segunda-feira, 6 de abril de 2009

CGADB 2009: Reflexões


Por Victor Leonardo Barbosa


Nestes dias onde cada vez mais a tensão aumenta no ambiente eclesiástico assembleiano, eis que surge (e desaparece) um blog polêmico: O CGADB News onde de forma supostamente imparcial, porém recheado de tendenciosismos sutis, postava várias notícias sobre as eleições e bastidores da CGADB.

Porém, repentinamente ele é tirado do ar, pensando sobre isso e outros fatores que compõe essa eleição, não há como tecer alguns comentários.

Sobre o CGADB News achei muito estranho seu repentino desaparecimento e sinceramente a meu ver foi uma falta de caráter muito grande alguém proferir críticas sem mostrar a cara. Eu e Gutierres fomos muito criticados ao escrever o artigo dando o perfil dos dois candidatos, porém demos a nossa cara a tapa e buscamos ser firmes e bíblicos em nossas opiniões.

O CGADB era tendencioso, porém de forma bastante sutil e extremamente irônica (senão cínica). Seja lá como for ele serviu para nos dar o exemplo de uma coisa: O retrato das atuais relações assembleianas: Politicagem, rivalidade e bem pouca reflexão sadia.
Creio piamente na frase de Lloyd-Jones: a corrupção de uma igreja começa com a liderança.

Não é somente o senhor que anseia por uma reforma institucional, mas para isso é necessário ter zelo por Deus e sua Palavra, integridade e muita CORAGEM.

Muitos possuem várias qualidades, mas a coragem de se arriscar não é uma delas. Concordo com um comentário proferido pelo irmão Daladier em um comentário no blog do pastor Geremias; nesse tão grande Brasil, como é que só dois candidatos concorrem à eleição presidencial? Cadê a coragem de outros para se canditar? E a coragem para confrontar tais erros? Tais tipos de homens são poucos e infelizmente escassos no meio assembleiano.

Que Deus nos ajude!

Soli Deo Gloria


1 comentários:

PASTOR DAVIDSON disse...

NOTICIA IMPORTANTE
SOBRE A CGADB:


O Pr. Davidson Gomes Vieira ingressou com representação na CGADB postulando a instauração de processo administrativo em face do Pr.SAMUEL CÂMARA em razão da flagrante conduta aética consubstanciada por seu ofensivo pronunciamento, levado ao ar em programa televisivo no dia 13 de junho de 2009. Espera que o Conselho de Ética e Disciplina cumpra efetivamente o seu papel.

ESCLARECIMENTOS


A representação não adentra ao mérito do pronunciamento do Pr. Samuel Câmara, ou seja, ela não discute se são ou não verossímeis as denúncias por ele perpetradas, até porque, seu humilde subscritor (Pr. Davidson), na qualidade de simples convencional, jamais se arvorou postar-se como advogado da CGADB e de seus inscritos.


A representação (direito de petição de todo convencional) foi formulada sob os pressupostos do próprio Estatuto e Regimento Interno da CGADB, não se trata de peça difamatório ou de qualquer conteúdo ofensivo à notável ilibada honra do Pr. Samuel Câmara, valendo frisar, que o Representante (Pr. Davidson Gomes Vieira) na qualidade de advogado não poderia esquecer que segundo as próprias regras estatutárias e regimentais poderá, também, sofrer da sanção administrativa, caso não comprove a verossimilhança de suas alegações feitas em desfavor do Pr. Samuel Câmara.


A mencionada representação busca ver declarada a gritante falta de ética do Pr. Samuel Câmara, em trazer ao seu programa televisivo (assistido por milhares de pessoas), denúncias contra a CGADB de fatos que tratados sob o crivo de uma ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA composta da presença de mais de 14.000 pastores, foram ali sanados com a aprovação das contas.


Ora, não se discute a boa ou má gestão da mesa diretora, o que se discute é o fato de um membro, quiçá, perturbado ou não com sua derrota no recente pleito à presidência, tenha a ousadia de vir a público conspurcar a honra da instituição que almeja presidir e dos colegas a quem deve o amor cristão, fomentando a discórdia entre irmãos, quando pelo próprio mister de seu ministério tinha a obrigação de lutar pela união de seus pares e sobretudo não olvidar do direito à dignidade humana, impondo freio à sua solta língua.


Aliás, por ocasião da Assembléia Geral, o Pr. Samuel Câmara teve e usou largamente o direito à palavra e, se ali não fez prevalecer suas convicções, certamente não lhe era lícito usar de seu programa televisivo para de maneira totalmente cômoda incriminar de modo indevido e inoportuno, em local inapropriado fazer denúncias contra quem ali não se encontrava para se defender, agindo assim, com evidente ânimo de difamação.


Imaginem, nos ministros, que tendo nos tornados desafetos de alguém que nos confidenciou suas mazelas em razão de nosso ofício sacerdotal e, que por conta do rompimento da relação de amizade venhamos tornar público aquilo que era confidencial sob o discurso da “transparência” . Não seria no caso a dilatação um mal maior do que o próprio pecado da ovelha? Como afirmou o reverendíssimo Pr. Marco Feliciano em seu recente glorioso pronunciamento sobre a eficácia da fofoca, da calúnia e da difamação: “A quem aproveita o escândalo senão ao Diabo?” Por que utilizarmos caminhos escusos quando temos caminhos legítimos para expor nossos ideais e promover nossas defesas?


Pr. Davidson Gomes Vieira
MEMBRO DA CGADB

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