segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Impureza sexual tem cura? (parte 2)

woman with apple in temptation position photoSim, o Guilherme de Carvalho produziu mais um texto que vem como continuação do “Impureza sexual tem cura?” !!
 
Esta segunda parte é brilhante, um verdadeiro estudo sobre o tema!
 
O texto fala, inclusive, da realidade do pensamento da sociedade de hoje com respeito à sexualidade do ser humano, e chama a filosofia para esclarecer alguns pontos. Podem aparecer expressões e termos que virão dificultar sua compreensão, mas não fique triste, pois o Google, a Wikipédia e o iDicionário Aulete estão aí para te ajudar.
 
Você não pode deixar de ler esta continuação e dedicar um tempo para refletir sobre o assunto. Se você nunca entendeu direito a passagem bíblica “Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo”, que está em 1 Co 6:18, com certeza vai entender direitinho depois da leitura do texto.
 
 
CLIQUE AQUI e acesse o texto no site da Editora Ultimato ou AQUI para lê-lo no blog do Guilherme.
 
Foto de Jose Barrera em 123 Royalty Free.
 
 
 
Talvez você se interesse também por:
Epa! Não siga em frente! e Saída inteligente [cartuns: Joyful ‘toon]

Sagrado (39º episódio): Cristãos católicos

O episódio de hoje ainda é dentro do tema Novas Famílias. O padre Antônio Manzatto vem responder à questão: “O modelo familiar tradicional é determinante para relações harmônicas”? Tony Ramos abre o episódio com o ditado popular: “O maior edifício deste mundo está de pé porque os grãos de areia estão unidos entre si”.
 
 
 
 
 
A forma como o padre responde à segunda pergunta – “O  modelo familiar tradicional é determinante para relações harmônicas de respeito e afeto?” – deixa no ar, no meu entender, que ele está afirmando que famílias fora do modelo tradicional não são capazes de oferecer amor (e o respeito e afeto que dele decorrem). O que você achou da resposta dele? Concorda com ele ou com o nosso comentário?

sábado, 28 de novembro de 2009

KeyWay

KeyWay é um jogo muito simples que vai lhe garantir um bom tempo de diversão na frente do PC em virtude de ter regras bem simples.
 
 
KeyWay [A Tonypa's game]
 
 
O objetivo do jogo é simplesmente repetir a sequência de teclas (do teclado do seu PC) exibida na tela. As setas, obviamente, indicam qual das teclas direcionais do teu teclado você vai ter de acionar enquanto que o quadrado pede que você aciona a tecla de espaço.
 
À medida que você vai apertando as teclas, elas vão sumindo e o quadrado de seleção vai passando para a próxima “instrução” de tecla. Dos três números que você vê na parte de cima da tela do jogo, o do meio indica o tempo. Sim, seu cabra, você não tem a vida toda para escolher a tecla que vai apertar! Seja rápido! Podes errar até quatro a vezes a tecla. Mais que isso, já sabes, é Game Over, meu!
 
Você deve estar pensando que o jogo é uma baita duma besteira depois de ler essas regras expostas acima, né? Mas, faça o seguinte: comece a jogar para ver só algo interessante que o KeyWay faz no intuito de confundir sua mente. Chega a ser engraçado!
 
CLIQUE AQUI e acesse a página do desenvolvedor do jogo. Localize o link para o KeyWay seguindo a dica da imagem abaixo (é o link marcado com o retângulo laranja. KeyWay carrega rapidíssimo!
 
 
KeyWay
 
Boa diversão!

Em busca da nova energia

Conseguirá o homem deter a catástrofe climática global iminente? …e, especificamente, tendo em mãos o que “ficará decidido” na convenção de Copenhague lá em dezembro? Bem, nós cristãos somos tendencioso a responder dizendo não, ou, numa previsão otimista, mais ou menos.
 
O fato é que boas intenções para evitar o pior já existem por aí mundo afora: boas ideias, planos, invenções e sabe-se mais lá o quê. Entretanto, essas boas intenções – ou antecessoras delas, já que tem coisa que é ideia muito recente – já deveriam estar sendo postas em prática há muito tempo (décadas?)!
 
Para engajar-se nesta guerra do clima, ou para simplesmente tomar conhecimento dessas boas intenções da humanidade, a título de curiosidade, é que o Mural recomenda a leitura da matéria Em busca da nova energia, uma reportagem da revista Época de abril deste ano. Ela fala de várias ideias, planos e produtos/invenções que viriam vêm ou virão até nós como aliados na luta contra a catástrofe do clima. A matéria também tem um infográfico explicando porque a Terra esquenta, mostrando os maiores emissores globais de gases prejudiciais à camada de ozônio y otras cositas más.
 
 
Abaixo, um pouco do que você vai encontrar na matéria.
 
Honda FCX Clarity [revista Época]

Este faz água
Eleito o “carro verde mundial” durante o Salão do Automóvel de Nova York, o Honda FCX Clarity é movido a baterias com tecnologia de células de combustível. O motor gera energia ao transformar hidrogênio e oxigênio em água. Três vezes mais econômico que a gasolina, atinge 160 km/h. Já é vendido nos Estados Unidos, na Europa e no Japão

Geobulb [revista Época]

GeoBulb
A GeoBulb criou uma lâmpada feita com LED no formato, tamanho e encaixe da incandescente. Segundo a GeoBulb, ela dura 20 anos, ligada quatro horas por dia

Cede da empresa Sovna [revista Época]

Cata-ventos na cidade
A israelense Sovna criou turbinas eólicas para ser instaladas no topo de edifícios. As primeiras já estão funcionando na própria sede, em Tel Aviv. A Sovna afirma que, se a tecnologia for largamente usada, a eletricidade gerada poderá atender a 3% das necessidades de uma cidade inteira

 
 
Veja também:
■ Clique na categoria Meio Ambiente (barra lateral do bog) e veja mais textos e coisas correlatas
Mudanças climáticas são piores do que se pensava [tá na mesma edição da Época citada anteriormente]
O novo embaixador do clima [é duma edição da Época do começo deste mês de novembro]
Seja a mudança [post do blog Sustentável é pouco, do Denis Burgierman]

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Phil Keaggy

Música influenciada pelo jazz, feita por cristãos. Esse é o subtítulo do blog onde descobri o Phil Keaggy: o Christian Jazz. Você gosta de jazz?
 
 
Phil Keaggy [New Press via Christian Music]
 
 
Philip Tyler Keaggy é um norte-americano atuante nos vocais, na guitarra e no violão que já lançou mais de 50 discos desde o início de sua carreira em meados dos anos 60. Também tem colaborado em diversas gravações de artistas variados incluindo P.O.D. Keith Green, The 2nd Chapter of Acts.
 
