quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Um Ano Novo Realmente Novo!

Aqui vai um devocional do Mural pra este último dia de 2008. ...e pros primeiros dias de 2009 também!

E aquele que está assentado no trono disse:

"Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras." (Ap 21:5)

Year 2009 with metallic globes isolated on white Contagem regressiva para 2009: 5, 4, 3, 2, 1... É isso aí, gente, a passagem de ano mexe muito com os sentimentos humanos. No embalo das emoções, sonha-se, planeja-se e profetiza-se um ano novo melhor.

O momento da virada da página do calendário parece injetar ânimo em todas as pessoas! Entretanto, se não vigiarmos, na mesma velocidade que passa e vai embora o ano velho, poderão passar também os nossos sonhos e esperanças da noite de ano novo! Como assim, Danilo? Isso mesmo! Para um Ano melhor não existe mágica! Nada vai mudar simplesmente porque se virou uma página do calendário! Mas, com certeza, com muita determinação e trabalho, e sob a direção de Deus, você poderá fazer do novo ano um ano novo para a sua vida!

Assim sendo, ao sonhar os seus sonhos de ano novo, procure encontrar respostas para as seguintes perguntas:

1) “O que eu devo fazer para ver os meus sonhos realizados?”;
2) “Devo renunciar a alguma coisa?”;
3) “Por onde devo começar?”;
4) “Quando devo começar?”; e
5) “Quais os primeiros passos a tomar?”

Não fique parado, apenas olhando e vendo as coisas passarem… Revista-se de uma disposição nova! Lance-se imediatamente ao trabalho! Não perca tempo! Inicie já nos primeiros dias do ano novo a sua nova caminhada, confiando em Deus, e sob a inteira direção de Deus!

Este é, com certeza, o caminho para a concretização dos seus sonhos da noite de ano novo. Colocando-se nas mãos de Deus, e avançando ao amparo e proteção do “braço” forte do Senhor, você não terá nada a temer, porque o Senhor Deus Todo Poderoso será com você, por onde quer que você for. Eis o caminho para você fazer do novo ano um ano novo em sua vida! Afinal, como diz a letra de uma conhecida música de final de ano: "Todo dia nasce novo em cada amanhecer".

Fiquem na Paz e em Paz! E quem sabe, até o ano que vem!

Fonte: Danilo Souza em Iluminalma (com pequeninas modificações); Imagem de 123 Royalty Free

Tire férias do mundo

young girl relaxing in green grass

Preciso dar um tempo para a minha mente, deixar ela sair livre por aí sem nenhum obstáculo. Quero olhar as coisas sem julgar nada sobre elas, e gostaria que tudo me olhasse da mesma forma.

Um tempo para deixar de ouvir as pessoas dizerem como o mundo deveria ser. Preciso deixar que a vida bata na minha pele, e que eu a absorva numa forma de osmose vital.

Não quero ler nenhum blog que diz que a igreja deveria fazer assim ou de outro jeito, ou que os livros deveriam tratar disso ou daquilo. Quero abandonar a didática de lado por alguns dias, e ver como é viver sem a busca constante do conhecimento, e deixar que a sabedoria me abrace, em um susto, um lapso, venha e me assuste. O prazer da descoberta!

Palavras como as que eu uso nesse texto seriam banidas nesse tempo. Eu não vou querer nada, não preciso de coisa alguma, não tenho que fazer absolutamente nada. Só viver.

Alguns dias para viver, sem a busca constante do sobreviver. Não quero ser o espécime mais forte, as coisas seguirão um curso mesmo que isso signifique a minha extinção.

Quero ler textos vagos, com ou sem mensagens em suas entrelinhas. Se as entrelinhas existirem, elas saltarão aos olhos daqueles que, como eu, estarão de férias do mundo, em uma estadia na verdadeira vida.

Colocaremos um fone de ouvido! Realmente não temos que escutar nada, só a música que sai de dentro de mim. Talvez ela seja triste ou silenciosa, mas é disso que precisas exatamente agora.

Precisa falar com os amigos, mesmo que não diga nada culto. Somente balbuciar algo, e escutá-los rindo, embriagados pelo amor. Não parecer culto fará parte do seu “pacote de viagem”.

Eu preciso de pessoas perto de mim, não para usá-las, mas para que elas sejam minhas e eu delas.

Humanidade. S.O.S. Solidão…

Somente os movimentos dos lábios, os sons das palavras, pouco me importam o que digam, só quero a vida perto de mim, a vida de todos, e a minha vida em todos. Preciso que descansem em mim.

Não me digam como o mundo deveria ser, eu sei que as coisas estão erradas, mas quero que nutram um pouco de esperança. Tirem férias dos sistemas, e passeiam por sua humanidade. Encontrem aquilo que coloquei de semelhante de mim em vocês. As coisas não se ajustarão de uma hora para outra mas, assim como eu, vocês romperão de vez com tudo isso um dia.

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Thiago Bomfim em DIVERSITÁ [Um caipira que não é mineiro, mas gosta de mastigar capim ouvindo Jars of Clay e Johnny Cash.]

Imagem de Crestock

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

William P. Young fala de seu primeiro romance, A cabana

Autor do maior fenômeno editorial do momento já vendeu mais de 5,4 milhões de exemplares nos eua e canadá

Fenômenos editoriais de autores desconhecidos costumam vir acompanhados de histórias de bastidor curiosas. Mas o de William P. Young, autor de A cabana – 100 mil exemplares vendidos no Brasil desde seu lançamento, em agosto, e 5,4 milhões na América do Norte, em pouco mais de um ano – beira o fantástico. Típico norte-americano comum (nasceu no Canadá e vive nos EUA), é um homem casado, pai de seis filhos. De vez em quando, para dar de presente à prole, escrevia letras de canções e contos. Um dia, sua mulher pediu-lhe para escrever algo de maior fôlego, que mostrasse aos filhos sua visão de mundo.

Começou, em 2005, a saga de A cabana. Com três empregos, Young, morador de subúrbio, pegava diariamente um trem para o trabalho. Eram 40 minutos na ida e mais 40 na volta. Ali, começou a resenhar algumas conversas. O processo seguiu de maneira bastante precária, até mesmo em sacolas de compras.

Com medo de que aquelas conversas desaparecessem, colocou-as no computador. Dali surgiria a narrativa do livro, que tem muito a ver com a própria história de vida de William P. Young. Finda a obra, mandou editar 15 cópias, que deu para os filhos, parentes e amigos no Natal de 2005. A história terminaria ali, não fosse o impacto causado pelo livro às pessoas próximas a ele.

A cabana – que até o fim desse ano terá sido traduzido para 35 idiomas – conta a história de Mackenzie A. Phillips, homem que, a exemplo de Young, tem uma grande família. Com passado complicado (filho de alcoólatra, abandona a família na adolescência depois de levar uma surra homérica do pai, vingando-se dele da pior maneira possível), conseguiu se estabilizar graças ao casamento.
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Um dia, vai com os filhos mais novos acampar. Lá, a mais nova, Missy, desaparece de forma trágica. Muitos acreditam se tratar de um crime praticado por um serial killer que mata meninas com menos de 10 anos. A vida de Mack pára e ele briga com o mundo (aí incluindo Deus, que sempre teve presença muito forte em sua família). Até que quatro anos mais tarde ele recebe um bilhete pedindo que vá até a cabana onde Missy havia desaparecido. Ao chegar lá, sofre uma reviravolta, pois se depara com Deus, Jesus e o Espírito Santo.

Tal como a vida de seu protagonista, A cabana se tornou um livro transformador para muitos que o leram, como ditam depoimentos em inúmeros sites. Ao lidar com religião, o livro também foi alvo de controvérsias. Há quem o acuse de distorcer a figura de Deus e banalizar as escrituras. Seja como for, as polêmicas têm servido para levantar ainda mais a bola do livro. Tanto que William P. Young prepara uma obra autobiográfica na qual vai contar sua trajetória que culmina em A cabana (que, afirma, está sendo negociado com um grande estúdio de Hollywood). Esta semana no Brasil (a primeira tradução oficial foi para o português) para divulgar o livro, ele conversou com o Estado de Minas. Confira a seguir trechos da entrevista.

