Pular para o conteúdo principal

O melhor da TV: Cold Case

Olá, pessoas. Ver TV aberta no Brasil é complicado. Diariamente as emissoras despejam um quantidade enorme de lixo sobre a tela dos aparelhos. Mas é possível encontrar coisa boa ainda na TV aberta. Você vai ter que garimpar bastante, mas ainda há uma esperança. E nós vamos dar uma força pra você nessa busca por qualidade. E nossa primeira dica é Cold Case: Arquivo Morto.
.

Cold Case (Casos Arquivados em Portugal, Arquivo Morto no Brasil) é uma série dramática norte americana sobre uma divisão policial da cidade de Filadéfia, Pensilvania que se especializa na investigação de crimes não resolvidos. Casos que indissolúveis voltam à tona e são elucidados, após muitos anos de mistério, pela equipe chefiada pela Detetive Lilly Rush (vivida por Kathryn Morris) e seu parceiro, Detetive Scotty Valens (vivido por Danny Pino).

A série estreou em setembro de 2003 na CBS e foi uma das séries mais vistas a estrear naquele ano. Cold Case ganhou noriedade pela qualidade das tramas e produção impecável do consagrado Jerry Bruckheimer, além de uma trilha sonora impecavel que causa uma viagem musical através do tempo.

No Brasil, atualmente, o SBT está transmitindo a 5ª temporada, nas noites de domingo, começando geralmente depois das 23:30, com episódios inéditos para televisão aberta.

Se você já viu, sabe do que estou falando. Se ainda não viu, não deixe de assistir. Garanto a você que vale a pena dormir mais tarde no domingo só pra acompanhar esta série sensacional.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Deus pegou no meu bilau

Bom pessoas e mudando um pouco de assunto, deixo pra vocês um texto muito bom do Marcos Botelho , leia e não esqueça de comentar. É lógico que você ficou escandalizado com o título desse artigo, não era para ser diferente, você é um brasileiro que cresceu com toda cultura e tradição católica latino americana onde os órgãos sexuais são as partes sujas e vergonhosas do corpo humano. Mas não é assim que Deus vê e nem que a bíblia fala do seu e do meu órgão sexual, a bíblia está cheia de referências boas sobre o sexo e sobre os órgãos sexuais, mesmo percebendo claramente que os tradutores tentaram disfarçar. Na narração de Gênesis 2.7 vemos Deus esculpindo o homem do barro, isso foi um escândalo para os outros povos e religiões, principalmente para os gregos que acreditavam que nenhum deus poderoso poderia tocar na matéria, principalmente no barro como um operário fazia. Hoje não temos a dificuldade de acreditar que Deus, na criação, sujou a mão de barro, mas temos tremenda dificuldade d...

O que aprendi com Esaú

Por Gonzaga Soares Gosto dos coadjuvantes da bíblia. Me identifico com eles, não sei ao certo o motivo. Talvez por não estarem sob os holofotes da trama, na qual figuram em plano secundário. Na historia dos gêmeos bíblicos, o foco narrativo é centrado em Jacó, restando a Esaú o papel de coadjuvante na trama de seu irmão. Todos conhecem a historia de Jacó, um relato bíblico cheio de intrigas, trapaças, traições e temor. Desde da primeira vez que li o texto bíblico, simpatizei com Esaú, que diante da traição da mãe e do irmão, sempre demostrou um caráter admirável. E como em um filme ou romance literário em que você torce pelo mocinho, que sofre com as maldades do vilão, eu torcia para que no final da história Esaú desse uma boa sova em Jacó. No entanto, o final da história é surpreendente e contraria todos os romance e filmes, em uma manifestação de pura graça.  Quando Jacó resolve regressar do seu exílio de vinte anos imposto pelo pecado que cometera contr...

O Natal por Caio Fábio

NATAL CONFORME A NATA DE CADA ALMA Paulo disse que não era mais para se guardar festas religiosas como se elas carregassem virtude em si mesmas. Assim, as datas são apenas datas, e as mais significativas são aquelas que se fizeram história, memória e ninho em nós. Ora, o mesmo se pode dizer do Natal, o qual, na “Cristandade”, celebra o “nascimento de Jesus”, ou, numa linguagem mais “teológica”, a Encarnação. No entanto, aqui há que se estabelecer algumas diferenciações fundamentais: 1. Que Jesus não nasceu no Natal, em dezembro, mas muito provavelmente em outubro. 2. Que o Natal é uma herança de natureza cultural, instituída já no quarto século. De fato, o Natal da Cristandade, que cai em dezembro, é mais uma criação de natureza constantiniana, e, antes disso, nunca foi objeto de qualquer que tenha sido a “festividade” da comunidade dos discípulos originais. 3. Que a Encarnação, que é o verdadeiro natal, não é uma data universal — embora Jesus possa ter nascido em outubro —, mas sim um...