Mais novo de uma série de nove irmãos e irmãs, aos quatro anos de idade Keaggy perdeu uma parte de seu dedo médio da mão direita devido a um acidente com uma bomba de água. Isso não impediu que aos dez anos ele começasse a praticar em um violão Silvertone, tendo aulas com seu irmão Dave.
 
Sete vezes ganhador do prêmio Dove na categoria Melhor Álbum Instrumental, duas vezes indicado para o prêmio Grammy na categoria Melhor Álbum Gospel de Rock, Keaggy possui um raro domínio do instrumento que lhe permite transitar entre os mais variados estilos, do Clássico ao Rock, do Flamenco ao Country, com a mesma fluidez técnica e desenvoltura.
 
Na Wikipédia você lê o resto desse texto aí acima e ainda mais coisas sobre Phil, como, por exemplo, sua carreira e parcerias. Acesse já.
 
 
Site do artista:
 
 
Veja agora os clipes de Fare Thee Well, The Reunion e The Wind and the Weat. E encante-se com as piruetas que Phil faz ao violão! Acessando o Christian Jazz você vê postados lá mais 3 clipes dessa sequência e buscando por Phil Keaggy no YouTube você vai encontrar ainda mais clipes, inclusive clipes em que ele canta.
 
 
 
 
 
 
 
 
A foto lá em cima é de New Press via Christian Music.

Sagrado (38º episódio): Muçulmanos

O xeique Armando Saleh, dentro do tema Novas Famílias, o tema da semana, vem falar das transformações sociais impondo mudanças na estrutura familiar. Stenio Garcia abre o episódio com o provérbio popular: “Conduta de pais, caminho de filhos”.
 
 
 
 
 
 
Preste atenção à questão que o xeique levanta na primeira parte de sua fala.
Já na segunda parte, o xeique parece querer deixar no ar uma espécie de insinuação a que mudanças mais leves no funcionamento da família – o pai cuidar dos filhos enquanto a mãe vai ganhar o pão, por exemplo – seria enveredar-se pelo caminho do mal. É naquela parte que ele fala de livre arbítrio. Assista e veja se também não te parece isso.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O triunfo do socialismo nos EUA exige a destruição da família e da Igreja

Para juntar-se aos episódios da série Sagrado desta semana e ao post de ontem, A Família moderna, trazemos esta notícia que fala não só dos  Estados Unidos mas também do que parece já ser realidade na Europa. Fatos curiosos e até assustadores sobre uma “medicina socializada” aparecerão na leitura. Confira.
 
 
Montagem: Socialismo  X  (Família + Igreja)

por Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 16 de outubro de 2009 — Tanto a família quanto a Igreja são obstáculos para o triunfo do socialismo, o ex-senador americano Rick Santorum disse para cristãos reunidos na 17ª Semana Internacional de Oração e Jejum da semana passada. Contudo, o campeão pró-vida alertou os participantes de que ambas as instituições estão sob ataque pesado das políticas do governo de Obama.

“Estamos sofrendo ataques imensos deste presidente e deste Congresso na questão da vida. Estamos sofrendo um grande ataque, talvez um ataque ainda maior, na questão fundamental da família”, Santorum disse para os participantes do jantar de 11 de outubro no Hotel Omni Shoreham.

Santorum disse que as políticas esquerdistas, principalmente aquelas políticas que o governo de Obama está promovendo com agressividade, têm como alvo “destruir” a família e as igrejas cristãs, pois essas instituições fornecem redes sociais locais e apoio para indivíduos, o que elimina a necessidade de as pessoas dependerem totalmente do governo central. Eliminar essas redes sociais significa o triunfo do socialismo, e isso significa atacar o casamento e as igrejas cristãs.

“Haverá ataques contra a instituição do casamento”, Santorum assegurou para sua audiência. “Por que? Porque a esquerda sabe que não poderá realmente fazer com o que o governo se intrometa e assuma controle de tudo, a não ser que primeiro destrua a família. A esquerda só conseguirá ter sucesso no fim em seu objetivo de tornar o socialismo aceito neste país quando destruir a família e destruir a Igreja. Esse é o objetivo deles”.

Santorum pediu que todos orassem nestes tempos por aqueles que estão em autoridade, por aqueles que estão considerando concorrer para um cargo no Congresso em 2010, bem como “por aqueles que estão nas ruas protestando e compreendem que há algo basicamente errado no que está acontecendo aqui”.

Mas Santorum acrescentou que os cristãos precisam orar muito pelos Estados Unidos na atual batalha envolvendo a área de saúde, pois a reforma que Obama propôs tem graves problemas que vão muito além das “questões importantes” da cobertura do aborto e a falta de cláusulas de proteção de consciência.

“Há outra imensa questão aí e é exatamente o conceito inteiro da medicina socializada”, disse Santorum.

Santorum argumentou que as reformas de Obama transformarão a área de saúde numa “conta no governo federal” na qual os “responsáveis pela conta” ou o Congresso determinará quanta assistência de saúde um indivíduo poderá receber “como parte do curso orçamentário”.

Logo que a assistência de saúde dos indivíduos estiver totalmente na dependência do governo central, a esquerda terá poder garantido, explicou Santorum.

“Você diz: ‘Olha, os bispos católicos são a favor da reforma de Obama na área de saúde’”, continuou Santorum. “Olha, eu diria duas coisas. Número um, eles deveriam ficar envergonhados”.

Nesse momento, os convidados do jantar deram uma salva de palmas.

Embora alguns bispos católicos tenham ensinado que a reforma do governo viola o ensino social católico pelos motivos que Santorum mencionou, a conferência dos bispos católicos dos EUA em geral vem indicando que estaria disposta a apoiar o sistema de saúde controlado pelo governo, desde que a reforma não subsidie o aborto nem viole as proteções de consciência para os que trabalham na área de saúde.

Mas o ex-senador da Pensilvânia concluiu que o indivíduo — quando sob a cobertura do seguro do governo — perde a real assistência de saúde, o tratamento de que ele precisa, no nome da redução de custos.

Santorum apontou que o curso da medicina socializada na Europa, e na Holanda em particular, dá uma oportunidade de “ver o que acontece com o valor da vida humana nesses países”.

De forma particular, aqueles que sofrem recusa de tratamento ou o racionamento de assistência sob a medicina socializada são “aqueles às margens da vida”. Esses incluem aqueles que nascem “prematuros com deficiências… aqueles que estão no final da vida” e “aqueles que têm doenças complexas ou precisam de assistência constante”.

