sábado, 29 de novembro de 2008

Simon

Olha essa imagem aí abaixo? Conhece esse jogo?
 
 
simon - jogo da memória
 
 
O nome original dele é Simon, mas aqui no Brasil ele recebeu o nome de Jogo da Memória (se não me engano, quando ele foi lançado nos anos 80 ou 90 pela Estrela].
 
Pra quem nunca jogou, aqui vão as instruções. Você deve clicar sobre as quatro teclas coloridas repetindo a mesma seqüência que o computador fizer. Ligue as caixas de som do computador! Tudo começa com um pequeno toque em uma tecla; o computador vai sempre incrementando a seqüência à medida que você repete corretamente a que foi feita por ele - Ah, é ele, o computador, que começa, viu?
 
A tela inicial do jogo diz "Faça o que Simon diz... Siga o padrão de luzes e sons o quanto você puder... se você puder!"
 
Clique aqui para ir à página do jogo.
 
Preste muita atenção, veja até onde sua memória te leva e conta pra gente teu recorde. Vamo vê quem vai mais longe! E...
 
Boa diversão!

O seu rastro no planeta - Como ele é?

Quando falamos de meio ambiente, no meio do assunto aparece a tal pegada ecológica, não é mesmo? Mas, em vez de calcular a sua pegada ecológica, você já parou pra observar tudo que deixa pra trás na sua vida? Os resíduos, restos ou... o lixo mesmo?!
 
Não? não fez?! Mas Carol Costa, da revista Bons Fluidos, fez! Ela juntou todo o seu "saldo de 1 mês de consumo comedido" e fala sobre isso nessa matéria aqui da revista. Dá uma lida lá e vê o quanto produzimos de lixo. Será que nosso consumo comedido é mais light que o dela?
 
nao-deixe-rastro-consumo comedido
Foto de Salvador Cordaro para a matéria citada acima.
 

O perigo invisível

A vida moderna é uma maravilha em termos dos benefícios que ela nos proporciona, não é mesmo? O que dizer dos avanços da medicina que trouxeram a cura de doenças que outrora eram incuráveis? O que dizer dos avanços na tecnologia da informação e da comunicação que nos trouxeram o celular, a internet, o email, as redes sociais (leia-se orkut e seus semelhantes) etc.?
 
Algumas inovações não são tão necessárias assim à nossa vida, mas... fazer o quê; se a gente começa a usufruir delas e depois está presa a elas, né?! Pois bem. Já ouviram falar de nanopartículas, nanotubos e nano-sei-lá-o-quê que têm sido notícias há um certo tempo na mídia? Produtos que fazem uso dessas "coisas" aí já existem em produtos que consumimos rotineiramente - quais eu não sei! Vejam, então, a seguir, uma notícia interessante pra pensarmos sobre os riscos de estar em contato com essas nanocoisas.
 
 
 
Notícia de Terra, com EFE via Gazetaweb
 
Cientistas estudam perigo das nanopartículas
 
Uma comissão científica britânica dedicada ao estudo da poluição atmosférica encomendou uma pesquisa sobre os eventuais perigos das nanopartículas.
 
Estas partículas, que podem ser 100 vezes menores que um vírus, são usadas em produtos como protetores solares, roupas esportivas e suplementos alimentares.
 
Calcula-se que haja pelo menos 600 produtos disponíveis atualmente no mundo todo que contenha algum tipo de nanopartícula, e seu uso vai aumentar.
 
Segundo John Lawton, presidente da comissão científica e citado nesta quarta pelo jornal britânico The Guardian, a falta de estudos sobre os possíveis efeitos das nanopartículas é preocupante porque atualmente se ignora os efeitos danosos para o meio ambiente e o metabolismo humano.
 
"Não queremos ser alarmistas, mas quanto mais rápido soubermos mais coisas sobre isto, melhor. O que dizemos ao Governo é que tem que fazer algo... e com urgência", declarou Lawton.
 
A comissão britânica não defende proibir seu uso, pois é consciente dos benefícios desta nova tecnologia.
 
O dióxido de titânio, por exemplo, é usado nos cremes para a proteção dos raios solares e é bastante eficaz para prevenir o câncer de pele.
 
Para Vicki Stone, professora de toxicologia da Universidade Napier, em Edimburgo (Escócia), as nanopartículas demonstraram ser tóxicas em vários testes feitos em laboratório.
 
As nanofibras de carbono, usadas na confecção de roupas coloridas sem usar tinturas, podem chegar ao meio ambiente e serem inaladas enquanto outras nanopartículas microscópicas podem ser absorvidas por vários organismos e contaminar a cadeia alimentar.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Angústia Suprema

Clipe achado por acaso no Blog dos Genésios. É a música Angústia Suprema da banda católica Rosa de Saron.
 
Legal o ritmo da música. Segue um estilo um tanto diferente do que costumeiramente ouvimos na música cristã brasileira. Para ver a letra, clique no "Continue lendo...".
 

Eu imagino o seu olhar
Eu o procuro no tempo
A última noite entre nós
Angústia ao extremo
Sua alma entristeceu
Companhia adormeceu
Só a lua a iluminar
A angústia de um homem Deus

Prostrou-se em terra
Exprimiu suas aflições
Um anjo o consolava
E a tristeza o abalava

Foi na solidão sua maior dor
Suor e sangue, angústia e amor

Sua fé venceu a dor
Ao seu destino se entregou

A salvação seria
Tal qual Deus Pai queria
Repleto de amor
O sangue transpirou

Matemática gospel

O QUE É IGUAL A 100%? O QUE É DAR MAIS DE 100%?
 
UMA PEQUENA FÓRMULA MATEMÁTICA QUE PODE AJUDAR A ESSAS PERGUNTAS.
 
Se
A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
for representado por
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26
 
SE HARDWORK (TRABALHO DURO)
8+1 +18+4+23+15+18+11 = 98%
 
E KNOWLEDGE (CONHECIMENTO) 11+14+15=23+12+5+4+7+5 = 96%
 
MAS ATTITUDE (ATITUDE) 1+20+20+9+20+21+4+5 = 100%
 
Então, veja aonde o Amor de Deus o levará:
 
LOVE OF GOD (AMOR DE DEUS) 12+15+22+5+15+6+7+15+4 = 101%
 
Portanto, pode-se concluir com certeza matemática que: Enquanto trabalho duro e conhecimento o levarão perto de 100% e atitude o levará até os 100%, é o AMOR DE DEUS que o colocará no topo: 101%.
 
Fonte: Pavablog

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

PT ameaça expulsar dois deputados contrários à descriminalização do aborto

Essa notícia é mais uma daquelas que mostram que quem quer fazer as coisas do jeito certo ou pretende estar do lado certo não deve esperar por muito apoio ou ser perfeitamente compreendido. É a cruz do cristão!
 
Vejam só...
 
 
Após 20 anos, o debate sobre a descriminalização do aborto volta a dividir o Partido dos Trabalhadores e reacende a discussão interna sobre a liberdade de os membros do PT votarem de acordo com suas convicções pessoais.
 
Os deputados petistas Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA) apresentaram na semana passada suas defesas à Comissão de Ética do partido no processo a que respondem por serem contra a legalização da interrupção da gravidez indesejada. Segundo a Secretaria de Mulheres da legenda, eles descumprem abertamente uma resolução partidária de 2007 que aprova o direito ao aborto. Se forem condenados, Bassuma e Henrique Afonso podem ser advertidos, suspensos ou até expulsos do PT.
 
Dentro e fora do partido, parlamentares pró e contra o aborto ouvidos pelo Congresso em Foco condenaram a tentativa de punição para os deputados que pensam diferente numa questão classificada como de foro íntimo.
 
Defensor de minorias e dos direitos humanos, o senador Paulo Paim (PT-RS) concorda com a interrupção voluntária da gravidez. “Mas a gente fala tanto em liberdade de expressão e isso é de foro íntimo. É um contra-senso. Pra mim, deve-se arquivar”, avaliou.
 
Outro defensor do direito ao aborto, o deputado José Genoíno (PT-SP) entende que os parlamentares sequer serão punidos. “Isso se resolve no âmbito político. Não cabe punição. Eles não serão expulsos”, acredita.
 
O deputado oposicionista Onyx Lorenzoni (DEM-RS) ironiza o fato de nenhum parlamentar do PT ter sido punido no Conselho de Ética do partido por conta do suposto envolvimento no escândalo do mensalão. “O PT é liberal com roubo de dinheiro público e radical a favor da eliminação da vida”, tripudia.
 
Paim admite que o processo contra Bassuma e Afonso constrange o partido. Mas discorda da relação com o mensalão. “As mulheres têm o direito de fazer isso e o PT tem o direito de arquivar.” Na Câmara e no Senado, tramitam 44 projetos de leis e propostas e emenda à Constituição que tratam do aborto. Entretanto, não há previsão de votação de nenhuma delas nos plenários do Congresso.
 
