segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Há Paz? [A inspiradora história de Jeú]

Há Paz... banner-jeu O Mural traz hoje uma dica de leitura de um livro eletrônico (também conhecido como eBook) gratuito. O livro tem por título Há Paz? A história de Jeú, um homem que mudou uma nação, foi escrito pelo pastor Jeff Fromholz e está no formato PDF, podendo ser baixado a partir do site Geração Benjamim. Clique aqui para fazer o download direto.
 
"Há Paz?" trata da necessidade do cristão de não se amoldar ao mundo reagindo/lutando contra o comodismo, o conformismo etc.. O autor faz isso contando, comentando e analisando a vida de Jeú, um home ungido rei de Israel e que tem sua história contada nos livros de I e II Reis.
 
Tenha mais algumas noções do conteúdo do livro lendo sua dedicatória e parte da introdução reproduzidos a seguir (o grifo é nosso).
 
 
Dedicatória do livro
 
Esse livro foi escrito para vocês que querem mais nessa vida do que simplesmente acordar, respirar e um dia morrer; mais do que o normal, mais do que se conformar do jeito que as coisas estão, mas querendo ver uma diferença, querendo fazer essa diferença. Vocês; que têm algo queimando no fundo do seu espírito, algo que grita: “Eu não estou aqui para ser apenas mais um”.  Você está aqui para impactar a sua geração e deixar as marcas de Cristo nesse mundo. Jeú era assim, e ele marcou a sua geração e o mundo em que viveu. E você vai fazer o mesmo também.

Pr Jeff

Trecho da Introdução do livro:

Eu não me lembro da primeira vez em que li a história de Jeú, mas eu me lembro bem da primeira vez em que eu ouvi alguém falando sobre ele. Um amigo me deixou uma pregação de um cara do Canadá chamado Nolan Clark. Na verdade, era mais como uma palavra profética sobre esse tal Jeú no meu computador. E quando eu estava escutando a palavra, eu comecei a pirar. Era a história mais real e com que eu mais me identifiquei na minha vida. Eu parei, abri a minha Bíblia e aí começou uma caminhada de vida com Jeú, que foi rei em Israel e um homem que transformou o mundo em que viveu. E, de certa forma, eu comecei a me identificar com ele e sua história.

Eu sou um cara legal (ou pelo menos acho), mas eu tenho passado a maior parte da minha vida sendo mal-entendido.  Não sei, talvez o problema esteja comigo mesmo. Talvez eu seja um pouco maluco, mas eu não admito que não possamos influenciar esse mundo e que temos que aceitar as coisas do jeito que são.  Para mim, isso é nada mais do que admitir derrota.  E eu nunca admitirei disso.  Talvez pelo fato de ser um cara que curte muitos desses filmes tipo “Coração Valente”, “O Patriota”, “Gladiador”, (tá ligado?) que eu sempre acho que o homem do lado do bem pode vencer ou talvez por ser filho de Deus e sei que a vitória é minha. Não sei, mas algo em mim grita que podemos ganhar, que não temos de nos prostrar diante dos ídolos desse mundo, algo que não me deixa aceitar que todo crente tem que viver em pecado só porque ele é homem.  Não creio nisso, e menos ainda, acho que seja uma atitude bíblica. Muitas vezes essas atitudes e a negação ao ficar quieto têm me deixado num mau estado com outras pessoas.  Mas, mesmo assim, eu ainda creio que nós podemos andar em santidade e assim influenciar esse mundo. Eu até creio que devemos.

Há uma cena no filme “O Patriota”, na última batalha, que basicamente explica o que eu sinto e o que vejo em várias pessoas hoje em dia. Naquela batalha, a última do filme, você tem os dois exércitos lutando um contra o outro quando, de repente, os ingleses começam a tomar vantagem e os americanos começam a correr do campo da batalha.Quando Mel Gibson vê essa cena rolando, algo pira nele. O que ele viu era exatamente o que não devia estar acontecendo e ele soltou um grito: “NÃO!” e, sozinho, começou a correr, tomou a bandeira de um cara que fugia e, com a bandeira levantada, correu na direção da batalha e do inimigo.

Imagem da capa do livro tirada do próprio site Geração Benjamim.

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