“A vida dessas pessoas não é valorizada”, declarou Santorum. “Por que? Por causa de órgãos estatais que decidem quanto dinheiro deve ser gasto e com base no tempo que você vai viver ou na qualidade de vida que você vai viver. É desse jeito que os responsáveis pela conta farão essas coisas. É desse jeito que os membros do Congresso farão essas coisas. Essa é ou não uma boa maneira de gastar o nosso dinheiro? Isso acontece diariamente na Europa”.

Santorum explicou que os americanos precisam despertar para o fato de que nada no DNA americano os impede de cometer os mesmos males morais dos europeus.

A Holanda, “o país mais esquerdista da Europa” hoje, disse Santorum, é o único país que “não havia imitado os médicos nazistas em fazer esterilizações e abortos” e sofreu por causa disso.

“No entanto, dentro de duas gerações, como consequência da medicina socializada e das tentativas do governo de conter custos, os médicos se transformaram em fiscais econômicos”, disse Santorum.

Agora, no nome da redução de custos, os médicos holandeses recomendam suicídio assistido, recusam assistência para bebês que nasceram prematuramente antes de 25 semanas e praticam eutanásia em crianças que nascem com deficiência.

“Esse é o costume e prática dos países com medicina socializada. Esses países têm limites em seus orçamentos. É simplesmente caro demais fazer isso de qualquer outro jeito”, reiterou Santorum.

“E assim digo de novo aos bispos católicos: ‘O que é que vocês estão pensando quando apóiam a medicina do governo?’”

No começo da noite, Santorum recebeu no nome dele, sua esposa Karen e sua família o “Prêmio Família pela Vida”.

Santorum conhece muito bem a luta pelo direito à vida e por esses direitos na área da saúde: tanto a nível político quanto pessoal. No ano passado, ele e sua esposa acolheram em sua família sua agora filha de 17 meses “Bella”, que nasceu com Trissomia 18, uma desordem genética que é fatal antes do nascimento em 90 por cento dos casos. Ao longo do caminho, a família Santorum lutou para garantir a assistência de saúde de Bella contra prestadoras de saúde hostis ao direito dela à vida, pois ela nasceu com uma deficiência.

Recentemente, perguntaram para Santorum se ele consideraria seriamente concorrer para a presidência dos EUA em 2012. Santorum revelou que embora ele estivesse de fato “pensando nisso”, ele não está “seguro” e pediu orações constantes enquanto ele considera essa possibilidade.

 
Leia outros textos (em inglês) relacionados a este aqui acessando o post original do Notícias Pró-Família.
 
 
Veja também:
■ e os posts recomendados no post A Família moderna

Sagrado (37º episódio): Budistas

O lama Padma Samten, falando sobre novas famílias, o tema desta semana, vem tentar responder à questão: “valores morais e éticos continuam sendo transmitidos pela família?”. Christiane Torloni faz a introdução com a frase de Leon Tolstoi: “A verdadeira felicidade está dentro da própria casa, entre as alegrias da família”.
 
Em sua resposta à pergunta lá do primeiro parágrafo, o lama fala algo bem verdadeiro hoje – pelo menos na sociedade como um todo, e não somente na parte que confessa essa ou aquela fé: “os pais têm menos influência nos valores que os filhos vão seguir”, e diz o porquê. Outra pergunta que lhe foi feita: “Até que ponto relações liberais criam indivíduos melhores?”.
 
 
 
 

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A família moderna

Olha só que coincidência interessante!. Esta semana a série Sagrado fala das novas famílias, seu conceito moderno. E semana passa encontrei um texto intitulado A Família moderna o qual estava querendo publicar dentro de pouco. Então, aproveitando o clima, aqui vai ele. É um texto que analisa o assunto do ponto de vista da psicologia, e, portanto, podem aparecer nele termos não muito familiares a quem não é da área; porém, para conhecer o significado dessas palavras você tem a net para consultar – em especial, o iDicionário Aulete.
 
capa Psique ed. 45 A Família moderna é um dossiê, segundo a revista Psique, o que faz-me crer que a edição impressa deve conter uma série de matérias dentro do tema (ou uma grande matéria dividida em partes). Infelizmente, na net está apenas uma parte de todo o conteúdo da reportagem que creio constar da edição atual da revista, a de novembro [se é, ainda deve estar nas bancas!]. Abaixo seguem os primeiros parágrafos do texto para que você veja se a leitura completa te atrai.
 
 
 
 
 
 
Foto alegre de los niños y sus padres en la cámara en busca de los demás jefes photo
[…]. Sabemos das inúmeras alterações ocorridas no conceito e na estruturação da família, ocorridas no último século. Entramos no século XXI tendo de encontrar novas formas de lidar com os problemas gerados no seio dessas novas famílias e é esse o enfoque central que buscamos dar a esse material.
 
É importante destacar que todos os que hoje intervêm na clínica psicanalítica contemporânea têm nos alertado para a enorme gama de questões que demandam um olhar atento e cuidadoso, conforme ficou explicitado recentemente no 46º Congresso da Associação Psicanalítica Internacional (IPA), em Chicago.
 
Em primeiro lugar, cabe lembrar que a partir das enormes mudanças oriundas do capitalismo avançado, entre elas o consumismo e comunicação de massa; questionamento da autoridade paterna e do Estado; individualismo e narcisismo; Psicologismo; avanço técnico-científico com as fertilizações in vitro, barrigas de aluguel, células-tronco, globalização; entre outros fatores, o sujeito se viu envolvido em fortes transformações que atingem sua forma de estar no mundo.
 
Novas patologias como as bulimias, anorexias, obesidade, compulsões, drogadição, suicídios e a violência mostram que o sujeito contemporâneo está muito mais para o "borderline" do que o neurótico descrito por Freud. Isso não só denota uma alteração na estruturação do sujeito, como também nos faz mirar de forma diferente a família pós-moderna, com suas idiossincrasias e transformações. Assim, não é só o capitalismo avançado que demanda esse sujeito "borderline"; é a família atual que tende a construí-lo!
 
Senão vejamos: vivemos numa era em que o tempo é escasso, os níveis de afetividade no seio da família sofrem diversos constrangimentos (divórcios, famílias ampliadas, redução do número de filhos), a tríplice jornada da mulher e do homem reduz enormemente sua disponibilidade para cuidar da prole, redundando em uma família em que as relações de parentesco se tornaram bastante complexas.
 
A nós, psicanalistas, só resta entender toda essa transfiguração e buscar dar aos que sofrem apoio para se adaptar a essa nova ordem. Tentamos oferecer um acolhimento que permita a construção de uma mente capaz de abrigar minimamente a torrente de emoções, pensamentos e fantasias próprias do ser humano.
 
