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Entrevista de Julio Severo à revista gay

NOTA IMPORTANTE DE Julio Severo:
RESPONDI À SOLICITAÇÃO DE ENTREVISTA DE UM JORNALISTA DE REVISTA GAY. MAS COMO NÃO SEI SE VÃO PUBLICÁ-LA OU SE VÃO PUBLICÁ-LA NA ÍNTEGRA, DISPONIBILIZO AQUI MINHAS RESPOSTAS SEM CORTES.

Pergunta: Chamo-me … e sou jornalista do site e revista . Estou fazendo uma reportagem sobre o PLC 122/06 e gostaria de lhe fazer algumas perguntas, tudo bem?

Julio Severo: Tudo bem, …. Fico muito feliz de poder expor aos leitores de sua revista minhas convicções cristãs acerca do PLC 122/06, sem nenhum constrangimento. Vejo hoje homens e mulheres que, em suas convicções pessoais, são movidos por diversos tipos de ideologias: marxista, socialista, feminista, homossexualista. Não existe ser humano conviccionalmente neutro. É dentro dessa realidade humana inescapável que responderei às suas perguntas, basicamente movido pela visão cristã.

Pergunta: Uma das suas afirmações a respeito do movimento homossexual é, “O aumento da promiscuidade sexual provoca diretamente o aumento da violência e da criminalidade na sociedade”. Na sua opinião, a promiscuidade está apenas ligada a homossexualidade?

Julio Severo: A promiscuidade abrange diferentes escolhas e impulsos fora dos padrões da normalidade. O sexo normal existe para a constituição de um lar formado por um homem e uma mulher que se complementam naturalmente para a procriação, criação, educação e desenvolvimento de filhos. A homossexualidade é uma das escolhas e impulsos dentro do universo da promiscuidade que foge a essa realidade, deturpando-a.

Embora a condenação de Deus ao pecado homossexual esteja presente na Bíblia há milhares de anos, as igrejas da sociedade ocidental praticamente não mencionavam a sodomia dos púlpitos. O que era mais focado nas mensagens cristãs era o bem-estar social e familiar, destacando-se os perigos e desvantagens do sexo fora do casamento natural e as vantagens e bênçãos do sexo conjugal natural. No entanto, com a ampla promoção da agenda gay, o assunto homossexual se tornou onipresente e praticamente obrigatório nos meios de comunicação liberais. Tal exposição inescapável e constante da agenda gay fez com que os cristãos não mais pudessem evitar um tema discutido com tanta freqüência, obcecação e exagero na sociedade moderna.

A boa notícia é que diante da imensa crise de sexo loucamente livre na sociedade as igrejas cristãs saudáveis, com base no Evangelho, ministram para pessoas oprimidas pela imoralidade sexual, inclusive adultério, pornografia, homossexualismo, etc.

Leia o restante da entrevista.

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