Campanha contra - O espírita kardecista Luiz Bassuma, que participa de eventos em todo o Brasil contra a legalização do aborto, afirma que sua opinião “transcende a política”. “Isso é questão fundamental na minha vida.” Ele destaca que não mudará “nenhum milímetro” de suas convicções em relação ao tema. “É um erro político que o PT está cometendo. Mesmo quem defende a legalização do aborto acha minha expulsão um erro político”, justifica-se. O mesmo pensa o evangélico Henrique Afonso. “O debate não foi feito. Nós temos quase 1 milhão de militantes. E certamente a maioria é contra.” Henrique ainda admite estar ao mesmo tempo “tranqüilo” e “triste” com o caso. “Estamos defendendo o direito à vida, presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Constituição brasileira”, argumenta.
 
Fonte: Jornal Pequeno via O verbo

Pérolas do ENEM 2007

Seria perfeitamente cômico se não fosse também trágico e um pouco vergonhoso. Seria culpa só do sistema de ensino brasileiro ou os estudantes também têm uma parcela de culpa, hein?!
 
 
Business man sitting at desk thinking
 
• 'O nosso am biente ele estava muito estragado e muito poluido por causa que, os outros não zelam pelo ar puro.'
• 'O serumano no mesmo tempo que constrói também destrói, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias.'
• 'Vamos mostrar que somos semelhantemente iguais.'
• '...agir de maneira inesperável.'
• '...eles matam não somente aves mas também os desmatamentos de animais também precisam acabar.'
• 'morrem queimados e asfixiciados.'
• 'Hoje endia a natureza...'
• 'No paíz enque vivemos, os problemas cerrevelam...'
• '...menos desmatamentos, mais florestas aborizadas.'
• '...provocando assim a desolação de grandes expécies raras.'
• 'O que é de interesse de todos nem sempre interessa a ningém individualmente.'
• 'A natureza foi descoberta pelos homens há 500 anos atrás.
• 'A natureza brasileira só tem 500 anos e já está quase se acabando.'
• 'Eles querem que nós nos matemos por eles a única solução é alugar o Brasil para os outros.'
• 'Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele.'
• 'Nos dias atuais a educação está muito precoce.'
• 'O maior problema da floresta Amazonas é o desmatamento dos peixes.'
• 'O desenvolvimento trás grandes lados positivos e negativos para o meio ambiente.'
• 'Nesta terra ensi plantando tudo dá.'
• 'Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos.'
• 'Existem dois tipos de animais: os que vivem em cativeiro e os que não vivem. Ultimamente, surgiram um terceiro tipo que corresponde aqueles os que são presos pela polícia federal. Todos os fiscais são subordinados. É a propina. '
• 'Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado. '
• 'Ultimamente não se fala em outro assunto anonser sobre... '
• '...são formados pelas bacias esferográficas.'
• 'Os animais acabam sem água para beber e para tomar banho.'
• 'O direito humano para mim tinha que ser igual para todos.'
• 'Na época de Cristo não havia indústrias para poluir e assim mesmo havia problemas sociais entre os povos.'
• 'Os homens brasileiros, estão acabando com tudo, as árvores para desmar para fazer taúba e outra coisa.'
• 'O homem não está mais valorizando a sua pátria ambiental.'
'Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si próprio.'
• 'A concentização é um fato esperançoso para o território mundial.'
• 'Espero que isso mude aqui no Paraná, que não seja como os outros países.'
• 'Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós.'
• 'O sero manu.'
• 'O Euninho...' (El Niño)
• 'Na Amazonas está sendo a maior derrubagem e extração de madeira do Brasil.'
• 'O problema ainda é maior se tratando da camada Diozoni!'
• 'Por isso eu luto para atingir os meus obstáculos. '
• 'A situação tende a piorar: pessoas da floresta Amazônica destróem a Mata Atlântica. '
• 'Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom benefício para o Brasil' (???)
• 'Eu concordo em gênero e número igual.'
• 'As vezes penso comigo mesmo e chego a mesma conclusão que chegou Renato Russo: Que país é esse?'• 'O seringueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derubam as seringas. '
• 'Já está muito de difícil de achar os pandas na Amazônia.'
• 'Até a Xuxa hoje em dia se prelcupa com a situação dos animais'
• 'Há muito tempo atrás, meu avô matou várias onças na fazenda dele.'(E eu com isso?)
• 'Enquanto os zoutros ...'
• 'É um problema de muita gravidez.'
• ' tudo baixo nive...'
 

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Diferentes pontos de vista

Com qual destes pontos de vista a respeito de um capo de água você concorda? Quem é você? Clique na imagem para ampliá-la.
 
pontosdevista
 

Brennan Manning

 
Entrevista especial com Brennan Manning
Muitos cristãos ainda temem deixar que Deus os ame como realmente são, afirma o ex-padre, alcoólico sóbrio e escritor.
 
brennan manning Brennan Manning é o autor de O evangelho maltrapilho, A sabedoria da ternura e outras obras já publicadas no Brasil.

O que é um maltrapilho?
Bem, o Antigo Testamento apresenta uma bela cena sobre os Anawims. No século 18, eles são os pobres, desabrigados e sem-terras; Deus um dia restaurará a prosperidade deles. No século 6, porém, os Anawims adquiriram um sentido de imensa profundidade espiritual. Eram os pobres de espírito, que tinham confiança inabalável em Deus e se comprometeram por completo a fazer a vontade dele.
Agora, quando o tema chega ao Novo Testamento, os Anawims são os que se reúnem para conhecer Jesus em seu nascimento. São os pobres, desconhecidos, as pessoas à margem da respeitabilidade. São os pastores. Lá está Ana, uma senhora de 84 anos, e Simeão, um idoso. E todos os animais. E lá está, claro, a Virgem Maria, que fora considerada a última e a inferior em uma longa linhagem. Esses são os verdadeiros pobres de espírito. Eles reconhecem que dependem completamente de Deus, até mesmo para respirar, lançaram sua esperança sobre Jesus e se renderam à vontade do Pai. Isso, basicamente, é a definição de um maltrapilho.

Fale-nos de sua premissa sobre a confiança do crente em Deus.
A idéia básica se resume em uma sentença: O esplendor do coração humano que confia e é amado incondicionalmente dá a Deus mais prazer do que a Catedral de Westminster, a Capela Sistina, a Nona Sinfonia de Beethoven, os Girassóis de Van Gogh, a visão de dez mil borboletas em revoada ou o perfume de um milhão de orquídeas em flor. Confiança é o presente de retribuição que damos a Deus, que gosta tanto do presente que levou Jesus a morrer por amor a ele.

Foi isso que Jesus disse que precisamos trazer para o relacionamento?
Sim. Confiança e entrega como de uma criança, creio eu, é a definição do discipulado autêntico. Com freqüência, a necessidade suprema em nossa vida é a mais ignorada: confiança inabalável no amor de Deus, qualquer que seja a situação. Penso que foi esse o ensinamento de Paulo ao escrever em Filipenses 4.13: “Tudo posso naquele que me fortalece”.

Mas, como podemos saber se estamos confiando mesmo? A maioria das pessoas afirma que confia em Deus.
A característica dominante de uma vida espiritual autêntica é a gratidão que brota da confiança – não apenas por todos os dons que recebo de Deus, mas gratidão também por todo o sofrimento. Por ser uma experiência purificadora, o sofrimento é, freqüentemente, o caminho mais curto para a intimidade com Deus.
Acrescentaria, também, que a confiança bíblica cresce a partir do amor. Minha confiança em Deus deriva da experiência do amor dele por mim, dia e noite, haja tempestade ou calmaria, doença ou saúde, esteja eu em boa ou má situação. Ele se aproxima de mim onde eu vivo e me ama como sou.
Em João 17.26, Jesus disse: “Eu os fiz conhecer o teu nome, e continuarei a fazê-lo, a fim de que o amor que tens por mim esteja neles, e eu neles esteja”. Abba tem por nós exatamente o mesmo amor que tem por Jesus, quando habita em nosso coração. O problema é que a maioria das pessoas não sabe disso.

Quer dizer que parte do problema é falta de atenção?
Acredito que a verdadeira diferença na igreja americana não é entre conservadores e liberais, fundamentalistas e carismáticos, nem republicanos e democratas. A diferença está entre os que percebem e os que não percebem.
Quando uma pessoa percebe esse amor, o mesmo que o Pai tem por Jesus, ela se enche de gratidão espontânea. O clamor de gratidão se torna a característica dominante de sua vida interior, e o subproduto da gratidão é alegria. Não ficamos alegres e depois gratos, é a gratidão que nos enche de alegria.

Mas existe o sofrimento, também. Em seu livro, em meio à gratidão e à contemplação de Deus, você fala de forma bem pessoal sobre como, se quisermos realmente aprender a confiar em Deus, não é possível evitar o sofrimento pessoal.
Quando eu vivia em Nova Orleans, sem freqüentar nenhum centro de reabilitação para alcoólatras e dependentes de drogas, eu me agarrava a um gole de vodka e o que menos queria era o tratamento de 28 dias que poderia salvar minha vida.
Continuei a beber – uma criança bêbada clamando: “Jesus, onde você está?”. Como vivenciamos a confiança no meio de dor, sofrimento, mágoa e puro desespero? Quer dizer, será possível suportar e por fim vencer o cenário sombrio e melancólico do mal e da destruição e voltar a sentir que o amor de Deus é incondicional? Essa é a pergunta que faço aos cristãos. Vocês confiam no amor de Deus? Todos respondem que sim, que sabem disso há muito tempo. Aí, observe como vivem. Há tanto medo, tanta ansiedade, tanta raiva de si mesmos. A melhor definição de fé que já ouvi foi feita por Paul Tillich: “Fé é a coragem de aceitar a aceitação”.
O que significa isso? Fé é um código para aceitar que Jesus conhece toda a história de minha vida, cada segredo, cada momento de pecado, vergonha, desonestidade e degradação em meu passado. Agora mesmo Ele conhece minha fé superficial, minha vida de oração frágil, meu discipulado inconstante, aproxima-se de mim e fala: “Desafio você a confiar. Confiar que eu o amo exatamente como você é e não como deveria ser, porque você nunca será como deveria ser”.