 
Foto de Dmitriy Shironosov em 123 Royalty Free.
 
 
 
Veja também:
■ ACESSE TAMBÉM O BLOG DO JULIO SEVERO. Lá encontrarás posts falando da família, valores familiares e valores cristãos etc..

Sagrado (36º episódio): Religiões afro-brasileiras

Neste terceiro episódio versando sobre família a palavra está com a makota Valdina para falar do tema “após o divórcio, é preciso reaprender a se relacionar”. Juliana Paes faz a introdução com a frase de Arthur Schopenhauer: “Quando a alegria se apresenta, devemos abrir-lhes todas as portas, pois ela jamais é inoportuna”.
 
 
 
 
 
 
O mundo está abusando da interpretação e aplicação da expressão “errar é humano” no intuito de fazer todos verem e aceitarem que construir, desfazer e construir nova família deve ser algo aceitável e plenamente tolerável. Não acham não?

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mais Coca-Cola

Mais um vídeo do pessoal do Onetimeblind.com.
 
Pergunte a si mesmo: Estou satisfeito com o que tenho?
 
 
 
 
Veja também esses textos que guardam alguma relação com este post:

Por que a indecisão?

Um pequeno texto do pastor Pedrão para refletir sobre indecisão do ponto vista espiritual. O texto, entretanto, não veicularemos aqui; está no Genizah, um blog que já faz tempo está em nossa lista de Favoritos (veja a barra lateral do blog). Não conhecia o Genizah? Conheça-o agora!
 
CLIQUE AQUI para ir ao post do texto citado acima e AQUI para ver a página principal desse blog. Mas cuidado! O Genizah tem conteúdo subversivo, viu?!!    :-)))))))
E não deixe de ler, também lá, o post Saudade da Igrejinha (Paródia II).
 
 
Veja também:

Sagrado (35º episódio): Judeus

Neste segundo episódio versando sobre família é o rabino Nilton Bonder que vem falar, e falar do tema “criar filhos adotivos é uma opção de partilhar carinho”. Nathalia Timberg faz a introdução com a frase de Aristóteles: “A amizade pode existir entre as pessoas mais desiguais. Ela as torna iguais”.
 
 
 
 
 
 
Em certo momento, já perto do fim, o rabino diz algo que merece nossa atenção e meditação: "(…) minha escolha pessoal, quando há tensão entre as minhas crenças e as minhas verdades, numa dimensão de compaixão, é fazer escolha pela compaixão uma vez que pra mim é mais fácil ter certeza do que é compassivo do que ter certeza daquilo que é verdade absoluta”.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Entrevista de Mahmoud Ahmadinejad

O Mahmoud Ahmadinejad já está aqui no Brasil desde a manhã de hoje, né? Já há algumas notícias por aí pela net falando da visita (veja o site de vídeos da Globo, por exemplo). O motivo deste post, entretanto, é falar do vídeo de uma entrevista do presidente iraniano concedida ao William Waak semana passada.
 
A entrevista é longa (tem 24 minutos) e chega a ser meio enfadonha devido às demoras do tradutor em comunicar ao jornalista o que o Mahmoud está dizendo. Sem falar que em sua maior parte a conversa é mais sobre relações entre o Irã e o Brasil, desenvolvimento dos dois, como podem cooperar para algo melhor no mundo etc.. A parte mais interessante mesmo é quando, já na segunda metade do vídeo, o jornalista brasileiro questiona o homem lá a respeito da “pressão que Israel exerce sobre os palestinos”. Aí o presidente do Irã vem alegar que a “opressão” de Israel aos palestinos acontece porque os judeus querem arranjar alguém em quem descontar o sofrimento do qual foram vítimas durante o Holocausto!!!! Dá pra acreditar nisso?!!! Dá não? Então assista o vídeo a seguir que contém trechos da entrevista.
 
 
Neste vídeo Ahmadinejad também fala de seu posicionamento em relação ao homossexualismo.
 
 
 
 
 
 
* Pragmático [nossa compreensão das coisas muitas vezes esbarra nessas palavrinhas, né verdade?], segundo o iDicionário Aulete: Que se volta exclusivamente para as coisas práticas, concretas, materiais, para os objetivos de curto prazo, sem maiores considerações de ordem ideológica, filosófica, religiosa etc.. Saiba mais aqui.
 
 
 
Veja também os seguintes posts e os links lá listados:
A verdade sobre o conflito árabe-israelense [dica de leitura – livro eletrônico gratuito]

Joyful 'toon: Agradeça

Joyful 'toon 144_Give Thanks PT.BR
 
 
Comentário do autor:
Nossa presente circunstância pode até ser como um prato vazio; porém, se nós focarmos mais Deus do que ela, perceberemos que ainda há razões para agradecer ao Senhor. Sua bondade, amor & misericórdia nunca mudam.
 
 
Publicado aqui sob a autorização de Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

Fazer o bem

Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso.

Platão

Um pouco sobre Oprah Winfrey

Esses dias ouvi/vi por aí falarem da Oprah Winfrey [e confesso que não lembro exatamente o que falavam dela, já que muitas vezes vejo coisas na TV/internet só de relance] e, ao visitar hoje o Chamada, achei o texto abaixo falando dela. Boa leitura pra você que não sabe quem exatamente é essa norte-americana nem as ideias que ela transmite através dos meios de comunicação.
 
 
Oprah Winfrey [OsamaK em Wikimedia Commons] A primeira declaração de Jesus, depois que Seus discípulos Lhe perguntaram: “...que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século”, foi: “Vede que ninguém vos engane” (Mateus 24.3-4). Tal advertência é relevante quando se faz uma análise acerca de quem é, de fato, Oprah Winfrey. Ela é a mulher mais influente dos EUA [e, através da sua apresentação pela TV a cabo e via satélite, essa influência está se expandindo pelo mundo]. A revista americana Christianity Today [i.e., Cristianismo Hoje] chegou a chamá-la de “uma das líderes espirituais de maior influência nos Estados Unidos”. Assisti a um programa de TV no qual ela contou que cresceu no convívio de uma igreja batista, mas quando o pastor daquela igreja mencionou que o “Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele” (Êxodo 34.13-15), ela deu a entender que não queria um Deus assim e O rejeitou. Infelizmente, Oprah não chegou a ler o restante desse texto. O desejo de Deus era abençoar Israel e, enciumado [i.e., “zeloso”] de amor por Seu povo, não queria que ele adorasse falsos deuses, mas O adorasse de modo que Ele pudesse abençoá-lo.
 
