sexta-feira, 19 de março de 2010

Sagrado (106º episódio): Budistas

Hoje começa mais uma rodada de vídeos abordando um tema diferente. O assunto agora é Essência do ser humano e ele servirá para esclarecer diferenças fundamentais entre as religiões abordadas pela série. Rinchen Khyenrab responde às perguntas:
1) Como espécie os seres humanos são naturalmente bons e solidários?
e
2)  Somos bons ou ruins por natureza ou agimos por influência do meio em que vivemos?
 
Christiane Torloni cita Terêncio: “Eu sou homem e nada do que é humano me é estranho”.
 
 
 
 
 
O budismo choca-se com o cristianismo ao dizer que “Em essência todo ser humano é bom (…)”. O homem, na verdade, já nasce pecador e tendencioso ao mal. Jesus mesmo afirmou isso, e está registrado em Mateus 7:11: “Se vocês, apesar de serem maus, (…)”. Leia também Romanos 3:9-23 e Gálatas 5:19-21. Agora, o homem tem dentro de si uma espécie de capacidade mínima para a prática do bem. É como se fosse uma “amostra grátis” do que Deus realmente proporciona ao home renovado por Cristo (ver Gálatas 5:16;22-24). Há um certo trecho nos primeiros capítulos de Romanos que corrobora o que digo (só não lembro o capítulo e versículos).
 
Alguém aí entendeu o que o lama fala no fim da primeira resposta? “(…) se refletirmos na nossa essência e na ‘co…bdade’ que nos guia”. Que raio de palavra é essa? Que conceito é esse?
 
A segunda pergunta é claramente uma repetição da primeira só que, pelo jeito como foi formulada, permite uma resposta um pouco diferente. Na resposta do lama parece haver uma contradição, notaram? Ele diz que a essência última do ser humano é a essência do amor, da generosidade, do companheirismo e da solidariedade; porém, se é ÚLTIMA, não seria uma essência ainda a ser atingida/alcançada? Na primeira resposta ele disse que todo homem era bom em essência, o que dava a entender que isso já é um estado primeiro/primordial!!!

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