O que chama a atenção em A cabana é como um livro, de um autor desconhecido e de uma editora idem, se transformou rapidamente num fenômeno editorial. Como foi o caminho até a publicação?
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Mandei A cabana para 26 editoras. Todas recusaram. Então, dois amigos (Wayne Jacobsen e Brad Cummings) resolveram lançar o livro. Criaram a (editora) Windblown Media para publicar meu livro. Um tinha algumas economias; o outro, Visa e Mastercard. Colocamos dinheiro e fizemos, numa gráfica de Los Angeles, 11 mil cópias. Em maio de 2007 os livros chegaram à garagem de Brad. Então o colocamos num website e conseguimos vender mais de um milhão de cópias de dentro de uma garagem e não gastando mais do que US$ 300 em marketing. Vi que a história iria virar quando recebemos um telefonema da Austrália. Um homem perguntou: “Aí é o lugar onde posso conseguir cópias d’A cabana?” Brad respondeu: “É aqui mesmo”. Eram três da manhã. Aí o homem respondeu que havia lido o livro, desatou a chorar e desligou. Ligou novamente meia hora depois, disse que havia conseguido se controlar, mas desatou a chorar de novo. E foi assim durante as 12 horas seguintes, por meio de seis telefonemas. O homem era na verdade um senhor com seus 80 e tantos anos que tinha sofrido um impacto tão grande com o livro que queria cópias para enviá-lo para várias pessoas. Criamos um e-mail para ele e também uma maneira de o senhor nos enviar o dinheiro da Austrália. Mandamos pouco mais de 100 livros. A questão é a seguinte: esperávamos vender as 11 mil primeiras cópias em dois anos. Mas a primeira edição foi vendida em quatro meses; a segunda, de 22 mil, em 60 dias; e a terceira, de 33 mil, em um mês. Tudo sem propaganda.

O livro é ficção, mas parece trazer muito de sua própria vida, não?
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A cabana é ficção mas é verdadeiro. É verdadeiro, mas não é real. Há muitas coisas da minha vida e da minha família. Já acampei algumas vezes naquele camping, passeei pelas estradas do livro. A respeito da dor (que ele chama de Grande Tristeza), aquilo foi tirado da minha própria história de vida.
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Ao lidar com temas como violência, religião, o livro levantou alguma polêmica. Como você lida com isso?
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Sabia desde o começo, por meio da experiência com a minha própria família, que A cabana causaria muito impacto, que ali havia algo especial. E acho que controvérsia é uma coisa positiva. Essas discussões têm que existir. Acho que a maneira como uma pessoa reage depois de ler A cabana revela bastante sobre como aquela pessoa é. A verdade é que quem tem mais raiva dele, que escreve na internet contra, não leu o livro. Mas isso é de cada um. O que importa é que de uma hora para outra Deus foi parar no meio das conversas.
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E quanto ao fato de o livro ter o poder de mudar as pessoas?

É verdade, sei disso por causa dos meus parentes. Parte disto ocorre porque muitos de nós temos uma relação com a religião que nunca esteve próxima de algo verdadeiro. O relacionamento com Deus, até então, era somente performance e culpa. O livro, de alguma forma, serviu como um convite para um relacionamento de verdade com Deus. Isto, com certeza, teve um impacto sobre essas pessoas. E para mim, o que ocorreu comigo foi uma bênção de Deus. Não sou um escritor incrível; considero-me um escritor por acidente.

Diante deste poder transformador, A cabana pode ser considerado um livro de auto-ajuda, não?

Não. Curioso, porque foi somente no Brasil que tentaram colocar meu livro no gênero auto-ajuda. Os livros de auto-ajuda são sobre você mudando sua própria vida. Tudo gira em torno de você, que passos tem que tomar para conseguir isso ou aquilo. Isto é auto-ajuda. Já A cabana é um livro sobre seres humanos que não têm ajuda, que se encontram imóveis por alguma razão. Aí, ao encontrar Deus, são ajudados. Então, podemos chamá-lo de um livro de ajuda divina, não de auto-ajuda.

Como você é o autor, seria então como um deus?
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Não me sinto como tal. O que fiz foi escrever um livro para dar de presente aos meus filhos. É como se Deus tivesse falado comigo: “Você o criou para as suas crianças e eu o darei para as minhas”.


Mariana Peixoto - EM Cultura

Fonte: www.new.divirta-se.uai.com.br

Dossiê A Cabana de William P. Young


"Este livro tem o potencial de fazer com a nossa geração o que O Peregrino de John Bunyan fez para a sua. É muito bom."
Eugene Peterson


"Esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana."
Michael W. Smith

Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A cabana se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público – já são quase dois milhões de exemplares vendidos – e de imprensa.
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Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.
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Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo tão cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?
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As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.
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As pessoas que eu gostaria de encontrar no céu

As pessoas que eu gostaria de encontrar no céu,
segundo as normas de salvação
e os critérios de se reconhecer um réu,
é bem provável que no céu não estarão.

Não são anjos que me inspiram;
ocasos deslumbrantes num deserto,
decerto que não seriam.
Ao coro de vozes não me desperto,
nem à intrincada melodia lauta;
saiu do tom o que me intriga...
Desafinou, pulou da pauta
o que me encanta e irriga.

O que alenta um espírito
assim tão frágil tão incauto,
não é o forte nem o fausto;
é vício de vida o que respiro.
As pessoas que eu gostaria de encontrar no céu,
são as mesmas que encontro ao léu.
E as cadelas que vagueiam prenhas
nas calçadas lixando suas mamas...
E um pombo cinza de guerra
que erra por não ser branco,
aos pés do vadio sentado no banco
que banca todo lixo da terra.
O que me lança vivo na fogueira,
não é promessa de vida eterna
ou recompensa devida e terna;
é a vida e a causa
das pessoas e coisas
que eu gostaria de encontrar no céu.

Wilson Tonioli em Verticontes

Declaração dos direitos humanos - Artigos # 21 a # 25

# 21 O direito à democracia.
# 22 O direito a segurança social
# 23 Todo ser humano tem direito ao trabalho e à livre escolha de emprego.
# 24 Todo ser humano tem direito a repouso e lazer.
# 25 Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar-lhe, e a sua família, saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis.



segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Nooma 08 # Luggage

Acreditar em Deus é importante, mas quanto a Deus acreditar em nós? Acreditar que nós podemos na verdade ser o tipo de pessoa que nós fomos criados para ser. Pessoas de amor, compaixão, paz, perdão, e esperança. Pessoas que tentam fazer a coisa certa todo o tempo. Que age nas inúmeras oportunidades à nossa volta para o bem, beleza, e verdade.

Nooma é uma série produzida por Rob Bell, líder da Mars Hill Church. São idéias e conceitos veiculados através de boas metáforas, discursando de forma criativa sobre Deus.
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Parte 1

Parte 2

Uma "ONU" só para tratar de religião

O rabino-chefe asquenazi de Israel, Yona Metzger, defendeu a criação de um organismo internacional religioso paralelo à Organização das Nações Unidas. A idéia, expressa numa entrevista do religioso ao jornal alemão Der Spiegel, baseia-se no fato de que uma entidade de caráter religioso teria mais apelo junto a muitos países, sobretudo os islâmicos. “Os diplomatas seculares não tiveram sucesso em conduzir o mundo à paz”, argumenta o rabino. “E isto pode vir por meio da linguagem religiosa. Um muçulmano não respeita uma pessoa secular; ele só o respeitará se você for religioso.”

Segundo Metzger, a instituição incluiria, além dos judeus e muçulmanos, cristãos, budistas e hindus – justamente, as maiores religiões do mundo em número de fiéis, ultrapassando os 5 bilhões de pessoas –, o que lhe daria grande legitimidade. Apesar das grandes diferenças entre esses credos, o rabino acredita que haveria entendimento. “Nós, religiosos, falamos a mesma língua”. Para ele, é preciso encontrar elos de ligação entre as diferentes confissões, a fim de favorecer o diálogo. Ele cita a figura de Abraão, considerado patriarca tanto por judeus como por cristãos e muçulmanos. “Como qualquer pai, Abraão esperaria que seus filhos se sentassem à mesa em vez de se matarem”, conclui.