Na realidade, o testemunho de Oprah revela uma fé duvidosa que rejeita Jesus Cristo como o único caminho para Deus e o único caminho para a vida eterna. A declaração dela de que “há muitos caminhos para se chegar àquilo que vocês chamam de Deus”, enquadra-se com o que eu a ouvi dizer num programa de TV gravado, no qual ela se referiu a Eckhart Tolle, o novo guru espiritual do qual faz propaganda: “Deus não criou o homem, o homem é que criou Deus” (eu suponho que ela quisesse dizer que não há nenhum Deus como Aquele que a Bíblia apresenta). Mas, em vez disso, ela aceitaria um deus concebido pela mente do ser humano. Desse modo, ela se torna vulnerável à concepção de que, se existem muitas religiões, devem existir muitos caminhos que levam a Deus. Essa, naturalmente, é uma objeção frontal à declaração específica feita por nosso Senhor Jesus de que Ele é o ÚNICO caminho que leva a Deus (João 14.1-6).
 
Ambos não podem estar certos. Ou Oprah e Tolle estão errados – ou Jesus, o divino Filho de Deus, está errado. É obvio que nós, na qualidade de cristãos que crêem na Bíblia, aceitamos a afirmação de Jesus Cristo como a verdade sobre Deus. A decisão de uma pessoa a esse respeito depende da sua convicção acerca de quem é Jesus. Ou Jesus é o Filho de Deus, como Ele e Seus discípulos atestaram, ou Ele é um farsante e impostor. Por ser o Filho de Deus, Jesus é a única pessoa que, tendo vivido neste mundo, poderia morrer pelos pecados dos demais 13 bilhões de seres humanos que vivem ou que já viveram na Terra e morreram antes de nós. Além disso, sem Ele não há salvação para ninguém.
 
Gostou e se interessou em ler mais? Então clique aqui e leia o texto completo.
 
 
 
Veja também:

Sagrado (34º episódio): Espíritas

Nesta semana a série aborda o tema geral Novas Famílias. O primeiro episódio tratando do assunto [se a Globo não tá fazendo confusão] é com o espírita Cesar Perri a falar do subtema “os novos conceitos de família”. Carlos Vereza faz a introdução com a frase de Ibsen: “O lar é onde o coração do homem cria raízes”. Essa frase vai até para o espaço Pra pensar.
 
 
 
 
 
 
Para o espiritismo, segundo palavra do Cesar, não importa muito as novas formas da família – se é homem com homem, mulher com mulher, dois homens com uma mulher ou outro jeito aí, mas o cultivo de sentimentos nobres, respeito mútuo e partilhamento de ideias e ideais. Será que só isso basta mesmo? E que ideias e ideais? A de que o conceito “antigo” de família é algo ultrapassado e que a sociedade DEVE aceitar (e até endossar?) a formação dessas neo-famílias?

sábado, 21 de novembro de 2009

O mundo deve pagar para ter a Amazônia em pé

É o que afirma o bilionário Johan Eliasch numa entrevista à revista IstoÉ Dinheiro.
 
 
John Eliasch [foto de Eamonn McCabe em Época] John Eliasch é dono de uma das maiores fortunas da Europa. Começou a jogar tênis aos cinco anos de idade, quando as raquetes ainda eram feitas de madeira. nascido na Suécia e radicado na Inglaterra, ele se tornou dono da head, a maior fabricante de raquetes do mundo, que hoje são produzidas à base de metais como titânio e grafite.
 
Depois, adquiriu 400 mil hectares de terra na Amazônia, que foram comprados para garantir a preservação da área. e acabou se tornando uma das principais vozes no combate ao desmatamento, como representante especial do governo inglês para questões ambientais. Sua bandeira é a criação de um fundo global que financie a preservação.
 
"As árvores têm que ser mais valiosas em pé do que cortadas", diz. Leia a seguir a entrevista à dinheiro de Eliasch, que é casado com a brasileira Ana Paula Junqueira e um eventual parceiro de Gustavo Kuerten em partidas amadoras de tênis.
 
Essa foi só a introdução da entrevista. Leia-a inteirinha aqui.
 
 
Ainda tem muita gente por aí achando que pode salvar o mundo do desastre iminente. Talvez tudo o que se pensa de bom aí em relação ao meio ambiente não passe de medida paliativa pra adiar o fim, né não? A menos que o futuro “homem da maldade” (ou Mahdi?) venha por solução nisso também. E você? O que você acha, hum?
 
E essa tal convenção internacional sobre mudanças climáticas que vamos ter agora em dezembro, em Copenhague, tem futuro, hein? Por falar nisso, leia o post Contextualizando Copenhague lá no blog Sustentável é pouco, do Denis Burgierman.
 
 
Veja também:
Ele pode comprar a Amazônia? [matéria da Época sobre o mesmo cara da entrevista acima]
Internacionalização do mundo [brilhante argumentação do Cristovam Buarque quando questionado sobre a internacionalização do mundo]

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Church Mice: Costela

Clique na imagem para ampliá-la.
 
 
Church Mice_Rib

Diácono:
Deus criou mesmo Eva a partir de uma das costelas de Adão?

Reverendo:
Sim, de acordo com a Bíblia!

Diácono:
Como Ele tirou a costela? Ele fez uma cirurgia? Isso, de fato, deve ter doído, não?

Reverendo:
O livro de Gênesis diz que “Deus fez o homem cair num profundo sono”.

Diácono:
Oh, então Deus leu pra ele um dos teus sermões!

 
 
Publicado aqui sob a autorização de Karl Zorowski (Church Mice).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução (um tanto livre) por Mural na Net.

Consciência Negra

Há um ano o Mural publicou o texto Teologia Negra. E como hoje se repete o Dia da Consciência Negra sugerimos um vale a pena Ler de novo.
 
CLIQUE AQUI e acesse o post.
 
 
 
Talvez você também se interesse em ler:
■ um dos posts Um sonho ou Eu tenho um sonho.…
Graça na desgraça [sobre Michael Jackson]

Caim, o novo livro de Saramago

Você já deve ter ouvido falar dessa nova obra de Saramago, não? Se não, então, para conhecer um pouco do livro e da polêmica por trás dele, leia o texto abaixo tirado do Cristianismo Hoje.
 
 

Capa de Caim [José Saramago] Em seu novo romance, Caim, premiado autor português segue confrontando Deus

Caim, o novo romance do escritor português José Saramago, segue a trilha de outras obras suas sobre a temática religiosa – a polêmica. Novamente, o escritor, ateu confesso, dirige suas baterias contra o sagrado: “Deus não é confiável. Que diabo de Deus é esse que, para enaltecer Abel, despreza Caim?”, indaga, referindo-se aos motivos do primeiro assassinato registrado na Bíblia. Na obra, Saramago redime Caim e atribui ao Todo Poderoso a autoria intelectual do crime.

