segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O Banco de Deus?

A cute, porcelain piggy bank next to stirling pound coins “Se você encontrar um trabalho no qual você serve a Deus, ou aos seus santos ou a você mesmo, mas não serve ao próximo, fique sabendo que este trabalho não é bom” [Lutero].

Os "evangélicos" na ânsia de servir a Deus acabam servindo a si mesmo ao invés do próximo, porque só fazem suas doações, ofertas, dízimos nas igrejas porque acreditam estarem doando a Deus e fogem de qualquer questionamento com a celebre frase: “Já fiz a minha parte eles que prestem contas com Deus”.

Certa vez questionei uma pessoa da administração de uma instituição sobre os gastos e a pessoa como responsável me disse: Eu não quero nem saber, porque, se ficar questionando, o “pa$tor” fica louco da vida!”

Na realidade os “evangélicos” têm esse dízimo como um depósito na conta poupança de Deus e todos os dias vão aos templos pedir a Deus a devolução com juros e correção monetária.

E desta maneira ficam surdos às verdades do evangelho por lhe trazerem uma maior responsabilidade em todas as suas ações.

Afinal de contas é muito fácil depositar na conta de Deus ao invés de fazer uma doação com consciência, buscando transparência no uso dos recursos, legitimidade nas ações, responsabilidade, seriedade, honradez, lucidez, honestidade no auxílio ao próximo, porque existe a promessa de devolução garantida até no mínimo de dez vezes mais.

Que maravilha é o Reino... ou seria Banco de Deus?!!

Fonte: Wilson Roberto Rodrigues em O BOM PERFUME DE CRISTO // Imagem de 123 Royalty Free

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