Fonte: Cristianismo Hoje (com reportagem do jornal Der Spiegel) via Irmãos.com

Destruindo

Aqui vai um texto interessante pra refletir nesses últimos dias de dezembro, quando o ano vai findando e outras coisas parecem ir junto. Ele fala de destruir, construir, descontruir... Vejam aí. Dá pra extrair boas reflexões dele.
 

Demolição (Fonte: Image After) Um pensamento recorrente é o de que as coisas que vivemos, sentimos, e fazemos sempre devem ser uma parcela de vida somada a quem somos. Esse pensamento, apesar de fazer sentido, traz consigo o acúmulo de informações, cargas emocionais de diversas classes e valores, variáveis estas que nem sempre mantém seu significado através do tempo. Pensando a respeito do tempo, acabo repetindo o pensamento agostiniano que explicita o tempo como uma variável esgotável, mas que apesar de percebidas as suas dimensões - horas, minutos, segundos… e posições de eventos ou outros pontos de referência, no passado, presente e futuro - só existe no momento presente, onde o ser carrega consigo a experiência aplicável no presente, e pensamentos obsoletos que fizeram sentido, mas que ao longo da experiência temporal o perderam

No presente percebemos também o por vir, e assim criamos nossas esperanças, fundamentando-as na experiência passada. Não existem os tempos passados nem futuros, apenas o presente. E no presente, lembrança do tempo passado, e a esperança do tempo futuro.

Seja lá qual fé é professada, por quem quer que seja, ninguém se isenta da corrosão do tempo e da força e precisão com a qual ele torna obsoleto todo o novo, e passado todo o agora e além.

Por isso levanto hoje uma proposição, talvez agressiva para alguns, mas que é sem dúvida algo praticado de forma inconsciente pela maioria das pessoas e que traz resultados: A destruição necessária.

Para se viver, se destrói. Para crescer, se destrói. Para construir, se desconstrói. Sejam paradigmas, amores, sentimentos quais forem. Amizades tortas, pontos mal definidos; o velho, o sem uso. Já construí relicários para coisas passadas que apenas viraram montanhas a serem carregadas. Quem entende o mínimo de construção, sabe que para se nivelar um terreno para que algo firme seja construído, é preciso remover a terra, coisas que ficam sobre ela, e enfim, posso dizer que, em detrimento do crescimento, nós desconstruimos… e destruímos.

A destruição é necessária para que nasça o novo. Destrua seus medos, manias, maus hábitos, maus costumes… preconceitos… Dê uma chance para o novo, e se não houver espaço, destrua o que não mais tem destino e uso para que haja tal espaço. Coisas que nos põe pra baixo, relacionamentos que nos depreciam, deprimem, devastam… Nada disso, por mais bonito que possa ter sido ou acontecido tem valor real no momento presente, a menos que seja uma memória salutar que te inspire a evoluir.

Já disse e me repito: o passado não é um bom lugar para se viver. E ontem é passado. Certas coisas, especialmente pessoas, mudam com uma facilidade e numa velocidade (eee patropi =P ) tão intensa, que mal conseguimos acompanhar tais mudanças; Num piscar de olhos, tudo já se encontra diferente, e na maioria das vezes sem sentido.

É comum que seja atribuida à destruição características meramente negativas, mas não a vejo exatamente como anátema da evolução e melhoria, embora seja antônimo de construção.

A destruição resignifica valores e traz à tona novas perspectivas (ou a necessidade de que novas perspectivas sejam criadas), e pela história do mundo, na mecânica natural das coisas, da história, percebe-se que toda a evolução foi precedida por certa destruíção, independente de escala.

Não estou dizendo aqui pra você destruir sua casa, seus amigos… estou dizendo que nada nem ninguém é completo sozinho ou por força própria (do meu ponto de vista, nada exceto Aquele que transcende o universo, cuja atemporalidade O isenta dos ciclos de renovação, alias posso insinuar ((afirmando que certamente, hehehe )), embora alguns discórdem, que é Ele quem dá início e põe fim a todos os estes ciclos, porque Ele É, e é O Criador), e que se enganam aqueles que se julgam separados, ou mais especiais que os demais semelhantes, porque estes optam por cegarem a sí mesmos, para deixar de ver que se por um lado você constrói algo com alguém ou alguma coisa, algo foi destruído no processo.

Portanto, destruam e salvem-se a sí mesmos das falsas idéias corruptoras da alma, aquelas que dizem que você consegue tudo por você mesmo. Destrua para trazer significado as coisas. E se a vida é destruída, a cada dia, para que se conclua na morte, viver é também destruir.

Entendam essas coisas como quiserem, mas pensem também que a destruíção aleatória das pontes que se tem com os pequenos mundos ambulantes ao redor (pessoas), é burrice.

Destrua seus medos para que você também viva em paz; destrua uma trégua falsa, que traz sementes de discórdia e que culmina em cismas violentas e frias. Destrua o silêncio ensurdecedor do abandono, e destrua o barulho forçado, para manter as aparências…

A humanidade é viciada e dependente de momentos excitantes. A humanidade pensa que apenas o EU importa. Eu quero te contar uma coisa triste hoje: Você não é tão importante, nem amado, nem inteligente, nem sábio e nem tão saudável quanto pensa que é. E esse seu eu, esse eu “bonzão” que você cria pra se enganar, serve apenas pra que você desmonte seu coração, crie barreiras, queime pontes que suprem-lhe a alma de mantimentos como amor, e só te afasta do único padrão capaz de destruir para trazer vida plena, que na minha opinião e experiência pessoal, é Jesus Cristo. Sua cultura toda pode valer muito hoje, mas hoje em dia a roda (sim a invenção) é “carne de vaca”, e embora um dia no passado alguém tenha conseguido uma namorada bonita por causa dela (caso a roda não tenha sido inventada por uma mulher… né?! vai saber).

Entende a idéia? Vou explicar melhor: Você é alguém que tem vida útil (alguns, vida inútil), e que tem como única certeza o fim. Você é alguém que, embora não tenha a mínima capacidade de mudar o mundo sozinho, mas grande potencial pra mudar o mundo de um outro alguém exatamente tão tosco quanto (você ou quanto eu e nesse caso, põe tosco nisso), e fazer desse mundinho ai, um lugar melhor pra se visitar… e embora as vezes você tire férias no mundo de outro, você jamais vai morar nele, porque assim como você mesmo, esse mundo aí é volúvel, dinâmico, inconstante e tem lugares muito feios.

Entendeu? Ainda não? Se te disseram alguma vez que você é bom, independente de intensidade ou no que seria supostamente bom, quem te disse isso, vê em você traços do que julga bom, por almejar que isso tenha parte em seu próprio mundo. E se alguém te vê assim, acredite, não quer dizer que você seja realmente assim, e o pior é que você sabe disso. Há quem se engane ao acreditar que é um gênio quando ouve tal cumprimento, mas há ainda quem se engane mais, quando ignora essa influência positiva no outro mundinho.
E sabe porque?! Porque pessoas precisam de pessoas. E pessoas costumeiramente querem destruir coisas que trazem diferença às suas vidas. Um exemplo clássico disso é quando alguém, por quem não temos nenhuma afeição (ou como uns dizem ai, uma pessoa qualquer… qualquer como a pessoa que a vê assim), tem afeição por nós e isso nos causa náuseas, porque ainda não entendemos, que embora aquele mundo não nos seja muito atraente, o futuro ainda não foi construído, e se for construído sobre coisas cretinas como a arrogância e o “espiritismo de porco” por alguns aí praticados, o nosso futuro tá na m...

Destrua a arrogância, a falta de compreensão, a falta de carinho, a falta de compaixão. Destrua as coisas ruins, porque embora a destruíção seja assustadora, não é ruim em si mesma… Ruins são as pessoas que não destroem com sabedoria, coragem e com o foco na melhoria dos mundos, das vidas, das pessoas.