O autor já enfurecera a comunidade religiosa com O Evangelho segundo Jesus Cristo, de 1991, no qual insinua uma relação amorosa entre Jesus e Maria Madalena e classifica o galileu como uma personalidade de caráter frágil. O livro foi defenestrado até pelo então primeiro-ministro lusitano, Cavaco Silva, para quem o romancista “não representava o pensamento dos portugueses”. Furioso, Saramago deixou o país. Em 1998, acabou agraciado com o Nobel de Literatura, o primeiro prêmio conferido a um escritor de língua portuguesa.

Provocativo, o escritor disse não considerar o novo livro seu particular e definitivo ajuste de contas com Deus. “Contas com Deus não são definitivas, e sim com os homens, que o criaram”, afirma. “Deus, demônio, o bem, o mal, tudo está em nossa cabeça e não no céu ou no inferno, que também foram inventados pelo homem”, fuzila. Sobre sua recente experiência pessoal, quando, doente, esteve à beira da morte, Saramago mantém o tom. Segundo ele, os méritos por sua recuperação são de sua mulher, Pilar, da equipe médica e de seu “resistente coração”. [original aqui]

 
 
Mas, a respeito dessa mesma obra, gostei mesmo foi do texto Se Saramago fala de um deus que você diz seguir, certamente precisas de outro do Thiago Bomfim lá na Livraria do Thiago. Dá uma espiada lá! E, além desse, há também os dos posts Opinião final acerca de Caim, o novo livro de José Saramago, Primeiro parágrafo de Caim, novo livro de José Saramago e O absurdo duma crença que não resolve os nossos problemas. Seus links estão no fim do post citado no início do parágrafo.
 
O Thiago recomenda aos cristãos a leitura da obra, sabia?! E ele explica o porquê. Saiba, porém, que você pode se assustar com o porquê dele!! E é por isso, pelo post falar de um livro, que o Mural o rotula como sendo também uma Dica de leitura.

Sagrado (33º episódio): Cristãos católicos

Hoje o padre Antonio Manzatto vem responder à pergunta: “por que somos seduzidos por padrões de beleza, muitas vezes irreais?”  Tony Ramos  abre o vídeo citando a sábia frase de Sêneca: “As deformidades do corpo não afetam a alma, mas a formosura da alma se reflete no corpo”.
 
 
 
 
 
 
Ah! Sim! A Globo disponibilizou em seu site de vídeos o 30º episódio (o das religiões afro-brasileiras). Nele a pergunta foi: “como a fé nos ajuda a enxergar a beleza de espírito?”. Assista-o aqui. A citação lá foi de Machado de Assis. Foi a frase: “(…) é melhor, muito melhor contentar-se com a realidade. Se ela não é tão brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir”.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sagrado (episódios 28, 30, 31 e 32)

Essa Globo tá embananando o meio-de-campo! Ô mo Deus!
 
Em seu site de vídeos não estão os mais recentes episódios da série Sagrado, os que tratam da vaidade e culto ao corpo. Lá só estão disponíveis os episódios com as opiniões dos cristãos protestantes e dos judeus. Tão faltando os espíritas (que deveriam ter vindo antes dos judeus), as religiões afro-brasileiras, os budistas e os muçulmanos (até o dia de hoje, 19 de novembro). Mas ainda bem que esses episódios podem ser vistos no site da série. Acesse a seção Biblioteca de Vídeos e veja os episódios “ocultos”.
 
E assim teremos de corrigir o número da sequência dos vídeos que publicamos aqui. Tsc tsc tsc! Os vídeos citados acima, caso tivessem sido liberados no Globo Vídeos, teriam as seguintes numerações: episódio 28 (espíritas); episódio 30 (religiões afro-brasileiras), episódio 31 (budistas) e episódio 32 (muçulmanos).
 
Vamos ver se a coisa é normalizada por esses dias.

A verdade sobre o conflito árabe-israelense

Enquanto navegava ontem na notícia da política messiânica do Mahmoud Ahmadinejad achei esse livro eletrônico disponível para download no site Beth-Shalom: Mitos e Fatos - A verdade sobre o conflito árabe-israelense.
 
 
Mitos e Fatos - A verdade sobre o conflito árabe-israelense Nas palavras do Beth-Shalom (nessa página aqui), o livro:

► reproduz e desmistifica os muitos mitos e inverdades sobre o conflito árabe-israelense veiculados à exaustão pela mídia, em geral mal informada, salvo raríssimas exceções.

► apresenta os fatos históricos baseados em documentos da época, testemunhos de pessoas que viveram e participaram dos acontecimentos em questão, mapas minuciosos e detalhados e uma abordagem histórica coerente e fiel à realidade, aliada a uma linguagem moderna e concisa.

O livro é gratuito, está no formato PDF (472 páginas) e tem apenas 2,4 MB de tamanho. Ele é organizado de forma a expor primeiro a afirmação-mito e, logo depois, apresentar o que é fato. Bem bolada essa organização do conteúdo! As exposições, entretanto, não são jogadas soltas assim do início ao fim. O livro as separa em 25 capítulos (clique na imagem abaixo e veja o índice).
 
 
Índice (Mitos e Fatos - A verdade sobre o conflito árabe-israelense) 
 
 
 
 
Veja também:
Z32, uma crítica a Israel [dica de filme, um documentário, na verdade]
O Hamas e a Imprensa [notícia]
Palestina [poesia]
Em busca de uma pátria [matéria da revista História Viva sobre o conflito histórico dos palestinos pela posse da Palestina]

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A verdadeira causa do apagão brasileiro mais recente

TorresDeTransmissao 

A política messiânica de Ahmadinejad

Sabia que o islamismo também espera um certo “messias” que virá e resolverá os problemas do mundo e julgará os não-muçulmanos? Eu mesmo não sabia! Esse tal messias é chamado de Mahdi.
 
O atual presidente do Irã governa pensando na volta do Mahdi, preparando seu caminho. Ele até já tem reservado fundos (sim, isso mesmo, din din, bufunfa) para investir quando o Mahdi chegar. Não crê nisso? Vê só o texto a seguir.
 