Por que temos medo de Deus não nos amar como somos?
Minha percepção é que pensamos que, se deixarmos Deus livre em nossa vida, ele irá pedir demais de nós. Será que ele vai me mandar ficar 10 anos em Calcutá, com as missionárias de Madre Teresa? Será que vai me fazer ter câncer? Ele pode me mandar deixar minha esposa e ir viver sozinho numa caverna, pensando só nele. Esses temores malucos não têm nada a ver com o Deus verdadeiro, que se delicia com seu povo.
Para mim, é mais importante amar do que ser amado. Quando a pessoa ainda não teve a experiência de ser amada por Deus, do jeito que é e não como deveria ser, então amar os outros se torna um dever, uma responsabilidade, uma tarefa. Mas, quando aceito ser amado como sou, com o amor de Deus derramado em meu coração pelo Espírito Santo, então posso alcançar os outros com menos esforço.

E a confiança que nasce desse amor, como você falou, é implacável.
Isso soa engraçado: confiança implacável. O dicionário define implacável como “sem piedade”. No contexto que estou usando, é sem autopiedade, que é a primeira reação normal inevitável. Creio ser perda de tempo tentar acabar com ela. Entretanto, chega o momento em que ela ameaça se tornar maligna. Pode nos atrair para a autodestruição e comportamentos como afastamento, isolamento, bebida, drogas e assim por diante. E depois apenas imploramos a graça de Deus para colocar um limite temporal em nossa autopiedade.
O poeta disse que a última ilusão de que devemos abrir mão é o desejo de nos sentirmos amados. Há um monge que viveu durante 30 anos na abadia Genesee. Um visitante lhe perguntou se ele se sentia mais próximo de Deus do que há 30 anos. A resposta gloriosa do monge foi: “Não, mas isso não tem mais importância”. Ele estava tão livre da necessidade de se sentir amado que podia aceitar, indiscriminadamente, consolo ou desolação, presença ou ausência de Deus, como sendo a mesma coisa. Graças a Deus que, com a instabilidade de meus sentimentos frágeis, a presença dele em mim não depende do que eu sinto. Se dependesse eu estaria com sérios problemas.
 

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Qual o presente do futuro?

Este texto não foi escrito com o intuito de ser um devocional, creio eu, mas bem que vale por um. Então... este é o devocional do Mural pra hoje!
 
 
Você consegue fazer planos a longo prazo? Eu não. É só fechar os olhos e tentar imaginar o Saulo daqui a 5 anos e vem um branco insuportável na minha cabeça. Dói. Não sei se é por medo, trauma, talvez alguma coisa no meu cérebro. Tomo atitudes por pura intuição, aproveito as oportunidades que acho interessantes, descarto o que não gosto ou me parece muito trabalhoso e, de alguma maneira, chego. Chego em lugares que nunca imaginaria chegar, que estavam completamente fora dos meus planos, aliás, nem planos eu tinha.
 
O problema de ser assim é que mais cedo ou mais tarde você acha que toma uma decisão “errada” e ela te leva pra um lugar que você acha que não deveria ir. Aí você acha tem que voltar… e voltar não é simples. Você olha pra trás e não consegue enxergar onde foi que perdeu o caminho, se pergunta se vai dar tempo recomeçar, percebe que existem outras pessoas além de você envolvidas nisso tudo, se desespera.
 
Existe um caminho? Ideal? Perfeito? Um outro que não o que você percorre? Com todos os erros e acertos que você comete?
 
Se o meu está escrito eu o sigo à risca, todos os dias. Acho que quem me criou sabia o que estava fazendo.
 
E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Romanos 8:28
 
Palavras de Saulo Carvalho em seu blog Mr. Celofane - Transparente
 
Eu até sugeriria mais uma passagem bíblica pra acompanhar este texto...
 
 
as palavras de Jesus em Mateus 6:34: "Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias reocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal" (NVI).

Faça rapidinho

Neste mundo alvoroçado e aperriado de hoje é essencial conhecer métodos, truques e dicas pra agilizar desde a mais simples tarefa até a mais complicada, né não? Então aprenda com esses dois pequenos vídeos abaixo a dobrar uma camisa e a amarrar os cadarços do seu tênis em uma pequena fraçãozinha de tempo. Quanto tempo? Ah, confere aê!! São vídeos pequeninos. Carregam logo.



segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Nooma 05 #- Noise


Olá, pessoas... com vocês o quinto episódio da série Nooma - “Noise” (Ruidos). Neste episódio Rob Bell nos fala da importância do silêncio e de como nos prepararmos para desfrutar a presença de Deus. Aproveitem as idéias e conceitos que ele lança através de boas metáforas, discursando de forma criativa sobre Deus. Em apenas 10 minutos Rob conta alguma história ou conversa alguma coisa com os telespectadores.

A BÍBLIA É BABEL


A Bíblia não pode estar acima da vida. A maior autoridade na vida é a vivência mesma e não o texto sagrado da religião. O que contraria um pilar da tradição evangélica. Proponho inverter a afirmação tradicional. A vida é a maior autoridade sobre a Bíblia.

A hermenêutica evangélica da Bíblia hierarquiza o texto sagrado dividindo-o em patamares de estilo e valor: o texto normativo e o narrativo. Por ser uma escrita escorregadia, marcada pelas singularidades e obscuridades das experiências humanas, o texto narrativo precisa ser iluminado pelo texto normativo, aquele que discorre sobre Deus e doutrina a vida do crente. Sendo assim, grande parte dos evangelhos e do Livro dos Atos dos Apóstolos careceria ser interpretada com o auxílio preciso das Cartas Apostólicas. Também se sujeitariam a estes os poéticos e apocalípticos. Afinal de contas, o que fazer com o sorteio que define a vontade de Deus para a substituição no colégio apostólico, ou com a quantidade exorbitante de vinho providenciada pelo festeiro Nazareno transformando água em vinho? Os narrativos escandalizam, os normativos devolvem a ordem.

Esta compreensão hierarquizada da Bíblia já é uma “ginástica” conceitual para administrar a violência imposta à vida humana ao submetê-la a uma autoridade carente de dinamismo, à força fria do que está escrito. Os textos narrativos, maioria sugestiva da Bíblia, são repletos de ambigüidades, contradições, tensões, becos sem saída e imprecisões, porque são o retrato da vida de homens e mulheres que experimentaram Deus em épocas e culturas próprias. Da mesma forma que o discurso religioso quer sujeitar a vida ao texto bíblico, sua hermenêutica obriga-se a calar a polifonia irresistível dos textos narrativos com a mordaça dos chamados textos normativos.

Como se já não bastasse a hercúlea tarefa de arranjar a “Bíblia” de forma a maquiar suas imprecisões textuais e sua distância cultural em relação ao leitor, impõe-se ao crente arranjar sua vida de forma a encaixá-la na moldura das Escrituras, ou pelo menos dar esta impressão. Entenda o enquadramento da vida pelas Escrituras pelo que delas se compreende e se institui como fiel interpretação. Assunto com que já nos ocupamos em textos anteriores a este.

Acredito que precisamos ampliar o alcance da doutrina cristã da encarnação. O Deus que se fez gente deveria ser a mais importante chave de compreensão da Bíblia. Sendo assim, podemos entender o gesto de se esvaziar da condição acima da vida para assumir a condição humana de viver como a rendição de Deus à única realidade em que o que diz à humanidade pode fazer sentido, na vivência.

A Palavra de Deus se enche de sentido no Verbo Encarnado. O Verbo Vivo não mata a vida para se impor como doutrina. “O ladrão vem para roubar, matar e destruir”. Doutrina que não se vivencia assalta a vida. Mas a Palavra encarnada é a que vivencia radicalmente a existência humana e nela promove a vida intensamente. (Jo 10.10) O movimento divino de encarnação é um ato libertador. É negação de qualquer fala que se desconectou da vida para a sua afirmação redentora. Antes de dizer, desdizer.

Talvez por isso Jesus tenha usado com freqüência as locuções “Ouvistes o que foi dito aos antigos (…) eu, porém, vos digo que (…)” (Mt 5.22-44) Um Deus encarnado precisa dizer de novo. Reinterpretar o que sempre disse, pois fala de dentro da dinâmica existencial dos viventes. Fala com cheiro, com timbre, com cara, com batimentos cardíacos, com cultura e história, é a Raiz de Jessé, o Filho de Davi. Judeu nazareno oprimido pelos romanos. É provavelmente carpinteiro, certamente pobre. É filho de Maria, primo de João Batista. É “comilão e beberrão”. É rabi. É o filho do homem. É gente. Tem que desdizer e dizer de novo.