Quero te contar só mais uma coisa: O AMOR TAMBÉM DESTRÓI. Porque o amor limpa o que há de ruim, clareia as águas, desobstrui os canais que levam vida aos olhos e ao coração.

Meu anseio é que sejam destruídas todas as partes ruins de cada um de nós, para que aflore o novo, para que o que sobre do passado preste pra alguma coisa… pra que você consiga viver alcançando paz. Tudo o que é restaurado, é antes parcialmente destruído. Sejamos nós também.

Em Amor e sinceridade,
 
J. Monaco.
 
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“Eu quero ser, Senhor amado, como um vaso nas mãos do oleiro. Quebra a minha vida, e faze-a de novo. Eu quero ser, um vaso novo.”
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Fonte: SOLOMON com pequeninas modificações nossas; Os grifos são nossos; Imagem de Image After

sábado, 27 de dezembro de 2008

Minhocasa - convertendo lixo orgânico em fertilizante

Olha só que interessante esse sistema de reciclagem de lixo orgânico doméstico. Dá até pra montar um em casa.
 

Nicole Roitberg De essencial, a lata de lixo virou item supérfluo na cozinha da antropóloga Nicole Roitberg, 31. Há um ano, cascas de fruta, aparas de verdura, restos de alimentos, borra de café e saquinhos de chá têm outro destino: a Minhocasa, um sistema de compostagem doméstica em que minhocas convertem resíduos orgânicos em fertilizante natural.

   Nicole Roitberg e sua minhocasa (Raimundo Pacco/Folha Imagem) ►

Desenvolvida pelo Instituto Coopera, uma ONG de Brasília, a Minhocasa é resultado de uma experiência australiana adaptada e redimensionada para a realidade brasileira.

Trata-se de um sistema fechado, composto por três caixas plásticas empilhadas. No compartimento do meio, uma colônia de minhocas de duas espécies -- vermelha da Califórnia e gigante africana -- se alimenta de sobras de alimentos, folhas secas e papel, convertendo-os em dois tipos de adubo: húmus e um biofertilizante líquido.

"Hoje, o lixo seco já tem mercado, virou dinheiro. Há indústria para reciclar latinhas de alumínio e garrafas PET. Não se vê uma na rua", diz o administrador de empresas Cesar Cassab Danna, 35, um dos fundadores do Instituto Coopera. "Mas o lixo orgânico, que, segundo estatística mundial, representa mais da metade de uma lixeira doméstica, é o grande vilão. Mal manejado, é o que mais polui. Gera gás metano e chorume, aquele líquido ácido que acaba no lençol freático e contamina os rios."

Se na lixeira convencional o lixo cheira mal, no minhocário isto não ocorre. Não há fermentação porque a relação entre nitrogênio (lixo molhado) e carbono (matéria orgânica seca) é balanceada na proporção de um para dois, respectivamente.

"Quando há excesso de nitrogênio, o lixo fica muito úmido, entra no estágio anaeróbico e fermenta. O carbono tem a função de aerar o sistema, de criar canais de ar", diz Danna.

Ainda assim, o sistema gera um líquido com pH neutro usado como adubo folhear ou na rega. "Quanto maior for a diversidade dos restos alimentares, mais rico será o adubo."

A seu favor, a Minhocasa tem o fato de 1) ser compacta; 2) não gerar mau cheiro; 3) não atrair ratos nem baratas; 4) não demandar os cuidados requeridos por uma composteira tradicional; 5) ser auto-regulável.

"As minhocas se adaptam de acordo com o espaço físico e a quantidade de comida disponível. Podem ficar até três meses sem receber alimentos. Não morrem, só diminuem ou param a reprodução", diz Danna.

A médica Luciana Tutida, 34, está reciclando o lixo orgânico há três meses. Nesse ínterim, porém, já ficou uma semana sem alimentá-las. "O manejo é simples, tanto que às vezes eu esqueço de colocar lixo e não tem problema", diz. "É gratificante saber que posso ajudar a reciclar o lixo que eu produzo."

Solução doméstica

A idéia de descartar o lixo orgânico da maneira convencional, colocando-o na rua para que seja recolhido pelo caminhão e descartado em lixões ou aterros, há muito tempo não agradava a antropóloga Nicole Roitberg, que trabalha com sustentabilidade ambiental.

"Em sítio, é fácil fazer a composteira e resolver o problema, mas, por morar em apartamento, ainda não tinha resolvido a questão do meu lixo orgânico."

No início, Nicole enfrentou resistência da mãe. "Ela não queria de jeito nenhum. Trouxe de surpresa e deixei um recado: "Dê boas-vindas para a nossa família". Ela não gostou muito, mas, com o tempo, percebeu a importância não só de reciclar o lixo orgânico mas de perceber que a natureza transforma tudo. Uma coisa vira alimento da outra. Ao fazer isso, estamos tentando mimetizar esses processos da natureza."

Praticante da permacultura -- manejo sustentável dos recursos naturais a fim de causar o menor impacto ambiental possível --, Danna diz que o grande apelo da Minhocasa é a funcionalidade e praticidade do sistema, mas principalmente a possibilidade de "cada um fazer a diferença".

"Existem muitos paradigmas a serem quebrados em relação ao lixo. Na cabeça de muitos, é aquilo que fede e atrai doença. Mas o lixo é tudo isso sim se mal manejado. Do contrário, torna-se não um poluente, mas um grande nutriente. Se cada um cuida do seu, o benefício para o meio ambiente é muito grande, e o dispêndio financeiro para a coleta, bem menor."

Serviço

CAIXA GRANDE
absorve até um litro de resíduo orgânico por dia (produção de três a quatro pessoas, em média) 45 cm de largura x 60 cm de profundidade x 80 cm de altura R$ 275 + taxa de entrega*

CAIXA PEQUENA
absorve até meio litro de resíduo orgânico por dia (produção de duas pessoas, em média) 40 cm de largura x 35 cm de profundidade x 60 cm de altura R$ 195 + taxa de entrega*

* Sedex (caixa grande: R$ 70 a R$ 80 na cidade de São Paulo; caixa pequena: R$ 90 a R$ 110), ou ônibus

Como encomendar
Tels. 0/xx/61/8181-0003 (Cesar) e 0/xx/61/9966-8967 (Clarissa)
e-mail: minhocasa@gmail.com
site: www.minhocasa.com

Janaina Fidalgo (Folha de São Paulo)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Teste pros seus zói

 

Crazy Eyes

Você tem facilidade em captar pequenos detalhes nas coisas que vê? Sim? Então vamos ver quem vai mais rápido no teste a seguir. Clique no Continue lendo.
 
Conte o tempo total que você leva para cumprir todas as tarefas propostas abaixo e depois coloca aí nos comentários da postagem (clique na palavra "comentários" que tá dentro desse retângulo cinza logo abaixo da postagem).

Você é capaz de encontrar o C?

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OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
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OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOCOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Encontre o 6!

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9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999

Encontre o N! (difícil)

MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMNMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM

Encontre o |

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Agora a letra O

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Encontre o Z

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ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽZŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ
ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ ŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽŽ

Encontre o 5

SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSS5SSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS SSSSSSSSSSSSSSSSS

Encontre o i

jljljljljljljljljljlj ljljljljljljlj
ijljljljljljljljljljl jljljljljljljl
jljljljljljljljljljlj ljljljljljljlj
ijljljljljljljliljljl jljljljljljljl
jljljljljljljljljljlj ljljljljljljlj
ijljljljljljljljljljl jljljljljljljl

Encontre o 3

89898989 8989898 98989898
98989898 9898989 89898989
89898989 8939898 98989898
98989898 9898989 89898989
89898989 8989898 98989898

Encontre o 1

LILILILILILILILI
ILILILILILILILIL
LILILILLI1LILILI
ILILILILILILILIL

Encontre o V

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Fonte: Blogoiaba; imagem de pYzam

Respostas inteligentes

Respostas profundas de estudantes a questões de seus professores:

Divisão
Professor: - O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno: - Purê de batata, professor!