 
 Mahmoud Ahmadinejad [Daniella Zalcman em commons.wikimedia.org]
Imediatamente após assumir a presidência do Irã, Mahmoud Ahmadinejad começou a declarar sua crença no retorno iminente do Mahdi como base para suas atividades políticas. A despeito da crença tradicional de que ninguém pode prever a hora do retorno do Mahdi, Ahmadinejad freqüentemente afirmava que a vinda dele estava próxima, e até mesmo fez uma predição específica. Durante uma reunião com o ministro de Relações Exteriores de um país islâmico, ele disse que a crise no Irã “era um presságio da vinda do Imã Oculto (ou Escondido), que apareceria dentro dos próximos dois anos”.[1] Em um discurso feito em dezembro de 2006 em Kermanshah, Ahmadinejad desejou aos cristãos um Feliz Natal, e disse: “Eu, neste ato, anuncio que, com a ajuda de Deus, não está longe o dia em que Jesus voltará ao lado do Imã Oculto”.[2]
 
Ahmadinejad não apenas desejava proclamar a iminente vinda do Mahdi e, desta forma, dar legitimidade a sua política e suas ações ao associá-las com o Imã Oculto, como também se apresentou como sendo aquele que está em conexão direta com Deus. Em um discurso sobre o programa nuclear do Irã, ele afirmou ter “uma conexão com Deus” e exortou os iranianos a serem crentes verdadeiros para que Deus os apoiasse em sua luta justa em favor da tecnologia nuclear.
 
“Creiam[-me], falando legalmente, e aos olhos da opinião pública, nós fomos absolutamente bem sucedidos. Falo isso com conhecimento de causa. Certa pessoa me perguntou: ‘Você realmente possui uma conexão? Com quem?’ Eu respondi: ‘Tenho uma conexão com Deus’, uma vez que Deus disse que os infiéis não terão como fazer mal aos crentes. Bem, [mas] apenas se formos crentes, porque Deus disse: Vocês [serão] os vitoriosos. Mas os mesmos amigos dizem que Ahmadinejad diz coisas estranhas.
 
Pergunto-me: viria o anticristo a ser confundido com esse tal de Mahdi, hein? Clique aqui e continue lendo o texto.
 
 
 
Foto de Daniella Zalcman em Wikimedia Commons
 
 
Veja também:

O que é um shopping center?

Shopping center é um lugar que vende tudo que a gente não precisa comprar, pelo menos não ali.

Anderson Mola

Veja também esse cartum aqui que tem tudo a ver com a frase acima.

Jesus no seu banco de decisões

Muito criativos os vídeos produzidos pelo pessoal do Onetimeblind.com. Aqui vai um deles, uma estorieta para refletir sobre deixarmos Jesus decidir por nós/convidar Jesus para decidir conosco.
 
 
 

Deus de pelúcia?

Deus de pelúcia
 
 
É isso mesmo que você tá vendo aí, meu irmão!! Mas esse deus aí é o personagem das tirinhas do blog Um Sábado Qualquer… [Saiba mais neste post aqui]. Ainda sim, não deixa de ser algo, no mínimo,… estranho. Afinal de contas esse deus aí é uma tentativa de caricaturar Deus.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sagrado (29º episódio): Judeus

Ainda tratando do tema vaidade, vem hoje o rabino Nilton Bonder responder à questão: “A busca da beleza externa é antagônica à busca da beleza interior?”  Nathalia Timberg é quem introduz o episódio com a frase “Quem possui a faculdade de ver a beleza, não envelhece”, de Franz Kafka.
 
O rabino cita um escritor americano dizendo que os homens e mulheres bonitos chegam a ser invisíveis. Veja o vídeo e saiba o porquê.
 
 
 
 

O menino e o moinho de vento

Um história motivacional para você ler e se sentir encorajado a não desistir de seus sonhos.
 
 
por Gustavo Vannucchi
 
William Kamkwamba [executivosbrasil.blogspot.com] Estava lendo as notícias esta manhã e me encontrei com uma matéria inspiradora no site da CNN. Conta a história de um garoto de 14 anos chamado William Kamkwamba. Nativo da vila de Masitala em Malawi, um pequeno país espremido entre Moçambique e Zâmbia na África, onde metade da população vive abaixo da linha de pobreza e menos de 2% tem eletricidade. O ano é 2002, inesquecível para William e toda a sua vila devido a um período de seca que trouxe fome e sede. Foi também o ano em que teve de deixar a escola porque não tinha o equivalente a 140 reais para pagar a anuidade. Como alternativa empenhou-se em ler os velhos livros da biblioteca local, patrocinada pelo governo americano.
 
Um desses livros trazia imagens de moinhos de vento e aquilo fez acender uma idéia brilhante. Aproveitar a única coisa abundante no seu país para resolver o problema da fome – o vento. Por mais fantástico que possa soar, foi exatamente a inocência do garoto que o fez acreditar ser capaz de fazer seu próprio moinho de vento. Sem instruções básicas -tinha somente a foto - mas muita criatividade se pôs ao trabalho. Encontrou um ventilador de motor de trator, pistões, tubos de PVC, uma bicicleta quebrada, uma bateria de carro e outras partes em um ferro-velho. Juntou pedaços de madeira e também gastou um pouco do dinheiro que tinha economizado para a escola. Foram 3 meses de trabalho árduo. Seu vizinhos e até sua mãe achavam que ele havia enlouquecido ou andava fumando muita maconha. Mas ele tinha um objetivo e ignorava qualquer obstáculo. As pessoas ficavam por perto apontando e tirando sarro. William seguia apertando parafusos com uma chave de fenda improvisada – uma espiga de milho com pregos tortos.

Eis que finalmente aquela pilha de lixo mostra que a visão daquele garoto não era só um sonho e uma lâmpada de carro que usava para testes se acende. Desta lâmpada 5 moinhos de vento são erguidos e hoje servem para bombear água para sua vila, carregar bateria de celulares e até para ligar o rádio e ouvir música. Um deles foi construído na escola onde passou a lecionar técnicas para a construção de moinhos de vento.

William hoje com 22 anos estuda Academia de Liderança Africana, uma escola de elite na África do Sul, patrocinado por doadores. Ali teve contato pela primeira vez com um computador e foi apresentado a um tal de Google! "Onde estava esse tal de Google quando eu estava construindo o Moinho? Aqui tem tudo" disse ao colega.
 
Conheceu vários países onde, a convite de Al Gore, conta sua história para empreendedores. Em uma visita recente para Palm Springs na Califórnia conheceu pela primeira vez um moinho de vento moderno usado para gerar energia elétrica.

Sua história virou livro escrito pelo jornalista Bryan Mealer chamado The boy who harness. No livro destaca a importância da persistência de William e que o segredo de seu sucesso é que não se acomodou com as glórias que colhe agora. Ao contrário, continua se dedicando para fazer cada vez melhor.
 