Acredito que foi por isso que Jesus suspendeu a prática do jejum em determinado momento, rito previsto e normatizado na Lei, negando qualquer sentido ao jejum na “presença do noivo” Como também colocou o Sábado a serviço da vida humana e a libertou de seu senhorio desastroso: o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. A vida é sagrada e não o mandamento do sábado. A Bíblia foi feita a partir da vida humana e não a vida humana a partir da Bíblia. A Bíblia sagra-se na vida.

Jesus re-significou a lei diante da mulher flagrada em adultério. A célebre pergunta “quem não tiver pecado atire a primeira pedra” seguida do perdão nada mais foi que a vida legislando sobre a Lei. Silenciou a opressão da palavra que acusa e condena e deu voz ao perdão e à esperança. Jesus é a vida se impondo sobre a letra. Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Tão pouco eu te condeno. Vá e abandone a vida de pecado.”

A grande pressão sofrida por Jesus, sua maior tentação, foi a de inverter a relação. Violentar a vida impondo sobre ela as regras vindas do alto. Ao que respondeu com uma metáfora. “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”. (Jo 12.24) Mesmo diante da morte previsível, Jesus se nega a jogar com outras regras que não as da vida. As únicas que poderiam produzir muito fruto. Regras acima da vida fariam a palavra de Jesus uma palavra solitária, sem sentido. A palavra encarnada na vida, inclusive na possibilidade previsível da morte, é solidária, é comunhão, são muitos frutos, tem muito sentido. O mundo é reconciliado com Deus apenas na palavra que frutifica no solo da existência humana.

É por isso que o pregador que vocifera promessas de milagre precisa deixar o púlpito e freqüentar os quartos de hospitais onde esperam pelo último suspiro centenas de enfermos. Gente que nunca experimentará a tal “fé” que produz milagres. Pela mesma razão lamento a dor, mas celebro a oportunidade de ter a companhia de pastores que experimentaram o fim do casamento. Eles sim têm o que dizer sobre a interpretação de textos bíblicos a respeito do divórcio e novo casamento. Festejo a globalização e o acesso em tempo real aos fatos do mundo, pois enquanto reclamamos de Deus um jeitinho para os nossos mínimos problemas somos também constrangidos pelos campos de refugiados em Darfur.

Não tenho dúvida de que essa necessidade de alçar o texto bíblico acima do mundo vivido é uma manobra de perpetuação de poder, ou seja, da religião instituída. Apenas a instituição teme a leveza da vida humana, sua imprevisibilidade a ameaça, seu descontrole a esvazia, sua circunstancialidade a relativiza. Por isso o texto precisa emoldurar a vida humana e confirmar a relevância da religião organizada. Não consigo parar de repetir que a Bíblia que se posiciona acima da vida é sempre a imposição de uma interpretação dela e nunca ela mesma.

A Bíblia em si mesma é a sabotagem divina à sistematização dos amantes do poder. A Bíblia é Babel. A confusão de línguas e histórias impedindo a divinização dos edifícios. Babel é a vida liberta por Deus das amarras hegemônicas dos poderosos. A Bíblia é Deus confundindo os esforços cartesianos de aprisionamento da verdade. A Bíblia é Deus libertando a vida das razões absolutizantes. A Bíblia é Deus babelizando os poderosos e espalhando a verdade por tantos viventes quantos haja. A Bíblia é tão narrativa quanto à vida. E tão desorganizada, imprevisível, imprecisa, surpreendente e contraditória quanto a vida de qualquer um de nós.

E é justamente porque a Bíblia se parece muito com a vida humana que tem muito e sempre o que dizer à humanidade. Sendo um livro essencialmente narrativo é Deus falando enquanto vivemos.

Gadamer fala da compreensão como um jogo. Um jogo dialógico e dinâmico. Como em um jogo, só se compreende bem algo, suas regras e funcionamento, a medida que é vivenciado. Aprendemos um jogo não quando lemos suas regras, mas quando o jogamos. Aí sua dinâmica é apreendida. Ninguém aprende a jogar a partir de uma manual de regras, mas a partir do jogo mesmo. Porque um jogo é muito mais que as regras de seu funcionamento. É intuição. Discernimento. Interpretação. Improviso. Imaginação. Só então as regras do jogo fazem algum sentido.

A Palavra de Deus também. Enquanto vivemos, a Bíblia pode ser compreendida na dinâmica do que experimentamos. O que diz só faz sentido a partir do que vivenciamos. O que acreditamos dizer a Bíblia como Palavra de Deus é apenas o que faz sentido na vida que experimentamos aqui e agora. O que cai no solo da existência humana e frutifica. O que promove e afirma a vida humana. “A letra mata, mas o Espírito vivifica”.

Para a vida humana, com tantas vozes e imprevisível, uma Bíblia tão falante e tão surpreendente.

Elienai Cabral Junior

Fonte: http://elienaijr.wordpress.com/

sábado, 22 de novembro de 2008

Ouro, Prata e Bronze

Por Ed René Kivitz
Editorial da IBAB em 24 de agosto de 2008



As perguntas mais freqüentes que me chegam a respeito de dízimos e ofertas são apenas três.
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A primeira é simples: tem que ser 10% do salário ou ganho mensal? Minha resposta é: “não”. O percentual estabelecido na Lei de Moisés obedece a mesma lógica dos outros quatro elementos da estrutura religiosa do judaísmo: a consagração da parte era apenas o caminho pedagógico para a consagração da totalidade. No Antigo Testamento Deus estava prioritariamente associado a um lugar (o Templo), um dia (o shabat), uma atividade (o culto) e um grupo de pessoas (os sacerdotes).

Mas no Novo Testamento “Deus não habita em templos feitos por mãos humanas” (Atos 7.48,49), já não se deve julgar ninguém pelos “dias de festa ou sábados”, pois todos os dias são iguais (Romanos 14.5,6; Colossenses 2.16,17) e todos são sacerdotes (1Timóteo 2.5; 1Pedro 2.9,10), que fazem tudo, seja comer, seja beber, ou qualquer outra coisa, para a glória de Deus (1Coríntios 10.31).

Assim também a ordem para entregar os dízimos a Deus era apenas uma disciplina temporária, até que o povo aprendesse que a Deus pertence “toda a prata e todo o ouro” (Ageu 2.8). O princípio dos dízimos e das ofertas visava a ensinar que tudo pertence a Deus e deve ser administrado na perspectiva de beneficiar sempre o maior número possível de pessoas.

A entrega dos dízimos é o caminho do aprendizado da generosidade e da prática da justiça e da solidariedade. Quem é solidário não faz conta: reparte, compartilha, doa generosamente sem se preocupar com percentuais. E justamente porque seu coração é generoso, se alegra em doar sempre e cada vez mais.

A segunda pergunta quer saber se o dízimo deve ser entregue obrigatoriamente na Igreja. Também respondo que não. A Igreja é sim, em tese, uma instituição através da qual se pode distribuir riquezas e socializar recursos. Mas o importante é que a riqueza esteja circulando para abençoar o maior número possível de pessoas, tanto através da estrutura organizacional da Igreja quanto das redes de relações: comunitária, familiar e fraterna, que existe ao seu redor.

A terceira e última pergunta é a respeito da necessidade de quitar os atrasados no caso de falha na contribuição um mês ou outro. Também acredito que não. A contribuição financeira não é um pagamento ou uma obrigação, mas um gesto voluntário e espontâneo: Deus ama quem dá com alegria (2Coríntios 9.7). Aquele que aprendeu com Jesus que “mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20.35), sabe que a possibilidade de repartir é um privilégio (2Coríntios 8.1).

A discussão legítima, portanto, não é a respeito de dízimos e ofertas, mas de solidariedade e prática da justiça, no âmbito pessoal, comunitário e coletivo: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra. Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça, para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.

Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus. Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com todos” (2Coríntios 9.7-13).
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Propaganda x Realidade ou MacDonalds x Paulinho

McDonalds - Big Tasty ( por Paulo Sisko)


Olá pessoas sabadão ai e você vai sair com a galera pra fazer aquele lanche, então se liga no que vai pedir, porque nem sempre o que você vai comer é o que ta no cartaz.
E quem da a dica é o excelente blog Coma Com Os Olhos que nos mostra a dura realidade da frase "A Propaganda é a Alma do Negócio". O blog, de maneira divertida, nos mostra a diferença entre a "fantasia" e a realidade do McPão nosso de cada dia e de uma serie de coisas que andamos comendo por ai.


Então na hora de fazer aquela boquinha com a turma, talvez o passaporte da esquina ainda seja a melhor opção. Você quer ver mais ? Então da uma passada no Coma Com Os Olhos.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

O melhor da tv: Todo mundo odeia o Chris


Everybody Hates Chris, ou Todo mundo odeia o Chris é uma série inspirada nas experiências de infância do comediante Chris Rock.
Narra a história de um garoto negro, morador de Bedford-Stuyvesant, bairro do distrito de Brooklyn, em Nova York. Por ser bastante azarado, Chris se envolve em diversos apuros em casa, na escola, na rua e no trabalho durante o início da década de 80. Chris ainda tem que tentar sobreviver em um colégio cujo único negro é ele e tentar manter seus irmãos na linha.

