor, que corrige a aqueles a quem ama. Louvado seja o Senhor!

E no mais... tudo na mais santa paz!

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