Fonte: texto e foto de Blog do Executivos Brasil (achado no Cristianismo Criativo)
 
Saiba mais sobre o William visitando seu blog. Lá tem vídeos! Os da seção Photos & Video que têm o nome TED disponiblizam legendas (subtitles) em português.
 
Com este post o Mural inaugura um novo marcador/categoria no blog: Motivacional.
 
 
 
Veja também:
O escafandro e a borboleta [dica de filme]

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Sagrado (27º episódio): Cristãos protestantes

O tema agora é “vaidade e culto ao corpo”, e neste 27º episódio o já conhecido pastor Israel Azevedo vem responder a questão “é possível conciliar estética com espírito?”. Oscar Magrini é quem introduz o episódio com o provérbio popular: “A beleza está nos olhos de quem a vê”, sem bem que eu acho que o correto é sem o “a” antes do “vê”.
 
 
 
 
 
 
Mais uma vez me pareceu que cortaram a fala do “entrevistado” do episódio (lá no finzinho).

sábado, 14 de novembro de 2009

Não há mais tempo para desenvolvimento sustentável

Procurando na net por umas coisas da minha profissão encontrei esse texto na página do professor Nelson Amanthea (Universidade Estadual de Londrina). E uma coisa interessante: semana passada li um texto do Denis Burgierman, colunista da Veja, falando dum tema intimamente ligado ao deste post, e que tava querendo publicar aqui justamente esta semana [leia o post logo abaixo deste – clique aqui caso não o veja na página principal].
 
 
Beautiful farmlands and blue sky  [www.crestock.com]
 
 
Pesquisador em meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Meteorologia, Prakki Satyamurty defende que o mundo adote outro caminho para reverter o quadro de destruição do meio ambiente que tem como conseqüência as mudanças climáticas.
 
Para ele, o desenvolvimento sustentável já não é o caminho mais aconselhável para a reversão desse quadro. A saída agora, segundo Satyamurty, seria a retirada sustentável, ou seja, a diminuição drástica do consumo de recursos naturais, aliada a um controle de natalidade que levasse a um crescimento menos acelerado do número da população mundial.
 
Ao falar sobre o tema escolhido pela Organização Meteorológica Mundial para marcar o Dia Mundial da Meteorologia de 2009 - Tempo, clima e ar que respiramos  - o pesquisador disse que a capacidade do planeta Terra de suportar o uso que se faz dos recursos naturais está cada vez mais limitada.
 
Por isso, Satyamurty defende que o consumo de recursos naturais deveria ser menor ou igual à reposição dessas riquezas ambientais na natureza. Segundo ele, a exploração dos recursos naturais pela população mundial já ultrapassou a capacidade de oferta do meio ambiente em escala global.
 
“Já passou o tempo do desenvolvimento sustentável. Agora é tempo de fazer uma retirada sustentável, ou seja, temos que retirar, gradativamente, por exemplo, o número de automóveis das ruas. Tudo o que foi colocado em excesso e hoje contribui para a destruição do meio ambiente precisa sair de cena. Esse é um assunto muito polêmico, mas as autoridades precisam parar e pensar em tudo o que está acontecendo. O mundo tem que mudar para melhor”, observou.
 
Satyamurty participou, neste semana, da programação realizada pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em alusão ao Dia Mundial da Meteorologia, comemorado em 23 de março.
 
Em palestra a estudantes da universidade, o pesquisador polemizou as estratégias pensadas em escala mundial para lidar com os diversos problemas causados pelas mudanças  climáticas, como a falta de água. Segundo ele, a população mundial quadruplicou em 50 anos e o aumento da temperatura da superfície terrestre, do nível dos oceanos, bem como a poluição de todos ambientes são as principais conseqüências desse crescimento populacional.
 
“Com o aumento da população mundial, a diminuição das áreas de floresta e de espécies animais é inevitável. Mais áreas de lavoura, pastos e gado. Tudo isso provocou aumento de gás carbônico, gás metano e aumento substancial da temperatura na Terra”, relatou.
 
Ainda de acordo com o pesquisador indiano, assim como foi criado o mercado do crédito de carbono, também deveria existir o crédito de população. Para ele, outra missão das autoridades é o reflorestamento.
 
“Todo país que estivesse crescendo demais deveria pagar por isso. Seria um incentivo à redução das populações e um benefício para o meio ambiente como um todo porque o planeta não agüenta mais essa situação.”
 
Na avaliação do chefe da divisão de Meteorologia do Centro Técnico Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) no Amazonas, Ricardo Delarosa, é incontestável que o desenvolvimento e o progresso geram perturbações e degradações nos sistemas naturais. Contudo, ele ponderou que o grande problema das nações não é a falta de alimentos, mas a distribuição imperfeita desses recursos alimentares.
 
“Entendo que o que está acontecendo é uma distribuição desigual das riquezas e recursos. A população cresceu bastante, mas a produção de alimentos também cresceu”, disse.
 
Com relação à polêmica avaliação de Satyamurty sobre a retirada sustentável, Delarosa ponderou que não existe maneira de desenvolver sem degradar de alguma forma. Para ele, a redução da população seria uma das alternativas existentes.
 
“Eu entendo que o desenvolvimento sustentável é um paradoxo. Não vejo como desenvolver e, ao mesmo tempo, ter sustentabilidade, pelo menos não do ponto de vista da conservação dos sistemas naturais como a gente os conhece hoje. Temos que trabalhar para minimizar esse custo que é um ônus imposto à natureza. Na minha opinião, é preciso haver uma conscientização de que é preciso distribuir melhor os recursos e as riquezas. Acho que isso seria mais efetivo do ponto de vista de preservar mais o ambiente que a gente vive”, concluiu.
 
Fonte: Amanda Mota/Agência Brasil via Ambiente Brasil em 30 de março de 2009; foto de tkachuk em Crestock.com

Progresso? Isso é progresso?

Este texto do Denis Burgierman é pra ser lido em conjunto com o post Não há mais tempo para o desenvolvimento sustentável. Trata de crescimento da população mundial, extinção de espécies, passado, presente e futuro, PIB e de uma sigla nova, o PIG (Índice de Progresso Genuíno).
 
 
Crescimento da População Mundial  [www.adbusters.org/magazine]

Crescimento da População Mundial

eixo X: anos

eixo Y: população (em bilhões)

Extinção das Espécies [www.adbusters.org/magazine]

Extinção das Espécies

eixo X: ano

eixo Y: número de extinções

 
 
Leia e veja que o tão maravilhoso progresso alcançado pelo homem custou, e tem custado, muito caro ao planeta e a ele mesmo.
 
Não deixe de ler. CLICA AQUI, MEU IRMÃO!
 
Gráficos da Adbusters reproduzidos pelo Denis em seu blog.
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