A série é diferente de outros sitcoms americanos, como Eu a patroa e as crianças e Um maluco no pedaço, sem risadas gravadas em estúdio e com personagens naturais e bem humanos Everybordy Hates Chris trata de assuntos como preconceito, de uma forma leve e realista, o que faz com que os críticos consideram a série superior a estas .

Se o assunto é fazer rir, então não existe nada mais engraçado no momento que Todo Mundo Odeia o chris, se você já viu, com certeza já virou um fá, e se não viu ainda se liga nos horários da serie e onde ta passando.

Todo Mundo Odeia o chris, onde e quando passa?

Canal Sony: Sexta [21h]
Record: Seg. à Sex. [14:30h]



quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Um sonho

E por falar em consciência negra, que tal lembrar (ou ver pela primeira vez, caso você não conheça) o discurso de Martin Luther King Jr. onde ele diz várias vezes "Eu tenho um sonho..."? É um discurso onde ele fala da realidade norte-americana da década de 1960, mas que se aplica à realidade de vários países onde ainda há o preconceito racial.
 
Veja abaixo o vídeo do discurso pronunciado no dia 28 de agosto de 1963, na escadaria do Memorial a Lincoln.
 
 
Vídeo postado no Caminha Cristã em 06 de novembro.

Teologia negra

Hoje é o Dia da Consciêcia Negra, e, para refletir um pouco sobre sobre a relação da teologia atual e o negro no Brasil, segue um texto do pastor Gercymar Silva tirado lá da Editora Ultimato.

Cross carved into a veteran's headstone. Memorial to fallen soldier carved into graniteA afirmação étnica do negro no Brasil precipita uma reflexão ainda muito contida sobre as culturas africana e afro-brasileira no meio religioso cristão-evangélico-protestante. Há uma quase omissão do protestantismo brasileiro em debater a temática da negritude e sua participação na formação e na história da igreja evangélica no Brasil. A afirmação étnica do negro exige o espaço devido aos seus representantes.

A igualdade entre as raças e o convívio com as diferenças não é só uma discussão étnica. De modo semelhante, as políticas de ação afirmativa não são apenas demandas que estão na moda. Seria simplismo olhar as coisas por esse prisma! O crescimento e a adoção de políticas de ação afirmativa nos últimos anos são visíveis, embora haja segmentos da sociedade que se opõem ou se omitem a tal ação.

A Igreja Metodista ainda não incluiu claramente em sua agenda a reflexão do papel do negro e sua contribuição, mesmo tendo uma pastoral de combate ao racismo. Há muito, o negro brasileiro forja seu espaço e sua participação em diversos âmbitos da cultura: culinária, cosmética, música, literatura, religião, artesanato, línguas, ciências, artes, mitos etc.

A liturgia, por exemplo, vale-se da música, imprescindível na celebração. Porém, o que seria da música sem a variedade de ritmos? Haroldo Costa, em artigo na “Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”, diz que “a senzala foi o ambiente onde a música e os ritmos de origem africana se desenvolveram, e amplificaram a sua influência na casa grande”.

Hoje, a música africana ganha uma expressão afetiva incontestável, seja no meio secular ou no meio religioso. Avalia-se que o campo religioso brasileiro está em plena articulação com a emergência da afirmação étnica dos negros no Brasil. A propósito, “o candomblé, um dos símbolos de referência imediata da negritude brasileira, cresce como se acompanhasse a emergência da identidade afrodescendente e o ganho espaço-social que esses indivíduos vem ocupando na sociedade inclusiva”. [1]

A sanção da lei 10.639, que obriga o ensino de “História e Cultura Afro-Brasileira no Ensino Fundamental e Médio”, representa uma conquista singular da população negra ao lado do movimento negro. A iniciativa age sobre o sistema educacional com grande impacto, fazendo a sociedade discutir amplamente a temática. A questão desperta interesses de ordem política, econômica, social, histórica, cultural e religiosa.

Ao procurar se ajustar a essa iniciativa, o sistema educacional agrega uma discussão que envolve entusiastas e críticos -- o que faz fervilhar a opinião pública. A lei tem uma história que se confunde com a emergência do Movimento Negro dos últimos trinta anos. É possível que “os desafios para a implementação [da lei] são da mesma ordem dos que se antepõem ao avanço da luta contra o racismo”. [2]

A essa altura, a questão fundamental está mais do que evidente: Qual é, ou qual será a contribuição do protestantismo para a afirmação do negro no Brasil? Essa questão pode ser elaborada de uma forma mais criativa e/ou acadêmica: Qual é a cor e qual é o gosto das lideranças evangélicas em discutir a questão da afirmação do negro no Brasil? É por isso que a igualdade entre as raças e o convívio com as diferenças não é só uma discussão étnica; é política, social, cultural e religiosa. A discussão é um problema da nervura da sociedade brasileira.

O Fórum de Lideranças Negras Evangélicas, realizado recentemente, encaminhou um manifesto ao 2º Congresso Brasileiro de Evangelização pedindo um basta à omissão e ao silêncio da Igreja Evangélica a respeito da problemática do negro no país. A matéria, intitulada “Afrodescendentes evangélicos querem quebrar o silêncio das igrejas”, ganhou repercussão ao discutir missão integral. O manifesto diz que a igreja evangélica brasileira “só poderá viver verdadeiramente a sua missão integral se contemplar a questão do afrodescendente. Temos a convicção de que estamos vivendo tempos da manifestação de Deus entre nós e entendemos que os cristãos foram postos no mundo para ser consciência da sociedade, diz o manifesto”. [3]

Nessa reunião, foi evidente a presença de negros e negras metodistas, batistas, anglicanos, católicos, das igrejas Deus em Cristo e O Brasil para Cristo. O Fórum considerou que a luta do protestantismo histórico e de missão em prol de condenar a escravidão negra foi, no mínimo, apática. As missões protestantes encetaram a sua propaganda missionária priorizando a elite brasileira, estabelecendo igrejas e educandários distantes das classes exploradas e escravizadas. As missões só se manifestaram a favor da abolição quando o país inteiro estava convencido de seu fim.

Constata-se, entretanto, uma “perpetuação de práticas pedagógicas racistas”, cujos valores são os das classes dominantes, que tolhem a maioria de exercer sua cidadania plena. Além de ser minoria no poder, essa maioria é destituída, explorada e oprimida historicamente -- a maioria negra. Janete Pietá, deputada federal pelo Estado de São Paulo, diz ter tomado consciência da questão racial (e se tornado militante e ativista dos direitos negros) quando foi morar em São Paulo, e não conseguiu alugar uma casa por causa da cor da pele.

Apesar de reconhecer que as desigualdades afetam a população negra, a igreja evangélica brasileira vivencia mobilizações consideradas isoladas, que representam pequenos guetos de reflexão e/ou de ação afirmativa da negritude. Histórica e culturalmente, é vigente a imagem de que a pessoa negra não é inteligente ou capaz de exercer funções específicas, como de chefia e direção, freqüentemente ocupadas por pessoas brancas. A discriminação é maior ainda quando se trata da mulher negra. É fundamental que as idéias veiculadas pela mídia, especialmente em torno da beleza negra, sejam corrigidas. A propósito, “negro não é só lindo, é capaz, é competente”.

Gercymar Wellington Lima e Silva é pastor metodista e especialista em estudos wesleyanos (Umesp e Unimep-SP). gercymar@gmail.com

Notas
[1] Cf. Aislan Vieira de Melo, “Religião e afirmação étnica no Brasil contemporâneo: notas sobre a conversão no campo religioso”. Disponível em: www.naya.org.ar/congreso2002/ponencias/aislan_vieira_de_melo.htm.

[2] Cf. Amauri Mendes Pereira, “História e Cultura Afro-Brasileira: parâmetros e desafios”. Disponível em: www.espacoacademico.com.br/036/36epereira.htm. Amauri atenta para prodigalidade de nosso país no que tange a efetividade das leis, propondo reflexões sobre três desafios: o político, o acadêmico e o da práxis. Conforme palavras do autor, “Temos, porém, o direito e o dever de estarmos atentos. Nosso país é pródigo em leis que não pegam. Ainda mais, com “temática tão problemática”
-- pelo menos para os que não viam problemas (muitos não viam mesmo!) com os nossos currículos, livros e procedimentos didáticos racializados e euronorteamericanocentrados”.

[3] Disponível em: www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/11/267808.shtml.

Texto original publicado com o título "Teologia negra hoje". Imagem de 123 Royalty Free.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Adivinha

 
Uma adivinha pra você quebrar um pouco a cuca:

O que é maior do que Deus?
O que é pior que o Diabo?
Os pobres têm.
Os afortunados precisam.

De acordo com blog Infinitos Momentos, estas perguntas foram feitas num Jardim da Infância e numa Universidade. 85% das crianças souberam a resposta de imediato, e somente 17% dos universitários.