Verbos
Professor: - Se és tu a cantar, dizes: ‘eu canto’. Se for o teu irmão que canta, como é que dizes?
Aluno: - Cala a boca, Alberto.

Castigos
Aluno: - Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
Professora: - Não.
Aluno: - É que eu não fiz os trabalhos de casa.

Conjugação Verbal
Professor: - Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno: - Eu caminho… Ah… …tu caminhas. Ah…ele caminha…
Professor: - Mais depressa!
Aluno: - Nós corremos, vós correis, eles correm!

Tempo Verbal
Professor: - Chovia... que tempo é?
Aluno: - É tempo muito mau, senhor professor.

Ciências
Professor: - Quantos corações nós temos?
Aluno: - Dois, senhor professor.
Professor: - Dois!?
Aluno: - Sim, o meu e o seu!

Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se
1º Aluno: - Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
Professor: - Então, e tu? (dirigindo-se ao outro aluno)
2º Aluno: - E eu fui esperá-lo no aeroporto!

A base da alimentação
Professor: - Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno: - Sim, senhor professor: Um queijo e quatro vacas.

Um aluno de Direito a fazer um exame oral
Professor: - O que é uma fraude ?
Aluno: - É o que o Sr. Professor está a fazer.
Professor: - (O professor muito indignado) Ora essa, explique-se…
Aluno: - Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância de outro para o prejudicar!!!

Fonte: DORMIU!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Siga a estrela. Siga o sinal

Image Hosted by ImageShack.us
.
Publicado aqui sob a autorização do autor, Erin Gillespie (EZG Toons).
Agradecimentos a Martin Erwin (Christian Cartoons).
 
Tradução e adaptação por Mural na Net.

Maria, você sabia?

Aqui vai mais uma bela música para celebrar o Natal, o aniversáio do nascimento de Cristo. É a música Mary, Did you know? de Clay Aiken.
 
Na tela do clipe aparece a letra em inglês, mas abaixo do clipe está a letra original e a tradução pro português. Clicando no Continue lendo você verá uma alternativa à letra original, em português, idéia de Hermes C. Fernandes.
 
 
Mary, Did you know? (Clay Aiken)

Mary, did you know that your Baby Boy
Maria, você sabia que o seu menino bebê
Would one day walk on water? 
Andaria sobre as águas?
Mary, did you know that your Baby Boy
Maria, você sabia que o seu menino bebê
Would save our sons and daughters?
Salvaria os nossos filhos e filhas?
Did you know that your Baby Boy
Voce sabia que o seu menino bebê
Has come to make you new?
Veio para fazer você nova?

This Child that you delivered
Essa crianca a quem você deu a luz
Will soon deliver you.
Em breve irá libertar você.

Mary, did you know that your Baby Boy
Maria, você sabia que o seu menino bebê
Will give sight to a blind man?
Dará vista a um homem cego?
Mary, did you know that your Baby Boy
Maria, você sabia que o seu menino bebe
Will calm the storm with His hand?
Irá acalmar a tempestade com sua mão?
Did you know that your Baby Boy
Você sabia que o seu menino bebe
Has walked where Angels trod? 
Caminhou onde os anjos trilharam?

When you kiss your Little Baby,
Quando você beija o seu pequeno bebê
You kiss the Face of God!
Você beija a face de Deus!

Oh, Mary, did you know?
Oh, Maria, você sabia?
Oh, Mary, did you know?
Oh, Maria, você sabia?
The blind will see, the deaf will hear,
O cego irá ver, o surdo irá ouvir,
The dead will live again.
O morto irá viver outra vez.
The lame will leap, the dumb will speak
O coxo irá saltar, o mudo irá falar
The praises of the lamb!
Dos louvores do Cordeiro!

Mary, did you know that your Baby Boy
Maria, você sabia que o seu menino bebê
Is Lord of all creation?
É Senhor de toda a criacão?
Mary, did you know that your Baby Boy
Maria, você sabia que o seu menino bebê
Will one day rule the nations?
Irá um dia governar as nações?
Did you know that your Baby Boy
Voce sabia que o seu menino bebê
Is Heaven's Perfect Lamb?
É o Cordeiro Perfeito do Céu?
This sleeping Child you're holding
Essa Crianca adormecida que você está segurando
Is the Great I AM!
É o grande EU SOU!

Maria, tu sabias? (versão de Hermes C. Fernandes)

Maria, tu sabias que o teu bebê sobre as águas andaria?
Maria, tu sabias que o teu bebê nossos filhos salvaria?

Tu sabias que Ele inspiraria
Tantos livros e canções?
A criança a quem tu deste a luz
Será luz para as nações

Maria, tu sabias que com Seu poder
O cego enxergaria?
Maria, tu sabias que o teu bebê
Tempestade acalmaria?
Não sabias que o teu bebê
Aos anjos é superior?
Ao beijar seu rosto meigo
beijas a face do Criador!

Ah se tu soubesses!

O cego vê, o surdo ouve,
O morto viverá.

O coxo anda, o que era mudo
A Ele louvará!

Maria, tu sabias que o teu bebê
É Senhor da criacão?
Maria, tu sabias que o teu bebê trará restauração?

Não sabias que Ele é o Cordeiro
Que por nós Se entregou?
Essa Criança que dorme em teu colo
É o grande EU SOU!

Fonte: Letra original e tradução em Morgana de Avalon (com pequenas alterações do Mural); versão do Hermes tirada de seu próprio blog (Hermes Fernandes)

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Religião beneficia sociedade, mas...

por motivos 'egoístas', sugerem pesquisas
 

Desejo de manter reputação elevada aumentaria generosidade religiosa. Fé também parece beneficiar cooperação dentro de grupos numerosos.

 
Estes são o título e subtítulo de uma matéria do G1, portal de notícias da Globo, que o Mural reproduz abaixo. Ela é baseada em pesquisas científicas e seus resultados relatados pelo jornalista são interessantes. No texto, a palavra religiosidade é citada várias vezes e com sentido diferente daquele que nós usamos no meio cristão evangélico, mas pare e pense bem, pois ela lhe levará refletir sobre isso.
 
Buon_Samaritano
A Parábola do Bom Samaritano, pintura de G. Conti, século 18.
(clique na imagem para ampliá-la e ver melhor os detalhes. Fonte: Wikimedia Commons)
 
Religiões do mundo inteiro pregam a compaixão e a caridade, mas será que seus seguidores praticam mais essas virtudes, em média, do que os não-crentes? E o impacto religioso na vida social é positivo? De acordo com um estudo recente, a resposta mais provável é "sim" para ambas as perguntas -- mas com qualificativos importantes. Os dados experimentais sugerem que as pessoas religiosas tendem a seguir o que pregam na vida social -- mas principalmente em contextos que favoreçam sua reputação diante dos outros, e dirigindo seus atos compassivos e caridosos, em geral, a membros de sua própria fé.
 
A hipótese de que a religião faz bem para a vida em sociedade, mas pelos motivos aparentemente "egoístas" citados acima, é defendida por Ara Norenzayan e Azim F. Shariff, psicólogos da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. Em artigo na prestigiosa revista especializada americana "Science" , a dupla faz uma revisão dos principais trabalhos já publicados sobre a origem e a evolução dos aspectos "pró-sociais" -- ou seja, favoráveis à vida em sociedade -- da religião.
 
Essa área de pesquisa ainda está na infância, mas já trouxe alguns insights importantes sobre o fenômeno religioso. Os pesquisadores não estão interessados em provar ou desprovar a existência de Deus (há tanto pessoas de fé fervorosa quanto ateus entre eles); a idéia é apenas entender como a religiosidade e suas interações com a vida social surgiram ao longo da evolução humana.
 
