Pular para o conteúdo principal

Sagrado (106º episódio): Budistas

Hoje começa mais uma rodada de vídeos abordando um tema diferente. O assunto agora é Essência do ser humano e ele servirá para esclarecer diferenças fundamentais entre as religiões abordadas pela série. Rinchen Khyenrab responde às perguntas:
1) Como espécie os seres humanos são naturalmente bons e solidários?
e
2)  Somos bons ou ruins por natureza ou agimos por influência do meio em que vivemos?
 
Christiane Torloni cita Terêncio: “Eu sou homem e nada do que é humano me é estranho”.
 
 
 
 
 
O budismo choca-se com o cristianismo ao dizer que “Em essência todo ser humano é bom (…)”. O homem, na verdade, já nasce pecador e tendencioso ao mal. Jesus mesmo afirmou isso, e está registrado em Mateus 7:11: “Se vocês, apesar de serem maus, (…)”. Leia também Romanos 3:9-23 e Gálatas 5:19-21. Agora, o homem tem dentro de si uma espécie de capacidade mínima para a prática do bem. É como se fosse uma “amostra grátis” do que Deus realmente proporciona ao home renovado por Cristo (ver Gálatas 5:16;22-24). Há um certo trecho nos primeiros capítulos de Romanos que corrobora o que digo (só não lembro o capítulo e versículos).
 
Alguém aí entendeu o que o lama fala no fim da primeira resposta? “(…) se refletirmos na nossa essência e na ‘co…bdade’ que nos guia”. Que raio de palavra é essa? Que conceito é esse?
 
A segunda pergunta é claramente uma repetição da primeira só que, pelo jeito como foi formulada, permite uma resposta um pouco diferente. Na resposta do lama parece haver uma contradição, notaram? Ele diz que a essência última do ser humano é a essência do amor, da generosidade, do companheirismo e da solidariedade; porém, se é ÚLTIMA, não seria uma essência ainda a ser atingida/alcançada? Na primeira resposta ele disse que todo homem era bom em essência, o que dava a entender que isso já é um estado primeiro/primordial!!!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

William Barclay, o falso mestre

  O texto a seguir foi traduzido por mim, JT. Encontrado em inglês neste endereço . As citações de trechos bíblicos foram tiradas da bíblia Almeida Revista e Atualizada (ARA).     William Barclay, o falso mestre Richard Hollerman Estamos convencidos de que muitas pessoas não percebem o quão difundido o falso ensinamento está em nossos dias. Elas simplesmente vão à igreja ou aceitam ser membros da igreja e falham em ter discernimento espiritual com respeito ao que é ensinado pelo pastor, pregador ou outro "sacerdote". Elas meramente assumem que tudo está bem; caso contrário, o quartel-general denominacional certamente não empregaria uma pessoa em particular para representar sua doutrina publicamente. Esta é uma atitude desgraçadamente perigosa a sustentar, uma que nos conduzirá de forma desencaminhada e para dentro do erro. Alguns destes erros podem ser excessivamente arriscados e conduzirão ambos mestre e ouvinte à condenação eterna! Jesus nos advertiu sobre os fa...

O Natal por Caio Fábio

NATAL CONFORME A NATA DE CADA ALMA Paulo disse que não era mais para se guardar festas religiosas como se elas carregassem virtude em si mesmas. Assim, as datas são apenas datas, e as mais significativas são aquelas que se fizeram história, memória e ninho em nós. Ora, o mesmo se pode dizer do Natal, o qual, na “Cristandade”, celebra o “nascimento de Jesus”, ou, numa linguagem mais “teológica”, a Encarnação. No entanto, aqui há que se estabelecer algumas diferenciações fundamentais: 1. Que Jesus não nasceu no Natal, em dezembro, mas muito provavelmente em outubro. 2. Que o Natal é uma herança de natureza cultural, instituída já no quarto século. De fato, o Natal da Cristandade, que cai em dezembro, é mais uma criação de natureza constantiniana, e, antes disso, nunca foi objeto de qualquer que tenha sido a “festividade” da comunidade dos discípulos originais. 3. Que a Encarnação, que é o verdadeiro natal, não é uma data universal — embora Jesus possa ter nascido em outubro —, mas sim um...

Deus pegou no meu bilau

Bom pessoas e mudando um pouco de assunto, deixo pra vocês um texto muito bom do Marcos Botelho , leia e não esqueça de comentar. É lógico que você ficou escandalizado com o título desse artigo, não era para ser diferente, você é um brasileiro que cresceu com toda cultura e tradição católica latino americana onde os órgãos sexuais são as partes sujas e vergonhosas do corpo humano. Mas não é assim que Deus vê e nem que a bíblia fala do seu e do meu órgão sexual, a bíblia está cheia de referências boas sobre o sexo e sobre os órgãos sexuais, mesmo percebendo claramente que os tradutores tentaram disfarçar. Na narração de Gênesis 2.7 vemos Deus esculpindo o homem do barro, isso foi um escândalo para os outros povos e religiões, principalmente para os gregos que acreditavam que nenhum deus poderoso poderia tocar na matéria, principalmente no barro como um operário fazia. Hoje não temos a dificuldade de acreditar que Deus, na criação, sujou a mão de barro, mas temos tremenda dificuldade d...