Interaja com o Mural. Coloca tua resposta aí nos comentários e diz quanto tempo você ficou pensando pra achá-la. Em breve diremos se alguém acertou.

Purificação

 
Image Hosted by ImageShack.us
 
Publicado aqui sob a autorização do autor, Ward Vaughn (JUST ED).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução por Mural na Net.
 
 
* O HISSOPO é um pequeno arbusto que dá flores e tem aroma picante (Êxodo 12:22, Levítico 14:4 e Hebreus 9:19). É usado nas aspersões com água nos ritos purificatórios.

Valéria Valenssa, a ex-Globeleza

 
Entrevista dela à revista Veja (para a seção Auto-Retrato).
 
 
 
Valéria auto-retrato1 Na vida da ex-Globeleza, a mulata estonteante que anunciava o Carnaval na TV Globo é apenas um retrato na parede. Aliás, dois: um de 3 metros de altura, outro de 2 metros. Quando foi demitida, em 2005, Valéria Valenssa se tornou evangélica. Hoje, aos 37 anos e longe da folia, dedica-se ao marido, Hans Donner, e aos dois filhos. E, desde julho deste ano, dá seu testemunho em um templo da Igreja Universal do Reino de Deus no Rio de Janeiro. Valéria falou a VEJA sobre essa nova fase.

Antes de se tornar evangélica você tinha alguma religião?
Nasci em um lar um pouco misturado. Minha mãe era espírita e meu pai, budista. Cresci nesse meio, freqüentava os dois templos. Mas eu era muito jovem. Não tinha preferência por um ou por outro.

A que você atribui o surgimento de sua vocação religiosa?
Em 2004, quando meu segundo filho nasceu, a Rede Globo me avisou que estava à procura de uma nova Globeleza. Eu faria só mais uma vinheta, para o Carnaval de 2005. Estava 10 quilos acima do peso e cometi loucuras. Fiz lipoaspiração, coloquei próteses. Perdi os 10 quilos em apenas dois meses. E no fim fui mesmo substituída. Foi muito traumático, e um desrespeito enorme a mim e, principalmente, ao Hans, depois de catorze anos de trabalho. Caí em profunda depressão. Eu tinha o mundo a meus pés e, no dia seguinte, não tinha mais nada.

E por que a religião lhe pareceu uma saída?
Meu grande exemplo de vida sempre foi (a cantora gospel) Aline Barros, que tem um brilho pessoal impressionante. Eu me inspirei nela para me juntar a um grupo de funcionários cristãos evangélicos da Globo, que se reúne perto da emissora. Foi ali que encontrei Deus.

Como foi esse encontro?
Eu já conhecia Deus. Mas era algo superficial. Outro dia meu filho perguntou ao Hans se ele conhecia o Mike Tyson. E o Hans respondeu que só pela TV. Minha relação com Deus era mais ou menos assim. Quando cheguei a essa reunião, tive um encontro real. Chorei por uma hora e meia. A partir daquele momento, nunca mais me separei Dele. E hoje sou mais feliz, tenho outra visão de vida.

Em que essa visão é diferente?
Se eu não estivesse na presença do Senhor, hoje ainda estaria buscando algo que preenchesse o vazio deixado pela Globeleza. Era como se naquele momento eu fosse uma criança e a Globo tivesse tirado o pirulito da minha mão.

Por que escolheu a Igreja Universal do Reino de Deus?
Porque tem cultos em diversos horários.

Que mensagem você procura passar em seus testemunhos?
A primeira coisa é o amor. Em seguida vem o respeito ao próximo, à família, ao casamento.

Você escreve seus testemunhos ou fala de improviso?
Vou com um roteiro básico. Mas na hora escolho as palavras. Falo sobre a minha experiência de vida. Vim de uma família simples, tive dinheiro e fama, mas nada disso preencheu o vazio que havia dentro de mim. E conto como estou hoje.

Tem saudade do Carnaval?
Não. Deixei de desfilar porque já tinha vivido tudo como a Globeleza. Com fantasia, sem fantasia. Já vivi de tudo. Agora estou em outra fase, só quero curtir a infância dos meus filhos. O Carnaval é uma festa da carne, uma festa do mundo. As pessoas lá estão pecando.

Você pecava quando aparecia nas vinhetas e desfilava com o corpo coberto apenas com tinta e purpurina?
Sim. Mas eu não estava na presença do Senhor, não tinha os conhecimentos que tenho hoje.

Quais são os seus planos para o futuro?
O futuro a Deus pertence. Mas gostaria de escrever um livro com meu testemunho e minha história de vida.

Imagem tirada da própria matéria da Veja On line.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

O papel da igreja não é aceitar o pecador?


Era um travesti alto, magro e desengonçado, e tinha uns implantes. Não sei como começou na homossexualidade, mas disse que tinha sede de Deus desde antes. Quando criança, num passeio a uma Igreja Católica com sua mãe, viu um caixão de vidro com uma estátua de Jesus dentro. “Igreja do Jesus morto”; a mãe era devota. Quando chegaram perto, ele, pirralho, sentiu que Jesus lhe olhava.

- Mãe, Jesus está vivo!
- Pare de dizer besteira, menino… - ela não viu, mas ele sabia que Jesus não estava morto.

Adulto, Daisy foi se desiludindo consigo mesmo numa sede que não terminava por outro tipo de vida, apesar de ter tudo o que um travesti poderia desejar, como um parceiro e um filho adotivo. Ligava o rádio na sintonia dos pentecostais. Ouvia músicas e pregações o dia inteiro.

Não se cansava nem da repetição nem dos chavões. Ouvia até a hora de sair para ganhar a vida na rua. Tornou-se um hábito ouvir o evangelho. O parceiro e os vizinhos se irritavam. Daisy ficava mais amuado, mais convicto. Começou a ler a Bíblia.

Uma noite não agüentou mais. Percebeu que não tinha coração para levar a vida assim. Decidiu que aquela seria a sua última noite na rua. Ouviu rádio e pegou a Bíblia. Abriu no primeiro capítulo de Apocalipse, que fala sobre a revelação de Jesus, em suas vestes de luz e língua como espada de fogo. Lindo! Assim seria sua fantasia, a última da vida de rua.

- Vou de “drag-jisas”.

Enfeitou-se todo de branco e dourado, reverente. Não era uma drag qualquer, era o próprio Jesus de uma maneira simbólica dizendo-lhe que chegara sua hora de mudar. Não conseguiu fazer a vida naquela noite; pregava sem parar, como os pregadores do rádio que ouvia há tanto tempo. Pregava para as prostitutas, para os clientes, para os passantes. O ponto se esvaziou, os habituais corriam para não ouvi-lo. Finalmente, no romper da manhã, tendo arruinado a noite de todos os freqüentadores do ponto, sentou-se feliz, cantando uma daquelas músicas do tipo “sai demônios e vem Jesus”. Logo depois Daisy adoeceu e descobriu-se portador do vírus HIV.

Estranhamente não teve medo. Sua irmã conhecia algumas pessoas em Belo Horizonte e resolveu dar uma passada por lá para ver se encontrava ajuda para ele. A vida tem seus caminhos; ao receber a medicação, Daisy encontrou também algumas pessoas do grupo VHIVER, que ajuda portadores do vírus da aids a viver com qualidade. De lá esbarrou nos crentes da Caverna de Adulão e conheceu o Jesus que amava. Converteu-se, “destravecou-se”, “homenzou-se” do melhor jeito que pôde. O parceiro ficara no Rio de Janeiro com o filhinho adotivo.

Teve de dizer-lhe que era homem agora e que cuidaria do filho, mas já não seria “casado”. Sentiu-se puro como um bebê. Dizia que já tinha feito sexo demais a vida toda e agora não precisava mais; iria viver para Deus de todo o seu coração…

Mas não podia ficar em Belo Horizonte, tinha de voltar ao Rio. O Geraldo, da Caverna, se preocupou: “E agora, o que vai ser de Daisy? Quem vai entendê-lo para integrálo?”A essa altura Daisy já se chamava como homem, mas os trejeitos de uma vida no submundo não saem fácil. As marcas (as mãos na cintura, o andar reboloso e a voz fina que ainda desafina) ficam. Daisy voltou para o subúrbio do Rio. Despachou o parceiro, pegou suas coisas e mudou-se. Mas aí veio a parte dura: conseguir um emprego, se sustentar de maneira digna e encontrar uma igreja onde fosse aceito. Nos primeiros meses quase não tinha dinheiro; a única congregação do bairro era o lugar mais perto. As emoções de Daisy ainda eram as emoções de uma caricatura de mulher. Ia à igreja esperando amor como o que encontrara em Belo Horizonte. No começo encontrava o porteiro:

- “Tem culto hoje não, desculpe.”
- “Ah…” - o ar decepcionado de Daisy não mudava em nada a cara do porteiro.

Infelizmente a igreja não conseguiu entender o rapaz. Daisy tentou mais uma e mais outra. Mas o que aconteceria se no bairro vissem aquele homem ainda com peitos freqüentando os cultos? Terminou por entender que não era bem-vindo - mais uma ferida para carregar para quem já sofreu tantas.