O questionamento é simples: seguir as pregações das diferentes fés tem um custo significativo. Tanto o código de ética pregado por Jesus nos Evangelhos ("Amai vossos inimigos") quanto a versão menos tolerante do Antigo Testamento ("Olho por olho, dente por dente"), só para citar os exemplos mais conhecidos no Ocidente, exigem um esforço social significativo, seja para mostrar compaixão até com os piores malfeitores, seja para punir criminosos com a lei do talião. A idéia, portanto, é que existem mecanismos mentais ou sociais capazes de "convencer" as pessoas de que vale a pena seguir algum tipo de mandamento.
 
Deus está vendo
 
A hipótese mais provável, dizem Norenzayan e Shariff, é que o principal mecanismo tem a ver com o agudo senso de reputação dos seres humanos -- a nossa necessidade de projetar uma imagem positiva para os outros e para nós mesmos. Afinal, ninguém gosta de aproveitadores, e essas pessoas, se descobertas, tendem a ser excluídas das interações sociais.
Pesquisas seguidas mostraram que pessoas religiosas têm mais probabilidade de relatar comportamentos pró-sociais (como doações de caridade e voluntariado) do que as não-religiosas, mas na prática essas ações parecem estar atreladas à reputação. Ou seja, à idéia de que "Deus está vendo" -- e os outros também.
 
Os indícios de que isso é o que acontece são múltiplos. Em jogos econômicos de laboratório, por exemplo, a probabilidade de os participantes se comportarem como espertalhões cai drasticamente se não houver anonimato. Mais interessante ainda, a simples exposição a fotografias de olhos humanos, ou mesmo a desenhos esquemáticos de olhos, diminui a chance de trapaça nesse tipo de jogo, indicando que uma forma "não-concreta" de impedir o anonimato também leva ao aumento das ações pró-sociais.
 
E se os olhos forem substituídos por um agente sobrenatural/divino? Pois, em outro estudo psicológico de laboratório, universitários trapaceavam menos num jogo de computador se alguém comentasse com eles que o fantasma de um aluno freqüentava a sala onde estavam, ou se eles eram induzidos a pensar em Deus. Numa pesquisa com crianças, que ficavam sozinhas com uma caixa fechada e eram orientadas a não abri-la, o grau de obediência aumentava quando o pesquisador dizia a elas que a fictícia "princesa Alice" estava olhando.
 
Uma série de estudos também demonstra que, quando não há algum componente de "reputação" (em relação a Deus, aos outros ou a si mesmo), religiosos não são mais suscetíveis a agir de forma pró-social que não-religiosos. Num clássico experimento "Bom Samaritano", inspirado na famosa parábola de Jesus no Evangelho de Lucas, uma pessoa fingia estar caída na rua, precisando de ajuda, bem no caminho dos recrutados para participar de um experimento. Quem tinha religião não ajudou o coitado significativamente mais do que quem não tinha.
 
Confiança é tudo
 
Os pesquisadores do Canadá também avaliaram alguns estudos etnográficos e experimentais intrigantes, que parecem mostrar um maior grau de confiabilidade, seja real ou percebida, entre religiosos praticantes. Em fazendas comunitárias fundadas nos EUA no século 19, por exemplo, houve uma correlação estatística entre as bases da comunidade -- religiosa ou secular -- e sua sobrevivência: as comunas religiosas duraram mais tempo, com menos conflitos.
 
Em outro tipo de jogo econômico de laboratório -- uma pessoa recebe uma quantia em dinheiro e tem a opção de dar parte dessa quantia para um parceiro, o qual, então, tem a quantia recebida dobrada e pode rachar os lucros com o doador original --, a religiosidade também parece cimentar a confiança. Pessoas religiosas tendem a ceder mais dinheiro para o parceiro, e os religiosos que recebem essa soma parecem também devolver somas mais substanciais. É como se a religiosidade fosse percebida como um indicador de confiabilidade social.
 
Outro dado preliminar mostra uma correlação entre o tamanho das sociedades e o "tamanho" de seus deuses. ("Tamanho", neste caso, tem a ver com o conceito mais abstrato da interação desses deuses com a realidade e o mundo humano -- eles são "maiores" se forem onipotentes, oniscientes e supremamente bons, por exemplo.) O que parece ocorrer é que sociedades "grandes" também têm deuses "grandes", o que facilitaria a coesão social entre grupos numerosos de estranhos.
 
Finalmente, o mais curioso: também parece haver correlação entre divindades "grandes", preocupadas com a moralidade, e regiões em que há escassez de água. Para os pesquisadores, é possível que isso se explique pela necessidade de minimizar a quantidade de espertalhões e garantir a colaboração social em nome da sobrevivência em regiões muito secas. Coincidência ou não, regiões com falta d'água são o berço do judaísmo, do cristianismo e do islamismo.
 
Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

Natal Nordestino

Então é Natal. E nós que fazemos o Mural na Net queremos desejar para você um "Natal nordestino". Nada melhor, então, que a belíssima música Natal Nordestino de Eliezer Setton (cantor e compositor alagoano) pra comemorar a data. Aliás, uma ótima pedida pra você deixar o seu Natal com uma cara bem brasileira.
.
"Meu pinheiro é meu mandacaru Com enfeites de algodão Alpercata no terreiro Os Reis Magos três vaqueiros Aboiando no Sertão"


Natal Nordestino
Composição: Eliezer Setton

Eu pensei que todo mundo

Sem primeiro nem segundo

Fosse filho de Papai-do-Céu

Eu pensei de brincadeira

Numa vida de primeira

Onde eu tenha o que eu queira

De verdade em vez de no papel

Eu pensei e ainda penso

Que o amor e o bom senso

Vão reinar pra gente ser feliz

Eu pensei bem do meu jeito

Que eu também tenho direito

Ao Natal do meu país

Refrão:

Meu pinheiro é meu mandacaru

Com enfeites de algodão

Alpercata no terreiro

Os Reis Magos três vaqueiros

Aboiando no Sertão

Meu pinheiro é meu mandacaru

Cada um é nosso irmão

E o Natal, se verdadeiro,

Há de ter o ano inteiro

Paz na Terra aos bons de coração

E o Natal, se verdadeiro

Há de ter o ano inteiro

Paz na Terra aos bons de coração

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Luzes do Natal

Image Hosted by ImageShack.us
 
Publicado aqui sob a autorização do autor, Mike Waters (Joyful 'toons).
 
Tradução por Mural na Net.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

"Eu Nunca Ouvi A Mensagem"

“Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha
palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e
não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida”
(João 5:24).

Conta-se a história de um arquiteto que frequentava
regularmente uma igreja. Depois de alguns anos ele se
dirigiu ao pastor e contou que sentiu no coração a ação do
Espírito de Deus e que, agora salvo em Cristo, desejava se
tornar membro da igreja. O pastor expressou sua alegria mas
não podia deixar de lhe fazer uma pergunta que o inquietava.
“Como você pode dizer que só agora, depois de anos na
igreja, sentiu a salvação do Senhor?” “Eu nunca ouvia a
mensagem”, respondeu o arquiteto. “Eu vinha para a igreja,
mas começava a pensar nos edifícios que poderia construir.
Todos estes anos, assim que você começava o sermão, um novo
edifício de apartamentos começava a ser projetado em minha
mente. Eu nunca ouvia a mensagem”.

Muitas têm sido as nossas inquietudes. Enfrentamos crises,
experimentamos aflições, armazenamos incertezas, hospedamos
o desânimo, perdemos facilmente as esperanças. E qual o
motivo para tudo isso? Certamente porque não ouvimos a
mensagem.

Se o dia está ensolarado, reclamamos do calor. Se a chuva
não pára de cair, murmuramos por causa do tempo ruim. Se os
nossos planos não dão certo, dizemo-nos azarados. Se os
sonhos acalentados por anos não se materializam, choramos e
nos sentimos as mais infelizes das criaturas. Na realidade,
o grande problema é que não ouvimos a mensagem.

Quando deixamos de lado as coisas passageiras deste mundo e
abdicamos de nossos interesses por um instante e prestamos
atenção na mensagem que a Palavra de Deus quer nos
transmitir, constatamos que Deus tem todas as respostas que
buscamos, todas as promessas que almejamos, todas as bênçãos
que nos farão as pessoas mais felizes deste mundo.

