domingo, 12 de outubro de 2008

O DESABAFO DE UMA CRIANÇA

Olá, pessoas. Hoje é o Dia das Crianças e não poderíamos deixar de prestar nossa homenagem aos pequeninos e a todas as crianças que vivem dentro de nós. Então leia este texto e pense a respeito...
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Não tenham medo de ser firmes comigo, prefiro assim. Isso faz com que eu me sinta mais seguro.
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Sei que não posso nem devo ter tudo que eu quero. Só estou testando vocês.

Não deixem que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo e o que é errado.

Não me corrijam com raiva e nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falarem com calma, de maneira que eu entenda e em particular.

Não me protejam das conseqüências dos meus erros. Às vezes eu prefiro aprender pelo caminho mais áspero.

Não levem muito a sério as minhas pequenas dores, necessito delas para obter atenção que desejo. Mas às vezes a dor é real. Preciso da sua experiência e bom senso para diferenciar uma da outra.

Não sejam irritantes ou rudes ao me corrigir, pois eu poderei fazer o contrário do que me pedem.

Não me façam promessas que não poderão cumprir, isto me deixará profundamente desapontado.

Não ponham à prova a minha honestidade. Sou criança e é de minha natureza dizer pequenas mentiras ou grandes quando acuado.

Não me mostrem um Deus carrancudo e vingativo. Isto me afastará Dele.

Não desconversem quando faço perguntas. Senão eu procurarei na rua as respostas que não tive em casa.

Não se mostrem para mim como pessoas perfeitas e infalíveis. Ficarei muito desapontado quando descobrir que vocês são apenas simples humanos.

Não digam que meus temores são bobos. Mas ajudem-me a vencê-los.

Não digam que não conseguem me controlar. Eu posso pensar que sou mais forte que vocês.

Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembrem-se de que eu tenho o meu próprio modo de ser.

Não apontem os defeitos das pessoas que me cercam. Isso criará em mim, desde cedo, um espírito intolerante.

Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Me dêem liberdade, mas fiquem de olho...

Mas, sobretudo nunca desistam de me ensinar o bem. Mesmo que eu pareça não estar aprendendo.

No futuro vocês verão em mim o fruto daquilo que plantaram.

Obs: Recebi esse texto por email. Se você é o autor, manifeste-se nos comentários que te darei o crédito, ok?

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