Sem ajuda na fé e sem apoio econômico e social para recomeçar, a fé de Daisy se apagou. Geraldo o viu um dia desses nas páginas de uma revista, militando pela causa homossexual, e respirou aliviado, pensando: “Pelo menos ele ainda está vivo…”

Daisy, se você está lendo isto, tente outra vez. Vamos aprender a caminhar com você pelo caminho da restauração. Vamos aprender a fazer da sua vergonha a nossa vergonha e, pelo naosso amor, fortalecer a sua fé naquele que nos transforma.

Bráulia Ribeiro, Presidente da Jocum
Fonte: http://solomon1.com/

Vilarejo

Por Gonzaga S.
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Uma das minhas canções preferidas é "Vilarejo" de Marisa Monte. A canção fala de uma vila bucólica onde cabe todo o mundo, desde Palestina a Shangri-lá, terra de heróis, lares de mãe, frutas no quintal, onde o tempo espera, as janelas estão abertas, em todas as mesas tem pão, flores enfeitam caminhos, destinos, vestidos. Peitos fartos , filhos fortes ...

A doçura da melodia e a letra maravilhosa nos faz viajar para este "lugar real" e nos causa uma certa nostalgia que me faz pensar que fomos feitos para este lugar. É um paradoxo sentir saudades de um lugar onde nunca estivemos, mas que permeia cada canto da nossa alma. Vilarejo é simples e belo; é o mundo como Deus o projetou.

O Circo Gospel Chegou!

Respeitável público!! Venha ver a menor cantora do mundo!! Não deixe de assitir ao show do pregador anão!! Não perca o homem que não tem ouvidos e ouve!! Venha ouvir a menininha de 3 anos que já é pregadora!! Venha ver o homem que tem 8 balas de revolver no corpo!! Assista ao homem que prega plantando bananeira!!

Que a igreja dita evangélica no país já tinha assumido a sua postura de pão e circo, eu já sabia e isso era evidente há algum tempo, mas que ela, a igreja, havia assumido o papel de circo real é algo que tem me deixado impressionado...

A cada dia que passa, nosso cardápio de atrações aumenta, na busca incessante de público para os nossos cultos-espetáculos. A Palavra deixou de ser pregada faz tempo, o louvor se tornou a repetição de frases-chavões durante longos minutos catársicos de uma coletividade doentia e reprimida, Deus passou de receptor do culto para um simples instrumento de manipulação de massa e cobrador dos impostos eclesiásticos que o pecador tem que pagar para alcançar a benção.

Voltando ao começo, é triste ver a igreja brasileira caminhando para esse circo de horrores. A indústria dos testemunhos e dos seres esquisitos para pregarem a “palavra” parece não ter fim. Ninguém quer mais ouvir um pregador sério, que diga aquilo que realmente Deus fala em sua Palavra. O povo quer espetáculo!

Se o pregador não tem um “atrativo” a mais, não serve. Tem que ser anão, ter menos de 5 anos, já ter sido quase morto em confrontos com a polícia, ex-isso, ex-aquilo, não ter língua e falar, e assim cresce a massa levedada pelo fermento dos espetáculos circenses de alcunha “gospel”.

Já não satisfaz o culto verdadeiro, em espírito e em verdade, onde o louvor é comprometido com a verdade e onde a pregação nada mais é do que a exposição sincera e coerente da Palavra de Deus. Palavra ? O que é isso ? Nós queremos é o show!! Pagamos para isso, para vermos nossas igrejas lotadas, custe o que custar.

Muitos já me falaram que os “artistas” não são tão culpados assim, afinal são as igrejas que os “contratam”, não?

Sinceramente, ambos estão negociando com o evangelho. Há inegavelmente uma indústria de testemunhos e esquisitices evangélicas dominando o mercado.

No caso das crianças creio que os maiores culpados são os pais que submetem seus filhos a essa lavagem cerebral para tornarem-se desde pequenas verdadeiros “papagaios espirituais” repetindo sermões, chavões e impressionando o povo medíocre que gosta dessas coisas. O preço da fama às vezes é a perda da inocência e da infância. São pais querendo tornar filhos crianças em adultos-pregadores-sérios. Enquanto Jesus manda que os adultos façam-se como crianças...

No caso dos adultos, aí já é safadeza mesmo! É gente que quer ganhar dinheiro em cima dos crentes que não pensam, mas adoram ver as “coisas do espírito”. São aproveitadores da boa-fé do povo que vive pela fé. Se tivessem compromisso real com Deus não aceitariam os holofotes sobre suas anomalias para “exaltarem” a Deus. Isso é conversa pra boi dormir. Digo sem medo... e gostaria de ver uma dessas atrações circenses do nosso meio “gospel” negar isso olhando nos meus olhos.

Quanto às igrejas que contratam, bem... desses eu já espero tudo mesmo... pois o que interessa a esses é a igreja cheia e o cofre abarrotado... o nome da igreja conhecido e o nome de Jesus diminuído... sepulcros caiados... cheios de espetáculos estarrecedores para esconderem suas anomalias reais...

Que Deus tenha misericórdia desses que negociam a fé e nos obrigam a ficarmos como palhaços nos seus enormes picadeiros eclesiásticos.

Com tristeza no coração,

José Barbosa Junior

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Nooma 04 #- Sunday


Nooma é uma série produzida por Rob Bell, líder da Mars Hill Church. São idéias e conceitos que o veiculados através de boas metáforas, discursando de forma criativa sobre Deus. Em apenas 10 minutos ele conta alguma história ou conversa alguma coisa com os telespectadores.


Episódio de hoje Sunday

Sunday fala sobre igreja, é bem ousado e questiona o que fazemos e por que fazemos.



Para os amantes de música clássica

Um pouco de música Clássica para animar a sua segunda.


Quando eu digo, “Eu Sou um cristão”


Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, não estou gritando “Eu sou salvo!”
Eu estou sussurrando, “Eu me perdi! É por isso que optei por este caminho”.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, eu não falo com orgulho humano.
Eu estou confessando que tropeço e necessito que Deus seja o meu guia.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, eu não estou tentando ser forte.
Estou professando que estou fraco e oro por força para continuar.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, não estou me gabando de sucesso.
Eu admito eu sou falho e não posso pagar a dívida.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, eu não acho que eu sei tudo.
Apresento a minha confusão pedindo humildemente para ser ensinado.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, eu não pretendo ser perfeito.
Minhas falhas são demasiadamente visíveis, mas Deus acredita que eu possa valer a pena.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, eu ainda sinto o cheiro da dor.
Eu tenho a minha quota de melancolia, é por isso que vou buscar o seu nome.

Quando eu digo, “Eu sou um cristão”, não estou querendo julgar.
Eu não tenho autoridade - Eu só sei que sou amado.

Poema de Carol Wimmer

Fonte: http://terceirodia.wordpress.com

sábado, 15 de novembro de 2008

Relembre as aventuras de Mario e Luigi

 
Sente saudade dos jogos do Mario e de seu irmão Luigi? Que tal jogar on line pra matar a saudade?
 
O Mural traz hoje Super Mario Flash, uma versão on line de uma das várias que formavam a série originalmente feita para os videogames.
 
Super Mario Flash
 
O jogo demora a carregar um pouco, mas, pra quem tá com saudade, isso é só um detalhe. O site lhe permitirá escolher 3 tamanhos de tela: 320x340; 480x360 e 640x480 (veja os links abaixo da janela do jogo.
 
Os comandos do game são fáceis. Durante o rolar da ação, use somente as setas do teclado. Seta pra cima faz o Mario (ou o Luigi) pular. Quando estiver na tela de seleção de fases, a tecla espaço seleciona a fase e a tecla B abre o menu de itens especiais que você coleta durante as fases.
 
Boa diversão!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Introdução à Ortodoxia


PESSOAS COMPLETAMENTE mundanas nunca entendem sequer
o mundo; elas confiam plenamente numas poucas máximas
cínicas não verdadeiras.
Lembro-me de que, certa vez, fiz um
passeio com um editor de sucesso, e ele fez uma observação que
eu ouvira muitas vezes antes; é, na verdade, quase um lema do
mundo moderno. Todavia, eu ouvi essa máxima cínica mais uma
vez e não me contive: de repente vi que ela não dizia nada.
Referindo-se a alguém, disse o editor: "Aquele homem vai progredir;
ele acredita em si mesmo".

Lembro-me de que, quando levantei a cabeça para escutar,
meus olhos se fixaram num ônibus no qual estava escrito
"Hanwell".
Disse-lhe eu então: "Quer saber onde ficam os homens
que acreditam em si mesmos? Eu sei. Sei de homens que
acreditam em si mesmos com uma confiança mais colossal do que
a de Napoleão ou César. Sei onde arde a estrela fixa da certeza e do
sucesso. Posso conduzi-lo aos tronos dos super-homens. Os
homens que realmente acreditam em si mesmos estão todos em
asilos de lunáticos".