Se você ouvir a mensagem de Deus e guardá-la no coração, sua
vida será abundante e a sua felicidade será eterna.

Pr. Paulo Roberto Barbosa

O jovem cristão e a masturbação

Aos olhos de Deus : O jovem cristão e a masturbação

Vivemos em uma era de liberdade de expressão e de um estilo “livre” de vida. Hoje vemos nos filmes, nas novelas, nas músicas, nas danças, nas roupas da moda, etc., uma comercialização do sexo. Em Gênesis 1:28, Deus disse ao homem: “E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”, ou seja, o sexo tinha uma função procriativa e fez Deus uma mulher idônea para Adão para que, dela, ele desfrutasse e, com ela, enchesse a terra (Gn 2:18). Hoje em dia o sexo está tão banalizado que não há mais aquela expectativa dos noivos em se descobrirem aos poucos, em maravilharem-se um com o outro vivendo uma novidade maravilhosa de um toque, de uma fragrância, de surpresas que fortalecem o casamento e o amor. Com tamanha sobrecarga de “normal” (sexo antes do casamento é normal, homossexualismo é normal, filhos drogados é normal, você tem que aceitar…), porque não devemos ensinar nossos filhos a se masturbarem? Não é normal?

Vamos falar de áreas cinzentas da moralidade

Ao considerar as questões sexuais que não estão especificamente relacionadas na Escritura, tenha em mente certas experiências pré-sexuais que conduzem facilmente à lascívia ou à luxúria.

Nossos pensamentos

A batalha pela pureza sexual sempre começa na mente. Aquilo em que pensamos constantemente, acabamos fazendo. Enchemos nossa mente com o bem ou o mal, o puro ou o impuro, o certo ou o errado. Muitos crentes tentam abrigar ambas as tendências em seus pensamentos. O pecado sexual declarado é concebido na mente, desenvolvido em várias experiências pré-sexuais, e finalmente torna-se realidade, quando a oportunidade aparece. Não somente a imoralidade resultante é pecado - os pensamentos impuros também são pecados.

As palavras de Jesus, no Sermão da Montanha, são freqüentemente citadas a este respeito: “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mt 5:27,28). Não se confunda, a ponto de dizer: “Visto que já pequei em meu coração, posso também pecar com o corpo”. Estes pecados não são os mesmos! Um é o pecado da mente, e em pensamento apenas uma pessoa peca. O outro é um pecado da mente e do corpo, e, com o corpo, duas pessoas pecam. Na mente, não há união física. Com o corpo, os dois chegam a se conhecer um ao outro de maneira irreversível. Note que, em Mt 5:28, Jesus menciona não apenas olhar, mas olhar para cobiçar. Isto implica um desejo ativo, imaginando uma união ou contato sexual. Paulo diz que o crente de espírito controlado, na batalha espiritual, está “levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo” (II Co 10:5).

E Pedro diz: “Cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios… não vos conformeis às concupscências que antes tínheis na vossa ignorância” (I Pe 1:13,14). Não podemos impedir todo pensamento impuro de entrar na mente, porém somos realmente capazes de controlar os pensamentos que permanecem e se desenvolvem.

Nossos olhos

O que nossos olhos vêem e lêem produz e controla a maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os olhos são a “candeia do corpo” (Mt 6:22,23) e que se os “olhos forem maus”, o corpo “será tenebroso”. Esta verdade descreve mais do que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente. O apóstolo João adverte contra a “concupiscência dos olhos” (I Jo 2:16). Salomão escreveu: “Dirijam-se os teus olhos para a frente e olhem as tuas pálpebras diretamente diante de ti.

Pondera a vereda de teus pés, e serão seguros todos os teus caminhos” (Pv 4:25,26). Salomão também diz: “Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos. Porque cova profunda é a prostituta; e o poço estreito é a aventureira” (Pv 23:26,27). Devemos nos afastar da pornografia que vem sendo despejada em nosso caminho, lembre-se: “os olhos são a candeia do corpo”. Se você não resiste à tentação, não olhe. Você não pode ser tentado a se masturbar se estiver lendo passagens da Bíblia.

Masturbação é pecado? A maioria dos não-crentes e também muitos crentes crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um substituto psicológico total para as relações sexuais normais. A muitos mitos sobre a masturbação em escritos católicos e protestantes antigos. Alguns destes mitos são que a masturbação causa danos físicos, que destruirá a habilidade sexual no casamento ou que causará distúrbios emocionais. Estes mitos eram basicamente táticas para amedrontar e tinham pouca base em fatos. Não há passagem específica na Escritura que fale diretamente da questão da masturbação.

Há quem chame a atenção para Gn 38:8-10 e I Co 6:9-10. Concordo com o escritor Herbert J. Miles, que estas passagens não falam de masturbação. Mesmo assim, a Bíblia fornece orientações que lhe permitirão decidir se a masturbação é pecado ou não. Reflita sobre as seguintes observações:

1. Vejamos à definição de lascívia e luxúria: “Gratificação dos sentidos ou indulgência para com o apetite; dedicado aos ou preocupado com os sentidos” e “desejo sexual intenso”. A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria?

2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus disse: "Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As cachoeiras de Paulo Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas sensuais? O que é que você acha? Se você pratica a masturbação, pode sua mente permanecer pura?

3. Em seguida, reflita sobre a santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são atribuídas ao casamento. É um substituto do ato verdadeiro - uma farsa, uma falsificação, um dolo.

4. A masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo: “Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Ef 2:3).

5. Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão. Quando uma pessoa é dominada por uma indulgência carnal, ela peca. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências” (Rm 6:12). Paulo também diz: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Co 6:12). Você é escravo da masturbação?

Reflita sobre os cinco enunciados acima, para determinar se, para você, a masturbação é pecado. Liberte-se! O impulso sexual é uma parte normal, dada por Deus, de qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da bondade de Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Deus tenciona para nós. Ele nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos desenvolver ou usar de maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou destrói os relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação. A masturbação é um problema comum. Não devemos ter medo de conversar sobre ela nem de ajudar as pessoas a superá-la. Homens e mulheres acham que é um hábito igualmente opressivo, e buscam ajuda para a superação do problema. Compaixão, e não condenação, deve ser nossa resposta.

Minha conclusão é que a masturbação não deve fazer parte da vida do crente. I Coríntios 6:18-20, Gálatas 5:19 e I Tessalonicenses 4:3-7 são passagens que falam sobre a questão do uso de nossos corpos devidamente no sexo. Embora não possamos assentar todos os argumentos que dizem que a masturbação é pecado, não podemos negar que ela é resultado da lascívia e da paixão. Mas, na liberdade da graça de Deus, podemos escolher fazer o que é sagrado e direito aos olhos de Deus.

Fonte: http://www.jesussite.com.br/

Chame Deus de Pai

Não fique constrangido, nem fique envergonhado.

Aja naturalmente, mas seja sincero.

Deus ama você e o chama de filho.

Se você também o ama, chame-o de Pai.

Você não é órfão. Você não está só.

Jesus chamava Deus de Pai tão naturalmente que os judeus ficavam escandalizados. Estes aprenderam com Moisés a não pronunciar o nome de Deus em vão. De repente, surge alguém se referindo ao Deus todo-poderoso apenas como Pai. 

É isso mesmo.

O criador adotou você como filho e lhe deu toda a liberdade.

Mas tenha cuidado com essa liberdade, pois Deus corrige a quem ama e repreende a quem toma por filho.

No evangelho de João, Jesus deixa transparecer toda comunhão que tinha com o Pai, a ponto de dizer:

“EU E O PAI SOMOS UM.” (João 10:30)

Jesus tinha razão; não somos órfãos.

Por isso, toda vez que você precisar de alguma coisa, que esteja além das suas possibilidades, não se acanhe de pedir ao Pai, em nome de Jesus.

