Pular para o conteúdo principal

O crescimento da igreja evangélica e o genuíno despertamento espiritual (5)

 
 
Richard Wong [CreativeMYK.com]
 

5. A busca de chaves mágicas e modelos milagrosos

As igrejas oferecem vários programas, encontros, retiros, oficinas, conferências, mas parece que pouco muda profundamente, a longo prazo. Acumulam-se os cursos de cura interior, fóruns sobre espiritualidade, congressos sobre batalha espiritual, conferências missionárias e concertos de oração. A mentalidade do marketing predomina, a ilusão de que o mero uso de técnicas e programas irá resultar em sucesso e crescimento.

Não faltam às igrejas brasileiras oportunidades para a clonagem de programas. Ao alcance de um simples telefonema ou link da internet estão centenas de modelos importados que descrevam como fazer bem como diversas ferramentas ministeriais, verdadeiros pacotes e kits para reprodução. Muitos importam modelos eclesiásticos de igrejas americanas e outras mega-igrejas do hemisfério norte bem como utilizam verdadeiras cópias latinas, tais como o G12, de Bogotá ou Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.

O homem moderno acredita que pode manipular o ambiente ao seu redor e chegar aos resultados desejados se tão-somente utilizar técnicas e ferramentas ministeriais de forma correta. Ele pensa que, se utilizar os instrumentos certos, misturados a uma boa dose de esforço e dedicação, a receita irá funcionar. Se tão somente utilizar o método correto, tudo vai acontecer direitinho conforme a sua visão. Aliás, as técnicas certas, quando aplicadas com eficácia e eficiência, farão com que a igreja cresça. Ouçamos as palavras de Eugene Petterson…

 
 
Clique aqui para ler o restante deste texto no Irmãos.com
Foto de Richard Wong em CreativeMYK
 
 
 
Veja também:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

William Barclay, o falso mestre

  O texto a seguir foi traduzido por mim, JT. Encontrado em inglês neste endereço . As citações de trechos bíblicos foram tiradas da bíblia Almeida Revista e Atualizada (ARA).     William Barclay, o falso mestre Richard Hollerman Estamos convencidos de que muitas pessoas não percebem o quão difundido o falso ensinamento está em nossos dias. Elas simplesmente vão à igreja ou aceitam ser membros da igreja e falham em ter discernimento espiritual com respeito ao que é ensinado pelo pastor, pregador ou outro "sacerdote". Elas meramente assumem que tudo está bem; caso contrário, o quartel-general denominacional certamente não empregaria uma pessoa em particular para representar sua doutrina publicamente. Esta é uma atitude desgraçadamente perigosa a sustentar, uma que nos conduzirá de forma desencaminhada e para dentro do erro. Alguns destes erros podem ser excessivamente arriscados e conduzirão ambos mestre e ouvinte à condenação eterna! Jesus nos advertiu sobre os fa...

O escafandro e a borboleta

Uma dica de filme bacana, um motivacional apesar de não ser um filme cristão.     por Juliana Dacoregio   Impossível assistir a O escafandro e a borboleta (França/EUA, 2007) e não pensar em valorizar mais a própria vida. É o pensamento mais simplista possível, mas é também o mais sábio. Eu estava com um certo receio de assistir ao filme. Sabia do que se tratava e não queria sentir o peso da tragédia daquele homem. É uma história realmente pesada. E por mais que Jean Dominique Bauby – que, baseado em sua própria história, escreveu o livro homônimo que deu origem ao filme – conseguisse rir apesar de sua situação, o riso dele faz só faz aumentar o nosso desconforto, por ficar evidente que seu rosto permanece estático enquanto há emoções em seu interior.   Bauby se viu preso em seu próprio corpo em 1995, quando sofreu um derrame que o deixou totalmente paralisado e incapaz de falar. Apesar disso ele não teve sua audição e visão afetadas e suas faculdade...

O Natal por Caio Fábio

NATAL CONFORME A NATA DE CADA ALMA Paulo disse que não era mais para se guardar festas religiosas como se elas carregassem virtude em si mesmas. Assim, as datas são apenas datas, e as mais significativas são aquelas que se fizeram história, memória e ninho em nós. Ora, o mesmo se pode dizer do Natal, o qual, na “Cristandade”, celebra o “nascimento de Jesus”, ou, numa linguagem mais “teológica”, a Encarnação. No entanto, aqui há que se estabelecer algumas diferenciações fundamentais: 1. Que Jesus não nasceu no Natal, em dezembro, mas muito provavelmente em outubro. 2. Que o Natal é uma herança de natureza cultural, instituída já no quarto século. De fato, o Natal da Cristandade, que cai em dezembro, é mais uma criação de natureza constantiniana, e, antes disso, nunca foi objeto de qualquer que tenha sido a “festividade” da comunidade dos discípulos originais. 3. Que a Encarnação, que é o verdadeiro natal, não é uma data universal — embora Jesus possa ter nascido em outubro —, mas sim um...