Ele disse calmamente que, no fim das contas,
havia um bom número de homens que acreditavam em si mesmos
e que não eram lunáticos internados em asilos. "Sim, certamente",
retruquei, "e você mais do que ninguém deve conhecê-los. Aquele
poeta bêbado de quem você não quis aceitar uma lamentável
tragédia, ele acreditava em si mesmo. Aquele velho ministro com
um poema épico de quem você se escondia num quarto dos fundos,
ele acreditava em si mesmo. Se você consultasse sua experiência
profissional em vez de sua horrível filosofia individualista, saberia
que acreditar em si mesmo é uma das marcas mais comuns de um
patife. Atores que não sabem representar acreditam em si mesmos;
e os devedores que não vão pagar.

Seria muito mais verdadeiro
dizer que um homem certamente fracassará por acreditar em si
mesmo. Total autoconfiança não é simplesmente um pecado; total
autoconfiança é uma fraqueza. Acreditar absolutamente em si
mesmo é uma crença tão histérica e supersticiosa como acreditar
em Joanna Southcote: 2 quem o faz traz o nome "Hanwell" escrito
no rosto com a mesma clareza com que ele está escrito naquele
ônibus."

A tudo isso meu amigo editor deu esta profunda e eficaz
resposta: "Bem, se um homem não acredita em si mesmo, em que
vai acreditar?" Depois de uma longa pausa eu respondi: "Vou para
casa escrever um livro em resposta a essa pergunta".

Gilbert K. Chesterton

Acorde, faça alguma coisa.

A nova campanha da organização ambiental WWF lembra como os seres humanos estão ligados à natureza. O vídeo adverte sobre os perigos da destruição das florestas tropicais, os espectadores são convidados a reagir. “Se você se importa com seu futuro, tome uma atitude”, convida a campanha. Um tapa na cara, literalmente.

Consumo excessivo? Déficit ecológico?!

Significa que a grande maioria dos seres humanos está vivendo acima e além dos meios disponíveis no planeta.

A maior parte dos seres humanos vive em países que não são capazes de atender nossas demandas.

Por isso, alimentos são importados e a poluição e os problemas ambientais gerados são exportados.

Como se dá isso no dia-a-dia? Que impacto isso tem sobre nós?
Você pode ver alguns sinais sutis no supermercado que freqüenta.

Observe de onde vêm alguns tipos de alimento. A variedade crescente de nomes de países que você vê, agora, nos rótulos das embalagens dos alimentos é um indicador sutil de que nossas necessidades e desejos muitas vezes atravessam as fronteiras e vão a lugares longínquos.

Nossa necessidade de alimentos e de bens exóticos, frutas fora da estação, durante o ano inteiro, ou frango mais barato está ficando cada vez mais alta.

Onde leva esse consumo excessivo?

Tomemos a carne bovina como exemplo...
Nós gostamos dela. Em termos mundiais, comemos muita carne bovina.

Na realidade, nossa demanda por carne vermelha, e preferencialmente carne barata, provocou a derrubada das florestas tropicais e a irrigação das terras secas, como o Cerrado, para atender essa demanda.

Porém, transformar essas áreas em pastagem podem levar à degradação, pois elas só agüentam ser exploradas para este fim por um determinado tempo. Por isso as chamamos de “terras marginais”. Nossa demanda nos leva, então, a explorar novas áreas para pastagem e, por exemplo, colocar mais bois do que a terra é capaz de suportar a longo prazo.

Tais áreas eventualmente entram em "colapso" – ecologicamente falando. Isso significa que elas param de nos fornecer serviços ecológicos. São serviços como a capacidade de estabilizar o solo, manter sua fertilidade e reter a água, ou manter o equilíbrio entre as espécies silvestres.

Nossos padrões atuais de consumo significam o seguinte:

* precisaremos do equivalente a dois planetas até 2030 para nos sustentar;
* e se não encontrarmos esse segunda Terra logo (e qual é a probabilidade de que isso ocorra?!),
* então não estamos apenas demandando mais do que nosso planeta é capaz de produzir,
* mas estamos também reduzindo a quantidade de sua produção à medida que o estamos arruinando!

Você quer saber mais? Acesse: WWF
Fonte: www.wwf.org.br

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O Espírito dos Tempos

Por G.K. Chesterton
.

Suponha que uma grande comoção surja, numa rua, sobre alguma coisa, digamos um poste de iluminação a gás, que muitas pessoas influentes desejam derrubar.

Um monge de batina cinza, que é o espírito da Idade Média, começa a fazer algumas considerações sobre o assunto, dizendo à maneira árida da Escolástica: “Consideremos primeiro, meus irmãos, o valor da Luz. Se a Luz for em si mesma boa –”.

Nessa altura, ele é, compreensivelmente, derrubado. Todo mundo corre para o poste e o põe abaixo em dez minutos, cumprimentando-se mutuamente em sua praticalidade nada medieval. Mas, com o passar do tempo, as coisas não funcionam tão facilmente. Alguns derrubaram o poste porque queriam a luz elétrica; alguns outros, porque queriam o ferro do poste; alguns mais, porque queriam a escuridão, pois, seus objetivos eram maus. Alguns se interessavam pouco pelo poste, outros muito; alguns agiram porque queriam destruir os equipamentos municipais; alguns outros porque queriam destruir alguma coisa.

E acontece uma guerra noturna, ninguém sabendo a quem atinge. Então, gradualmente, hoje, amanhã, ou depois de amanhã, forma-se a convicção de que o monge estava certo, afinal, e que tudo depende de qual é a filosofia da Luz. Mas, o que podíamos discutir sob o lâmpada a gás, agora temos de discutir no escuro.

Este texto é o último parágrafo da Introdução do livro Heretics de G.K.Chesterton. Tradução de Antônio Araújo (www.angueth.blogspot.com).

G. K. Chesterton - Relíquias de um pensador


Chesterton

Esta semana a seção grandes escritores traz até vocês um dos maiores pensadores cristãos de todos os tempos: G. K. Chesterton, um cristão que nas palavras de Philip Yancey "Desatou sua mente em vez de contê-la, que combinavam um sabor de sofisticação com a humildade que ele não exigia de outros e, acima de tudo, que havia experimentado a vida com Deus como uma fonte de alegria, não de repressão".

Nascido em Londres, no ano de 1874, Chesterton era daqueles sujeitos que não conseguem passar despercebido aonde quer que estejam. A irreverência, o bom-humor e a eloqüência, associados a dois metros e nove centímetros de altura e a um peso médio de 140 quilos, transformavam qualquer ambiente; quer uma festa de aniversário infantil ou um acalorado debate com Bertrand Russel.

Chesterton era uma "máquina" intelectual. Escreveu mais de 4.000 artigos para jornais. Não bastasse a infinidade de artigos, escreveu mais de 100 livros e aproximadamente 200 contos, quase todos ditados para sua secretária. Destacam-se ainda as biografias sobre Tomás de Aquino e Francisco de Assis, além do livro O homem que foi quinta-feira (The Man Who Was Thursday) e a série de livros ficcionais que contam as peripécias protagonizadas pelo personagem Padre Brown.

Sua obra literária é tão versátil quanto marcante. Além de Ortodoxia, em que expõe os pilares da fé cristã, Chesterton escreveu Everlasting Man [O homem eterno], obra responsável por levar um jovem ateu, C. S. Lewis, ao cristianismo. Também é atribuída a Chesterton, decisiva influência na vida de líderes de movimentos de libertação como Michael Collins (Irlanda), Mahatma Gandhi (Índia) e Martin Luther King (Estados Unidos).

Chesterton era extremamente consciente de sua fé. Mesmo quando tachado de retrógrado, não se intimidava em defender o ideário cristão e opunha-se, sem pedir licença, ao encantamento que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo despertavam na intelligência européia da primeira metade do século XX.

Gilbert Keith Chesterton faleceu em 14 de junho de 1936, em sua residência, na cidade de Beaconsfield (Reino Unido), ao lado de sua esposa Frances Blogg, deixando marcas inesquecíveis em mestres da literatura como Ernest Hemingway, Graham Greene, Jorge Luis Borges, Gabriel García Márquez, Marshall McLuhan, Dorothy L. Sayers, Agatha Christie, Orson Welles e T. S. Eliot, que certa feita afirmou: "Chesterton merece o direito perpétuo a nossa lealdade".

G. K. CHESTERTON PARA INICIANTES

Naturalmente, sugiro que você comece com Ortodoxia.

Se gostar deste livro, deve prosseguir e ler The Everlasting Man, que é o resumo que Chesterton fez da vida de Jesus, e suas biografias São Francisco de Assis e São Tomás de Aquino[1]: Há várias coleções impressas de seus ensaios, e, para o leitor insaciável, a Ignatius Press tem se engajado há algum tempo na enorme tarefa de publicar a obra Collected Works de Chesterton, em 45 volumes, a maioria dos quais já está disponível. E, certamente, os amantes da ficção apreciarão seu O homem que foi quinta-feira e as histó­rias do Padre Brown.

Existem várias biografias de qualidade sobre a vida de Chesterton, mas nenhuma é mais interessante (ou mais loucamente seletiva) que sua própria Autobiography. Para obter uma variedade de ensaios e resenhas, tanto de autoria de Chesterton quanto sobre ele, veja também o informativo trimestral The Chesterton Review, produzido pela Seton Hall University.

[1] Publicado pela Editora Ediouro.

(Fonte: Alma Sobrevivente - Philip Yancey)

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