"Pois, se nós mesmo sendo maus, sabemos dar boas coisas aos nossos filhos, quanto mais nosso Pai que está nos céus."  (Mateus 7,11)

Fonte: Antonio Porto em Irmãos.com

Cartões de Natal de um mundo bem atual

Isso era pra ter sido postado no fim de semana junto com as coisas que costumamos colocar aqui tratando de meio ambiente e coisas afins.
 
Postamos aqui um link pra uma galeria de imagens do Crestock.com (um site repositório de imagens) resultado de uma competição promovida por eles pra ver quem produzia o melhor cartão de Natal de acordo com o tema "Natal Apocalíptico - O custo de vida está subindo, nossas poupanças se foram, nossos empregos estão em risco e a economia está em queda livre. Agora precisamos de um cartão de Natal que combine com isso". O que se pode ver lá nas imagens são ilustrações bem realistas/pessimistas dos tempos que vivemos.
 
Abaixo está a primeira imagem, a ganhadora da competição. Vai no link lá em cima pra ver o resto.
 
8684-org-crashmas_final

sábado, 20 de dezembro de 2008

Mais música pro Natal

E aqui vão mais dicas de música pro seu Natal. Assim como fizemos ano passado, citamos mais alguns artistas lá do Download.com (especificamente a seção de música: www.music.download.com) que disponibilizam gratuitamente suas canções.
 
O site divide as músicas do tema Natal em duas categorias: Spiritual Christmas (Natal Espiritual) e Secular Christmas (Natal Secular).
 
jars of clayDentro de Secular Christmas encontramos: Jars of Clay (3 canções), Celestial Christmas com várias músicas e, entre elas, Silent Night (a nossa bem conhecida "Noite de paz. Noite de amor..."); Katie Eagleson com It's Love, It's Christmas, uma canção no estilo da música negra norte-americana (soul, eu acho). Anna Wilson tem 3 músicas e entre elas está Christmas Is Coming To Town, uma canção de estilo semelhante à de Katie Eagleson. Celia Cruz aparece com a canção Jingle Bells  mixada no estilo caribenho.
 
Pittsburgh Symphony BrassEm Spiritual Christmas estão a orquestra Pittsburgh Symphony Brass (2 músicas), Jon Adamson (10 músicas instrumentais) e Mahalia Jackson com Silent Night numa versão remix (versão basicamente instrumental). ►
 
 
 
 
 
 
Fora da categoria Natal, temos Mitchell Fewell com a bela e conhecida canção Change the World. Mas Mitchel não é cantor secular. Ele está, na verdade, dentro da categoria Contemporary Christian Music.
 
Há ainda mais artistas e mais mp3 livres pra baixar lá no site. Ao entrar na página de um artista, o site te mostra outros que podem ter uma relação com ele. Vai lá e descubra!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Decorações de Natal

Independente do Natal ter uma parte de suas raízes em tradições pagãs, sofrer um forte apelo capitalista no mundo de hoje etc. etc. etc. (aquilo que o Gonzaga falou no post Prefácio de Natal!), havemos de concordar em uma coisa: as decorações de Natal em casas, ruas e cidades cria uma atmosfera legal nessa época do ano (e o Gonzaga falou disso lá no referio post).
 
E que tal conhecer algumas decorações natalinas mundo afora? Achamos uma página num site estrangeiro com fotos seguindo esste tema. São muitas fotos, aí não as postamos aqui; citamos a página direto pra você visitar. A foto abaixo é do Palácio Avenida, um palácio lá em Curitiba onde crianças costumam fazer uma catata de Natal (e que sempre costuma aparecer nos telejornais) - ela também tá lá na página.
 
Palácio Avenida

Fazendo rosquinhas

Sabe fazer rosquinhas (donuts)? Então aprenda com os Muppets. A aula é de um Chef suiço.
 

Blogagem Coletiva do Consumo Consciente

Dicas para um mundo melhor:

01 - Economize no banheiro

As bacias sanitárias com caixa acoplada gastam, em média, 12 litros de água a cada vez que a descarga é acionada. Se você tem em sua casa descargas desse tipo e usa o banheiro cinco vezes por dia, gasta 60 litros de água diariamente.

Existe, porém, uma maneira simples de reduzir este gasto, colocando uma garrafa PET (aquelas de refrigerante) de 2 litros, cheia de água, dentro da caixa d´água da bacia. Com isso, você estará economizando 2 litros por descarga, ou 10 litros por dia.

Se esta prática for adotada em todos os banheiros da casa em que habita uma família de quatro pessoas, essa economia será de 40 litros por dia. Em um ano, essa água poupada é suficiente para matar a sede de 20 pessoas durante o ano inteiro.

E não se esqueça de nunca usar o vaso sanitário como lixeira, pois cada vez que você aciona a descarga para se livrar de papéis ou pontas de cigarro joga fora sem necessidade água limpa e tratada.

Dica: Existem bacias sanitárias mais modernas, com apenas 6 litros de água. Para saber se a sua é desse tipo, basta tentar colocar a garrafa PET dentro. Se não couber, significa que você já está gastando uma quantidade bem menor de água por descarga.
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02 - Faça economia com a geladeira
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A geladeira é um dos grandes consumidores de energia elétrica em uma casa, pois fica ligada o tempo todo. Veja como gastar menos:

Instale a geladeira e o freezer em local ventilado e longe do fogão. Verifique sempre se a vedação das portas está funcionando bem.

Nunca forre as prateleiras da geladeira com plásticos ou vidro, pois dificultam a passagem do ar e provocam aumento no consumo de energia. Procure não abarrotar as prateleiras, deixando espaço entre os alimentos para facilitar a circulação do ar.

Não guarde líquidos nem alimentos ainda quentes na geladeira, pois o motor vai ter de trabalhar mais para resfriar o ambiente interno e, conseqüentemente, gastar mais energia.

Não deixe a porta da geladeira aberta desnecessariamente nem por muito tempo, pois isso faz com que o frio “escape” e exige mais trabalho do motor para baixar a temperatura interna novamente.

Regule o termostato para que esfrie menos no inverno.
Quando for viajar e ficar muito tempo fora, esvazie a geladeira e o freezer e desligue-os da tomada.

Ao comprar geladeiras e freezers, prefira os que têm o selo Procel, pois são os mais eficientes e consomem menos energia.
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03 - Evite mercadorias com muitas embalagens
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Evite comprar produtos “superembalados” e, sempre que possível, prefira os bens não-embalados (como, por exemplo, alimentos frescos). Embalagens do tipo “caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão” geram uma quantidade enorme de lixo.

Procure comprar produtos em embalagens que tragam quantidades adequadas para sua família. Por exemplo: se a sua família é grande, compre as bebidas nas embalagens maiores; se for pequena, evite as embalagens grandes e, conseqüentemente, o desperdício.

Não compre embalagens descartáveis de refrigerantes ou bebidas quando houver a possibilidade de comprá-las em embalagens retornáveis.
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04 - Leve sua própria sacola ao fazer compras
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Se puder, leve sua própria sacola ao fazer as compras. Assim você deixará de usar (e, posteriormente, descartar) vários sacos plásticos. Se não for possível, procure encher bem os saquinhos para reduzir a quantidade deles que você leva para casa e que irão parar no lixo.

Este tipo de saco, que, em São Paulo, por exemplo, corresponde a 40% das embalagens jogadas no lixo, demora 450 anos para se decompor e ocupa de 15% a 20% do volume de um lixão, embora corresponda a apenas de 4% a 7% de sua massa. Portanto, seu uso deve ser evitado.
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05 - Diminua o tempo do banho
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Se você mora em apartamento e seu banheiro tem ducha, gasta em média 160 litros de água durante um banho de 10 minutos. Mas pode tentar diminuir esse tempo fechando o chuveiro para se ensaboar ou lavar os cabelos. Assim, economizará em um ano cerca de 30 mil litros de água.

Se 60 famílias de um condomínio fizerem a mesma coisa, em um ano serão poupados 7 milhões de litros de água, o suficiente para encher quase três piscinas olímpicas. Se 5000 famílias adotarem o mesmo hábito, a água economizada em 1 ano é equivalente à quantidade que cai nas Cataratas do Iguaçu durante 5 minutos.
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